Caminho das Centelhas
15 Para você daqui à 400 anos
-Lara, por que diabos estamos presos dentro de um poço? Á água tá congelando, e minhas pernas já estão quase dando câimbra, ou eu morro afogada ou congelada!
-Esses dias cê tá bem ruim de memória hein? Agente caiu aqui dispois de ir atrais da matilha de lobo, eles cercaro nois e o único lugar qui tinha pra vim, era aqui dentro.
-E de quem foi a ideia de a gente seguir uivos de lobo mesmo?
-Do poema uai
-FOI SUA LARA! O POEMA É SÓ UM POEMA, NÃO É PRA QUE PESSOAS O LEVEM AO PÉ DA LETRA!
-Carma, tá brava com eu?
-Eu estou brava porque meus amigos estão sumidos, e eu não consigo fazer nada. E outra, já se passou um dia, e eu nem sei como o Sword está, não sei se ele acordou ou se continua apagado.
-Uai, quanto aos nosso amigo sumido, eu não consigo fazer muito, mais esse tal de Suordi ai, ieu posso pedir pro Chico ir ver ele sô
-Quem é Chico Lara?
-Lembra da assombração qui eu invoquei pra ajudar nois? Ele é o chico sô, eu posso pedir ele pra ir ver seu amigo
-Você consegue?
-Uai, eu inte posso faze, mas vo pricisar qui ocê me segure, porque eu fico bem fraca quando o Chico vai muito longe de mim
-Certo, segura nas minhas costas, pede pra esse tal de Chico avisar o Sword onde estamos. Se ele estiver bem, ele vai dar um jeito de trazer o dirigível até aqui
-Intão tá, Chico, siguinte, vai inté o balão deles no porto da ilha, e chama um tal de Suordi, diz pra ele onde nois tá e dispois volta
O mesmo fantasma invocado no momento de batalha é invocado agora, o mesmo parece compreender as ordens de Lara e sai dali para cumpri-las. No poço, às duas ficam lá, esperando o retorno dele, por bastante tempo.
-Luise
-Fala Lara
-Cê acha qui nois vai morrer aqui?
-Não
-Mais agente tá no fundo de um poço, quase morrendo afogado, e tá frio pá burro!
-Não vamos morrer
-Ocê é bem confiante né?
-Eu preciso ser. Depois que um certo alguém me mostrou que mesmo estando completamente ferrado dá pra seguir em frente. Eu meio que não consigo desistir mais por causa dessa pessoa.
-Nossa, um dia eu quero conhecer sá pessoa ai
-Mas e o Chico? Você não consegue dizer se ele achou o Sword?
-Nem, da pra fazer isso não... aliás, eu tô oiano aquela pedra ali a um tempin, ela é bunita né Luise?
-Pedra?
Quando Luise mira os olhos onde Lara estava olhando, a pedra de fato era diferente das outras, parecia mais bem polida, e bem no meio um símbolo, um brasão. O brasão é composto por um escudo oval dividido em duas partes iguais por uma faixa horizontal azul celeste. Na metade superior do escudo, está a representação de uma espada em prata, de cabo dourado e lâmina curva. Na metade inferior, há um campo em azul escuro. Sobreposto a esse campo, há uma estrela em prata.
-Eu já vi esse brasão em algum lugar
-Eu nunca vi isso em toda minha vida
-Vou nadar até lá, e você pega Lara.
-Tá bão
O poço era relativamente grande, Luise com suas poucas forças nada até o outro lado e se segura nas paredes do poço, Lara então pega o tijolo que já estava entre solto, e de fato era um tijolo falso e dentro dele, um caderno.
-O que tem aí Lara?
-Um caderno
-E o que tem no caderno?
-Perai, xover o que tem.... É um diário Luise... de uma tal de Sofia Stemmaurea
-Então a gente vai morrer, não é nada de útil
-Ixi, cadê aquela mulhe que não disiste uai! Agente precisa achar aquela pessoa que te inspirou, cê tá pricisada de uma inspirada
-Bom, pelo menos conta aí uma história pra gente, o que diz ai nesse diário, qual a história dele?
-Tá bom, vou ler um cadin... tá escrito “propriedade de Sofia”
“Dia 1:
Finalmente chegamos à ilha Júbilo. A viagem foi árdua, enfrentamos uma tempestade que nos atrasou, mas conseguimos chegar ao nosso destino.
Estamos acampados em um local protegido do vento e da neve, mas o clima aqui é muito hostil. A escuridão é profunda, parece que estamos no meio de um filme de terror. Felizmente, estamos todos preparados com nossas roupas térmicas e equipamentos de escalada.
Tuktu, nosso guia local, é muito experiente e está nos guiando por aqui. Ele é um raja, conhece bem a região e os perigos que vamos enfrentar. Confio muito nele e sinto que estamos em boas mãos.
Hoje passamos o dia mapeando a área. Eu me encarreguei da parte de geografia e cartografia. Fiz um mapa detalhado da área, identificando as principais características da ilha e as rotas mais seguras para seguirmos.
Diana, por outro lado, se dedicou a decifrar alguns códigos e enigmas que encontramos pelo caminho. Ela é muito habilidosa nisso e já conseguiu decifrar vários deles. Estou impressionada com sua capacidade.
Amanhã vamos começar a explorar a ilha e seguir em busca do tesouro lendário. Estou animada com a aventura que nos espera, mas também um pouco apreensiva. Sei que os perigos são reais, mas sinto que estamos preparados para enfrentá-los. Vamos em frente!”
-O diário parece se de alguém que veio pra essa ilha em busca de aventura.
-Sim, parece que uma amiga veio juntin, tal de Diana
-Continua aí Lara
-Tá bão
“Dia 2:
Hoje começamos a explorar a ilha em busca do tesouro. O clima ainda é muito hostil, mas estamos preparadas para enfrentá-lo.
Nosso grupo é formado por mim, Diana, Tuktu e mais três membros da equipe que contratamos para nos ajudar. Eles são experientes em escalada e navegação, e estamos confiantes em sua habilidade.
Ao longo do dia, escalamos montanhas, cruzamos rios congelados e atravessamos florestas de neve. Foi uma jornada cansativa, mas também muito gratificante.
No caminho, encontramos algumas armadilhas deixadas pelos antigos habitantes da ilha. Eu fiquei impressionada com a inteligência e habilidade desses povos antigos, que conseguiram sobreviver em um ambiente tão hostil.
Ao final do dia, acampamos em uma área segura e protegida, onde podemos descansar e nos preparar para a próxima etapa da nossa jornada.
Estamos cada vez mais próximos eu posso sentir isso, e sinto que estamos no caminho certo. Mas também sei que os perigos são reais e precisamos estar preparados para enfrentá-los. Vamos em frente, rumo ao nosso objetivo!”
“Dia 3
Hoje acordamos cedo para seguir em direção ao tesouro, mas algo estranho aconteceu. O caminho que seguimos não levou a lugar nenhum, estava bloqueado por rochas e pedras gigantes. Tentamos encontrar um novo caminho, mas foi em vão. Tivemos que voltar para a cidade e procurar por ajuda.
Foi então que vimos um navio encalhado na praia. Não era um navio comum, era um navio da realeza, pertencente a um reino desconhecido. A tripulação era composta por servos e uma família real com sete membros, incluindo os pais e cinco filhos. Eles tinham acabado de chegar na ilha e estavam esperando pelo conserto do navio.
Ficamos surpresas ao ver uma família de cavaleiros tão poderosos, o pai se chamava Halberd Knight, a mãe Shielda Knight e os filhos, a mais velha era Vittoria Dall Knight, seguida por Armor Knight, Dagger Knight, Spear Knight e o filho mais novo, Sword Knight. Todos eles pertenciam a um clã de cavaleiros famosos e poderosos.
Fomos apresentadas e conversamos um pouco com eles. Descobrimos que a família estava apenas de passagem quando foram pegos em uma tempestade e acabaram encalhando aqui na ilha e que estavam procurando por um lugar seguro para ficar enquanto o navio era consertado.
Passamos o dia explorando a cidade e suas redondezas. Conversei com os habitantes e fiz anotações sobre as rotas e caminhos possíveis. Consegui desenhar um mapa detalhado da cidade e seus arredores, mostrando todas as trilhas e caminhos possíveis que poderíamos seguir para encontrar o tesouro.
A noite caiu e voltamos para a estalagem onde estávamos hospedadas. Conversamos um pouco mais com a família real e descobrimos mais sobre seus feitos e sua fama como cavaleiros. Foi uma noite interessante e cheia de histórias. Amanhã será um novo dia e esperamos encontrar o caminho certo para o tesouro.”
-Espera aí, família Knight? Sword Knight... é coicidencia demais.
-Ocê conhece algum Sword?
-Foi o que eu te falei, você pediu pro Chico ir atrás dele, lembra?
-Ah, o Suordi, espera, o que o Suordi tá fazeno na história da moça aqui?
-Não sei, mas continua ai
-Tá
“Dia 4:
Finalmente, após muito procurar, encontramos uma pista concreta. Diana seguiu uma trilha que a levou a uma caverna na encosta de uma montanha. Ela retornou à estalagem animada, dizendo que encontrou algo que pode nos ajudar a encontrar o tesouro.
Enquanto Diana contava sobre sua descoberta, eu fiquei na estalagem, estudando nossos mapas e procurando mais informações sobre a ilha. Foi então que Sword, o filho mais novo da família que encalhou na ilha, entrou na estalagem para tomar um pouco de ar fresco. Ele parecia entediado e solitário, e acabamos conversando durante horas.
Sword é um jovem agradável e educado, e apesar de ter sido criado em um clã de cavaleiros poderosos, ele não parecia arrogante ou prepotente. Nós conversamos sobre a ilha, nossas vidas. Ele me contou sobre sua família e como eles eram leais ao reino que serviam. Eu, por minha vez, contei sobre minha vida como arqueóloga e como fui contratada para ajudar a encontrar o tesouro.
Não posso dizer que existe uma conexão especial entre nós, mas gostei de conversar com Sword e achei que ele foi um bom ouvinte. Ainda temos muito a descobrir sobre essa ilha, e quem sabe, talvez eu e Sword possamos trabalhar juntos para encontrar o tesouro que procuramos.
Amanhã, vamos partir cedo em busca da próxima pista que nos levará mais perto de nosso objetivo.”
“Dia 5:
Finalmente encontramos o caminho para o tesouro! Mas a jornada tem sido muito mais difícil do que eu jamais poderia imaginar. Desde o início, temos enfrentado perigos que vão além de nossa compreensão. Ontem, quando atravessávamos uma ponte aparentemente segura, ela desmoronou sob nossos pés, e Diana e eu quase caímos no abismo abaixo. Ainda bem que conseguimos nos segurar.
Em seguida, fomos atacados por flechas automáticas que saíam de dentro de árvores. Parece que alguém armou essas armadilhas para impedir que estranhos chegassem ao tesouro. E não para por aí, tivemos que passar por um poço cheio de cobras venenosas, um rio infestado de piranhas e até mesmo um lago de areia cheio de crocodilos que nadam como peixes. Eu nunca soube que isso era possível!
Mas o pior ainda estava por vir. Quando finalmente chegamos a uma caverna que nos levaria ao tesouro, fomos recebidos por morcegos gigantes que voavam diretamente em nossa direção. Eu não sabia o que fazer, mas Sword, que vinha me acompanhando, foi rápido e corajoso. Ele sacou a espada e começou a afugentar os morcegos, enquanto Diana e eu corremos para dentro da caverna.
Eu não posso negar que foi um alívio enorme chegar até aqui, mas também não posso negar que a presença de Sword tem sido um grande conforto para mim. Eu sinto que, aos poucos, estamos ficando mais próximos, e isso me deixa feliz. Ele tem sido tão gentil e prestativo, sempre pronto a ajudar. Talvez isso seja só coisa da minha cabeça, mas eu não consigo negar que sinto uma conexão especial com ele.
Agora, estamos nos preparando para enfrentar os desafios que estão por vir. Espero que a nossa amizade cresça ainda mais, e que juntos possamos superar os perigos que ainda nos aguardam.”
-Luise
-O que foi Lara?
-Acho que essa moça tamém tava atráis do cristal que nois tá atrais
-A impressão que eu tenho é que ela ainda não sabe que é o cristal.
-Poisé, vo continuar aqui
“Dia 6:
Que dia agitado! Hoje, depois de passarmos por tantos obstáculos, acabamos nos separando do resto do grupo. Eu e Sword nos encontramos presos em um poço, mas a sorte nos favoreceu, e encontramos uma pista de direção para o tesouro que tanto procuramos.
Enquanto esperávamos para sermos resgatados, conversamos bastante. Eu nunca pensei que pudesse me sentir tão à vontade com alguém tão rapidamente, mas com Sword foi diferente. Ele é um rapaz gentil, atencioso e tem um senso de humor incrível. Ele me contou sobre suas aventuras anteriores e a vida em seu clã de cavaleiros. Foi fascinante ouvir sobre suas experiências e eu me senti muito agradecida por ter encontrado uma pessoa tão interessante em meio a essa jornada perigosa.
Enfim, fomos resgatados por nossos amigos e seguimos a pista de direção que encontramos. A pista que encontramos está no fundo do poço...”
-Luise, no fundo do poço, tem uma pista dessa moça
-Certo, prende a respiração Lara, vamos mergulhar
Com Lara em suas costas por estar exausta de energia, Luise mergulhou em busca da pista que tanto foi falada. A pista no fundo do poço era uma peça de um quebra-cabeça antigo, feita de pedra esculpida com precisão. Ela tinha um desenho circular, com linhas que pareciam formar uma espécie de labirinto. No centro do círculo havia uma pedra vermelha, que brilhava intensamente de acordo com a direção que Luise se movia. De volta a superfície, ela pode olhar melhor aquele prato de pedra esculpido, sempre que Luise virava em uma direção, a pedra vermelha ou brilhava intensamente ou o brilho cessava de imediato.
-Essa coisa tá dizeno pra onde ir né?
-Com certeza Lara, acho que encontramos algo pra ajudar nessa maluquice toda de seguir um poema.
-Eu te disse que era ideia boa seguir a história
-Dessa vez você estava certa Lara.
-Agora temos ortro probrema, como nois vai sair daqui?
Poucos segundos após Lara ter dito algo, dá pra ouvir os lobos lá em cima uivando e então um grito abafado dizendo “Fantasma da Espada!”, pouco a pouco se ouve os passos dos lobos se afastando. Na borda do poço, um rosto conhecido aparece dizendo:
-Pode parecer mentira, mas um fantasma me contou que vocês estavam tomando banho num poço. Precisam de uma mãozinha?
Quando Luise olha para cima, era Sword. Com um rolo de corda. Em seu rosto havia algumas bandagens passando por cima de seu olho esquerdo, e outras bandagens passando por seu pescoço. Seus braços também não escaparam das numerosas faixas.
Sword joga a corda, e pouco a pouco Luise e Lara vão subindo pela corda, quando Luise chega à superfície, vê aquela criança que estava sempre ao lado do Sword lá
-Tinha mesmo que trazer uma criança Sword?
-Longa história, te conto no caminho de volta
-Não, nois não pode voltar
-Err... desculpa, mas quem é você mesmo?
-Ah sim, nois não se cunheci ainda, muito praze Suordi – Lara arranca um longo escarro e cospe na mão, estendendo a até Sword – Eu sou Lara tiro certo, o gatilho mais rápido da minha família
-Eu sou Sword Knight-Stemma – Sword nem liga para a mão cheia de saliva de Lara, ele simplesmente aperta – É um prazer Lara
-Peraí, seu nome... é igualzin o do rapaz do diário. Luise...
-Eu sei Lara – Diz Luise se levantando – Outra coisa Lara, desde quando você já consegue usar as pernas? Só pra eu saber se eu não estava te sustentando atoa lá no poço
Lara ri meio sem graça e não responde nada
-Enfim, Sword, a gente tem grandes problemas.
-Me pergunto quando é que não temos... desde que saímos de Aúdases é problema atrás de problema.
-Mas não é isso que torna tudo mais divertido?
-Com certeza!
Sword e Luise começam a rir um do outro ao mesmo tempo. Não deles, mas da situação que eles sempre acabam se metendo.
-Rammmm – Lara faça um som para despertar os dois de suas crises de risos – Não quero atrapaiar ocêis, mais, achei um negocio dibaxo da preda briante
-Ah sim, o que achou – Luise entona recuperando a postura
-Isso aqui ó – Lara entrega um pedaço de papel velho e enlameado a Luse
-O que diz ai Lara – indaga Sword
-É um bilhete da Sofia
-Quem é Sofia?
-Longa história Sword, mas explicando por alto, o que Lara quis dizer com a gente não poder voltar é que os problemas que estamos agora só poderão se resolver se encontrarmos um cristal em específico, e pra isso estamos seguindo pistas de um poema... eu sei que parece loucura, mas...
-Se for você Luise, eu acredito.
Os 3 ficam ali parados por um instante depois que Sword diz isso, Lara dá algumas sorridinhas escondida olhando para os dois. Luise fica imóvel e cora bastante o rosto
-Não é hora de falar frase de efeito Sword! – Luise fala repreendendo e tentando recuperar a postura – Bom, o que eu quero dizer é. Precisamos seguir esse poema e essa mulher do passado, essa Sofia pode nos ajudar através de seu diário.
-Imaginei que não iriamos voltar, então trouxe isso, pode me emprestar rapidinho Seventeen? A bolsa.
A criança entrega um bolsa de viagem a Sword, dentro dela várias roupas
-Eu não sabia exatamente o que você iria querer, então trouxe mais de uma, acabou que vai ser útil pra sua amiga também trocar de roupa. A de vocês está bem molhada e no clima dessa montanha não vai ser nada agradável caminhar por aí.
-Obrigada.
-Luise, lê logo o que tem no papel sô!
-Ah sim, quase me esqueci... no papel está escrito
“Oi, eu sou Sofia Stemma-aurea. Se você está lendo isso, provavelmente encontrou meu diário e descobriu a primeira pista para ir em direção ao grande cristal da ilha Júbilo. Caso não tenha encontrado meu diário, volte ao poço e na parede a noroeste vai ver um tijolo adornado, ele é falso e o diário está nele. O que posso dizer é que meu diário vai ajudar quem quiser encontrar o cristal, não preciso testar vocês, afinal o caminho até lá não vai permitir pessoas ruins chegarem até ele. Esse artefato antigo com um rubi no centro, é um bussola, mas está quebrada, eu mesma me certifiquei de dividir os pedaços dela para não facilitar a descoberta. As outras partes que irão ajudar vocês estão ao longo do caminho, sigam as instruções do diário e chegarão até elas.”
P.S. Eu sou bastante curiosa, então gostaria de saber em que ano encontraram esse recado, eu não sei como eu vou ficar sabendo, mas vocês pelo menos vão ter uma noção de quando eu encontrei. Por exemplo, hoje é dia 29 do mês Geloeterno do ano 2023 Após a Queda Carmesim (A.Q.C.)
-Sword
-Sim, eu sei
-Isso dessa moça ai foi pelo menos a uns 400 anos atráis, eu acho que minhas terrinhas no Oeste nem tinha vaca ainda sô
-Parece que vamos ter que resolver um problema de 400 anos pra salvar nos amigos e a ilha
-Me parece só mais um dia normal pra gente
-Meu burrinho já tá amarrado comceis, bora lá!
Fale com o autor