Caminho das Centelhas

16 A canção de um Bardo (EXTRA)


Enquanto Sword, Lara, Luise e a criança se arriscavam enfrentando o que havia de pior na montanha em busca do cristal. Seus amigos que haviam se separado na biblioteca acabaram ficando presos. Onde ficaram presos? Bom, tudo começou quando um estranho vento soprou na cidade, seguido de uma densa névoa, e logo em seguida, um grupo de assombrações, bem parecidas com a que atacou Lara e Luise, começou a atacar os moradores. Não todos, apenas os que estavam de passagem pela ilha, dos moradores mesmos, essas coisas nem passavam perto. Correndo para que não fossem pregos por essas coisas acabaram se refugiando em um bar!

Garrias por impulso e por estar ofegante da corrida, bebeu de um copo sem saber o que era, ficou completamente embriagada. Ela começou a agir de forma estranha, cantando músicas antigas e dançando com uma cadeira. Thomaz, o bardo, aproveitou a oportunidade e começou a tocar seu alaúde, e no fim, estava bebendo também

Enquanto isso, Kaila e Tora que são Kini Dõbutsushorei, tentavam se acalmar, já que aparições afetam bastante o psicológico deles. Leyrcnith Anniu, o elfo negro, tentou usar sua magia, o problema é que na festinha que o bardo começou a dar, ele se embebedou. Com isso ele acabou criando uma bola de fogo que quase incendiou o bar inteiro. Um completo caos instaurado... do lado de fora, pois dentro daquele bar no qual ficaram presos, era apenas festa!

No outro canto do bar, já se via Garrias debruçada no balcão apagada de bêbada, Thomaz querendo animar tudo e todos, tirou de ninguém sabe onde um alaúde... então sem ritmo, sem compasso e sem voz nenhuma ele começa a cantar:

“Bebendo, bebendo, bebendo sem parar
Alegria é o que eu quero encontrar
Com amigos queridos, num bar aconchegante
Vamos brindar, beber e cantar a todo instante

Não há tristeza que não se cure
Com um copo cheio e uma boa música de amor
Vamos esquecer todos os problemas
E celebrar a vida até o amanhecer

A bebida é o elixir da felicidade
E o amor é o vinho mais fino da cidade
Então, bebamos sem medo e sem receio
E aproveitemos essa noite, que é só nossa e sem rodeio.”

Por algum tempo ele se senta e se cala, mas não dura muito, todos no bar agora estavam quietos. Espreitando o que aquelas assombrações lá foram iriam fazer. O bardo percebeu e quis apaziguar o ambiente, ele tomou postura como pode, se endireitou em cima de uma mesa, se equilibrando para não cair, pediu a Tora seu alaúde que estava no chão e então, dessa vez, com afinação precisa e no tom certo ele canta:

Claro, vou tentar criar algo que possa transmitir essa verossimilhança e que enalteça o corajoso Sword. Aqui está a música:

“No reino de Aúdases, havia um jovem valente,

De nome Sword, cujo destino era diferente.

Com sua coragem e habilidade na espada,

Salvou os filhos do rei, de palhaços assassinos que tramavam.

Enfrentou membros da organização mais temida,

Com sua inteligência e destreza na lida.

Sua bravura e astúcia impressionavam a todos,

Que viam em Sword um herói que não tinha antolhos.

Ele busca soluções para os problemas com os fantasmas,

Com sua persistência e sagacidade, não há obstáculos que o abatam.

Um jovem destemido que não teme as adversidades,

Em cada batalha, ele mostra sua lealdade e verdade.

Com sua espada na mão e a coragem no peito,

Sword segue seu caminho sem receio ou preconceito.

Ele é um jovem de muitos talentos e feitos,

Que deixa em cada coração uma marca de respeito.

Então, cantem comigo, ó povo de Júbilo,

A história do jovem corajoso que nunca desmancha.

Ele é Sword, o herói que todos admiram,

Ele é Sword, apenas, Sword.”

Talvez, só talvez às pessoas ali presentes ficaram curiosas com a canção que o bardo cantou. De cima da mesa ele aterrissou na cadeira, mal se sustentando de pé de tão bêbado. Tora, o Kini; se sentou ao seu lado, curioso com a história do aventureiro ele pergunta

—Bardo, o Sword da sua canção, ele é o Sword do nosso grupo, o mesmo que está indo para Zetsuen conosco?
-Por supuesto, mi amigo, quién más podría ser?
-Quer dizer que esse Sword, ele salvou filhos de um rei? E lutou com uma organização criminosa – com inocência em acreditar nas palavras de um bardo, indaga Tora
-Sí, estuve allí... quiero decir, no en los hijos del rey, pero estuve allí cuando se enfrentó al pavo real. era solo un miembro – o bardo para, percebe que Tora está entretido demais, então ele faz o que sabe fazer de melhor, mentir – Eu disse uno? Quis dizer cien miembros, eram 100 deles, contra eu e mi amigo Sword. Sé que solo soy un bardo, pero hice lo mejor que pude. Eliminé a 11 miembros mientras Sword, derrotó a todos los demás, los eliminó a todos con su forma heroica en la que tiene la capacidad de transformarse.
-Sword consegue transmutar? Uma forma heroica? Que demais, eu não sabia disso... e como ela é?
-Errr – Thomaz nunca viu Sword naquela forma — Yo estaba muy fraco, no recuerdo en detalle
-Uma pena..., mas quando nos encontrarmos com Sword, quero perguntar pra ele como foi essa batalha
-NOOOOOOOO
-Por que não?
-Sword é modesto, no le gusta hablar mucho de sus historias
-Entendi. Bom fico feliz de ter ouvido sobre

Às pessoas naquele bar podiam estar em perigo por causa das coisas lá fora, mas não estariam tristes, enquanto Thomaz o bardo, continuasse a cantar suas canções!