Caminho Da Perversão
1 Capítulo 1
Notas iniciais
"As vezes as pessoas querem realmente seu bem, mas acabam lhe encaminhando para o mal"
― Que é isso já ta indo embora? — Caio estava nu entre os lençois daquela cama de hotel, onde quase todas a noites levara uma mulher deferente aquele local.
―Que é? Vai me manter em carcere privado agora? — Alessandra sorriu de lado, olhando o sorriso que se encontrava na boca de Caio.
Alessandra vasculhava cada canto daquele quarto procurando suas roupas, que na noite passada foi arremessada furiosamente. Enquanto caio obesrvava cada detalhe da bela silhueta da moça.
― E aí moço... Não vai pra escola não? — já vestida Alessandra perguntou a Caio, que ainda se encontrava despido em meio de tantos lençóis.
(...)
Aquela manhã parecia iguais a todas, um sol meio escondido entres as nuvens e um cheiro de neblina. Nada de tão diferente naquele orfanato sombrio.
― Vamos menina, acorde! Não pode ficar a manhã toda nesta cama, tem que estudar. — Melanie ainda se revirava na cama, buscando conforto naquela madeira dura que dormia todos os dias
―Melanie! Você não me ouviu falar? Levante-se agora! — Aquele grito assustou a pobre menina, que com um pulo se levantou da cama.
― Desculpe Sr. Mildret, não lhe ouvi falar. -Mel tentou se desculpar com a coordenadora, mas a mesma a olhou com um olhar de desprezo e foi embora.
Os pais de Mel morreram quando ela tinha 6 anos, e a família a culpava pelo tal acontecido. Melanie ficou sozinha durante muito tempo, até os próprios familiares a botarem no orfanato. Ela teria sua liberdade conquistada após o 18, mas como ainda tem 17 tende a esperar.
A menina olhou no relógio e viu que já era tarde, se não se apressasse, sairia daquele inferno sem café da manhã. Não deu tempo de tomar banho apenas botou uma roupa das poucas que tinha e desceu apressada pela muitas escadas que havia naquele local.
Mas claro, sua rapidez teve consequências, diria eu consequências um pouco desastrosas.
Faltavam apenas alguns degraus para ela chegar à sala principal, ele não olhava pra onde estava pisando, olhava apenas para frente. E sem perceber acabou tropeçando-nos próprios pés rolando por alguns degraus e cotando o canto da boca.
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