Notas iniciais
Pessoal desculpa ter demorado tanto tempo pra postar o 2° capitulo é que esse mês foi muito corrido para mim, então espero que compreendam meu atraso e me desculpem!

Mel botou a mão no canto da boca e sentiu um molhado, viu que era sangue e logo se levantou acoalhada. Torceu para ninguém ter visto sua cena desastrosa, mas foi em vão. A bruxa de todos os contos de fadas que Melanie poderia imaginar, estava ali, bem na sua frente.

―Ah... — Mildret a interrompeu.

―Poupe-me de explicações. Vá logo para o refeitório, se atrasar mais um minuto proíbo sua entrada lá!

―Sim senhora. – Mel abaixou a cabeço e deu um passo em direção ao refeitório, mas Mildret a pegou pelo braço e sussurrou em seu ouvido.

―Pena que sou machocou-lhe, só o canto da boca. Por mim você deveria se dilacerar toda – soltou o braço da garota com força e a mesma saiu andando com paços firmes e fortes sobre o chão.

Mel infelizmente não pode reagir ao insulto da governanta, e teve que seguir seu caminho até o refeitório calada.

(...)

― Iaí Caio? –Um menino que estava no canto da parede do colégio fumando alguma coisa disse. ― Vai querer um hoje. — O menino falou baixou, como se estivesse sendo suspeito de algo.

Logo Caio se aproximo dele e disfarçadamente falou que sim. O menino de aparência cansada, de quem passara a note em claro, se levantou e foi até sua bolsa que não estava muito perto. Ele entregou a Caio um pacote branco e voltou ao seu mesmo lugar: o canto da parede.

Caio não era o tipo de menino que dava valor a vida, ele era do tipo que queria mais era acabar com a vida. E para isso usava como artificio a droga.

Mulheres, bebidas... Essa era a vida de Caio, aparentemente uma maravilha, não? Mas não é. A cada dia que se passava ele mesmo cavava sua sepultura.

Depois de ter tomado sua dose diária, Caio estava ando pelos corredores do colégio (que eram enormes) sem rumo, sem direção, ainda controlado pelos efeitos do crack. Ele olhava de um lado para o outro, achando que tinha alguém lhe perseguindo, mas não havia ninguém naqueles corredores, a não ser Caio e sua loucura.

De repente ele parou. Ficou em pé ali, parado apenas olhando para o chão escuro e frio aquele local. Até chegar Mel... E por acidente esbarrar nele.

―Ai! –Caio despertou-se de sua hipnose, e olhou para Mel. ― Não olha por onde anda não vadia?

―Oh me desculpe, eu estava distraída e nem o vi aí. –Mel tentou se explicar, mas Caio como sempre grosso não entendeu.

―Ora, além de vadia, é surda. –Caio deu um sorriso irônico e Melanie não gostou.

―Eu não sou vadia. Muito menos cega! Eu só esbarrei em você. Mas não me admira muito essa sua reação. Afinal é uma reação típica de drogado.

Despois dessa alfinetada Caio não aguentou. Se aproximou da menina, e a segurou pelo queixo.

―Olha aqui, sua VADIA: EU NÃO SOU DROGADO. — Ele apertava cada vez com mais força o queixo de Melanie, e apesar da dor a garota não se debateu. ―EU SÓ SEI APROVEITAR A VIDA, UMA COISA QUE EU TENHO CERTEZA QUE VOCÊ NÃO SABE. SUA VIRGEM DE MERDA!

Ele soltou o queixo dela com força, e Mel caiu no chão. Caio a observou com um olhar de desgosto, e chutou sua perna. Deixando provavelmente uma mancha roxa.

Mel ficou estática, deu um gemido quando ele a chutou sua perna e só.

Notas finais
Bjos ♥ E deixem reviews ♥
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.