Notas iniciais
Eu espero que gostem.
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Capítulo não betado.

A Harry Potter Fanfic

Harry Potter © J.K Rowling

© MaryLove

Sirius & Hermione

Romance | Drama | Suspense

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♦ Cacos de Vidro

Prólogo

Hermione ignorou a todos como estava acostumada como todos aqueles dias, avia tornado-se tão monótono que nem se lembrava mais qual avia sida a última vez em que falara com os amigos, aquela dor, aquela dor se apossava dela e parecia que não iria sair. Ela tinha saudades, saudades do noivo, aquele que nunca mais seria visto, por que ele já não existia, ele desaparecera, e para sempre.


As lembranças dele atormentavam-na e seus pesadelos pareciam querer zombar dele, pareciam estar ficando pior, era nesse dia, nesse dia fizera um ano que ele morrera, e esse um ano não iria ser capaz de fazê-la esquecer de todos os três anos que passou com ele, no primeiro eram amigos, no segundo namorados e no terceiro noivos, Hermione não poderia estar mais feliz do que isso, mas como sempre ela não poderia ser feliz, parecia que tinha algum feitiço na mesma de azar, e aquela dor que já habitara seu coração eram imensa, logo depois da morte do pai, e agora com a morte de seu noivo, seu coração estava aos pedaços e ela estava quebrada.



— Sirius, no que tanto pensa? — o homem bem mais velho que Hermione, ele a olhou com um sorriso genuíno, quase que malicioso Hermione olhou-o curiosa, fazia um pouco de tempo que não via este sorriso em seu rosto preocupado e em seus olhos de poucos brilhos



— Em você, minha cara — Hermione corou ao notar a proximidade do rosto dos dois, ele era o único que conseguia ter esse efeito nela, era quase automático. Sirius gargalhou e aproximou os rosto, as bocas colaram-se e as borboletas invadiram o estômago de Hermione, esta levou a mão para a nuca do noivo, as línguas traçavam uma batalha sincronizada



Hermione acordou, ofegante, as mãos foram de modo automático ao coração, apertou os olhos confusa. Ela estava certa, ela teria de fazer aquilo.



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Sentiu-se ser sugada, uma dor latejante tomou conta de sua cabeça e o braço parecia estar dilacerado, uma dor cortante tomou conta de seu braço esquerdo, a ardência piorou ainda mais a fazendo soltar um ofego mais alto. Engasgou com a própria saliva e finalmente um grito de dor rasgou a sua garganta, ofegou mais uma vez olhando para o braço esquerdo, o sangue espalhava-se pela terra, via que estava próxima a Hogwarts, perto da árvore do Salgueiro. Uma dor na cabeça a fizera fechar os olhos, e ela não o abrira de novo.



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— Quem é essa? — James perguntou curioso, ergueu os olhos ara vê-la melhor, Remus levantou a cabeça mais curiosa que James. Madame Pomfrey suspirou olhando tristemente para a menina que já estava a mais de duas semanas na Ala Hospitalar



— Ninguém sabe McGonagall a encontrou perto da Floresta Proibida quase morta, murmurando algumas palavras desconexas como “morte” e “dor”. Tadinha estava delirando — Madame Pomfrey explicou com um olhar triste observando a face pálida da garota, e antes que pudesse processar algo a menina começou a contorcer-se em cima da maca, ofegando, parecia estar tendo um pesadelo, Madame Pomfrey foi até ela receosa segurando seus dois pulsos, mas a menina debatia-se — Meninos, me ajudem aqui!



James e Sirius correram segurando os pulsos e tornozelos da menina que continuava a debater-se. Sem verem a menina soltou-se abrindo os olhos que estavam amarelados, mas voltaram a cor atual ficando assim castanhos, olhou para os dois garotos e Madame Pomfrey confusa.



— Eu... eu preciso falar com Dumbledore — tentou sair da cama, mas Madame Pomfrey a parou deitando-a cuidadosamente na maca como se estivesse com medo da mesma quebra-se naquele instante



— Você não pode sair da cama, está muito debilitada, e creio que você deva mesmo ir falar com Dumbledore — pausou olhando de modo acusatório para a menina que entendendo, arfou — Não se preocupe, todos sabem o que fazem, mesmo que inconscientemente.



Os marotos olharam-nas sem entender, Hermione baixou os olhos envergonhados pela acusação — mesmo que sem intenção — da medi-bruxa.



— Qual é o seu nome, menina? — a voz da medi-bruxa parecia doce, mas com uma leve preocupação visível, sabendo que dependendo da resposta eles seriam terrivelmente relevados



— Hermione Gladis, senhora — a medi-bruxa arregalou os olhos piscando inúmeras vezes. Hermione pigarreou desviando os olhos, ela sabia o porquê da medi-bruxa estar tão surpresa, sabia que seu avô já namorara Madame Pomfrey, e que ela ainda o amava, apesar de vários anos e de seu avô a tê-la trocado por uma puro-sangue pertencente à Sonserina



Mas pelo o que o avô a dissera — antes de morrer a alguns anos — ele apaixonou-se pela sua avó mais do que tudo no mundo. Mas sabia que a medi-bruxa ainda guardava mágoas, ela mesma a dissera no seu quarto ano. Suspirou chateada e tratou de mudar de assunto.



— E vocês são? — direcionou a pergunta aos meninos parados perto de sua cama, os dois endireitaram-se



— James Potter — apresentou-se estendendo a mão, Hermione apertou-a com firmeza com um sorriso dócil nos lábios dirigido á James, Hermione tinha de admitir, sempre tivera curiosidade de conhecer o pai do melhor amigo, e agora, ali, conhecendo-o com a sua idade, parecia mais do que surreal



— Sirius Black — estendeu a mão, e Hermione apertou-a com mais firmeza do que à de James, e com os olhos marejados sorriu amplamente, as lágrimas acumuladas nos cantos dos olhos parecia ter passado despercebido pelos dois, mas ela sabia que não passaria por Remus



— Remus Lupin — levantou a cabeça para olhá-la melhor, acenando com a cabeça recebida com outro aceno e um sorriso dócil, tão irônico, os dois ali, deitados, numa maca e totalmente debilitados, ele voltou-se para Sirius e James — Vocês viram Peter?



— Não, parece que ele teve que voltar para a casa da avó dele — a raiva subiu a cabeça de Hermione, mas a mesma segurou-se



Ela sabia, Peter Pettigrew foi o motivo de Voldemort estar vivo a partir seu quarto ano, e o motivo de Sirius estar morto — nem tanto agora — ela o odiava, mas odiava Bellatrix mais ainda, ela o matou, matou o próprio primo, mesmo sua família — Gladis — puro-sangue, matadores sangue-frio seriam capazes de fazer isso, pelo menos ela não, nem a mãe, já não duvidava de seu pai, ele sim teria coragem, um verdadeiro Sonserino.



A repulsa subia pelo seu sangue, ela controlou-se, mas ela sabia que não duraria por muito tempo. Os olhos ficaram vermelhos pelas lágrimas vindo, e antes de tentar impedi-las, elas escorregaram pela sua maçã do rosto, e terminando em seus lábios deixando um gosto salgado nos mesmos. Remus levantou-se brutalmente.



— Por que você...? Por que está chorando? — todos a olharam e estancaram ao ver as lágrimas nos olhos da menina, esta limpou os olhos fungando levemente



— Não é nada — fungou novamente — Só lembrei-me de meu irmão.



— Ele morreu? — perguntou James curioso, recebendo um olhar reprovador do melhor amigo, e apesar de saber que a pergunta fora importante para ela, ele apenas ficara curioso, apenas isso



— Sim — mentiu, sentiu-se horrível por estar mentindo, principalmente para seu ex-noivo e amor, ela o amava, mas estava mentindo para ele, que irônico, mais irônico por ser quem ela era/é Hermione Gladis



Notas finais
Para esclarecer, minha gente. Naqueles penúltimos três pontinhos Hermione já avia voltado ao passado, mais detalhes no próximo capítulo. No próximo capítulo terá mais palavras sim, creio que todos os capítulos terão pelo menos 4.000 palavras, por isso não me apressem muito, nem todos os dias posso estar na internet, por isso, nem sempre posso fazer, terminar ou revisar os capítulos. Desculpem qualquer erro gramatical, não revisei o capítulo.