Notas iniciais
Eu iria postar este capítulo dia vinte e seis, mas como eu iria ter provas e não poderei postar, teria mais palavras, mas como teria de estudar, eu vou postar mais cedo e com menos palavras.
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♦ Capítulo não betado.

A Harry Potter Fanfic

Harry Potter © J.K Rowling

© MaryLove

Sirius & Hermione

Romance | Drama | Suspense

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Cacos de Vidro

Capítulo I — Hogwarts


Hermione não tinha mais nenhum pensamento recíproco desde que ela estava ali, agora os pensamentos estavam em somente em sua missão, fazer com que Peter mude de lado e que James e Lily sobrevivam depois do aniversário de um ano de Harry, parecia fácil, mas ela teria de agir por debaixo dos panos, e pensar que o único motivo dela estar ali era por causa de Sirius, seu primeiro e único amor.



— Querida, já pode se retirar — ouviu a voz dócil da medi-bruxa, levantou-se suspirando e quando já iria sair do cômodo virou-se para a medi-bruxa de Hogwarts



— Obrigada Madame Pomfrey — em seguida continuou caminhando em direção à gárgula, passando por alguns alunos que a fitavam curiosos, ignorando ela finalmente chegou à gárgula — Sapos de chocolate, gotas de limão.



Já na segunda tentativa a gárgula abriu-se revelando escadas, sem muita pressa, Hermione subiu as escadas da gárgula adentrando no escritório de Dumbledore sem bater, já acostumada.



— Posso falar com você, professor? — Dumbledore a olhou por cima dos óculos com um sorriso misterioso nos lábios e assentiu, Hermione sentia que ele já sabia o porquê dela estar ali. Sentou-se numa poltrona confortavelmente — O Senhor acha que eu deva contar?



Dumbledore riu de leve.



— Inteligente Senhorita Gladis, uma aluna incrível — pausou olhando-a — Não conte a ninguém, por favor, isso poderia mudar o futuro, e não queremos isso. Você pode mudar o futuro com novas ações aqui, mas falando ou avisando-os o futuro seria extremamente pior do que será, quando você confiar verdadeiramente em alguém, conte-a, vai precisar desabafar.



— Obrigada, professor. — caminhou em direção a enorme porta do escritório do diretor



— Ah, Senhorita Gladis — Hermione virou-se para olhá-lo — Você sabe o que fazer agora, não?



— Sim, eu sei, professor.



— Aproveite esta única oportunidade Senhorita Gladis, aproveite-o com alguém que realmente ame — depois do comentário misterioso de Dumbledore, Hermione saiu da sala do diretor, e descendo as escadas o gárgula fechou-se, caminhou calmamente entre os alunos, alguns a encaravam com sobrancelhas arqueadas, outros curiosos, ela achava-os engraçados, e até demais



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— Ei, aquela ali não é a Gladis? — perguntou Sirius com a sobrancelha arqueada — A menina toda machucada?



— Sim, por quê? — James perguntou desconfiado, mas sua expressão logo mudou para uma extremamente maliciosa olhando-o com os olhos serrados — Sirius, seu safado, acho que ela é a do tipo durona.



— Ah, por favor, vocês dois, poupem-me desses comentários idiotas, por que não vamos estudar? Já estamos no penúltimo ano, temos que ter uma nota boa se não quisermos repetir o ano — Remus retrucou cansado, James e Sirius viraram-se olhando para ele com uma expressão engraçada, meio risonha



— Querido amigo Remus, nem todo mundo é um nerd certinho igual a você, já que estamos no nosso penúltimo ano em Hogwarts — deu ênfase em "penúltimo" — Nós temos que aproveitá-lo, pegar muitas gatinhas e fazer muitas festas.



— Eu não, eu tenho a Lily — James completou sonhador



— Cara, ela nem gosta de você — Sirius falou revirando os olhos — Ela te odeia, vai pra outra, muda o disco, muda a tecla.



— Que belo amigo você é — reclamou James, e olhando ao redor ele viu Lily com Marlene, sorriu amplamente caminhando em direção as duas alegremente, Sirius e Remus sem opção seguiram-no com expressões entediadas — Lily!



Lily Evans virou-se dando de cara com James, uma carranca formou-se em seu rosto assim que o viu, afastou-se de James continuando a conversar com a amiga Marlene ignorando a presença do Potter. Hermione adentrou no Salão principal em direção à um menino na mesa da Sonserina, e após um pequeno diálogo os dois saíram juntos.



— Bem que eu achei o sobrenome dela familiar — murmurou Remus sozinho, Lily continuou a conversar com Marlene enquanto James a ficava observando, Sirius começou a falar com uma menina do quarto ano que tinha o rosto corado, Remus simplesmente comeu a refeição



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— Por quê? — o Sonserino impaciente, Dumbledore sorriu misteriosamente, Hermione sabia o porquê, mas obviamente que não contaria em voz alta — Por que não outra pessoa?



— Ora, por que o senhor é o monitor chefe da Sonserina, é o seu trabalho escoltar os alunos novatos — o menino bufou, Hermione revirou os olhos, seu pai poderia ser teimoso às vezes — Além de esta ser sua prima.



— Minha prima? — perguntou incrédulo e curioso, além de desconfiado, nunca ouvira falar de nenhuma prima



— Prazer, Hermione Gladis — Hermione sorriu-lhe, o menino curvou os lábios em desgosto e bufou cruzando os braços murmurando palavras desconexas



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Hogwarts — 1996



Harry sentou-se na poltrona suspirando cansado, já fizera duas semanas que Hermione desaparecera do nada, como fumaça, ele não a via do mapa do Maroto, e ninguém tinha notícias suas, e quando ele e Rony aviam ido falar com o pai da menina, ele riu debochadamente e fechou à porta da mansão da cara dele, ele não entendeu, e nem entenderia pelo o que parecia.



Massageou a têmpora, ele sabia que a melhor amiga corria perigo, ele sentia, e por ele, ela não iria correr esse perigo sozinho.



— Harry? Acordado à essa hora? — ele ouviu a voz feminina de Ginny perto da lareira, sobressaltou-se na poltrona. Gina sentou-se no braço da poltrona preocupada — Está tudo bem?



— Sim, Gina, está tudo bem — suspirou — Só estou preocupado com a Hermione, estamos sem pista sobre ela. Estou com medo de perdê-la, perder minha única família.



— Você não vai perdê-la Harry, lembre-se, Hermione nunca deixaria todos nós — respondeu com um sorriso singelo, Harry retribuiu com um sorriso hesitante, e como Gina estava errada, ela largaria tudo e a todos por ele



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— E Hermione irá ficar em Hogwarts este último ano, creio que ela será boa vinda por todos. Antes de virmos aqui e anunciá-la, o chapéu seletor escolheu sua casa: Por favor, senhorita Gladis, dirija-se a mesa da Grifinória — Hermione assentiu escondendo um sorriso na face



— Olha só se não seria a senhorita Gladis — James debochou com um sorriso no rosto, Hermione sorriu para o mesmo sentando ao seu lado, no meio de James e Remus — Lembro-me de você cheia de curativos, parecia uma múmia.



Ele riu sozinho.



— James Potter, certo? — ele assentiu — É um prazer vê-lo novamente, todos vocês.



Rodou os olhos por todos os Marotos parando-os em Sirius. A refeição passou-se em Hermione tentando evitar olhar para Sirius, Remus quieto, Peter comendo, James e Sirius conversando, nada de estranho ocorreram na refeição.



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— Eu te amo — a voz trêmula pelas lágrimas pronunciou-se, o corpo do homem mexeu-se, mas fora isso nenhum movimento foi detectado pela visão da menina, esta suspirou deitando-se novamente na cama de casal, tentando cobrir o corpo nu com o cobertor, fechou os olhos e em poucos minutos sua respiração já avia ficado leve



— Eu também te amo — ela teria escutado se não estivesse dormindo, o homem virou o corpo para olhá-la, retirou algumas mechas do rosto de Hermione beijando a face corada com os lábios secos e partida, deitando-se novamente para dormir



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Hermione revirou-se na cama, os olhos tremendo, os dedos tendo espasmos, a respiração ofegante, o corpo contorcendo-se pelo pesadelo.



— Querida, você tem que fazer isso, é o seu dever — o pai sussurrou-lhe de modo suplicante, os olhos de Hermione tremeram — Faça isso por mim, por favor.



— Papai, ele... eu tenho que fazer isso? — sussurrou se volta com lágrimas acumuladas nos olhos, o ai suspirou acariciando as maçãs do rosto da filha mais velha



— Sim querida, eu não quero que morra — Hermione arfou



— Mas recebê-la, papai? — os olhos tristes da menina olharam para o pai de modo suplicante — Eu pediria para morrer ao invés de...



— Filha! Você tem que receber...



— Gladis? — sacudiu a colega de quarto, mas a menina continuava a contorcer-se — Gladis?!



Hermione pulou assustada apontando a varinha para o pescoço da colega de quarto com os olhos amedrontados, Lily arregalou s olhos surpresa, Hermione abaixou a varinha suspirando aliviada.



— Você iria me atacar? — a ruiva perguntou a mais nova colega de quarto



— Não, eu só pensei que... — sacudiu a cabeça — Não é nada demais, volte a dormir.



— Na verdade, já amanheceu — apontou para a pequena janela que aparecia feches do amanhecer — Não vou dormir, irei me arrumar, depois você pode ir, e Gladis, tome cuidado com seus pesadelos.



— Eles são problemas meu Evans! — rosnou



— Não quando você me acorda! — rosnou de volta em frente à Hermione que já avia se levantado



— Cale a boca e bote-se no seu lugar, sangue-ruim! — falou sem querer, mas quando tentou falar, ficou sem fala quando viu os olhos cheios de lágrimas da ruiva colega de quarto, ela saiu do dormitório correndo com as lágrimas escorrendo pelas bochechas. Hermione suspirou abaixando os olhos para o braço, retirando as faixas ela viu “Sangue-ruim.”



Quase que imediatamente pôs a faixa novamente no braço e caminhou em direção ao banheiro. Ela já não era uma mera nascida-trouxa, ela achara os verdadeiros pais, os biológicos, e ela os amava.



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James desceu as escadas espreguiçando-se massageando o próprio pescoço, já iria sair do salão, mas estancou quando viu Lily na poltrona com lágrimas nos olhos olhando para o nada, em um segundo James já estava em frente a Lily olhando-a.



— O que ouve Lily? — perguntou — Por que está chorando?



— Não é nada — virou o rosto tentando esconder as lágrimas — Vá embora Potter!



— Quem fez isso com você? — perguntou com raiva, Lily suspirou, sabia que ele não a deixaria em paz até saber quem avia feito ela chorar, e olhando para um ponto da parede falou-lhe:



— Foi a novata, Gladis — suspirou — Eu disse para ela parar de ter pesadelos, controlá-los, eu fui rude, mas ela irritou-se comigo, eu sabia que ela não gostava dele, mas eu fui rude. Fui muito rude.



— O que ela lhe falou?



— Me chamou de sangue-ruim — murmurou, James arregalou os olhos, agora cheios de raiva, Lily suspirou enterrando o rosto pelo joelho — Não faça nada com ela, tenho certeza de que ela não fez por mal, eu que comecei sendo rude com ela, não deveria ter me metida na vida dela.



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— Quer dizer que você foi criada por trouxas? — perguntou James mais curioso pela resposta da mais nova amiga, ela assentiu com um sorriso no rosto, os outros Marotos prestavam atenção em cada palavra



— Sim, ano passado descobri ser puro-sangue — suspirou — Eu não queria ter chamado a Evans de sangue-ruim, só o disse por que ela me lembrava quando eu tinha catorze anos, tão ingênua, achava que o mundo era cheio de maravilhas.



— Você achava isso? — Sirius perguntou com a sobrancelha levantada, incrédulo, Hermione respondeu com um sorriso de saudades



— Sim, afinal eu tinha o namorado mais perfeito do mundo — os Marotos levantaram a sobrancelha — Quando eu tinha treze anos, nós éramos amigos, quando eu completei catorze, no meu aniversário, ele me pediu em namoro, no meu aniversário de quinze anos, ele me pediu em casamento, mas daí eu caí na real.



— Ele traiu você? — Peter perguntou piscando, os restos dos Marotos lançaram olhares repreendido para o amigo, Hermione suspirou tristemente



— Seria melhor se fosse — pausou olhando para a lareira — Mas ele morreu atingido por um Comensal da Morte.



Os Marotos olharam tristemente para a menina que ignorou já acostumada com aqueles olhares, já Sirius sentiu uma coisa bem estranho em seu estômago e um nó em sua garganta, pigarreou pedindo licença.



“Por que todos sofrem de maneiras diferentes.”



Sirius Black.



Notas finais
Deixem reviews pessoal para saber o que acham ou sobre eu estar indo rápido demais. Recebo sugestões.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.