C.A.S.U. [Em Revisão]

7 Segunda voz: Mergulho no passado - Parte I


Notas iniciais
Olá pessoas!!!!! ♥ Eu não ia postar esse capítulo hoje, ele seria maior e seria terminado, sei lá quando, entretanto a ansiedade corroeu meu ser infinitamente, então achei por bem fazê-lo mais curto dando uma introduçãozinha para vocês e deixar emoções maiores para depois. Esse capítulo é pela ótica da Ka, nele vocês poderão conhecer essa criatura pelas palavras dela. Será que é muito diferente da ótica do Ita? Atenção: todos os capítulos que tiver "segunda voz" serão narrados pela Kaoru. E não necessariamente o próximo será a parte II. Agradeço a Cher Bear por favoritar e aos que colocaram nos acompanhamentos de forma invisível. Música: Tears (originalmente por X-Japan) https://www.youtube.com/watch?v=mYDo8X_kX3Y Bora ler, gente!

1º ato — Apatia/Um coração transbordando em dor

“Para onde devo ir após me separar de você?

Em uma longa noite sonhei que partia para uma viagem.

Olhei para o céu do estrangeiro e abracei minha solidão.”

Fazia uma semana desde que minha mãe decidiu mudar a nossa rota sem explicar o motivo. Não foram poucas as vezes que tentei arrancar dela a razão, mas nada era capaz de fazê-la falar quando não queria. O máximo de resposta que consegui foi um “logo você saberá, não seja ansiosa” que terminava o assunto sem chance de voltar a ele.

Retardei os passos esperando mamãe se distanciar com Haiiro. Ela sempre percorria os longos trajetos nas costas dele, mas de uns meses para cá, isso acontecia também nos curtos. Ele quase não saía de perto dela, e eu sabia que havia algum segredo nisso. Quando os dois estavam a uma distância que pudesse impedi-lo de ouvir minhas palavras, invoquei Hiro rapidamente.

— Ka...

Apertei seu focinho para que não falasse.

Hiro ficava extremamente feliz quando eu o invocava. Gritava meu nome, abanava a cauda e pulava como um cachorrinho. Haiiro não gostava da reação do filho, mas depois de várias chamadas, desistiu de repreendê-lo, afinal ele era apenas um filhote.

— Vou soltar e você vai ficar quieto, só vai falar depois de mim — sussurrei esperando seu gesto de afirmação. — Haiiro disse por que mudamos nosso trajeto? Deveríamos seguir para o oeste, mas estamos indo para o sul. Qual vila fica nessa direção?

— Papai não disse e faz tempo que não o vejo. Da última vez, ele falou que não sabia quando ia voltar... — respondeu imitando meu sussurro. — E eu preciso saber onde estamos primeiro.

— É verdade... — murmurei me dando conta de minha idiotice. — Acho que ainda estamos no País da Cachoeira.

— Então ao sul é Konoha, mas tem a Grama também...

O olhar fulminante de Haiiro pôde ser sentido apesar dos metros de espaço entre nós. Percebi o tremor de Hiro e o medo se expressou num ganido baixo. Encarei o lobo cinza enquanto colocava o braço em volta do filhote ao meu lado, o semblante sério me provocava arrepios, mas eu não podia recuar. Logo minha mãe notou a situação e com dois toques suaves no dorso, fez Haiiro seguir caminho.

Aquilo ficou grudado na minha cabeça e me deu certeza de que algo era escondido de mim. Passei os dias posteriores observando todos os gestos, palavras e até a respiração deles, porém o segredo que aquele velho lobo e mamãe dividiam parecia guardado em outra dimensão. E eu começava a achar que nunca descobriria.

A tarde nublada começou quente, mas não demorou a perder calor para a ventania que sacudia as árvores espalhando uma porção de folhas amarelas pela grama. Eu rolava por ela com Hiro recebendo patadas e mordidas, revidando como podia naquela brincadeira típica entre nós.

— Kaoru.

O chamado suave me provocou uma estranha sensação e eu corri até ela tentando esquecer.

— Sim, mãe!

Suas pálpebras se levantaram devagar mostrando as íris azuis que pareciam um pouco embaçadas como se houvesse nuvens dentro delas. Ela me fitou em silêncio durante um tempo me deixando ansiosa, soltou um suspiro cansado e começou:

— Ouça bem. Quero toda a sua atenção as minhas palavras.

— O que houve?

— Sinto que chegará o dia em que não poderei mais cuidar de você, por isso, preciso instruí-la antes disso. Quando eu não estiver mais aqui, você deverá procurar Uzumaki Kushina em Konoha. Ela é esposa do Hokage e acolherá você.

— Por que está dizendo isso? Nós vamos encontrar um médico, tenho certeza que na próxima vila, nós iremos...

— Kaoru. Apenas ouça. — A ordem saiu fraca. — Não se preocupe com a viagem, Haiiro a levará em segurança. Seja uma boa criança com Kushina e permita que ela a ajude. Lembre-se que o mundo é vasto e as pessoas diferentes, você não encontrará alguém como eu ou seu pai e jamais deve procurar por isso — pronunciou com serenidade, suspirou novamente e prosseguiu: — Quero lhe pedir desculpas se parecerei egoísta agora, entretanto preciso esvaziar meu coração... Perdoe-me por arruinar sua infância. Eu sinto muito. Fiz o que pensava ser o certo e acabei privando-a de tantas coisas... Obrigada por suportar tantos problemas por minha causa — disse com um sorriso dolorido. — Você é uma menina maravilhosa. Sinto muito orgulho em tê-la como filha.

— Não foi culpa sua, eu sei!

Havia naquela conversa um tom de despedida que machucava meu peito, e minha intuição soprou que aquele era o segredo que tanto buscava descobrir.

— Seja a pessoa que você quiser ser, tenha a vida que não pôde ter ao meu lado... Não tenha medo. — Sua voz suave estava pesada. Ela me encarava com olhos meio perdidos de quem enxerga o fundo da alma do outro. — Tenha tantos amigos quanto puder. Encontre alguém que more em seu coração e você no dele. Seja feliz, meu amor! Eu e seu pai sempre estaremos orando por sua felicidade. Nós a amamos, Kaoru.

— Para! Para de dizer esse monte de coisas como se fosse morrer!

Eu corri. Como se isto fosse a solução do problema, como se o vento em meu rosto pudesse apagar a dor que sentia e levar as lágrimas e soluços, porém o que mais queria era impossível de ser soprado dos meus pensamentos: o medo, e com ele a certeza de que minha mãe não teria dito aquelas palavras em vão. Tentei enterrar o diálogo, entretanto ele me atormentava frequentemente. Todos os dias, eu me questionava quando o futuro definido por ela se mostraria diante dos meus olhos e pedia que ele nunca chegasse.

Acordei com um ganido na madrugada. Era comum ouvir Hiro choramingar enquanto sonhava, por isso não dei atenção de início, no entanto estranhei quando a habitual sequência de sons não rompeu o silêncio. Olhei para o filhote prateado e notei que dormia trânquilo. Imediatamente procurei Haiiro. A chama da fogueira era mínima, porém foi suficiente para ver a linha úmida no pelo dele. Outro ganido, mais baixo e dolorido que antes. Ele contornava mamãe com seu próprio corpo, a cabeça colada a dela, imóvel, assim como ela.

Senti meus pés tropeçando neles mesmos, as pedras cortando-os conforme andava, o frio do solo e da caverna. Ouvi meu grito, vi minhas lágrimas e através delas, os olhos amarelos de Haiiro inundados de água, dor e raiva. Senti o baque dos joelhos no chão, o choque das mãos em contato com o rosto gelado, o coração apertar, o tempo se fragmentar, o ar faltar e tudo se misturar. O uivo de Hiro rasgou o silêncio num lamento engasgado e me despertou por um instante que terminou no desespero da certeza que eu já possuía.

Horas depois, eu ainda me via agarrada ao lobo prateado fitando o vazio que havia em mim, esperando Haiiro terminar o túmulo e me dar permissão para ir até ele. Quando finalmente a tive, não pude ficar mais do que alguns minutos.

— Vamos! Temos que retomar a viagem a Konoha.

— Eu não quero — respondi sem encará-lo. — Não quero ir para um lugar estranho ficar com pessoas estranhas. Quero ficar com você e Hiro.

— Você fará o que Kaede decidiu! — gritou de volta.

— Mas,... mas... — Tentei engolir o choro. — Vocês... são minha única família agora.

— Errado! Você é uma humana, humanos e lobos não formam uma fa...

— Papai! — Hiro gritou fazendo-o calar.

Os olhos amarelos de Haiiro congelaram no bronze do filho por alguns minutos, depois se voltaram a mim.

— Amanhã retomaremos. Nem um dia a mais — disse dando as costas.

Senti o pelo quente de meu amigo quando ele sentou ao meu lado, o focinho pressionou minha bochecha numa espécie de beijo e depois esquentou meu cabelo.

— Perdoe o papai, ele está muito triste. Kaede era como uma filha para ele.

— Não quero me separar de vocês...

— Eu também não quero, mas sua mãe tinha um motivo para mandá-la para Konoha. Não sei nem entendo o porquê, mas confio que seja o certo... E não importa onde esteja, nós nunca iremos abandoná-la.

Eu cheguei à vila numa tarde de outono que, embora normal como qualquer outra, para mim era pesada e triste. Próximo aos enormes portões, deslizei do dorso de Haiiro para o chão me agarrando ao seu pelo.

— Por favor... — supliquei com o último fio de esperança.

Ele não respondeu. Meu coração se apertou ainda mais. Estávamos sozinhos, e sem Hiro por perto sentia que minha capacidade de enfrentar o lobo cinzento murchava a cada segundo. Pedi outra vez, recebendo um gesto com a cabeça e um “vá” seco como o deserto. Caminhei poucos passos em direção a entrada sentindo o nervosismo comer meu estômago, parei certa de que não conseguiria e corri de volta para Haiiro.

Ele havia partido.

Um nó se formou em minha garganta. Pensei em invocá-lo no mesmo instante, porém desisti. Sabia que ele não apareceria. Voltei meu rosto para os portões, enxuguei as lágrimas que rolaram e prendi a respiração.

Observei o olhar dos guardas sobre mim. Era incômodo. Perguntei por Kushina e percebi a desconfiança em seus rostos. Não demorei a ser levada a torre do Hokage. No caminho, repassei mentalmente o que deveria dizer a ele, porém por mais que repetisse as palavras, algo parecia esquecido. Espantei-me com a quantidade de pessoas que vi e elas me olhavam da mesma forma que os guardas. Gente esquisita! Foi a primeira coisa que pensei.

Eu tremia e meu coração batia loucamente quando entrei na sala. Um homem alto e loiro de rosto sereno se levantou da cadeira e ficou de pé em minha frente. Ele tinha olhos azuis brilhantes e usava uma longa capa branca que lhe dava uma aura de respeito e imponência.

Senti um nó na garganta.

— Então, você deseja falar comigo? — perguntou curvando-se para diminuir nossa diferença de altura e abriu um pequeno sorriso.

— S-sim. — Foi a única coisa que pude dizer durante alguns minutos.

Depois que contei minha história, esperei por um tempo algo que ele não deixou claro o que era. Permaneci muda, exceto para responder os comentários que Minato soltava numa falha tentativa de me deixar à vontade.

O estranho clima foi interrompido por uma mulher de cabelos vermelhos que eram maiores do que eu. Sua expressão demonstrava diversos sentimentos, porém o que mais me marcou, encontrei em seu olhar. Ela me tomou em seus braços sem cerimônia e me apertou com tanta força que podia jurar que desejava me estrangular, ainda assim, tudo que senti foi alívio e calor.

Kushina me levou para casa e me apresentou a seu filho. Naruto era um garoto bocó que sorria à toa e transpirava felicidade. Ele me soterrou de perguntas, contudo nenhuma delas foi inconveniente, como se soubesse quais assuntos não podia comentar.

Tudo seguiu razoavelmente bem até meu nome ser usado para compor uma frase com “morar” e “conosco”. Minha negativa deixou Minato e Kushina perplexos e disparou uma enxurrada de “por quês” do garoto loiro. Não tive escolha naquela noite e por isso dormi na casa deles, dividindo o quarto com Naruto que me encarou um bom tempo com aqueles olhos enormes antes de se cansar e cair no sono.

Eu não queria dar trabalho a Kushina, muito menos, obrigar o garoto a dividir a atenção dela comigo, além disso, eu me fiava nas palavras de Hiro. No entanto descobri cedo demais que as coisas não seriam como imaginava.

— Papai disse que você não deve nos chamar a não ser que esteja correndo perigo e que... nós ignoraremos se acontecer de novo — murmurou sem me encarar.

— Tudo bem. Diz para ele que não farei mais.

Hiro quis falar, mas não deixei e o mandei embora. Ele desapareceu, e eu me senti sozinha naquela casa que deveria ser o meu lar, mas era apenas um lugar vazio de todas as coisas que um lar possuía.

Fazia parte de minha rotina receber ao menos uma visita de Kushina por dia. Ela sempre questionava as mesmas coisas. “Comeu? Está bem? Tomou banho?” E eu me perguntava por que ela achava a última pergunta necessária. As visitas eram em horários diferentes, mas depois de uma semana já havia decorado.

Naquela tarde, estava tentando cozinhar macarrão para o almoço.

Minhas habilidades na cozinha não eram grande coisa, pois mamãe fazia questão de preparar a comida mesmo com sua saúde debilitada. Costumava dizer que enquanto vivesse seria responsável por aquilo, com isso esqueci boa parte do que havia aprendido e sem a prática...

Balancei a cabeça voltando minha atenção à panela. Esperar a água ferver era um tremendo tédio, porém nada tinha para fazer. Peguei a colher e fiquei mexendo, observando as bolhas de óleo. Eu me sentia como elas, afogada num lugar onde nunca me misturaria.

A campainha gritou. Kushina.

Permaneci parada, não sentia vontade de sair dali. Queria me manter mergulhada no nada fitando as bolhas, sem ter que responder perguntas ou ser educada numa hora em que só queria fugir. Eu não desgostava de Kushina nem de Minato ou do filho deles, apenas não queria ficar perto. Sabia o motivo, mas não queria pensar nele.

A campainha. Ela não havia desistido.

Parte de mim desejava isso, que Kushina fizesse como Haiiro e me largasse sozinha, assim teria uma desculpa para ir embora e poderia sair da água. Quem sabe eu não encontraria um lugar, algo como o óleo? E eu me juntaria a ele. Seria uma bolha no meio de outras e nós formaríamos um mar só nosso, seríamos grandes e invencíveis.

O estrondo. A porta?

O barulho me assustou e eu derrubei a panela. Pulei para trás, mas não consegui evitar que a água fervente pegasse minhas pernas. Não tive tempo de expressar dor. Numa fração de segundos, Kushina se colocou ao meu lado. Fiquei imóvel processando o acontecido enquanto ela me secava.

— Kaoru, por que não fica conosco? — questionou curando minha pele queimada sob o olhar atento do filho.

— Não quero incomodar — respondi fitando o menino loiro.

— Não é incômodo algum. Poderia ficar até aprender tudo que precisa para ser independente. O que acha? Você ainda é muito pequena para morar sozinha, minha querida, podem acontecer acidentes piores.

Omiti o fato de ela ter causado o acidente e observei o garoto que prestava atenção em nossa conversa como se a mesma fosse importante.

— Ele gosta de você e ficaria feliz se aceitasse, não é, Naruto?

— Sim! — disse abrindo um sorriso que mal coube no rosto.

— Viu, Kaoru? Todos nós a queremos morando conosco — exprimiu naquele tom típico de adultos quando explicam algo a uma criança, mas também com um traço materno que quase me fez chorar.

— Naruto, você deixa a Kaoru morar com a gente? — Kushina disse num tom brincalhão.

— Eu deixo!

— Não vai sentir ciúme da mamãe cuidando dela?

— Não! Ela vai ser minha irmã, e eu vou cuidar dela! — respondeu com convicção e o máximo de seriedade que conseguiu impregnar na voz. — Você vai, né, Kaoru nee-chan? Vai? — perguntou com entusiasmo, quase enfiando sua cara na minha.

— Calma, filho! Assim a deixará assustada. — Kushina riu e alisou seus cabelos dourados. — O que me diz? — Encarou-me ternamente.

— Só... até eu aprender tudo... — balbuciei.

Um dia após o outro. Era assim que vivia na tentativa de me adaptar à nova realidade. Eu tinha uma dificuldade terrível de conversar com Minato e Kushina e pouco falava com Naruto. Não conseguia me acostumar a ouvi-lo me chamando de irmã e não entendia por que ele fazia aquilo. Sentia-me sozinha naquela casa mesmo com a atenção que recebia.

As lágrimas rolavam sem parar, e eu apertava o rosto contra o travesseiro para evitar que algum som escapasse. Era assim quase todas as noites antes de dormir.

— Nee-chan, por que está chorando? — Naruto perguntou esfregando os olhos.

Não consegui responder, estava com tanta vergonha que apenas enterrei meu rosto ainda mais. Ele rolou da cama dele para a minha e me encarou.

— Você está triste?

Assenti lentamente.

— Quando eu choro, eu vou para o colo da minha mãe e aí fico feliz de novo. Por que não pede colo para ela?

A inocente pergunta provocou mais gotas e com elas, os soluços sufocavam e ardiam minha garganta. A mão pequenina tocou meus cabelos num afago desajeitado. Os grandes olhos azuis preocupados e ansiosos estavam em busca de algo que pudesse fazer.

Naruto era sempre amável, gentil e atencioso comigo. Não era justo aceitar o conforto que ele me oferecia quando eu rejeitava o carinho que me dedicava. Senti-me péssima por agir daquela forma como se estivesse usando-o somente quando era útil.

— Desculpe... — murmurei procurando o que falar. Nada saiu.

— Tudo bem, chorar.

Naruto continuou a alisar meu cabelo enquanto eu me encolhia em lágrimas. Fechei os olhos com vergonha imaginando como seria bom se o sono me pegasse, assim não teria que relembrar sem parar o olhar dele para mim.

Dorme menina... que amanhã o sol vai brilhar... A chuva foi embora, e os pássaros vão cantar... Dorme menina... que sonhar é bom. Quem sonha sempre acalma o coração...

A voz infantil aqueceu meus ouvidos, e as palavras cantadas com esforço para não desafinar me envolveram igual ao abraço que eu sem perceber busquei. Ele se assustou, mas logo retomou a cantiga com mais confiança, balançando devagar de um lado para o outro. As gotas diminuíram até secar e a vontade delas se perdeu no conforto daquele ninar desengonçado que transmitia o significado do “nee-chan” tantas vezes pronunciado por Naruto.

Notas finais
E aí? Povo, pelo amor me dá um sinal!! Quero saber se gostaram, o que acharam, se a narrativa ficou diferente da narrativa do Ita. Falem comigo! Eu amei escrever o capítulo porque a linguagem da Ka é mais simples e fluida, tenho uma liberdade com ela que não tenho com o Itachi devido a personalidade dele. A cena do Naru com a Ka no final quase me fez chorar, tive que abanar os olhos para as lágrimas não caírem. P.S. A musiquinha do Naruto fui eu que fiz. Sirvo para escrever canção de ninar? Espero a opinião de vocês! Não me maltratem! Estou compensando os meses que fiquei sem postar, bem que vocês poderiam reconhecer isso. -.- Bjs!!!