Código de conduta 2
61 Uma visita nada especial
Bulma acorda abrindo os olhos devagar e percebi que o dia já tinha amanhecido, senti o seu corpo completamente descansado e se lembra dos eventos da noite passada e da noite maravilhosa que teve com Vegeta. Virou para o outro lado vendo o policial dormindo do seu lado a respiração dele estava calma e ele dormia tranquilamente sorriu para ele passando os dedos de leve pela pele morena era impossível não se sentir feliz ao lado daquele homem e não podia deixar que a vida deles parasse ali eles ainda tinham muitas coisas que viver e queria estar ao lado dele queria ser merecedora do amor que ele tinha por ela. Ele também havia passado por tantas coisas e ele merecia alguém que estivesse com ele 100% que confiasse nele, que o amasse, que fosse forte e ela teria que ser essa pessoa.
Olhou para o peito dele onde tinha o seu próprio rosto tatuado tinha agido errado em muitas coisas, mas tinha que admitir que tudo aquilo tinha lhe deixado mais forte por mais que era difícil ver isso agora. Se levantou tentando não o acordar e entrou no banheiro colocou a banheira para encher e pegou um dos produtos que tinha comprado ontem e colocou na banheira junto com o sabonete líquido e tinha um cheiro delicioso, prendeu os cabelos no alto da cabeça enquanto a banheira se enchia de uma espuma cheirosa. Entrou na banheira deixando-a terminar de se encher com ela dentro e foi passando a água de sabão pelo corpo aqueles produtos tinham um cheiro maravilhoso, voltaria a cidade para comprar mais e levar uns de presente para Chichi. Viu que a banheira já estava bem cheia e desligou a torneira quando olhou para a porta viu Vegeta parado no batente com os braços cruzados e olhando para ela.
— Há quanto tempo você tá aí? — pergunta a ele.
— Tem uns minutos, você nem percebeu. – responde sorrindo para a garota dentro daquela banheira cheia de espuma.
— Quer tomar banho comigo?
— Pensei que não ia chamar. — ele se aproxima e Bulma vê que ele já estava completamente nu, ele entra na banheira ficando na outra ponta, Bulma fecha os olhos por um instante relaxando naquela quentura calmante e quando abre seus olhos segundos depois vê que Vegeta está lhe olhando.
— Porque não vem aqui mais para perto? — ele pede com os olhos completamente escuros daquele jeito que Bulma mais gostava. A água subiu quando ele a puxou contra seu peito colocando as pernas grossas e compridas sobre as dela os joelhos dobrados e os tornozelos na altura dos seus, seu nariz estava no cabelo dela e aspirava profundamente.
— Você é muito cheirosa Bulma! — ele dizia à garota que encostou a cabeça no peito dele, viu Vegeta pegar o vidro de sabonete líquido na borda da banheira e espremer uma grande quantidade na mão fazendo uma espuma macia crescer, colocou as duas mãos no pescoço dela e começou a lhe ensaboar pelos ombros com seus dedos longos e fortes. Ela suspira como o toque de suas mãos e isso lhe faz sentir muito bem.
— Está gostando Bulma? — Ele pergunta com a voz um pouco rouca.
— Muito! — responde quase gemendo com a sensação que apenas a mão dele lhe causava. Ele esfregou os seus braços e depois as axilas as lavando delicadamente, as mãos dele agora deslizaram pelos seus seios e Bulma respirou fundo quando os seus dedos os rodearam e começou a massageá-los de maneira delicada e sensual, a boca dele estava em sua orelha agora e mordiscava o lóbulo de leve a fazendo se arrepiar segurou nos braços dele o fazendo abraçar seu corpo.
— Como você está se sentindo hoje? – ele pergunta alisando a barriga dela e descendo para as coxas.
— Muito bem. – responde e vira a cabeça para olhar pra ele e sorri sincera.
— Que bom meu anjo... Tudo o que eu quero é ver você feliz. – Sussurra.
— E eu estou feliz, você me faz feliz Vegeta!
— Vou fazer ainda mais... – Vegeta morde a pontinha da orelha dela e Bulma fecha os olhos e morde os lábios ao sentir os dedos dele agora entrando no meio das suas coxas para lhe tocar, ouve o rosnado dele em seu pescoço ao contato de sua intimidade e se entrega. (...)
***
Depois do banho e de terem feito a água da banheira ferver de tanta luxuria os dois tomaram café juntos no balcão da cozinha, Bulma tinha acordado cheia de fome e Vegeta olhava para ela satisfeito vendo ela devorar o restante do bolo de banana que a mulher do caseiro havia mandando no dia anterior. Logo após o homem em questão chegou ao chalé em sua caminhonete para ver se estava tudo bem com a casa. Vegeta foi com ele para os fundos ver se a bomba d'água estava funcionando corretamente.
Bulma ficou sentada no sofá e pegou o aparelho de celular que tinha comprado no dia anterior não dava mais para ficar fugindo do mundo lá fora e tentando ignorar as coisas que aconteceram tinha que superar aquela fase e recomeçar. Tirou o aparelho da caixa e o ligou, configurou da maneira que mais a agradava e colocou a sua conta no dispositivo e logo seus dados de fotos, músicas e aplicativos do antigo celular começaram a aparecer, baixou seus aplicativos e logo começou a aparecer várias mensagens dos seus amigos e foi respondendo um a um aos poucos, o aparelho era muito bom tinha configurações bem mais avançadas que o antigo. Respondeu aos amigos dizendo que em breve voltaria para as aulas que retomaria tudo de um onde parou que não deixaria que nada do que aconteceu interferisse na sua vida tudo aquilo aconteceu por um motivo e sabia que esse motivo era lhe fazer mais forte, mais confiante e mais segura de si.
Viu que a morte do deputado e do filho dele ainda está sendo falados em muitos lugares e com muitas especulações sobre o que realmente tinha acontecido e do porquê do homem ter se matado, mas não queria ver aquilo eram águas passadas, aquilo era passado e queria esquecer. Depois de mexer no parelho e ver tudo o que tinha nele o colocou para carregar ali mesmo numa tomada perto do sofá e foi preparar um almoço para ela e Vegeta, desde que chegaram lá era ele quem estava sempre fazendo as refeições e queria se mostrar útil e não ficar chorando pelos cantos o tempo todo, aquilo não iria resolver nada. Um tempo depois Vegeta entra no chalé e estava sozinho e vai até ela na cozinha.
— Desculpa se eu deixei você sozinha demais eu fui ver umas coisas com o Mathias e perdi a noção do tempo. – ele diz e se senta na banqueta em frente o balcão.
— Tudo bem, eu estava configurando o celular novo. Ele já foi?
— Já. O que tá fazendo?
— Vou fazer um almoço pra gente!
— Não precisava, eu iria fazer isso.
— Tudo bem, sabe que eu gosto de cozinhar. – ela sorri pra ele enquanto pegava alguns ingredientes na geladeira.
— É tão bom ver você animada assim.
— Eu só quero recomeçar a nossa vida Vegeta, não quero mais ficar chorando pelos cantos.
— Essa é a minha garota, isso é tudo que eu queria ouvir de você.
— Você que me ensinou a nunca desistir lembra?
— Claro que lembro. Depois a gente pode dar uns mergulhos, o que acha?
— Acho ótimo, vou inaugurar um dos meus biquínis novos!
— Acho que vou ter que tirar os peixes, os golfinhos e as baleias da água primeiro! – brinca.
— Seu bobo!
***
[...] eles tinham almoçado, mas acabaram desistindo de ir à praia, pois estavam no sofá em uma pegação quente e cheia de desejos que fazia tudo em volta deles pegar fogo. Bulma estava sentada no colo de Vegeta e ele apertava sua cintura com força à boca dele lhe beijava sem dar tempo para respirar e suas mãos estavam dentro dos cabelos dele e o puxava para ela cada vez mais. Vegeta aperta a bunda de Bulma e a garota se esfregava nele mostrando bem o que queria, seu corpo já estava quente e ardia de desejo por ele. O homem soltou seus lábios beijando-lhe no pescoço puxando sua pele com os dentes e sabia que ali ficaria marcado, ela mordeu os lábios e revirou os olhos, o segurou pela nuca jogando a cabeça para trás deixando seu pescoço mais livre para ele, sentia a ereção do homem pressionando sua coxa e roçava nele ouvindo seus rosnados de satisfação... Mas aí começaram a bater na porta, que eles tinham trancado junto com as janelas para não serem incomodados, mas Vegeta estava fingindo não ouvir, continuava beijando Bulma e a pressionando ainda mais em sua ereção que latejava, mas Bulma diz, entre um gemido e outro, pois aquela ''bateção'' estava lhe desconcentrando.
— Vegeta estão batendo na porta...
— Deixa, deve ser o Mathias. — disse ele com a voz completamente rouca de desejo e voltou a beijar o pescoço da garota descendo para o colo, mas não paravam de bater na porta e aquilo estava incomodando Vegeta.
— É melhor atender ele pode estar precisando de alguma coisa.
— Mas que droga! — Vegeta reclama quando Bulma pula do seu colo para atender e ajeita a ereção dentro da calça. Bulma abre a porta afobada e arregalou os olhos ao se deparar com nada mais nada menos do que Dona Rafaella, a dona do restaurante onde havia almoçado no dia anterior, parada do outro lado com um sorriso maior do que o seu rosto conseguia suportar.
— O-oi d-dona Rafaella! — Ela diz com o coração aos pulos e surpresa jamais imaginou que veria a mulher ali.
— Que bom que consegui acertar a casa! — a mulher disse sorrindo e Bulma por um momento se esquece dos bons modos, mas aí se lembra de novo.
— Dona Rafaella, por favor, entre, como à senhora está? — ela sai da frente da porta para a mulher entrar e ver pelo canto do olho Vegeta sair resmungando da sala.
— Eu estou bem tirando esse calor infernal!
— E o que a senhora faz por aqui? – Bulma pergunta sorrindo amarelo vendo a mulher andar pela sala.
— Eu vim com meu filho fazer umas entregas para os turistas dos chalés daqui eles adoram os meus doces e as minhas geleias e então aproveitei para fazer uma visita. – ela responde sorrindo tanto que seu rosto ficaria dormente.
— Que bom Dona Rafaella... A senhora aceita uma água, um suco?
— Uma água minha filha está muito quente hoje, nossa!
— Por favor, senta. — Bulma puxa a cadeira do balcão para ela e só agora percebe que Rafaella segurava uma cesta pequena nas mãos. Abre a geladeira e vai pegar água.
— E como você está? Onde está o seu namorado?
— O Vegeta?... Ele... Está lá nos fundos vendo alguma coisa na casa. — ela pega água e coloca na mesa para a senhora.
— Me desculpa aparecer assim do nada, mas eu não tinha o telefone de vocês para ligar espero não ter atrapalhado nada. – ela sorri bebendo a água em goladas e Bulma cora.
— Tudo bem imagina, não atrapalhou.
— Olha o que eu trouxe para vocês uma cesta de produtos que eu mesma fiz, vi que você gostou dos doces no outro dia. – ela diz entregando a moça uma cesta pequena e redonda cheia de produtos.
— Ah Dona Rafaella, obrigada, não precisava.
— Precisava sim espero que goste.
— Eu adorei e que cesta linda! – ela elogia olhando a cesta artesanal feita com bambu que estava em volta de um papel celofane transparente com vários produtos dentro e amarrada com um laço vermelho.
— É mesmo, não é? Depois você pode encher ela de frutas e decorar a mesa.
— Eu adorei. Onde está o seu filho?
— Aí ele está fazendo as entregas na vizinhança e depois vem me buscar. É muito bonito esse chalé, vocês alugaram? – pergunta ela curiosa.
— Não, ele era da família do Vegeta.
— Ah sim, e é tão bom passar um tempo assim não é longe de tudo e de todos.
— Com certeza, viemos para cá para fugir um pouco da nossa realidade a vida na cidade estava meio difícil. — Bulma disse sentando de frente para a mulher. _ A senhora aceita um pedaço de bolo Dona Rafaella, uma xícara de café?
— Não minha querida obrigada eu não vou me demorar só dei uma passadinha para ver vocês gostei muito de conhecer você.
— Eu também adorei conhecer a senhora, é muito simpática. — Bulma sorri.
— Todo mundo diz isso! — Dona Rafaela olha melhor para a garota e nota que o pescoço dela estava vermelho. _ Querida acho que alguma coisa te mordeu aí tá bem vermelho seu pescoço.
Bulma coloca a mão e fica sem graça sabendo bem que nada havia lhe mordido ali quer dizer, tinha sim, mas não foi nenhum bicho e sim a boca sedenta de Vegeta.
— É... Deve ter sido, aqui tem muito mosquito. – diz para disfarçar e fica vermelha.
— Ah vocês precisam comprar um inseticida!
— Vamos comprar sim. – sorri amarelo pra ela e logo escutam uma buzina de um carro na frente.
— Olha é o Jonas, ele veio me buscar.
— Chama ele pra tomar um café!
— Não minha querida deixa para a próxima, já está quase na hora de buscar as meninas no colégio. – ela nega e se levanta.
— Tudo bem então.
— Antes de vocês voltarem eu passo para fazer mais uma outra visita e nós tomamos um café, mas eu trago o bolo!
— Combinado Dona Rafaella, quanto que foi a cesta?
— Não foi nada minha filha é um mimo pra vocês, presente de boas-vindas!
— Então muito obrigada, Deus abençoe a senhora.
— Ah nós todos!
Bulma leva a mulher até a porta e vê um jeep parado na frente do chalé e acena para o rapaz que dirigia, ele acena de volta e Rafaella dá um abraço apertado em Bulma e se dirige ao carro do filho. Bulma fecha a porta e quando vira se depara com Vegeta parado na sala com aquele seu olhar animal sobre ela.
— Vegeta você nem veio dar um oi para a Dona Rafaella!
— E como eu iria aparecer na sala desse jeito Bulma? — Vegeta aponta para a ereção protuberante no short com aquele seu sorriso malicioso.
— Você tá muito safado, o que deu em você?
— Você sabe quanto tempo faz que eu não toco em você Bulma? — ele disse e puxa a garota pela cintura, Bulma senti seu corpo inteiro estremecer com ele lhe tocando assim, a beijou e sentiu a ereção dele pressionando sua barriga ele estava muito necessitado, mas esteve disfarçando muito bem durante os dias que se passaram por que sabia que ela não estava bem para isso. Sentia que ele lhe levava para o sofá quando novamente alguém bateu na porta.
— Mas que inferno! — Vegeta solta Bulma completamente zangado por ser interrompido novamente e passa a mão pelo cabelo, à garota vai abrir a porta e dá de cara novamente com Dona Rafaella sorridente na porta.
— Oh meu bem, me perdoe, mas eu acho que esqueci a minha bolsa aqui! – ela sorri e Bulma a olha pasma.
— Vamos procurar! – sem graça Bulma olha pela sala, nem sinal de Vegeta, ele estava uma fera! Olha para o sofá e vê a bolsa da mulher em cima dele, pega a bolsa e entrega a ela. _ Olha aqui à senhora deixou em cima do sofá.
— Eu sabia, sou muito esquecida, desculpe incomodar de novo.
— Tudo bem imagina. – sorri amarelo.
— Tchauzinho querida, ate mais ver.
Bulma viu ela novamente descendo os dez degraus da escada e voltando para o carro do filho, a esperou entrar no carro e o rapaz buzinou para ela. Fechou a porta e Vegeta já estava vindo em sua direção de novo.
— Eu juro que se essa velha bater na porta de novo eu dou um tiro nela!
— Vegeta para com isso! — Bulma coloca a mão na boca dele para ele parar de falar, mas para o bem de Dona Rafaella que ela não voltasse naquela casa hoje. Ele a pega pela cintura a colocando sentada em cima do balcão, Bulma coloca as mãos para trás enquanto Vegeta volta a beijar seu pescoço e colo, ele estava com os olhos completamente escuros e tirou a camiseta que ela usava vislumbrando os seios redondos de mamilos rosados. Bulma morde os lábios e o puxa pelas pernas para que ele se aproximasse mais passou os braços em volta do pescoço dele e o beijou ela sorriu para ele e Vegeta já não pensava mais ela tinha voltado a ser novamente a menina que ele se lembrava, a cor já tinha voltado para seu rosto, às bochechas estavam levemente coradas e os lábios vermelhos. Acariciou o rosto macio correndo seu polegar pela bochecha dela Bulma olhava para ele com os olhos azuis brilhando aproximou seu rosto do dela sentindo seu cheiro, aquele cheiro de juventude, beleza e vida. Ela era tão perfeita... Sua menina!
Acariciou seu nariz pelo rosto dela e a beijou, Bulma correspondeu o seu beijo que foi extremamente delicado no começo, era como se ele estivesse experimentando os lábios dela pela primeira vez. Foi sentindo o beijo ficando cada vez mais quente, seus lábios haviam se tornado um só, como se uma boca fosse o encaixe perfeito da outra, ele não soltava seus lábios, quando mais a beijava mais ele queria. Vegeta a segura pela cintura apertando o corpo dela no seu aprofundou o beijo com mais intensidade e desejo sentindo o gosto de cada cantinho dos lábios macios da garota, espalmou sua mão aberta pelas costas dela que se arrepiou com seu toque, a segurou pelas coxas e a suspendeu a levando até o quarto.
Vegeta deita Bulma na cama a colocando de bruços fica por cima dela apoiando o peso de seu corpo com as mãos na cama, com a mão esquerda afasta os cabelos dela do pescoço os colocando de lado, beija o pescoço dela roçando seus dentes na pele fina, o cheiro dela era tudo o que ele precisava sentir. Levou seus beijos molhados até a nuca e Bulma se contraiu com esparmos percorrendo seu corpo de forma tão intensa que a fazia arfar. Vegeta lambia a nuca dela e foi descendo para as costas alvas deixando um rastro de saliva por onde sua língua percorria, chegou as nadégas firmes da garota e as apertou sentindo o quanto ela era macia e carnuda, a beijou e a mordeu fazendo a garota fechar os olhos e arfar com força, enfiou sua língua no meio daquela carne macia e suculenta e Bulma soltou um gritinho ao sentir que Vegeta agora lambia sua intimidade, sem parar de apertar sua bunda, de forma automática levantou o quadril empinando o traseiro pra ele enquanto mordia os lábios com força. O homem estava com o rosto enterrado na intimidade da garota, lambendo a vagina dela com gosto sentindo o sabor doce da excitação dela, abria as nadegas dela para ter mais acesso, apertando aquela carne que enchia suas mãos e fazia sua virilha latejar dolorosamente. Bulma tremeu e agarrou o travesseiro, gemeu mais alto, seu corpo estava tão quente que pegava fogo.
— Vegeta... – sussurrou o nome dele no auge de um prazer tão intenso que não se imaginou capaz de sentir, principalmente porque era ele que estava ali fazendo seu corpo tremer sem parar e sua boca ficar seca de tanto ofegar. Seu ventre se contraiu e seus dedos dos pés se enrolaram no lençol, puxou o travesseiro com mais força se entregando ao orgasmo, o gemido saiu rouco da sua garganta e mordeu os lábios com força enquanto enrolava os dedos dos pés no lençol e Vegeta continuava lambendo sem desperdiçar uma gota do seu prazer e quando ele finalmente parou sentiu que sua vagina latejava, percebeu que ele descia da cama e por um momento achou que ele pudesse estar indo embora, mas quando virou o pescoço percebeu que ele ainda estava no quarto e olhava para ela deitada na cama enquanto passava a língua nos lábios e os olhos do homem estavam completamente escuros e Bulma nunca tinha visto eles daquela cor antes.
Ele não disse nada, não haveria palavras que pudessem ser ditas, já não estavam mais no controle, Vegeta apenas tirou a camisa pela cabeça e fez o mesmo com o short abrindo o zíper bem lentamente, pois não conseguia tirar os olhos da garota deitada nua naquela cama. Bulma enquanto acalmava a própria respiração acelerada viu por dentro da cueca box preta o quanto ele estava excitado e aquilo fez seu coração voltar a bater acelerado de novo, mordeu os lábios com força quase sentindo o gosto do seu próprio sangue, Vegeta tirou a cueca por completo e Bulma pensou que fosse enfartar, o membro dele parecia crescer cada vez mais. Vegeta subiu na cama com os joelhos e a girou pelo quadril a colocando de frente para ele, Bulma de forma automática abriu as pernas para que ele se encaixasse entre elas o homem apoiou o peso de seu corpo nos cotovelos e começou a roçar seu nariz pelo rosto vermelho dela. Bulma começou a lhe dar vários beijinhos pelo rosto até chegar a sua boca onde o beijou demoradamente. Vegeta a segurou na nuca por trás e a penetrou bem lentamente no começo a preenchendo por completo com seu membro, Bulma soltou os lábios dele apenas para arfar enquanto ele a penetrava devagar aumentando a velocidade aos poucos conforme os gemidos dela ficavam mais intensos. Ele estava completamente louco e seu corpo implorava por ela, que gemia cada vez mais o segurando forte pelos ombros deixando todas aquelas sensações tomarem conta de seu corpo, enrolava os dedos dos pés no lençol e apertava as coxas em volta dele, Vegeta acariciava o corpo dela e beijava seu pescoço a deixando completamente arrepiada, beijou na boca dela calando seus gemidos a segurou pela coxa e girou na cama a colocando por cima dele a segurou pela nuca sem parar de beija-lhe a boca. Apoiou a mão na cama ganhando impulso e se sentou ainda mantendo Bulma em cima dele sem sair de dentro dela, a encaixou melhor em seu corpo, colocou os cabelos dela atrás da orelha e olhou em seus olhos azuis, como ela era linda... Jamais se cansaria de olhar para ela. Com a outra mão a segurou firmemente pelo quadril a fazendo se movimentar em cima dele, Bulma apoiou um pouco os joelhos na cama para ganhar impulso, Vegeta beijava seu rosto e seu queixo e ela o sentia entrar bem fundo dentro de si, se afastou um pouco o segurando pelos ombros e jogando a cabeça pra trás, gemeu rebolando mais rápido com respiração entrecortada, fazia exatamente o que o instinto lhe mandava. Vegeta acariciou seus seios que enchiam suas mãos, colocando a cabeça entre eles sentindo os seios macios e cheirosos, os bicos duros roçavam em seu rosto, abocanhou um dos seios dela chupando os mamilos e fez a garota jogar a cabeça para trás ainda mais em puro êxtase. Ainda a segurava firme pelo quadril a ajudando nos movimentos e agora abocanhou o outro seio mordendo de leve enchendo sua boca e os deixando babados de saliva. Voltou a deitá-la na cama, a segurou pela cintura a apertando mais forte ela era tão apertada que o deixava louco, rosnava entre os dentes deixando o seu tesão por ela escapar gemia enquanto a fazia dele só dele e não tinha mais dúvidas disso, ela era dele e de mais ninguém e não deixaria nenhum outro homem tocar nela nunca mais.
Bulma entrelaçou as pernas em volta do quadril dele o travando pelas coxas enquanto apertava os braços dele, enterrando suas unhas ali sentindo que seu orgasmo estava perto de novo, já sentia aquela sensação do seu ventre se contraindo e aquela sensação deliciosa de algo querendo explodir dentro dela sentia que sua vagina estava quente, tão quente que parecia que pegaria fogo. Segurou o rosto dele e o beijou enquanto gozava seu corpo todo começou a tremer ele não parou de penetrá-la cada vez mais fundo enquanto correspondia seu beijo, ele também estava perto, já sentia seu corpo querendo se aliviar e jogou a cabeça para trás apertando as coxas dela e arfando com a boca aberta, a beijou no pescoço e também gozou enquanto um gemido rouco sair de sua garganta. Foi parando de penetrá-la aos poucos, mas ainda permaneceu dentro dela por alguns segundos enquanto acalmava sua respiração seu corpo estava suado juntamente com o dela, os suores se misturavam se tornando um só...
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