Código de conduta 2
62 Código de amor
Notas iniciais

Vegeta olhou para Bulma deitada na cama e tirou os fios de cabelo do rosto suado, ela estava de costas para a cama e tinha adormecido lá após passarem a tarde se amando e namorando como se nada tivesse acontecido, como se tudo ainda fosse como antes. Se sentou na pontinha da cama acariciando o rosto dela ainda é inexplicável para ele o quanto amava aquela garota e o quanto era capaz de fazer as maiores loucuras por ela e ainda era inexplicável pensar que tudo na vida deles tinha mudado tanto em tão pouco tempo.
Quando olhava para ela assim só se lembrava das imagens que tinha dela guardada em sua cabeça de quando ela era criança, uma frágil e inocente criança que surgiu na vida dele e mudou tudo, a criança chorona e birrenta que conquistou seu coração e ele guardava essas lembranças com carinho, pois elas faziam parte da sua vida, da sua história com ela e enquanto para alguns aquilo poderia ser insano, mundano e completamente fora de toda a noção para ele era o amor mais puro e genuíno que já tinha sentido por alguém.
Se lembrava exatamente como ela apareceu em sua vida há 11 anos atrás e era difícil não se lembrar... Fazia apenas algumas horas que ele tinha voltado do cemitério com Bulma aquela sem dúvida tinha sido uma tarde difícil com muitas emoções acabara de enterrar uma amiga e mentora, uma mulher incrível de uma força e determinação surpreendentes que não merecia o destino que teve e agora estava com a filha dessa mulher sobre sua guarda e estava exatamente assim olhando a pequena Bulma de 8 anos que tinha dormido em sua cama depois de ter chorado tanto que ficou sem voz e estava completamente confuso sem saber como prosseguir agora, tinha prometido a amiga que cuidaria da menina até que ela ficasse maior de idade ou que o pai da garota aparecesse para cuidar dela e seu pânico era porque nunca tinha cuidado de ninguém antes além dele mesmo e estava meio apavorado. Aquele ser pequeno e indefeso não tinha mais ninguém no mundo e precisava dele. Será que conseguiria fazer isso? Ele nunca pensou em ter os seus próprios filhos jamais cogitou essa hipótese não ficava com mulheres onde o apego era necessário, pois não queria criar laços e nem vínculos, pois não queria nada que o levasse a ter uma família, mas agora ele tinha uma garota na sua casa e precisava cuidar dela proteger e garantir que ela tivesse uma boa alimentação, uma boa educação, que frequentasse a escola e que tivesse uma boa vida tudo o que um pai e uma mãe deveriam fazer.
Vegeta suspira e passa a mão pelo cabelo pela milésima vez sabia que tinha que levar ela para o outro quarto e também sabia que deveria arrumar aquele outro quarto para que fosse um quarto adequado a uma criança, nem para isso ele estava preparado sua casa não era muito grande e de longe mostrava ser uma casa de família era policial há poucos anos e ainda estava se adaptando então sempre estava deixando armas, distintivo e algemas por todo canto e achava que não deveria mais fazer isso agora teria muito que pensar e consertar para que pudesse dar aquela garota uma vida digna era o mínimo que ela merecia, pois não tinha culpa de nada do que aconteceu com ela, de ter um pai irresponsável que nem sequer quis conhecê-la e do destino ter levado sua mãe de forma tão trágica. A cobriu melhor e não teve coragem de acorda-la e leva-la para o outro quarto ou de tentar pegar ela no colo e levar ele não tinha muito jeito com isso iria deixar ela dormindo lá mesmo dormiria no sofá ou em qualquer outro lugar isso era o que menos importava agora. Ela tinha chorado muito a noite inteira e não quis comer nada era quase um milagre que tinha conseguido dormir agora. Sentiu o seu celular vibrando dentro do bolso da calça e viu que era Raditz seu fiel e companheiro amigo. Saiu do quarto fechando a porta sem fazer barulho e foi atender na sala.
— Oi Raditz!
— Oi Vegeta e aí como está às coisas? Como Bulma está? – o policial de longos cabelos negros pergunta.
— Ela tá dormindo agora, desde que a gente chegou ela não parou de chorar eu tentei conversar com ela, mas eu não sou bom pra falar com crianças. – Vegeta responde dando um longo suspiro e se senta no sofá.
— Poxa eu imagino, eu queria ter ido pra aí, mas fiquei com medo de deixá-la assustada.
— Eu tô me sentindo tão perdido, sei que prometi pra Meirin que iria cuidar dela com minha vida, mas estou com dúvidas se vou conseguir fazer isso. — Vegeta suspirou de novo e coçou a testa.
— Vai conseguir sim Vegeta e eu tô aqui pra te ajudar, se você não fizer isso vão mandar ela para um orfanato e só Deus sabe o que vai acontecer e Meirin não queria isso.
— Eu sei... Nos últimos dias de vida dela era o que ela mais temia que Bulma fosse jogada num orfanato e talvez nunca tivesse uma família, você sabe que é muito difícil adotar uma criança na idade dela.
— Pois é e Meirin gostava muito de você e confiava em você ela sabe que você vai saber cuidar da filha dela muito bem.
— Eu acho que eu preciso fazer umas reformas aqui em casa não tem nada apropriado para uma criança, acho que vou desmanchar aquele quartinho que eu não uso para nada e interligar naquele outro cômodo e fazer uma suíte pra ela ficar mais à vontade, o que acha?
— A ideia é boa até porque ela é menina tem que ter um cantinho só dela. – Raditz concorda.
— Tenho tantas coisas para pensar... Sei que já devia ter tomado essas providências antes, mas a ficha só cai quando acontece.
— Relaxa Vegeta você vai ter tempo para organizar tudo e vai tirar de letra. Bulma é uma ótima garota, inteligente, brincalhona vocês vão ser muito amigos tenho certeza disso ela te adora! De todo mundo naquela delegacia a única pessoa que ela gosta mais de encher o saco é de você! — Raditz ri fazendo seu amigo rir também... Vegeta sorriu com a lembrança de quando estava completamente desesperado sem saber como cuidaria dela e logo outra lembrança veio a sua mente... Ele se levanta do sofá de onde passou a noite e estica a coluna já tinha dormido várias vezes naquele sofá, mas naquela noite foi diferente e não conseguiu dormir direito pensando em todas as providências que teria que tomar agora. Decidiu não ir trabalhar naquele dia e nem mandar Bulma para o colégio precisava sair com ela e comprar algumas coisas para o quarto da garota não tinha providenciado nada disso e sua casa ainda era a casa de um policial solteiro, aquela também seria uma oportunidade de levar ela para se distrair e para que se conhecessem melhor, ela já o conhecia bem, estava sempre brincando com ele na delegacia, atrás dele o tempo todo vendo tudo que ele fazia, mas aquela situação era diferente lá eles eram apenas amigos e agora ela teria que morar com ele.
Ligou para a delegacia e avisou ao novo delegado — que foi mandado para lá assim que Meirin foi afastada — de que não iria trabalhar naquele dia, que precisava levar a garotinha de cabelo azul para comprar algumas coisas e que tinha muitas providências a tomar naquele dia, decidiu que levaria ela no shopping e seria outro desafio para ele nunca tinha levado ninguém no shopping antes, muito menos uma criança. Depois de fazer a ligação foi pra cozinha fazer um café sempre gostou de tomar café pela manhã e nunca abria mão disso, estava sempre dizendo que o café da manhã é a refeição mais importante do dia e como tinha uma rotina pesada na delegacia nem sempre dava tempo de almoçar por isso sempre tomava um café reforçado pela manhã. Começou colocando um café na cafeteira e depois colocou algumas torradas na torradeira, olhou para uma pequena cesta feita de palha em cima da mesa e viu que tinha bananas pensou em fazer uma vitamina para Bulma já viu ela tomando na delegacia. Ele não fazia ideia do que ela gostava de comer pela manhã e teria que descobrir ainda muitas coisas sobre ela seria um outro desafio que ele não iria desistir. Colocou as bananas junto com o leite no liquidificador e bateu, quando desligou ouviu passos no corredor e olhou para a porta vendo Bulma entrando na cozinha ainda estava de pijamas de ursinho e ela andava arrastando os pés no chão era impossível não ser notada, coçava os olhinhos inchados e ficou parada na porta olhando pra ele.
— Bom dia Bulma! — ele diz e sorri para ela. _ Vem tomar café! — mexendo as mãozinhas ela se aproxima da mesa e senta na cadeira da ponta.
— Bom dia. — ela responde para ele, mas não o olha e Vegeta sabia que ela estava com vergonha dele.
— Você gosta de vitamina de banana? — Ele pergunta e ela apenas balança a cabeça que sim evitando olhar para o homem com quem teria que morar agora. _ Eu também fiz umas torradas pra você, você gosta?
— Eu não tô com fome... – ela diz de cabeça baixa e mexendo as mãos embaixo da mesa.
— Mas você precisa comer Bulma. — Vegeta coloca a vitamina em um copo grande e depois pega algumas torradas e coloca num prato. _ Você não quis comer nada ontem quando a gente chegou. — ele se aproxima colocando a vitamina e as torradas de frente para ela e se senta numa cadeira ao lado da garota. _ Você dormiu bem à noite?
— Eu quero a minha mãe... — ela pede espremendo os lábios com os olhinhos cheios de água e Vegeta sente seu coração cortar e foram poucas às vezes que ele se sentiu assim.
— Oh meu anjo eu sinto muito, mas a sua mãe não está mais aqui e ela não vai voltar. — Vegeta diz tentando escolher bem as palavras colocando alguns fios de cabelo dela atrás da orelha vendo que a menina voltou a chorar. _ Olha, mas você não está sozinha sua mãe está no céu agora e lá de onde ela está ela vai cuidar de você, vai proteger você. — Vegeta não era muito religioso e não acreditava muito em vida após a morte, mas ele sabia que precisava escolher bem as palavras ao conversar com a garota sobre aqueles assuntos e precisava dizer algo a ela que lhe confortasse, sua crença ali não era o que importava.
— Mas eu queria que ela estivesse aqui! – Bulma funga limpando o nariz com as costas da mão.
— Mas eu estou! Sua mãe pediu para eu cuidar de você porque ela não pode fazer isso agora e eu vou estar sempre aqui, eu quero ser seu amigo não precisa ter medo de mim e nem vergonha essa é sua casa agora e você pode fazer o que você quiser aqui. — Bulma soluça e olha para ele parando de chorar e Vegeta sorri e diz. _ O que acha de não ir para o colégio hoje? Da gente sair? Pensei de irmos ao shopping comprar umas coisas novas pro seu quarto, o que você acha?
— Mas eu já tenho um quarto!
— É que por enquanto nós vamos ficar aqui até eu resolver algumas coisas tá bom e não vai ser legal? Você vai ter dois quartos! Você não quer decorar esse daqui?
Bulma balança a cabeça que sim ainda tímida.
— Então! Eu tirei o dia de folga e a gente vai fazer compras.
— Tá bom...
— Então toma o seu café e depois você veste uma roupa bem bonita pra gente poder sair. — ele diz e é surpreendido quando Bulma levanta da cadeira dela e o abraça pela cintura ele acaricia os cabelos dela e fica com pena tudo aquilo era pesado demais para uma garotinha de 8 anos ter que suportar, ela era muito esperta e inteligente mas ainda assim era uma criança. Ficou meio sem jeito de abraçá-la de volta nunca foi muito bom com essas demonstrações de afeto, mas não negava que o abraço daquela garotinha acalmou seu coração que andava perturbado ultimamente. Ela o solta olhando pra ele com vergonha e volta a se sentar, pega com as duas mãos o copo de vitamina em cima da mesa e bebe.
— O que acha de a gente chamar o Raditz para ir com a gente no shopping? Você gosta dele não gosta? — Bulma balança a cabeça que sim. _ Então eu vou ligar pra ele... Vegeta volta a sorrir e olha pra garota deitada na cama, como ela tinha crescido, já era uma mulher agora, meu deus, como o tempo tinha passado e apesar de tudo que tinha feito não achava que tinha se saído muito bem sempre tinha a sensação que tinha falhado, mas não faz mal, ele não era perfeito e nem deveria tentar ser, pois se ele fosse não teria sucumbido ao desejo que sentia por ela e não estaria ali agora dividindo a mesma cama juntos.
Deixou-a dormindo, mas não negava que estava com vontade de acordá-la só para amá-la de novo poderia fazer isso o dia inteiro que não se cansava, mas a deixou descansar. Saiu do quarto e ligou para Raditz para saber como estava as coisas na cidade, também não negava que não tinha a menor vontade de voltar teve razão em ir para lá aquele lugar estava colocando tudo em ordem. Depois de falar com seu amigo foi até a garagem e decidiu lavar o carro seu bebê estava sujo de terra e odiava vê-lo assim, foi até o casebre nos fundos para pegar a mangueira e um balde e procurou uma esponja iria esperar Bulma acordar para ver o que ela iria querer para jantar.
***
Bulma acorda e abre os olhos devagar, se espreguiça e coça os olhos tinha tempo que tinha dormido tão bem assim à tarde. Vira de bruços olhando pelo quarto e percebe que estava sozinha boceja e se senta olhando para si mesma e vendo que estava nua sorri e deita de novo olha para o seu lado na cama que estava amassado e puxa o travesseiro para junto do seu corpo sentindo o cheiro dele ali adorava sentir aquele cheiro. Estava se sentindo muito bem e poderia dizer que estava feliz era a primeira vez depois do acidente e depois de todas as coisas que aconteceu antes que se sentia bem assim estar com ele lhe fazia se sentir assim, pois ele está o tempo inteiro demonstrando que a vida não tinha terminado e que tinha muitas coisas para acontecer que não poderiam desistir, que ele ainda a amava independente de tudo e ainda a desejava mais do que nunca e que tudo tinha acabado, todas aquelas coisas ruins.
Se levantou e foi até a janela que ia do teto até o chão e olhou para o dia lá fora que parecia estar se acabando era final de tarde e o sol começava a se pôr por entre as nuvens. O mar adiante parecia agitado e uma brisa gostosa lambeu os seus cabelos, deveria aproveitar tudo aquilo, pois todos aqueles momentos eram passageiros e não poderia perder nada, pois era sua vida. Sorriu e correu para o banheiro tomou um banho rápido e se vestiu, saiu da casa e viu que Vegeta estava na garagem ao lado do chalé lavando o carro, queria ver o sol se pondo mais de perto, ele estava com uma cor avermelhada nunca tinha visto antes, na verdade, nunca tinha parado para dar atenção no quanto a natureza era exuberante e no quanto Deus tinha feito tudo tão perfeito para os homens e eles nem sequer aproveitava. Começou a caminhar pela areia sentindo aquela brisa batendo no rosto aquilo era tão bom poderia passar o resto da vida ali.
Vegeta terminou de esfregar o carro com uma esponja macia e ligou a mangueira para tirar o sabão, enquanto fazia isso viu Bulma caminhando na areia adiante e estranhou o fato de não ter visto ela saindo da casa e mais ainda dela não ter ido falar com ele. Terminou ali e desligou a mangueira deixando a água escorrer e correu até ela que já ia longe.
— Bulma! — a chama quando a alcança e ela olha pra ele. _ O que foi? Eu não vi você sair. — ela sorri pra ele em resposta. _ Tá tudo bem?
— Está sim, acordei e não vi ninguém então sai pra caminhar um pouco.
— Eu estava ali do lado lavando o carro, porque não me chamou?
— Vi que estava ocupado, eu só vim ver o sol se pondo.
Vegeta se aproxima e lhe beija a testa descendo para a bochecha.
— Você está com fome?
— Sim, estou.
— Que bom, vou fazer alguma coisa pra gente comer.
— Espera, vamos ficar aqui um pouquinho. — ela pede voltando seu olhar para o sol em sua frente fica de frente para Vegeta que envolve os braços em sua cintura a apertando firmemente em seu corpo. Ela se aconchega nele alisando os seus braços. _ Vegeta você já parou pra pensar como seria nossa vida se não tivéssemos nos conhecido? — ela pergunta sentindo a respiração dele em seu pescoço.
— Na verdade não, eu não gosto muito de pensar nisso.
— Acho que eu teria ido para um orfanato, talvez uma família tivesse me adotado ou talvez eu tivesse ficado lá até completar 18 anos.
— Porque você tá pensando nisso agora?
— Nada demais, só em tudo que eu teria perdido se eu nunca tivesse conhecido você.
— Se você não tivesse me conhecido sua vida teria sido diferente. — Vegeta diz com amargura era inevitável não pensar naquelas coisas.
— Tem razão... Ela teria sido muito sem graça! — ela diz e se vira para olhar para ele e sorrir. Vegeta coloca sua mão no rosto dela acariciando sua bochecha com o polegar.
— Eu sou louco por você sabia?
— Eu sei!
— Desculpa, às vezes eu acho que eu falhei com você.
— Você está errado, você nunca falhou comigo, você cuida de mim, me protege, fez isso a vida inteira e continua fazendo.
— Mas acho que deveria ter feito mais.
— As coisas não vão deixar de acontecer só porque você está perto Vegeta, a gente sabe que não é assim que acontece. Você faz tudo por mim, abriu mão da sua vida várias vezes por mim.
— E eu faria tudo de novo Bulma, não porque eu sou completamente louco por você, mas porque você merece ter tudo, você merece ter o mundo e eu quero te dar isso, pela sua mãe, pelo esforço que ela fez para criar você, pela força que ela tinha, pela amiga que ela sempre foi. Ela queria isso pra você. – ele dizia com carinho sentindo ela mexendo o rosto em sua mão.
— Eu não me arrependo de nada Vegeta e eu passaria por tudo de novo só pra ter você aqui comigo porque eu não sei o que eu faria da minha vida sem você.
— Eu sempre tive medo que tudo isso fosse um erro, que não deveríamos estar fazendo isso e que um dia veríamos que somos diferentes demais.
— E você ainda não pensa assim? – ela sorri.
— Não! Porque eu não ligo para o que acontece daqui a 1, 2, 10 anos, não ligo se somos diferentes em tudo, a única coisa que me importa é o agora, é estar com você agora, é o que eu sinto por você agora e eu não sei se você vai me deixar quando eu virar um velhinho de bengalas, mas pode ter certeza que eu vou ser o homem mais feliz do mundo por ter tido uma mulher como você do meu lado.
— Eu nunca vou te deixar Vegeta!
— Hoje isso não me importa, não controlamos o futuro, mas controlamos o agora e agora eu quero passar com você o resto dos dias que me resta porque você me faz feliz!
— Você também me faz feliz Vegeta!
— Você é tudo que eu sonhei pra mim pequena, e independente do que acontecer eu vou amar você pra sempre...
— Porque está falando isso?
— Porque eu quero que você saiba que o que eu sinto por você não tem tamanho, não tem medidas, não tem códigos de conduta que me faça ficar longe de você, só matando, e já tentaram!
Bulma sorri e envolve os braços em volta do pescoço dele, fica nas pontas dos pés o abraçando forte e ele retribui da mesma forma, estava no melhor lugar do mundo e no lugar mais seguro do mundo e é bem ali nos braços dele e como ele mesmo disse nada mais importava só aquilo, só aquilo importava, só estar juntos importava... Para sempre!
***FIM***
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