Código de conduta 2

25 Não posso perder você!


A manhã se passou rapidamente e as aulas do dia se encerraram, mas Bulma praticamente não prestou atenção em nada aquela discussão com Vegeta não saia da sua cabeça o fato dele ter passado a noite com a policial não saia da sua cabeça e não sabia o que fazer agora. Passou a aula inteira com o celular desligado com certeza ele tentou ligar várias vezes, mas nem queria ver, tinha combinado com Chichi que iria pra casa dela depois da aula e que passaria o dia lá e quem sabe até a noite, poderia estar sendo infantil com essa atitude, sim poderia, mas quem estivesse no lugar dela faria diferente? Estava se sentindo magoada e ela tinha o direito de estar.

Saiu da universidade com os amigos, mas quando passou pelo portão principal da sede teve uma grande surpresa ao ver o carro de Vegeta parado em frente ao portão e o mesmo em pé encostado na porta do carro e ele estava segurando um buquê de rosas vermelhas na mão um buquê enorme que nem dava para ver o rosto dele de tão grande e ele estava esperando por ela, chamando a atenção de todo mundo em volta.

— Olha lá seu príncipe encantado! — Chichi sussurrou no ouvido dela.

— Tá mais para um sapo! -Bulma resmungou tentando não olhar, ainda estava com raiva e muita.

— Ele está lá esperando você, vai lá falar com ele.

— E por que eu deveria? — Bulma fez birra e cruzou os braços.

— Bulma deixe de ser implicante! Vai lá, o pobrezinho tá com um buquê maior do que ele na mão ele tá arrependido. — Chichi sussurrou novamente, sabia que os dois se amavam muito, mas estavam colocando os pés pelas mãos e agindo como duas crianças birrentas e sabia que eles precisavam sentar e conversar.

— Ele pensa que vai me comprar com esse buquê feio! — olhou para ele agora que ainda estava parado esperando por ela, é claro que não tinha achado o buque feio, mas não iria admitir.

— Bulma, eu sei que você está com raiva, e você está com razão, mas não pode fugir dele pra sempre, uma hora vão ter que conversar sobre o que está acontecendo.

Bulma a olha revirando os olhos, odiava quando Chichi tinha razão. Olhou para ele parado em frente à porta do carro esperando por ela parecia um cachorrinho abandonado que foi jogado do caminhão da mudança, olhou para Chichi de novo que lhe encorajou com o olhar para que ela falasse com ele, queria que eles se entendessem estava se sentindo culpada pela briga deles.

Sem escolhas Bulma andou até ele e viu Vegeta sorrir para ela com aquele sorriso que sempre desmanchava o seu coração, mas dessa vez tentou se manter indiferente.

— Eu achei que você não fosse sair. – ele diz.

— Se eu soubesse que você estava aqui na porta não tinha saído!

— Por favor, Bulma, não faz assim.

— O que é que você quer Vegeta? – ela cruza os braços.

— Eu vim te buscar pra gente ir pra casa.

— Pra sua casa! Aquela casa não é minha! – vira a cara.

— Para com isso, aquela casa é tão sua quanto minha e sabe disso. Eu tô aqui pra gente conversar, eu passei a manhã inteira mal com aquela nossa discussão, porque você ficou com raiva de mim.

— E como você acha que eu me senti a noite toda esperando você e descobrir que você estava com outra?

— Eu não estava com outra Bulma, não aconteceu nada entre mim e ela, acredita em mim, eu a encontrei por acaso, eu conversei com ela e acabei desabafando e bebi demais...

— Desabafando? Você ainda ficou contando da nossa vida pra ela? É melhor você parar de falar Vegeta só tá piorando!

— Eu tô falando a verdade, eu jamais mentiria pra você, não quero mais brigar.

— Mas é só o que você tem feito, você não confia em mim como quer que eu confie em você?

— Eu confio em você Bulma, por favor, vamos pra casa aqui não é lugar pra gente conversar sobre isso, tá todo mundo olhando pra gente. – ele diz meio sem graça.

— Quem mandou aparecer aqui com um buquê maior que o carro! – ela resmunga.

— Eu traria um jardim inteiro pra você se eu pudesse, você é a minha vida Bulma! — ele diz entregando o buquê a ela e Bulma o pegou ele era bem mais pesado do que parecia. Vegeta abriu a porta do carro para ela e Bulma não teve muitas escolhas a não ser entrar.

...

Sam olhava os dois de longe e se sentia incomodado ao ver os dois conversando, pelo jeito de Bulma quando ela chegou percebeu que os dois tinham se desentendido e ficou incomodado em ver os dois fazendo as pazes, pois ele estava gostando de Bulma poderia dizer até que estava se apaixonando por ela e era até impossível não se sentir assim. Bulma além de ser linda era sensível, meiga e conseguia enxergar quem ele era de verdade de um jeito que ninguém nunca conseguiu e sentia inveja por Vegeta ter aquela mulher do seu lado queria ser ele a receber os sorrisos dela e os carinhos dela, mas sabia que não poderia se aproximar, sabia que não seria correspondido...

...

Bulma entrou no carro ajeitando o enorme buquê em seu colo não podia negar que as flores eram lindas, mas ainda não conseguia esquecer o que aconteceu. Olhava para Vegeta do seu lado que dirigia e vez ou outra olhava para ela, mas desviava do olhar dele.

Assim que chegou em casa saiu com tudo do carro só pensava em onde iria colocar aquelas flores achava que não tinha nenhum jarro que coubesse. Foi para cozinha e achou uma vasilha grande e comprida era a única coisa que iria caber os galhos do buquê dentro, encheu a vasilha de água e colocou as flores, elas eram tão bonitas não mereciam murchar. As colocou no meio da mesa para enfeitar e quando virou de costas deu de cara com Vegeta atrás dela, tentou passar por ele, o homem levantou o braço a impedindo de passar.

— Olha para mim Bulma, me perdoa, eu não vou fazer aquilo de novo. — ela tentou passar de novo e Vegeta a pegou pela cintura e a colou no corpo dele. _ Eu te amo, nunca trairia você, eu nunca ficaria com outra mulher por mais irritado, por mais zangado que eu estivesse eu nunca faria isso com você. – diz tentando passar toda a sinceridade que conseguia.

— Não faria mais passou a noite toda com ela ao invés de voltar pra casa! – fecha a cara.

— Eu agi sem pensar Bulma, eu fiquei bebendo ela me fez companhia, começamos a conversar aí eu bebi demais e perdi o controle.

— Mas você nunca perde o controle Vegeta, quando você quer você nunca perde o controle!

— Mas dessa vez eu perdi Bulma, sabe por quê? Porque eu tenho medo de perder você.

— Não parece!

— Mas é a pura verdade, tudo isso porque eu tenho medo de perder você, eu tenho medo de você descobrir que eu não sou homem pra você e eu não suportaria, porque eu te amo demais.

— Eu também te amo Vegeta, eu escolhi você e sabe disso!

— Então vamos esquecer isso, vamos esquecer tudo... — Vegeta roçava seu nariz pelo rosto dela. _ Não aconteceu nada comigo e com a Mai e nunca aconteceria, eu errei, fiz besteira porque eu fiquei louco de ciúmes quando eu vi você e o Samuel.

— Ele é só um amigo, ele nunca vai ter de mim o que você tem. Você vai parar de implicar com ele?

— Não!

— Vegeta!

— Tá, eu vou tentar... Você me perdoa Bulma?

— Não sei se você está merecendo... — Ela virou o rosto fazendo manha e Vegeta sabia que ela estava se fazendo de difícil, apertou o quadril dela e subiu para a lateral da cintura sabia que ele não resistia quando ele a tocava assim, conhecia cada ponto fraco do corpo dela, e já podia sentir a respiração dela acelerada. A suspendeu pela cintura a colocando sentada em cima da mesa, com uma mão segurou na parte de trás da nuca dela e a beijou sem dar tempo dela protestar, Bulma não conseguiu resistir ao seu beijo, poderia até tentar se quisesse, mas se entregou a ele. Vegeta com a outra mão alisava as pernas dela e não a deixava respirar a beijava de forma voraz a pegava forte e sentia ela entregue a ele, as mãos dela estavam em seu ombro e o puxava pra ela. Abria a boca dela com sua língua, queria que ela sentisse todo o amor dele naquele beijo, sentia a respiração de Bulma pesada, puxou o lábio inferior dela com os dentes, mas não deu muito tempo para ela respirar e voltou a beijá-la de novo.

A segurou pelas coxas e a levantou andou com ela até o quarto da mesma onde abriu a porta com o pé e entrou colocou Bulma deitada na cama e passou alguns segundos olhando para ela com os lábios vermelhos e inchados pelo beijo e a respiração acelerada, como ele amava aquela menina e odiava quando eles brigavam, odiava agir como um idiota. Tirou a camisa e viu que os olhos dela estavam pregados em seu corpo ela podia negar se quisesse, mas também não conseguiria resistir a ele. Levantou a blusa que ela usava para lhe beijar na barriga passando a língua dentro do umbigo pequeno, desabotoou a calça dela a tirando pelas pernas macias da garota vislumbrando a pequena calcinha de renda rosa ela adorava usar aquelas coisas pequenas que não cobriam nada. Tirou agora a blusa dela vendo que ela usava um sutiã do mesmo tecido que a calcinha que quase não cobria os seios fartos, puxou o bojo do sutiã desnudando seus seios, mas ainda os mantendo atados pelo bojo, agarrou os seios dela puxando os mamilos com os lábios, passando a língua em volta sentindo eles ficarem duros em sua boca, ela arfava olhando pra ele devorar seus seios como se estivesse com fome, soltou um seio descendo a mão pela barriga dela até chegar em sua calcinha, enfiou a mão por dentro da calcinha dela e não se surpreendeu ao sentir que ela estava úmida seus dedos deslizavam pela vagina dela e Bulma gemeu, a beijou no pescoço entrando com seu dedo dentro dela a sentindo quente. Bulma apertou seus braços e gemeu mais forte com ele lhe penetrando com o dedo daquela forma mordeu o queixo dela seus dedos estavam completamente melados pela excitação da garota. Bulma abriu os olhos e se contorceu de forma deliciosa, Vegeta tirou os dedos dentro dela os colocando dentro da boca o mel que saia dela era mais doce do mundo.

Tirou a calça sem desviar o seu olhar dela abaixou a cueca e tirou a calcinha de Bulma, a fenda úmida e macia o convidaram para se enterrar dentro dela e jamais negaria. Abriu as pernas dela e a penetrou lentamente colocando cada centímetro dentro dela a matando de prazer um prazer que só ele sabia lhe dar. Bulma mordeu os lábios com força e agarrou o lençol Vegeta pairava sobre ela com as mãos a cada lado de sua cabeça e ela enroscou as pernas em volta da cintura dele, soltou o lençol para lhe puxar pelo pescoço, ele apoiou o peso de seu corpo nos cotovelos intensificando as suas investidas fazendo toda a cama se mexer junto com ele. Bulma se agarrava naquele corpo se entregando ao prazer, revirando os olhos e mordendo os lábios com tanta força que podia sentir o gosto de sangue em sua boca, ele lhe beijava no pescoço deixando sua pele completamente arrepiada, não consegui segurar e anunciou seu orgasmo com um gemido mais forte e Vegeta intensificou ainda mais as investidas sentindo o corpo dela todo trêmulo embaixo dele. Bulma gozou e o beijou com Vegeta gozando logo em seguida.

***

Sam chegou em casa ainda estava mexido em ver Bulma com o namorado na faculdade mesmo sabendo que não deveria ter esperanças ainda incomodava o que estava sentindo. Está gostando de alguém que não poderia ser dele e era uma sensação muito ruim. Foi direto ao escritório do pai entregar um livro que tinha pegado mais cedo antes que o homem desse falta, o escritório do pai ficava ali na parte de baixo da casa quando chegou no corredor percebeu que a porta do mesmo estava entre aberta e ouviu a voz de seu pai lá dentro, mas ele não estava sozinho, estranhou ver seu pai em casa àquela hora ainda mais com visitas. Sem chamar a atenção ele se encostou a porta olhando pela abertura e viu seu pai sentado na cadeira dele tinha dois homens em pé de frente para ele, não os reconheceu, não eram os deputados e assessores que viviam atrás de seu pai. Continuou espreitando sem chamar atenção tentando ouvir a conversa deles e ouviu quando um dos homens disse:

—_... Os carregamentos estão todos prontos senhor Freeza só estamos tendo dificuldades com a documentação. – diz um dos homens que tinha a voz bem grossa.

— Eu preciso que esses materiais cheguem ao México ainda no final dessa semana! – era a voz de seu pai.

— Estamos correndo atrás de toda a documentação necessária para não ter problemas na alfândega brasileira. – diz o outro.

— É só molhar as mãos dos funcionários como da última vez eles sempre liberam a entrada com uma boa motivação.

— Não se preocupe senhor Freeza todo o carregamento vai chegar antes do prazo.

— Ótimo. Agora vão, me mantenha informado!

Sam percebeu que seu pai se despediu dos homens e saiu de lá antes que seu pai lhe visse, estava encucado com aquela conversa, que carregamento era esse que seu pai precisava mandar para fora e que esquema era esse que precisava subornar funcionários da alfândega para essa documentação sair? Nunca tinha ouvido aquele tipo de conversa do pai antes apesar de que volta e meia via ele com homens estranhos que nada tinha a ver com o escritório. O que seu pai estava fazendo? Voltou para a sala e ficou próximo da janela disfarçando viu quando os homens saíram do corredor indo para os fundos da casa com certeza não eram homens importantes ligados a política, os amigos importantes de seu pai nunca saiam na surdina pelos fundos da casa.

Assim que saíram voltou para o escritório onde o homem estava sozinho agora.

— Pai! — diz entrando no escritório que já estava com a porta aberta.

— Oi Samuel! – ele responde sem desviar os olhos de uns papeis.

— Quem eram os homens que estavam aqui?

— Que homens? – Freeza disfarça.

— Os que eu vi passando quando eu entrei. – mentiu.

— São apenas uns funcionários.

— E o que eles faziam aqui?

— Negócios Samuel, negócios.

— O senhor está sempre cheio de negócios...

— Está me repreendendo? São esses negócios que pagam as suas mordomias!

— Eu só queria entender que tipos de negócios o senhor tem com homens como aqueles.

— Obras de arte Samuel, sabe que coleciono, eles importam para mim de países vizinhos com preços abaixo do mercado é isso!

— Se você diz...

— Você está procurando alguma coisa?

— Não, eu só vim devolver um livro que peguei aqui hoje cedo. –Samuel diz o olhando de forma desconfiada.

— Espero que não tenha amassado as páginas, sabe que eu odeio livro com folhas amassadas!

— Não amassei pai tá tudo perfeito. — disse pegando o livro da mochila e colocando no mesmo lugar onde tinha pego. _ O senhor vai almoçar?

— Vou sim, depois vamos juntos ao escritório.

Freeza deu duas batidinhas no ombro do filho e quando saíram da sala trancou a porta, Sam ainda estava desconfiado, mas iria ficar de olho.

***

Bulma estava deitada sobre o peito de Vegeta na cama ele estava suado, mas não se importava o coração dele estava batendo no ritmo normal agora e ele fazia uma caricia gostosa nas suas costas com as pontas dos dedos. Depois daquela tarde deliciosa de amor era difícil dizer que não tinham feito as pazes, mas não queria ter cedido tão rapidamente, mas também dizer que conseguia resistir a ele era mentira, nunca conseguiu ainda mais quando ele fazia demonstrações de romantismo que mulher resiste? Passava os dedos em alguns pelos que ele tinha no peito tinha que confiar que aquele homem era todo seu, tinha que confiar no que ele lhe dizia da mesma forma que ele lhe cobrava essa mesma confiança, o relacionamento dos dois sempre foi baseado em confiança mútua, pois eles enfrentaram e ainda enfrentam muitos desafios por estarem juntos e sem essa palavra fundamental nada disso seria possível, mas amava demais aquele homem e a ideia de que talvez ele estivesse interessado por outra mulher, que tem mais a ver com ele, com a vida dele lhe deixava insegura e achava que isso era normal que mulher não se sentiria assim? O relacionamento deles sempre foi muito difícil, pois Vegeta sempre lhe via como criança, como uma adolescente mimada que não sabia o que queria e isso no começo foi um empecilho para eles viverem esse amor tinha medo que ainda lá no fundo ele a visse assim, mas não queria ter que pensar nisso agora, pois se pensasse com certeza ficaria mal.

— Eu odeio quando a gente briga! — Vegeta disse num suspiro mostrando que estava pensando o mesmo que ela.

— Mas dessa vez a culpa é sua!

— Eu sei e eu odeio! — disse e a aconchegou melhor em seus braços. _ E você e a Chichi já se entenderam?

— Sim, ela me pediu desculpas hoje por ter brigado comigo sem motivo, já fizemos as pazes também.

— Que bom, o Goku estava todo bobalhão hoje na delegacia contando para Deus e o mundo que vai ser pai! Raditz que ainda está meio aéreo com a notícia de que vai ser tio.

— Eu imagino, a vida dos dois vai mudar tanto agora né?

— Vai sim, eles vão ter que ter mais responsabilidades, muita coisa vai mudar para eles.

— Você pensa nisso Vegeta? Em ter uma família? – ela pergunta erguendo a cabeça para olhar pra ele.

— Você sabe que isso nunca passou muito pela minha cabeça, nunca foi algo que eu achei que deveria ter. – ele responde.

— Mas eu achei que isso foi antes, pensei que já tivesse mudado de ideia sobre isso.

— Entendi... — Vegeta disse e girou com ela a colocou de lado na cama para poder olhar para ela. _ Você está me perguntando se eu quero uma família com você?

— Sim...

— É claro que eu quero, mas eu sei que ainda não é a hora. – contorna o rosto dela com os dedos.

— Eu não tô dizendo agora, tô perguntando se você quer ter filhos!

— Um dia Bulma, quem sabe, não quero que pense nisso agora, temos um longo caminho ainda pela frente.

— È que você me pediu em casamento e não falou mais nada sobre o assunto.

Vegeta curvou os lábios em um sorriso.

— Te pedi em casamento para você saber desde já que eu quero ficar com você para o resto da minha vida. Eu quero me casar com você e um dia quem sabe termos filhos, mas eu sei que ainda é cedo demais para tudo isso, eu quero que você termine seus estudos, que você tenha a sua carreira, não foi isso que você sempre sonhou? — ele perguntou a puxando pela cintura colando o corpo dela no seu.

— Sim, você sabe que sim.

— Então não vamos falar disso agora... — Ele sussurrou roçando sua boca no rosto dela.

— é que eu fiquei mexida com as coisas que tem acontecido com a Chichi.

— Eu sei... Vem cá! – ela a puxou mais beijando a boca dela e Bulma não conseguia pensar em mais nada a não ser no corpo que estava colado no seu...

***

Vegeta deixou Bulma em casa e voltou para a delegacia estava atrasado, mas nem um pouco arrependido odiava brigar com sua menina ainda mais por motivos tão supérfluos, ciúmes, insegurança... Essas coisas não deveriam estar no meio deles. Assim que chegou ao distrito foi até sua mesa e logo Raditz se aproximou.

— Vegeta, a Vanessa tá procurando você. – dá o recado.

— Sabe por quê? — ele pergunta, mas algo estalou em sua cabeça já imaginando o motivo.

— Ela não me disse, só pediu para que assim que você chegasse fosse à sala dela.

— Tudo bem, eu vou lá ver. — diz e viu Raditz olhar para ele com aquela cara de desconfiança, mas ignorou o amigo e foi até a sala da perícia. Abriu a porta e se deparou com Vanessa atrás de sua mesa analisando alguma coisa.

— Estava me procurando Vanessa?

— Sim, preciso falar com você, descobri algo que acho que você vai gostar. — Vanessa disse e Vegeta se aproximou se sentando na cadeira em frente a ela.

— Onde está o Nappa? — perguntou ao notar a ausência do grandalhão.

— Ele foi almoçar por isso mesmo pedir ao Raditz que encontrasse você com urgência.

— O que foi que encontrou de tão importante?

— É sobre a investigação, eu andei fuçando com meus contatos na prefeitura e descobri que o Freeza tem dois contêineres guardados no depósito do porto aqui de Oregon.

— Contêiner? Mas o que ele guarda lá? – pergunta sem entender.

— Eu não faço ideia, não há nada nos registros que especifica o tipo de material ou objeto que está guardado lá, só consegui o contrato de locação desses dois contêineres no porto e o pagamento é feito de forma mensal e a vista.

— Interessante... O que será que tem guardado lá dentro? – Vegeta se anima.

— E vai ficar ainda mais interessante, veja só. — Vanessa pega um papel que estava embaixo de uma pasta com certeza estava escondendo do seu agora marido perito. _ A locação desses contêineres está no nome de Raul Dodória e o aluguel do espaço é pago em dinheiro mensalmente.

— Mas quem é esse Raul Dodória?

— É o assessor parlamentar do Freeza. – Vanessa responde.

— Claro, faz todo sentido, ele não iria colocar o nome dele em algo assim seria suspeito demais.

— Foi o que eu pensei.

— Mas como poderíamos ter certeza de que esses contêineres são mesmo do Freeza?

— é aí que fica ainda mais interessante. – ela sorri enquanto abria uma gaveta que tinha em sua mesa e tirou um envelope marrom de dentro, e dele tirou três fotografias grandes e colocou uma ao lado da outra na mesa para que Vegeta visse. _ Esse aqui não é o Freeza? — apontou para um homem na fotografia elas estavam meio borradas não era 100% nítida a imagem, mas dava para ver bem quatro homens na foto e um deles estava vestido em um terno bem cortado com os cabelos penteados para trás que eles reconheceram como sendo o Freeza. Havia outro com uma maleta na mão também de terno e pela vestimenta deduziram ser o tal Raul Dodória e mais outros dois homens usando os trajes comuns que eles não reconheceram.

— É ele sim! – Vegeta confirma. _ E esse do lado com certeza é o assessor dele.

— Então essa foto foi tirada em um dos corredores do galpão onde esses contêineres ficam guardados com certeza Freeza não daria o trabalho de ir até um contêiner do seu assessor se ele não tivesse interesse nisso.

— Mas é claro que não iria, isso prova que tem algo importante dentro desses containers algo que ele não quer que ninguém saiba. – deduz o policial. _ E esses dois homens, você sabe quem são?

— Ainda não, eu estou tentando encontrar fotos mais nítidas dos rostos deles para buscar no programa de reconhecimento facial, já tentei melhorar a qualidade da imagem no computador, mas as câmeras desse porto são péssimas! – responde à perita.

— Isso é perfeito! – comemora. _ Agora me diz, como foi que conseguiu essas fotos?

Vanessa agora sorriu.

— Eu tenho um amigo que trabalha como segurança no Porto e ele me deve alguns favores, quando descobri a existência desses contêineres pedir para que ele tentasse descobrir para mim se o Freeza já esteve lá mandei uma foto para ele que eu tirei da internet e ele encontrou essa gravação, infelizmente ele não conseguiu me mostrar a gravação, mas ele conseguiu tirar as fotos, o que já é alguma coisa.

— Estamos chegando perto Vanessa, eu sinto que estamos.

— Realmente tem alguma coisa errada com esse deputado, há muitas coisas sobre ele não respondidas e acho que você tem razão em está desconfiado.

— Eu só não consigo ligá-lo ainda a morte daquele garoto o Yamtcha, mas isso é só uma questão de tempo.

— Sim, se ele realmente estiver envolvido nisso tudo nós vamos descobrir.

— E descobrir o que tem dentro desses contêineres é a chave! – Vegeta tem uma ideia.

— E o que você está pensando em fazer?

— Eu vou entrar nesse estacionamento e vou descobrir o que tem dentro desses contêineres.

— Não sei por que, mas eu já imaginava que iria me dizer isso, mas como que você vai fazer? Ninguém sabe da nossa investigação você não pode pedir um mandato.

— E quem disse que eu vou fazer isso dentro dos meios legais?

Vanessa agora arregalou os olhos com Vegeta lhe dizendo uma coisa daquelas.

— Se alguém pegar você! Você pode perder o seu distintivo! – alerta.

— Eu sei, a ideia também não me agrada, mas não tem outro jeito, nenhum meio legal vai me dar um mandado para entrar nesse lugar não há nenhuma denúncia sobre ele e eu ainda não posso expor a minha opinião não tem nada de concreto é por isso que eu preciso descobrir o que tem dentro desses contêineres, essa pode ser a prova que precisamos para fazer uma denúncia contra ele!

— Isso é muito arriscado Vegeta...

— Sei que é, mas não tem outro jeito. Será que esse seu amigo consegue me colocar dentro desse estacionamento? O resto eu faço.

— Vou ligar para ele, mas acho que ele consegue, eu só fico preocupada de você ser descoberto.

— Não se preocupe, converse com ele, veja o que ele consegue fazer e depois me avisa tenho que fazer isso logo não sabemos como é o procedimento lá e se eles podem tirar esses contêineres de lá.

— Vou ligar para ele agora mesmo!

Vegeta sorriu para a mulher e saiu da sala, estava decidido era exatamente aquilo que iria fazer...

...