Código de conduta 2

33 Meu único amor...


Depois do almoço Vegeta foi tomar banho para Bulma poder trocar o curativo dele ela ficou sentada na cama esperando ele terminar. A garota estava lutando com um dilema dentro dela de contar ou não o que aconteceu a ele, uma parte dentro dela lhe dizia que deveria contar que era certo contar seria melhor que ele soubesse da boca dela o que aconteceu, pois não foi certo e por mais que ela não quisesse ela deixou acontecer e nem fazia ideia do porquê já que não sentia nenhuma atração por Sam, mas naquele momento se sentiu atraída pelos olhos dele e por mais que fosse horrível ter que admitir estava se sentindo culpada, mas por outro lado sabia que se contasse poderia perder Vegeta, tinha medo de que ele não a perdoasse até porque ele sempre teve razão em tudo que lhe dizia e ter que olhar para Vegeta e contar para ele que por apenas alguns milésimos de segundo deixou que Samuel lhe beijasse porque se sentiu atraída era confessar uma culpa ainda maior.

Mas e se alguém tivesse visto? Alguém que os conhecia e se esse alguém contasse a Vegeta com certeza poderiam aumentar a história e ela ficaria ainda mais ferrada, não queria mentir para ele, mas não queria perde-lo de forma alguma, o amava demais e por mais que quisesse não tinha coragem, não tinha coragem de olhar para ele e dizer o que aconteceu, não tinha coragem de admitir para ele e ser sincera.

Seu celular vibrava em cima da cômoda de Vegeta e era Sam ele não parava de ligar e sabia que uma hora ou outra teria que atender teria que conversar com ele e mandá-lo ficar longe, não entendia o porquê de ele ter feito aquilo, mas de forma alguma poderia se repetir, mas não poderia fazer isso agora. Desligou o telefone no exato momento em que Vegeta saiu de dentro do banheiro como uma toalha branca enrolada na cintura decidiu cuidar dele agora enquanto pensava no que iria fazer. Vegeta sentou na cama e ela ficou entre as pernas dele para trocar o curativo desinfetou as mãos com álcool em gel antes de começar a puxar os esparadrapos com cuidado.

Vegeta olhava para ela o tempo inteiro com aqueles olhos negros intensos o que a fazia se sentir ainda pior, pois ele não fazia ideia do que estava se passando na cabeça dela. Ele aproveitava o contato para entrar com suas mãos por dentro do vestido dela e dessa vez adorou que ela estivesse usando aquilo, pois podia tocar no corpo dela sem nenhum empecilho, o corpo de Bulma se arrepiava por completo com seu toque como sempre ficava ela podia negar, mas o seu corpo respondia a ele. Bulma limpou os pontos e fez um novo curativo enquanto Vegeta continuava tocando o seu corpo a fazendo sentir as mais variadas sensações.

— Eu sinto sua falta Bulma...

— E eu não estou bem aqui? — ela desconversou enquanto prendia o último esparadrapo.

— Estou com saudades do seu corpo, do seu cheiro. — Vegeta olhava pra ela admirando com o quanto ela ficava linda com aqueles vestidos soltos. Apertou a bunda dela e a garota acariciou seus cabelos forçando um sorriso pra ele e sabia que não poderia fugir dele agora, há muitos dias ele não a tocava e desde que se assumiram aquele era um Record pra ele.

Viu vegeta ir se arrastando para trás na cama, mas ainda ficou sentado, ela subiu com os joelhos na mesma passando as coxas em volta de seu quadril se sentando no colo dele Vegeta já segurava na parte de trás da sua nuca e a beijou com extremo desejo, o beijo dele só fez Bulma ter certeza do seu erro, jamais se interessaria por Sam, ou por qualquer outro homem, essa certeza lhe fez agarrá-lo com mais vigor abrindo a boca para recebê-lo. Ele apertou sua cintura a colando ainda mais em seu corpo, Bulma gemeu na boca dele ao sentir que ele aprofundava ainda mais o beijo de forma que fez seu corpo inteiro estremecer. Vegeta tirou seus cabelos do rosto os afastando do pescoço colocando-os de lado, soltou de seus lábios lhe beijando no queixo e foi descendo pelo pescoço sentindo o cheiro da pele dela o quanto era macia e Bulma tremeu seu corpo todo arrepiou e ela apertou os ombros dele ao sentir os lábios quentes e molhados em seu pescoço. Fechou os olhos e se deixou levar pelas sensações que ele lhe causava, as mãos dele lhe apertavam as coxas roliças e sua intimidade latejava de desejos por ele, arfou, e apertou as costas dele e Vegeta volta a lhe beijar na boca apertando sua cintura agora. Ela jamais se interessaria por outro, Vegeta sempre foi e sempre vai ser o único em sua vida se ela deixou aquele beijo acontecer foi apenas um erro, um erro que precisaria concertar.

— Você está me matando aqui... — Vegeta sussurrou nos lábios dela, tinha lutado tanto para não sentir o que sentia por aquela menina e agora era praticamente impossível ficar longe dela.

— Promete que vai ficar paradinho? – pergunta encarando os olhos negros dele.

— Eu prometo.

Bulma coloca as mãos no peito dele e o faz se deitar na cama, continua montada nele e o olha por alguns instantes nota o peito dele subindo e descendo e os olhos do homem cravados nela. Coloca seus cabelos para o lado e se inclina para beijá-lo desci seus beijos pelo queijo e pelo pescoço dele lento e sensual, a pele dele cheirava a sabonete. Continuou descendo pelo seu peito sentindo aquele seu cheiro delicioso e ele se arrepiava com o contato dos seus lábios, desceu uma trilha de beijos molhados até seu abdômen ele se mexia sem parar.

— Vegeta fica parado! – manda passando a língua nos gominhos do seu abdômen definido, olha para a toalha que já dava para perceber o estado que ele estava e mordeu os lábios. Vegeta segurou na parte de trás da nuca dela entrando com a mão por dentro dos cabelos e a puxando para cima dele fitando os olhos travessos da garota. Ela subiu na cama ficando de pé e tirando o vestido pela cabeça e ele correu os olhos pelo corpo dela, seus olhos estavam completamente escuros e já não pensava mais com a cabeça de cima, sua virilha latejava implorando libertação.

Vegeta se livra da toalha e se ajoelha na cama puxando Bulma pela cintura passando a beijar a barriga dela sentindo o quanto ela estava arrepiada e quente, ela entrou com as mãos por dentro dos cabelos dele eram tão macios. Ele enfiou a língua em seu umbigo e já não conseguia mais sentir as pernas parecia que estava nas nuvens. Vegeta enfiou a cabeça entre as pernas da garota a beijando por cima da calcinha sentiu o cheiro dela e ficou louco, o animal que existia dentro dele saltou para fora sem controle, Bulma se tremeu inteira ao sentir que ele mordia ali e se contorceu apertando os lábios com força, enrolou os dedos dos pés na cama vendo que ele agarrava suas coxas enquanto ainda mantinha a cabeça entre suas pernas lhe mordendo por cima da calcinha e era possível ouvir os sons de prazer que saia da boca dele ao fazer aquilo. Ele tornou lhe beijar na barriga e Bulma aproveitou para tirar o sutiã liberando seus seios os mamilos já estavam enrijecidos, ela soltou uma gargalhada quando ele a puxou pelas pernas e a jogou na cama de novo e logo já estava por cima dela beijando na boca. Reclamou, pois ele poderia machucar o ombro fazendo aquilo, mas naquela altura ele nem se lembrava mais de ombro machucado.

Bulma em um movimento rápido o empurrou pelo peito girando e o colocando embaixo dela apertou as coxas em volta do quadril dele sem deixar de beijá-lo na boca, ele pareceu aprovar seu gesto e acariciava suas coxas e ela passou a beijá-lo no pescoço, podia sentir a cadência da respiração dele estava acelerada, o coração dele estava batendo muito rápido assim como o dela. Foi descendo seus beijos pelo peito dele de novo aquele corpo moreno que ela sempre sonhou e que naquele momento estava morrendo de medo de perder. O beijou no peito e foi descendo para o abdômen e a barriga ele era puro músculos e mal conseguia acreditar que tinha aquele homem enorme embaixo dela completamente à mercê dos seus encantos, sentia o membro dele pulsando em sua coxa mostrando o quanto ele a queria. Desceu a mão o tocando sentindo o quanto ele estava duro e grande. Vegeta a olhou descendo os beijos pelo corpo dele e soube exatamente o que ela iria fazer, Bulma se inclina mais para baixo passando a língua em sua extensão ereta, ele xingou e tremeu ao sentir os lábios carnudos e molhados ali. Bulma o sentia pulsar em sua boca e o segurou com a mão fazendo movimentos circulares na sua glande. Ele xingou novamente apertando os olhos, ela envolvia sua boca o sugando lentamente olhando para ele por cima do olho vendo que ele estava de olhos fechados e estava com a boca aberta, o colocou mais fundo dentro da boca e ele puxou o lençol da cama.

— Porra Bulma! – ele xinga com a boca formando um O perfeito seu coração batia muito rápido, Bulma o chupa mais forte, ele gemia e puxava seu cabelo sentia que mexia os quadris de forma que entrava mais fundo na boca dela, tirou a língua do caminho e o sentia na garganta ele tremia tanto que achou que fosse desmontar e ela não podia negar, mas já estava completamente excitada o masturbando daquele jeito.

Ele a puxa de novo para cima dele, gira a colocando por baixo passou o braço por trás da cabeça dela colocando a nuca deitada nele enquanto entrava com sua mão por dentro da calcinha dela queria sentir a umidade em seus dedos e não se surpreendeu ao sentir que ele estava completamente úmida. Bulma gemeu com ele acariciando seu clitóris, a respiração dele estava pesada em seu rosto sentia ele deslizar os dedos dentro da sua cavidade úmida e mordeu os lábios de olhos fechados, Vegeta beijou sua boca a fazendo parar de morder os lábios.

Levantou os braços dela a segurando pelos pulsos, a beijou no pescoço a mordendo de leve, e desceu para o colo e os seios, chupou seus mamilos e continuou descendo, soltou os pulsos dela e continuou a beijando na barriga, circulou a língua pelo umbigo, continuou beijando seu corpo matando sua vontade, beijou o interior de suas coxas e a mordeu a fazendo se contorcer, tirou a calcinha dela e Bulma o olhou apertando os olhos, ele chegou a seu sexo e a lambeu, deslizando sua língua pela cavidade úmida e macia, agarrou as coxas dela e gemeu em seu sexo, mordiscou o clitóris duro e o chupou. Bulma gemia com os olhos fechados, aquilo era muito bom, a língua dele lhe lambia por inteiro, explorando cada cantinho, ele gemia em sua vagina e puxava sua carne fazendo seu corpo inteiro se contrair. Vegeta soltou sua intimidade lambendo os lábios e posicionou seu membro duro na entrada dela e a penetrou lentamente sentindo cada extensão do sexo dela o engolir. Bulma começou a gemer quando ele se movimentou com uma mão apertando a sua coxa e a outra segurando o seu pulso novamente, mordeu os lábios sentindo aquele prazer carnal, aquele desejo que crescia cada vez que ele entrava completamente. Queria tocá-lo, queria passar a mão em seu peito, mas ele a mantinha presa pelos pulsos, ele a soltou a penetrando mais rápido à medida que os gemidos dela ficavam mais intensos. Sem esperar Vegeta foi empurrado na cama novamente e Bulma se sentou sobre ele.

Gemeu quando ela segurou em seu membro e o posicionou na entrada de sua vagina e o deslizou para dentro dela. Bulma jogou a cabeça para trás sentindo toda a extensão dele a preencher, o apertou dentro dela e colocou as mãos no peito do homem que a olhava com os olhos mais negros que uma noite escura. Ela começou a se mexer usando os joelhos para dar apoio, entrava e saía de dentro dele e rebolava em seu membro, gemia baixo com a boca aberta e o coração pulsando. Vegeta a olhava com os olhos negros dilatados, acariciou as coxas dela e subiu para tocar nos seios empinados, ela aumentou a velocidade rebolando mais rápido e ele a segurou pela cintura ajudando em seus movimentos. Bulma abriu os olhos por um instante e quase se desmanchou ao vê-lo de boca aberta e com os olhos mais negros que ela já viu, apertava as coxas em volta do quadril largo do homem e rebolava esfregando nele sentia os testículos dele esfregar em sua bunda e aquela sensação era indescritível.

Vegeta sentiu que ela estava começando a ficar cansada e girou novamente o com ela na cama, se colocando entre as pernas dela, sem sair de dentro, apoiou os cotovelos em cada lado da cabeça dela e começou a se movimentar arrancando gemidos da mulher, entrando e saindo sem parar, sem dar tempo dela respirar e depois de alguns minutos assim Bulma sentiu aquela sensação dolorosa em sua pélvis seu corpo começou a tremer e gozou mordendo os lábios e apertando os olhos, Vegeta aumentou a velocidade e gozou em seguida e assim que seu corpo se acalmou do orgasmo saiu de dentro dela, precisava respirar. Caiu por cima do corpo pequeno e afundou o rosto no pescoço dela estava suado e a respiração entrecortada. Bulma não sentia as pernas, o coração não parava de bater precisava de fôlego e não conseguiu segurar as lágrimas, estava tentando, mas foi em vão, Vegeta olhou pra ela chorando e não entendeu nada.

— O que foi Bulma eu te machuquei? – ele perguntou preocupado.

— Não... – ela soluçou.

— E o que foi? Porque você está chorando desse jeito?

— Não é nada... – ela mente tentando parar de chorar.

— Menina boba, para com isso vai, sabe que odeio ver você chorando. – ele secava as lagrimas dela sem entender porque ela estava assim.

— Eu te amo Vegeta, muito...

— Eu também te amo, agora para com isso. – ela seca o rosto com as costas da mão e Vegeta beijou seu rosto em todo canto a fazendo ri.

...

Passaram à tarde na cama cochilando e se amando e a noite Raditz foi até lá para ver como o amigo estava e acabou jantando com eles. Depois de jantarem Bulma os deixou conversando na sala, Raditz tinha levado uns documentos da delegacia para Vegeta ver e deixou os dois sozinhos para conversar e foi para o quarto arrumar seus materiais para o dia seguinte. Arrumou os seus materiais e depois foi arrumar umas coisas no guarda-roupa para tentar se ocupar, olhou para o celular em cima da cama evitou mexer nele o dia inteiro, pois sabia que iria encontrar mensagens de Sam e ainda não sabia exatamente como iria resolver aquele assunto.

Sentou na cama e pegou o celular viu que tinha mensagem de Chichi também perguntando se estava tudo bem e começou a responder à amiga dizendo que sabia que deveria contar a Vegeta, mas não tinha coragem e que tentou fazer isso o dia inteiro, mas quando ele olhava para ela a coragem simplesmente sumia, e que tinha medo que ele descobrisse de outra forma e aí seria muito pior para ela explicar. Mandou as mensagens e ficou esperando Chichi responder, mas aí seu celular começou a tocar e era ele. Samuel. Suspirou fundo e pensou em ignorar a ligação, mas sabia que não adiantaria nada ele continuaria ligando e no dia seguinte teria que encará-lo na faculdade, era melhor fazer isso logo aproveitaria que Vegeta estava distraído com Raditz e atendeu:

— Oi Sam! – disse seca.

— Oi Bulma! Graças a Deus você atendeu, eu te liguei o dia inteiro, mandei várias mensagens.

— Eu não vi. – mentiu.

— Olha eu sei que você tá chateada comigo, mas, por favor, me deixa explicar...

— Você não deveria ter feito aquilo Sam! Você sabe que eu tenho namorado, você sabe que eu tô com o Vegeta!

— Eu sei Bulma, me desculpa por ter feito aquilo assim eu não resisti...

— Sam, eu gosto de você, você é um amigo incrível, mas por que você achou que deveria me beijar?

— Porque eu tô afim de você Bulma, acho que sou afim de você desde o dia que a gente se conheceu naquele corredor e não era assim que eu queria que você soubesse. – ele confessa e Bulma fica muda por uns segundos, merda, Chichi tinha razão, Vegeta tinha razão, mas como que ela nunca foi perceber?

— Sam, isso não pode mais acontecer, você não pode mais me beijar eu estou com o Vegeta e você sabe disso. – ela não sabia bem o que dizer diante daquela confissão, estava se sentindo ridícula por não ter percebido nada antes.

— Eu sei, por isso eu nunca te falei nada eu sabia que você iria me cortar...

— Sam você me beijou na frente de todo mundo, você tem noção do quanto isso pode me prejudicar? Se o Vegeta ficar sabendo disso...

— Eu sinto muito eu não queria te causar nenhum problema eu só não consegui resistir em ter você tão perto Bulma, você não faz ideia de como mexe comigo...

— Para Sam! Você tem que parar! Eu não sei quando isso começou, mas eu não posso e não vou corresponder a isso, você está confundindo as coisas.

— Não estou, eu gosto de você de verdade, você é linda, incrível, perfeita, eu sempre fiz de tudo pra você me notar, sempre fui o melhor dos amigos pra você saber que poderia confiar em mim... – Sam se declarava sem ter mais nada a perder, Bulma ouvia a tudo olhando pra cima e completamente sem ação, o que diria pra ele agora?

— Sam, por favor, esqueça isso, eu amo o Vegeta e aquele beijo não pode mais acontecer, você precisa esquecer isso que você acha que sente.

— Só não me afasta de você, só não deixa te falar comigo...

— Sam amanhã a gente conversa sobre isso, agora não é a melhor hora!

— Tudo bem, eu vou te esperar amanhã e a gente conversa, só não deixa de ser minha amiga, não vou suportar perder você...

— Tchau Sam!

Ela desliga o telefone sem responder a ele e joga o aparelho em cima da cama se sentou na mesma colocando as mãos na cabeça puta merda o que foi isso? Sam acabou de dizer que era afim dela e agora? O que vai fazer em relação a isso? Ele com certeza lhe deu todos os sinais e ela não tinha percebido, estava se sentindo ridícula por ter sido tão ingênua, exatamente como Vegeta dizia que ela era.

Tirou as mãos da cabeça e se levantou, mas o que viu agora fez seus olhos se arregalaram e suas pernas congelar olhou para a porta do quarto vendo Vegeta parado nela e ele olhava para ela com a mesma expressão. Bulma engoliu em seco ao se dar conta naquele momento de que Vegeta tinha ouvido toda a sua conversa...

...