By The Chance
18 Capítulo 18
Notas iniciais
2 meses depois...
Phil beijava o pescoço se Melinda, o que arrancava pequenos suspiros e gemidos de incentivos vindo dela. Quando ele chegou ao primeiro botão do pijama que ela usava, eles escutaram um choro vindo do quarto ao lado.
Coulson bufou e caiu ao lado de Melinda na cama, ambos um pouco ofegantes.
—Eu vou buscá-la. — Melinda conseguiu se recompor mais rápido.
Minutos depois, a chinesa voltou com a menina nos braços e se deitou com ela na cama, algo que faziam quase todas as noites. Skye recebeu um beijo do pai antes de se aconchegar em Melinda e se preparar para mais algumas horas de sono.
—Eu pensei que já teríamos passado dessa fase. — Phil se deitou ao lado delas, demonstrando sua frustração.
—Todos os livros de maternidade dizem que nessa idade, não deveríamos mais deixá-la dormir na cama dos pais. — Melinda respondeu, acariciando os cabelos da criança.
—Então vamos colocá-la de volta ao berço. — ele sugeriu, erguendo o corpo, feliz pela sugestão.
—Não hoje, Phil. Olhe para ela, está dormindo tão pacificamente. Não vamos perturba-la. — Melinda beijou a menina, procurando uma posição confortável. — Os livros também falam que é difícil desapegar.
—Então você está lendo livros sobre criar crianças? — ele perguntou, segurando o riso.
—Hey! Não me julgue. Eu não tive nove meses para me acostumar com a ideia de ser mãe. — Melinda respondeu, evasiva.
—Para mim, você está sendo uma ótima mãe. — Coulson se debruçou sobre elas, dando um beijo terno, May . -Porém, amanhã, Skye vai ficar no berço dela.
Ela sorriu, o beijando de volta e fechando os olhos, indicando que estava pronta para dormir.
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—Essa noite Skye vai permanecer em seu quarto. — Melinda anunciou, assim que eles a colocaram no berço e desceram para partilhar
—Hm... Okay. — Phil concordou, distraído.
—Vai dar mais trabalho que você acha. — Melinda brincou, terminando sua taça de vinho.
Skye acordou na hora de costume e logo parou de chorar nos braços do pai. Eles ficaram juntos enquanto ela adormecia novamente e Coulson a pos de volta ao berço.
—Viu, fácil. — Ele beijou Melinda e começou a puxa-la para fora do quarto. A chinesa sorriu e o segurou por alguns minutos no quarto, fazendo um gesto de espera.
Skye recomeçou a chorar em segundos. Melinda sorriu vitoriosa e se virou para o berço. A menina já tinha os bracinhos para cima, pedindo colo.
—Não, Skye. A mamãe não pode te pegar agora. — May sorriu, tentando passar confiança. — Eu e o papai vamos sentar aqui e esperar você dormir.
A criança observou ela se afastando para perto da cama ao lado do berço. Assim que se sentou ao lado de Phil, a criança recomeçou a chorar.
—Vai ser uma longa noite. — Melinda bufou.
Depois de duas horas e várias tentativas, finalmente Skye passou mais de 20 minutos dormindo. Eles seguiram abraçados para o quarto, realmente exaustos da longa noite de trabalho.
—Você já sabe o que quer fazer no seu aniversário? — Phil perguntou quando ela deitou-se em seu peito, antes de dormir. -É semana que vem...
—Eu acho que não precisamos fazer nada. — Melinda apoiou o queixo no peito dele, para poder olhá-lo. — apenas sou eu, ficando um ano mais velha...
—Não, não é assim. — Coulson fez um pequeno bico, pensativo. — Mao podemos deixar em branco. O que você acha de uma viagem?
—Para onde? — ela se interessou. Sair um pouco do clima da cidade soava tentador.
—Litoral? Skye ainda não conheceu o mar... — ele sentia que era a opção certa.
—Por mim, tudo bem. — ela concordou, já planejando sua futura viagem.
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—Você está virando uma daquelas donas de casa de série. — Romanoff bufou, ao sair de cima de May e levantar-se do tatame. — Vai acabar fazendo Pilates e passeando com cachorro daqui há umas semanas.
A ruiva zombava, enquanto Melinda relaxava no chão, com preguiça de executar qualquer movimento.
—Não é justo. Essa noite eu dormi muito mal porque estamos ensinando Skye a permanecer na sua própria cama. Ela acordou várias vezes durante a noite. — Melinda se levantou para buscar a garrafinha de água.
—Ela dormia com você? — Natasha jogou uma toalha nela.
—Sim, pelo menos parte da noite.
—Vocês não têm transado por causa disso não é? — a russa brincou e Melinda rolou os olhos.
—Não tem nada a ver com isso. — ela retrucou. — E minha vida sexual vai muito bem, obrigada.
—Pelo menos alguma de nós duas está transando regularmente. — Natasha bufou, socando inconsciente um dos pesos que pediam do teto. — Como está sendo essa vida de casada?
—Apesar de ter acontecido rápido demais, está sendo boa. Phil quer viajar no meu aniversário. Acho que vai ser a primeira comemoração adequada desde que eu era adolescente- Melinda exibia uma expressão sonhadora.
—E para onde vocês vão? — a russa parecia entusiasmada.
—Litoral. Não faço ideia de onde.
—E eu posso ir? — Melinda a encarou incrédula. — Okay okay, já entendi que vou ter que ficar aqui trabalhando. — Natasha sorriu, jogando uma garrafa de água na mulher.
—Prometo que você terá férias assim que voltarmos. — Melinda devolveu a garrafa com mais força.
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