Notas iniciais
Izabela quero lhe agradecer pela ajuda no cap e não sei como lhe agradecer por isso, muiitooo obrigado mesmo!

-O que foi?- se faz de desentendido

Nossa, isso me dá muita raiva. Corro meus olhos pelo banheiro e paro assim que vejo o corpo a minha frente. Meu Deus.

-Reclama tanto, mais sei que gosta de me ver assim –ele sorri.

-Eu ainda estou chateada com você, então não mude de ideia-Viro meu rosto, mas ele segura meu queixo

-Eu só escondo as coisas de você pro seu bem, eu não quero te perder-Diz olhando dentro de meus olhos.

Me perder, o que ele sabe sobre isso?

-Então você esconde mais coisas de mim? É muito bom saber disso- reviro os olhos e fico levemente irritada.

-Cassandra, me escuta pelo menos uma vez. — Ele cola seu corpo cada vez mais ao meu, e encaro-o nos olhos. Ah, aqueles olhos azuis lindos, seu brilho está diferente, está sincero.

-Eu sei me proteger sozinha, não precisa cuidar de mim. — ás vezes quero falar a verdade, o que eu sinto,mas meu orgulho atrapalha.

-Toda vez que você fala isso sempre acontece algo errado e você sempre se machuca- Ele mexeu no seu cabelo e voltou seu olhar pro meu.

Isso acontece também quando você tenta cuidar de mim.

-Nathan... — não terminei de falar, apenas senti seus lábios quentes nos meus.

O ar faltou e ele separou nossos lábios, mas ainda estava com seu corpo colado ao meu.

-Cassandra, eu não quero mais brigar nem discutir por coisa boba. Só quero te ver feliz, por mais que você me odeie, só quero o seu bem. Como a sua mãe.

Eu realmente gostaria de acreditar nisso. Resolvi me calar, como ele me pediu, talvez isso evite outra briga.

Nathan está diferente, mais meigo, calmo, deve ser pelo soco que eu dei nele. Eu me arrependo pelo soco, mas ele pediu e ninguém mandou mexer com a Cassandra.

Eu não tinha palavras, ele conseguiu me calar de uma maneira inexplicável e a única saída era beija-lo, minha boca estava praticamente se jogando pros lábios dele. Coloquei minha mão em sua nuca e o puxei pra um beijo. Um beijo calmo, e apaixonado, mas também com um lado de medo, como se o mundo fosse acabar naquele instante.

Ele me puxou pro seu colo e entrelacei minhas pernas em sua cintura e me lembro de que ele ainda estava pelado, parei o beijo e afundei minha cabeça entre seu pescoço. Coro.

-Não precisa ficar assim, você já viu tudo e mais um pouco- ele ri.

-Seu idiota. –resmungo e o beijei novamente.

Ele me carregou pra fora do banheiro e me colocou na cama ficando em cima de mim, mas tomando cuidado com seu peso. Distribuiu beijos por toda a região do meu pescoço e estava indo pros meus seios, só que os mesmos estavam cobertos pela blusa do pijama. Ele me ajudou a tirar e a jogou em algum lugar do quarto. Novamente levou sua atenção pros meus seios, começou a passar sua língua em volta do meu mamilo enquanto apertava o outro. E eu arfava de prazer, estava sentindo minha calcinha molhada. Ele parou e fez a mesma coisa com o outro mamilo, só que com uma das mãos ele foi até meu short e começou a passar a mão na minha intimidade ainda por cima do pano, até que colocou sua mão e com os dedos estimulou-me. Meu corpo estava quente com o toque de Nathan, é incrível o poder dele sobre mim. Estava quase gozando quando ele tira os dedos.

-Poxa Nathan- Resmunguei

-Calma Cassandra, ainda tem muito mais –ele pisca pra mim.

Ele tirou meus shorts e a calcinha de uma vez só e pegou a camisinha que por incrível que pareça, já estava separada em cima da escrivaninha. Rasgou o pacote com as mãos e colocou, se posicionou e assim me penetrou me fazendo soltar um gemido. Ficamos assim por bastante tempo, até que ele começou a se movimentar.

Meus gemidos aumentavam e diminuíam de acordo com as investidas dele. Mordo o lábio e abafo um pouco os gemidos. Nathan inclina o corpo.

- Vamos baby, eu quero te escutar. – murmura no meu ouvido.

Suspiro pesadamente e solto meu lábio, soltando um gemido, por conta do tesão que só aumentava. Nathan soltou gemidos secos e curtos, enquanto apertava o meu quadril contra o seu.

Estou a ponto se sucumbir em minhas próprias sensações, que estão tão extremas que mal consigo raciocinar direito. Meu corpo está tremulo e o suor escorre por ele.

Nossos corpos se mexem sincronizados e algo cresce dentro de mim.

- Nathan... – gemo o seu nome sem fôlego.

Controlo os meus gemidos, estou quase a ponto de gritar. Meu coração está tão acelerado que eu nem tenho folego para tal ato. Ele debruça sobre mim e consigo escutar sua respiração pesada. Agarro os lençóis e não consigo mais me segurar, acabo chegando ao ápice e gritando o nome de Nathan, o que me fez corar ainda mais. Nathan chegou um pouco depois de mim e sussurrou o meu nome perto do meu ouvido.

Ele saiu de mim e caí do meu lado, ambos com as respirações aceleradas, depois daquela noite de prazer. Ele ficou alguns minutos mexendo no meu cabelo e depois se levantou, segui seus passos com meus olhos e vi ele com uma blusa e uma cueca. Colocou sua cueca e me deu a blusa pra eu vestir. Aproveitei e peguei minha calcinha. Quando ele se deitou na cama eu me levantei.

-Vai aonde?- pergunta ele cauteloso.

-Não sei, estou pensando em te expulsar do meu apartamento, pois ainda estou chateada com você. — eu não estou chateada e sim só brincando com a cara dele.

-Poxa Cassandra, depois do que a gente acabou de fazer você ainda está assim?-disse ele sério se levantando e vindo até mim.

-Calma. -é melhor eu parar — Eu só estou brincando.

-Ah, acho bom mesmo. – ele sorri.

- Vamos voltar pra cama. Estou com sono e cansada- disse sem maldade, pensando em tudo o que eu passei quando fui pega pelo Miller.

Nathan me olha com uma cara de tipo; “claro que estamos cansados, olha o que acabamos de fazer.”

-Para com esse olhar Nathan, você não é tão pervertido assim. — disse e coro me jogando na cama e pegando no sono tentando me esquecer de todos os problemas que passei hoje.

**

Acordei sem sentir o Nathan na cama, levanto com um salto e o vejo em um canto do quarto.

- Não faça mais isso. – ofego e coloco a mão no peito- Quase me mata de sustos.

Ele sorri e se aproxima.

- Não tive intenção de te acordar. – ele fica de frente comigo.

- Que horas são?- murmuro.

- Hum... Seis e pouco.

Levanto com um salto, quase caindo em cima em dele. Corro para o banheiro e tomo uma ducha rápida.

- Por que o desespero?- Nathan aparece no banheiro.

- Eu tenho faculdade. – fecho a ducha e me enrolo na toalha- Não posso faltar.

Ele revira os olhos e depois sorri.

Troco-me bem rápido, como alguma coisa simples na cozinha e pego a chave do carro, quando sou parada pela mão forte do Nathan.

- Eu te levo. – ele sorri.

Vamos até a garagem e eu vou ditando o caminho.

- Nathan era lá!- grito.

Ele ri e faz o retorno. Paramos em frente a faculdade.

- Tchau. – abro a porta e coloco o pé pra fora.

- Espere. – ele me puxa de volta- Vou vir te pegar hoje.

- Tudo bem. – levanto.

- Ainda não acabei. – ele em puxa de volta.

- Fala logo. – resmungo.

Ele me encara sério. Seus olhos azuis fitam os meus.

- Esquece. – ele balança a cabeça- Boa aula.

- Obrigada.

Dou um leve selinho nele e saio do carro.