Burning Desire

8 Capítulo 8


Notas iniciais
Hey minha moras, não vou me estender aqui pq como diz minha vó eu "to morta com farrofa", to só o pó, morrendo de cansado feat com sono. Maior capítulo até agora pq eu fui escrevendo e escrevendo e quis por tudo de uma vez nesse. Muito obrigada meninas minhas flores mais uma vez pelos favoritos e comentários que eu vou responder amanhã. Gabi Salvatore, ManuhhH92, Malanie Gilbert, Alexandra marques, minha fofa Readergril e Thaís, muito muito obrigada. E fantasminhas apareçam eu não mordo tá rsrss Enjoy, espero que gostem

A morena encontrava-se impaciente na imensa sala da mansão Salvatore. De braços cruzados e batendo o pé freneticamente ela zapeava pelos canais da TV, sem conseguir algo que realmente a agradasse.

Fazia algumas horas que Damon trancara-se em seu escritório, desde que recebera uma ligação e April acabara de se retirar para o quarto dizendo ter deveres da escola para terminar.

Mais de 200 canais, e nada que preste!

Bufou exasperada e desligou o aparelho. Mal se deu conta de que seus pés a estavam levando exatamente na mesma direção por onde Damon fora antes.

Seguiu por um extenso corredor, um pouco mal iluminado, ela pensou. A não ser por um pequeno abajur, em cima de uma mesa encostada à parede bem no meio do local, tudo estava numa ligeira penumbra.

Mesmo com a pouca luz pode perceber que a decoração seguia a mesma do restante da casa. E nas paredes havia ainda mais quadros. Ela adorava esse lado dele, fascinado por obras de artes.

A quem queria enganar, ela já tinha plena consciência que gostava de tudo relacionado aquele homem, que estava mexendo muito consigo. Com suas crenças, e principalmente, ele mexia e confundia seus sentimentos.

Adentrou sem bater ou se anunciar, pela única porta existente no final daquele corredor e encontrou-o sentado, diante de uma imponente mesa de madeira escura e polida.

Este estava tão concentrado em ler algo em seu computador, que ao menos notou sua presença. Passou a olhar cuidadosamente aquele espaço e definitivamente decidiu que era o que mais gostara de toda a mansão. Não era um escritório, pelo menos não era como ela sempre imaginara ser o escritório de um milionário.

Estava mais para uma biblioteca, a julgar pelas paredes que continham estantes enormes que as tomavam por completo e que iam do teto ao chão. Fora a que ficava atrás da mesa, todas as outras, estavam abarrotadas por livros de todos os tipos.

A mesa de trabalho estava perfeitamente arrumada, com alguns papéis empilhados de um lado, uma pequena luminária, e do outro lado um moderno computador.

Diferente das outras a parede, atrás daquele móvel era mais claro, dando um contraste com o resto do cômodo todo escuro. E deixando ainda mais evidente mais duas pinturas de Van Gogh, que estavam penduradas ali.

– Sabe senhor Salvatore, tenho que dizer que estou cada vez mais intrigada. – Damon deu um pequeno sobressalto na cadeira assim que a voz melodiosa ecoou por seus ouvidos. – Por que sempre Van Gogh?

Ele largou os papéis que estava lendo os deixando sobre a mesa só para apreciar a imagem de Elena, parada diante da porta de braços cruzados e um sorriso lindo na face.

– Ora senhorita Gilbert, por que simplesmente gosto. – Fez um gesto pedindo pra que ela se aproximasse. – Mas o que a senhorita faz aqui?

– Tédio. – Descruzou os braços e permaneceu no mesmo lugar.

– E onde está April?

– Subiu tem uns 20 minutos.

Deu de ombros como quem não quer nada e continuou a olhá-lo de onde estava. Os dois em silêncio apenas se admirando. E Elena perguntava como poderia existir alguém com tamanha beleza como Damon Salvatore.

Olhando-o ali sentado exercendo tão bem a posição de executivo e advogado poderoso, o deixava ainda mais sexy e tentador. E fazia seu desejo por ele crescer ainda mais. Ela queria tanto senti-lo, ansiava por ver aquele corpo desprovido se qualquer veste, desejava-o em cima dela, lhe fazendo sua por completo.

– Você já terminou? – Foi se aproximando lentamente, como uma felina pronta pra atacar.

– Quase.

Pode ouvi-la murmurar um “hum” e sem que esperasse quando menos percebeu estava sentada em seu colo, uma perna de cada lado do seu corpo.

As mãos másculas imediatamente foram parar na fina cintura apertando-a e fazendo-a ofegar, e levar suas próprias mãos para o pescoço do moreno de olhos lascivos sobre si. Ronronando próxima ao seu ouvido ela perguntou.

– Tem certeza?

– Acho que isso pode esperar.

Um amplo sorriso escapou dos lábios da mulher antes de cobrir aqueles lábios carnudos com os seus. Beijaram-se vorazmente por longos e intermináveis minutos. Os únicos sons ouvidos naquele instante eram os pequenos suspiros que escapavam por ambas as bocas famintas uma da outra.

Pareciam não querer ficar longe e insistiam em prolongar aquele momento, como se não precisassem de oxigênio, mas precisavam, seus pulmões já queimavam implorando por ar e foi só aí que se afastaram.

Porém era uma distância mínima, os narizes e testas coladas, os lábios ainda roçando um no outro enquanto respiravam, pesada e ruidosamente. Encaravam-se com tamanha profundidade, como se pudessem ver através de suas almas.

A pausa para respirar, no entanto não durou mais que alguns míseros segundos, pois logo Elena já havia encontrado um novo alvo pra suas carícias. Primeiro arrastou a ponta do nariz pela mandíbula e depois mordiscou o queixo, recebendo um suspiro e um aperto mais forte na cintura, certa de que ficariam marcas depois.

Ainda usando o nariz chegou à pele branca do pescoço onde inalou profundamente, aquele cheiro tão característico de Damon, odor amadeirado junto com loção pós barba e algo mais que ela identificou como um cheiro natural dele.

Era tão bom que ela gemeu em aprovação, só para depois levar sua boca aquele pele macia disposta a deixar sua marca. Beijou chupou e mordeu, e cada suspiro, aperto e gemido de Damon eram como música para seus ouvidos.

Estava tão concentrada em sua tarefa que nem percebeu que movimentava seus quadris em direção ao do moreno, só percebeu assim que sentiu a rigidez abaixo de si.

– Damon.

Afastou-se para olhá-lo e encontrou de olhos fechados. E quando as orbes azuis a encararam de volta, ela percebeu o desejo explícito através da cor enegrecida das mesmas.

– Vê o que faz comigo pequena? – A voz dirigida a si não passava de um sussurro rouco e deixou-a ainda mais apertada do que já estava. – Eu fico assim só de te ver Elena.

Incapaz de controlar seus movimentos investiu mais uma vez contra ele e recebeu as mãos grandes em suas coxas, apertando-a e fazendo-a ficar no mesmo lugar.

– Por favor.

Não sabia o que estava implorando e também não deu tempo para que Damon sequer respondesse. Pois logo o beijou com ainda mais paixão e loucura. Queria muito senti-lo e era isso que faria.

Terminou o beijo de forma abrupta e logo desceu do colo do rapaz para ajoelhar-se no chão ao lado dele. Damon olhou-a ainda atordoado, mas compreendeu assim que teve as pequenas mãos desafivelando seu cinto. Levou as suas pra contê-la.

– Pequena, não.

– Eu quero me deixe cuidar de você.

Um pequeno maneio de cabeça foi o suficiente para um pequeno sorriso surgir no belo rosto a sua frente. Antes de prosseguir Elena ainda levantou-se e selou seus lábios mais uma vez.

Com ajuda do próprio Damon ela conseguiu retirar as peças que a impediam de ter o que mais queria no momento. Sua primeira reação foi de espanto, assim que o membro enorme, grosso, branco e cheio de veias pulsante pulou para fora da boxer vermelha apontando em sua direção.

Céus!

Nunca pensou que seria tão bonito, não era a primeira vez que via um de verdade, se contasse à vez que viu Tyler e Ashley, mas seria a primeira vez que tocaria e também teria em sua boca.

Gemeu só em pensar, e movida apenas por seus extintos inclinou-se para beijar a ponta rosada. Não satisfeita o levou inteiro para sua boca e o que não coube ela compensou com as mãos.

Começou assim sugando e acariciando, logo ditando um ritmo que agradasse os dois. Os gemidos e suspiros do moreno eram seu maior incentivo.

Gostava da sensação que se instalava pouco a pouco dentro de si. A sensação de que era ela e mais ninguém a causadora das reações de seu amante.

– Elena... ah...pequena.

Era bom ouvi-lo implorar pedir por ela. Elena nunca imaginou que fosse tão bom assim e não conseguia parar de pensar em como seria quando estivesse sendo preenchida por ele. Sugou e lambeu repetidas vezes, muitas vezes.

Até que o corpo de Damon começasse a dar indícios do que viria a seguir e ela retirasse sua boca e continuasse a movimentar só com as mãos. Seu moreno chegara ao ápice chamando por ela, derramando-se em suas mãos.

Sorriu satisfeita com seu trabalho e iria levar seu deus até a boca se Damon não tivesse segurado seu pulso e puxado-a para seu colo novamente. Beijou-a com toda urgência que sentia no momento, com toda excitação dentro de si. A tomaria para si naquela mesa.

Ergue-se a levantando pelas coxas mantendo-a em seu colo, jogou tudo que havia ali no chão e a deitou. Tinha pressa, Elena podia ver em seu olhar e constatou de fato quando teve seu vestido erguido até a cintura e sua peça íntima retirada com um puxão.

O teria repreendido se houvesse tempo, mas tudo ficou sufocado em sua garganta quando a boca quente e exigente de Damon abocanhou sua intimidade úmida.

Sem piedade alguma ela passava a língua aberta em toda extensão de sua vagina só para depois morder e chupar seu clitóris. Era enlouquecedor e inebriante, tudo parecia girar a sua volta e ela esforçava-se para conter os gritos, o que era quase impossível.

– Damon...ah.

– Isso geme pra mim princesa.

Fez questão de assoprar em sua abertura assim que pronunciou frase, com a voz mais lasciva e maliciosa que ela já ouvira. E continuou a morder sugar e lamber. Espalhando todo sulco da morena, deliciando-se com ele.

Elena nunca se sentira tão molhada, tão apertada como estava no momento. Seu íntimo gritava por liberação. Que não demoraria a chegar devido ao ritmo que o moreno assumira.Queria levá-la ao paraíso de certo.

Sentiu a mulher tremer sobre si, e fechar as pernas apertando-o contra seu sexo, era estimulante e ele não parou, continuou implacável. Mais uma sucção no montinho inchado, e Elena derramou-se naquela boca maravilhosa.

– Ah meu Deus...Damon.

Suada extremamente ofegante e quente como o inferno foi como Elena despertara em sua cama.

Um sonho!

Tudo não passara de um sonho, ela não podia crer naquilo. Foi tão real, ela jurava que podia sentir a boca de Damon em si, instigando, enlouquecendo-.

Definitivamente estava louca, o desejava tão profundamente, que agora até sonhos eróticos tina com ele. Tinha que acabar com isso logo precisava tê-lo nem que fosse somente uma vez pra poder saciar essa vontade.

Ainda arfando foi até o banheiro a fim de livrar-se daquele calor. Assim que a água fria caiu em seus ombros se permitiu relaxar e recordar do fim de semana incrível que passar com os Salvatores, principalmente com Damon.

Ele tinha sido tão incrível com ela, depois do momento quente que compartilharam a beira da piscina ficaram apenas se curtindo antes de Madeleine os chamar para o almoço.

Mais tarde como combinado os três foram ao cinema ver um filme que ela ao menos sabia qual era por que estava muito mais interessada num certo moreno de olhos azuis, todo lindo e cheiroso sentado bem ao seu lado.

April que parecera estar muito interessada no tal filme que não ficou muito feliz. Elena deu uma pequena gargalhada ao lembrar-se de todas as reclamações da menina. Coisas como:

Eu nunca mais vou a nenhum lugar com vocês dois.

Da pra parar de se beijar o tempo todo, eu quero ver o filme.

E a melhor parte foi ver a garota sair bufando e ir sentar em uma poltrona bem distante dos dois. Ela e Damon não puderam conter o riso e ainda viram a sombra de April lhes dar língua.

April ficara realmente irritada, porém eles só estavam fazendo tudo que qualquer casal faria numa sala de cinema. O que acabou incomodando também outra pessoa. A morena cerrou os punhos ao lembrar-se daquela ruiva.

Assim como a irmã de Damon, uma mulher que estava sentada bem atrás dos dois, reclamava também e Elena até virou-se para pedir desculpas, mas quando viu que a oferecida estava era concentrada em secar e chamar atenção de seu moreno, ela não pensou duas vezes antes de ajeitar-se no seu lugar e beijá-lo de forma ainda mais quente. Só pra mostrar pra aquela mulherzinha que Damon tinha dona.

E ainda teve que ouvir o moreno rindo dela quando contou que a ruiva oferecida tava dando em cima dele, suas palavras estavam gravadas em sua mente.

Você fica tão linda com ciúmes, princesa.

Saiu do banho assim que suas mãos estavam bastante enrugadas, sinal de que tinha ficado muito tempo divagando em suas lembranças.

Assim que alcançou o quarto pôde ver seu celular piscando incessantemente sobre a cômoda e foi com um sorriso que o atendeu depois de olhar o identificador de chamadas.

– Não consegue mesmo ficar longe de mim hein Salvatore. – Pode ouvir a risada rouca ecoar do outro lado e isso a aqueceu imediatamente.

– Sabe, eu acho que na verdade você é uma bruxa e me enfeitiçou. – Dessa vez foi ela quem riu. – Bom dia princesa, dormiu bem?

– Sim e você?

– Teria sido melhor se estivesse comigo.

Sentiu-se enrubescer no segundo seguinte, mas ainda assim sorriu. Não sabia se era sua falta de experiência como sexo oposto ou se todos os homens eram assim. Não. Ela tinha certeza que somente Damon era assim, lindo e especial. Daqueles que toda a mulher sonha em casar um dia.

Casar.

A palavra lhe provocou muitas sensações. Será que bem lá no fundo ela nunca sonhou com isso. Quer dizer casar como um homem ter filhos e formar família.

E tinha Rebekah, não podia esquecer que a pouco mais de umas semanas havia pedido a loira em casamento. Mas será que queria isso agora, depois de conhecer e estar tão envolvida com Damon, ainda queria seu relacionamento com a namorada de volta.

– Elena?

–Oi. — Pensei que tivesse desligado na minha cara. – Os dois riram. – Queria muito almoçar com você hoje.

– Queria, não quer mais?

– Eu quero, só não sei se vai dar to cheio de trabalho aqui.

Ela o ouviu suspirar e imaginou que estivesse passando as mãos no cabelo. Em poucos dias de convívio ela pode perceber que essa era uma das manias dele quando estava nervoso ou cansado.

– Entendo, a gente pode marcar outro dia que tal.

– Tudo bem, mas eu realmente queria te ver hoje. “Tô” com saudade

A última frase foi pronunciada de forma manhosa e ela riu baixinho, amava quando ele fazia manha e principalmente quando era seguida daquele biquinho fofo, que ela tinha vontade de morder cada vez que via.

– Damon a gente ficou junto o fim de semana inteiro.

– Eu sei, mas o que posso fazer se você é minha droga particular e estou totalmente viciado.

Ela rira mais uma vez com o pequeno tom de indignação que ele usara.

– Vamos fazer assim ok? Você tem aula agora a tarde não é mesmo? – Ela confirmou com um pequeno “hurum” . – Então eu passo ai pra pegar April e você pra jantar lá em casa tudo bem?

Elena queria muito recusar o pedido, afinal ela achava que não era muito saudável ficar tão grudados assim. Ainda tinha o fato de que agora ele também afetava seus sonhos, além de que ela também não tinha lhe contado a verdade e estava ficando cada vez mais difícil olhar aquela imensidão azul e mentir.

Porém ela parecia sentir uma necessidade sobrenatural de estar com Damon. Se ele achava que ela era uma droga e estava viciado. A morena tinha toda certeza que ele também era como uma droga pra ela. E ela precisava muito da sua dose diária de Damon.

– Tudo bem.

–Ótimo, até a noite então, beijos.

– Até.

Jogou-se na cama ainda enrolada na toalha e fitou o teto pensando o quão longe ainda iria essa mentira. Mas ela tinha medo de contar. Medo do que Damon pensaria assim que soubesse que era lésbica, pior temia que ele a rejeitasse, ela sabia que não suportaria isso. Não poderia jamais viver com Damon lhe ignorando ou até odiando-a.

Sentiu uma pequena lágrima solitária escorrer por sua face direita só de pensar em tal possibilidade. Logo tratou de levantar e se obrigar a por uma roupa, tinha que preparar algo pra comer e depois ir até a Flower’s.

[...]

Mal havia terminado de limpar toda a bagunça que fizera ouviu o telefone tocar. Não estava a fim de falar com ninguém no momento então deixaria a secretária fazer seu trabalho.

– Oi Lena, é a Bekah...

Sentiu o coração disparar e seu estômago dar voltas quando ouviu aquela voz.

– Eu liguei no celular e você não atendeu, não sei se ta me evitando, mas, é importante...

Esquecera o celular no quarto e no silencioso ainda mais. Em passos rápidos chegou até a sala e tirou o telefone do gancho

– Bekah? – Queria que sua voz não saísse tão tremida, porém não conseguiu.

– Oi Lena. – Pode ouvir alívio na voz da outra além de um pequeno sorriso e se permitiu sorrir também. – Pensei que estivesse me evitando ainda.

A voz de Rebekah era calma e doce, e a fez lembrar-se de quando começaram a se envolver.

– Não... não, eu deixei o celular no quarto. – Ouviu um “hum”. – Então o que era tão importante?

– Ah sim. Bem...eu acho que a gente tem que conversar não é? Resolver as coisas.

Não sabia se estava pronta para rever a loira ou se ao menos queria isso, mas concordava que precisavam se resolver o mais rápido possível. Não era saudável pra nenhuma das duas ficar assim, se evitando, afinal tinham uma história bonita antes de tudo desabar.

– Claro.

– Que bom, será que você pode vir até o estúdio?

– Sim, mas por que aí?

– Nada em especial, só acho que aqui é um lugar mais neutro. Você pode vir agora?

– Sim ainda tenho um tempo antes da aula, chego aí em alguns minutos.

– Tudo bem, até mais.

– Tchau Bekah.

Sentia estranha como se alguma coisa fosse acontecer, mas decidiu afastar esse pensamento.

Rebekah tinha razão precisavam se resolver e quem sabe se acertando logo com a loira não seria mais fácil falar com Damon.

[...]

Pegou suas coisas e como disse em poucos minutos estava na frente da pequena construção, chegou a recepção e estranhou não ver a ruivinha. Laura a secretária de Rebekah, mas já era hora do almoço, devia ter saído talvez por isso, sua namorada marcara ali, por não ter ninguém.

Andou até a sala da loira e não achou ninguém, segui pelo corredor e foi até onde as fotos eram tiradas. Assim que entrou tudo estava escuro.

– Bekah?

Ninguém respondeu.

– Bekah você ta aí?

Mais silêncio, Elena já ia sair quando uma luz acendeu bem na sua frente, mostrando um cano que ela identificou sendo de pole dance.

– Rebekah?

Outro feixe de luz e este revelou a imagem de uma mulher só de lingerie. Forçando um pouco a vista Elena percebeu que não era Rebekah ali.

– Que brincadeira é essa?

– Não tem brincadeira nenhuma meu bem. – A mulher respondeu com uma voz sensual. – Só aproveite é tudo pra você.

Logo após a batida de uma música invadiu o ambiente e a mulher começou a movimentar-se de acordo com ela. Era uma mulher atraente Elena não podia negar cabelos curtos que chegavam a tocar os ombros, ruivos, pele branca e olhos verdes. E sabia dançar, ou melhor, dançava pra seduzir.

A morena alcançou a porta e quando tentou abrir percebeu que estava trancada.

– Olha eu não sei quem é você ou por que esta fazendo isso, mas é melhor você abrir essa porta.

A morena tentava se fazer ouvir, mas era quase impossível com aquela música tocando tão alto. A ruiva parecia não ligar para seus protestos e continuava com sua dança.

Rebolando, esfregando-se despudoradamente no poste, passando as mãos por todo o corpo e a encarando de forma selvagem.

Até que sentiu um sopro em seu pescoço e assim que virou deparou-se com Rebekah também trajando peças íntimas.

– Que foi amor não ta gostando? – A loira tinha um sorriso provocante e cheio de malícia em seu rosto.

– Que palhaçada é essa?

– Não tem palhaçada nenhuma Lena, eu contratei a Sage pra você, pra nós amor.

– Rebekah isso não tem graça, me deixa sair daqui eu quero sair.

– Eu sei que não é verdade amor. – Colocou uma mecha do cabelo castanho para trás e beijou o pescoço provocando um arrepio em Elena. . – Você quer participar da nossa brincadeira tanto quanto eu.

Sussurrou e depositou um selinho nos lábios da outra antes de ir até a dançarina, que agora Elena sabia se chamar Sage, e começar a dançar com a mesma.

Começaram a dançar, mas logo tudo se transformou em sexo com roupas, as duas se esfregavam, se tocavam e se beijavam de forma totalmente quente.

Elena não queria estar ali, não queria olhar a cena diante de si, mas ter Rebekah beijando outra mulher na sua frente estava deixando-a completamente excitada.

Rendeu-se e acabou sentando-se num sofá que havia ali, estrategicamente colocado bem na frente do palco, onde as duas estavam.

Rebekah percebendo o movimento parou de beijar Sage e olho-a logo a chamando pra participar ao que ela negou. Trocando um olhar cúmplice com a ruiva, as duas foram ao encontro de Elena engatinhando, totalmente sexys.

A loira foi a primeira a lhe beijar, depois convidando a dançarina para um beijo triplo. Assim Elena se entregou, esqueceu-se completamente de sua aula e do mundo lá fora. Passou toda a tarde fazendo sexo, trocando de parceira. Hora com Sage hora com Rebekah, até as três juntas. Várias posições, dupla penetração, 69, triângulo e só pararam até estarem completamente exaustas e acabadas no chão.

[...]

Depois de algum tempo, Sage encontrava-se dormindo e Rebekah parecia estar também. Somente Elena permanecia de olhos abertos, estava completamente inundada pela culpa.

Céus o que eu fiz?

Rapidamente se levantou e começou a pegar suas coisas, diferente do que imaginou a loira não estava dormindo e assim que viu a morena ir até a porta levantou-se também.

– Onde você vai?

– Me dá a chave.

– Elena.

– Me dá logo porra.

A outra se assustou pela forma que ela gritara, nunca havia agido assim por mais raiva que tivesse.

– Elena a gente tem que conversar.

– Conversar? – Ela riu sem humor nenhum, ainda gritando e passando as mãos pelos cabelos, tentando impedir que as lágrimas viessem. – O que você tem pra conversar em Rebekah, já não basta esse circo que você armou. Eu só quero ir embora daqui.

– Elena isso era pra ser nossa reconciliação. Pensei que tivesse gostado.

A morena riu histericamente e começou a puxar seus cabelos enquanto andava de um lado para o outro daquele lugar, o que só contribuiu pra deixar sua namorada ainda mais assustada do que já estava. Nunca a tinha visto daquela forma, ela estava praticamente fora de si.

– Oh você pensou não é mesmo. E sabe o que é pior? É que você esta certa, eu gostei Rebekah gostei muito. Mas você sabia não é, afinal sempre consegue tudo de mim assim, com sexo. – Agora era a vez da loira se derramar em lágrimas diante das palavras duras lançadas contra si. – Eu to com nojo de você.

– Não Lena, não diz isso.

– Pior Rebekah. eu to com nojo de mim, eu to com nojo de mim.

Diante disse Elena não consegui conter mais seu choro e sentou-se abraçada aos joelhos. Rebekah até quis se aproximar, mas logo foi detida.

– Não chega perto de mim!

O grito de Elena fora tão forte dessa vez que acordara até Sage que nem sequer dava algum indicio de que estava viva pelo menos.

Assim que a sala foi aberta a morena não pensou duas vezes em sair correndo dali, ouvindo ainda os chamados de Rebekah e não se importando nenhum pouco.

Correu pelas ruas banhada em lágrimas, não sabia pra onde ir não sabia onde estava tudo que ela mais queria no momento era desaparecer. Andou sem rumo nenhum até ouvir o toque de seu celular, o deixou tocar por pelo menos umas três vezes seguidas antes de finalmente atendê-lo.

– Princesa, até que enfim.

A voz preocupada do outro lado da linha só fez com que mais lágrimas caíssem sem parar.

– Elena onde você ta, April disse que não apareceu na academia hoje.

Antes que pudesse evitar um soluço esganiçado saiu de seus lábios trêmulos.

– Da... Damon.

– Elena o que houve onde você ta?

– Eu... eu não sei. —

Calma eu vou te encontrar ta bem?

Ela sentia a preocupação e o nervosismo na voz do rapaz, enquanto ele aprecia pegar as chaves a bater alguma porta.

– Só vem logo...eu...eu preciso de você

Notas finais
E então? Próximo ela já conta pro Damon, qual será a reação dele? Digam o que acham que ele vai fazer? Rebekah aprontando e não vai parar por aí, digamos que ela vai usar esse "probleminha" da lena pra se aproveitar dela. Não estendi muito o hot das duas pq sei que vcs não gostam e também eu não sei escrever cenas assim kkkkkkk Nem o hot Delena ficou bom rsrsrs Bom, beijinhos e até mais.