Burning Desire
7 Capítulo 7
Notas iniciais
Elena acordara sentindo-se mais que bem naquela manhã ensolarada de sábado.
Recordava-se de abrir os olhos preguiçosamente, acostumando-se com a pequena claridade existente no quarto e foi aí que percebera não estar no seu próprio.
Este ao contrário era bem amplo, a cama em que se encontrava certamente tinha o dobro da sua e estava coberta por lençóis brancos. Havia três portas, uma a sua esquerda que mais tarde ela comprovara ser o banheiro, também bem maior que seu quarto no apartamento do Brooklyn, a da direita dava acesso a um extenso corredor cheio de mais portas e por último uma no canto que ela imaginou ser um closet.
Tinha uma enorme janela que ia do cão ao teto e que estava coberta por uma espessa e pesada cortina vermelha e era por ela que pequeno. As paredes eram todas em tom creme, a decoração, no entanto era muito familiar aos olhos. Acima da cabeceira mais um dos inúmeros quadros de Van Gogh, e foi ai que ela soube onde estava.
Fleches da noite anterior invadiram-lhe a mente plantando um sorriso bobo em seu rosto. O restaurante, a conversa e beijos em um banco do Park, e o cachorro-quente.
Céus! Não acreditava no que havia feito. Ela levara mesmo um bilionário para comer lanche na rua? Estava morrendo de vergonha, mas Damon parecia ter gostado não? Ao menos sua expressão denunciava que sim. Ou talvez só tivesse feito para agradá-la.
Bom não havia nada que pudesse fazer para mudar isso. E ela havia gostado bastante de tudo. Da conversa que fluía naturalmente e principalmente havia adorado todos os beijos.
Não sabia qual segredo possuía aqueles lábios rosados, mas fora capaz de viciá-la em muito pouco tempo. Tinha a nítida impressão que poderia beijá-los para sempre e nunca cansar.
E foi assim aos beijos que ela fora convencida a ir com ele para mansão. Foi também aos beijos que chegaram à sala. Mal dera tempo para que Damon fechasse a porta e ela já havia o atacado mais uma vez o que fez com que o moreno a prensasse na parede mais próxima.
Tinha noção das mãos máculas passeando por todo o corpo e sentia-se totalmente entorpecida por isso. Quando o ar se fez necessário sentiu que deixou sua boca para distribuir chupões e lambidas, por seu colo e pescoço. Não podia fazer nada a não ser gemer e agarrar os cabelos negros entre os dedos.
Aquela penugem negra que parecia pedir por suas carícias a todo instante. Sempre quis afundar seus dedos por ali e saber como eram. Só comprovou o que já imaginava, eram muito macios e estavam completamente a sua mercê agora.
Damon já não podia controlar-se mais, ter Elena daquela forma grudada em seu corpo o estava excitando ainda mais. Não pensou que pudesse sentir ainda mais desejo por aquela mulher, mas estava enganado. Estava prestes a explodir. Precisava de Elena e precisava agora.
Enlaçou a perna morena na altura de sua cintura e soube que ela sentiu o quanto excitado estava, assim que um gemido sôfrego escapou dos lábios inchados.
Não aguentaria mais um segundo sequer, por isso não demorou a pega-la no colo e os encaminhar para o sofá. Sabia que não tinha forças no momento para conduzi-la até o quarto.
Deitou-a e aproveitou para retirar os sapatos e ambos e livra-se do blazer antes de colocar por cima e logo começar a beijar-lhe novamente, com ainda mais paixão. Os lábios chocando-se com força e desejo, incapazes de se desgrudarem.
Desceu sua mão pelo corpo curvilíneo até chegar ao joelho só para depois voltar e no caminho levar o vestido. Deixando a mostra a pele morena agora marcada de vermelho pelo forte aperto que recebera na coxa esquerda.
Aperto que fez um gemido uníssono escapar por suas gargantas. Elena era puro desejo, em baixo do corpo de Damon. Sentia o membro duro pressionar sua barriga e sentia também ficar cada vez mais molhada e apertada.
Nunca havia transado com um homem, mas não estava disposta a parar agora, não com a excitação que lhe percorria e a ansiedade e curiosidade de saber como seria.
Damon já aproximava seus dedos daquela parte do corpo de Elena quem ambos queriam tanto que fosse tocada no momento, mas parou totalmente assim que ouviu algo cair no chão.
A morena ainda estava perguntando-se o que aconteceria se April não tivesse aparecido.
Assim que o momento flash back passara, encaminhou-se ao luxuoso banheiro e fez sua higiene, reparando na camisa preta de botões que vestia. Fora Damon quem insistira que dormiria melhor sem o vestido e trouxera, além disso, uma boxer também da mesma cor. Ela deveria concordar que foi mil vezes melhor do que o vestido que lhe tirava o ar.
Falando no moreno ele havia ficado tão ou mais envergonhado que ela mesma após serem pegos. Logo a levou para um quarto e lhe deu as roupas despedindo-se com um doce beijo e um pedido de desculpas.
Enquanto fitava-se no espelho, Elena não conseguia retirar o sorriso que estampava sua face desde que acordara. Estava muito feliz, ainda que não houvesse acontecido nada entre eles. Estar com Damon era bom, lhe fazia bem e talvez, só talvez ela estivesse gostando dele mais do que deveria.
Expulsando esses pensamentos ajeitou o vestido e se pôs a sair do quarto e descer as escadas. Encontrou os irmãos à mesa e juntou-se a eles no café.
Fora recebida por um lindo sorriso do moreno a perguntando como tinha dormido e depois a todo o momento sendo mimada pelo mesmo sobre o que gostaria de comer. Além de pegar diversas vezes sua mão e levar aos lábios depositando pequenos beijos.
Teria sido bem melhor se April não estivesse do outro lado da mesa os encarando a todo o momento com aquele sorriso que Elena já vira muitas vezes nos lábios de Damon. Aquele que ela secretamente amava, quando o canto da boca fica levemente repuxado para esquerda. E os olhos azuis cheios de malícia, que deixava a morena sem graça, o que parecia divertir muito a garota.
Logo depois Damon teve que ir trabalhar, tinha algo pendente no escritório. Disse também que até o meio dia estaria livre, e sugeriu que fizessem algo mais tarde, os três. April adorou a ideia. E quando Elena disse que teria que ir em casa antes, disse que a acompanharia.
Era onde estavam agora, no pequeno apartamento da morena que juntava algumas roupas numa bolsa para passar o fim de semana com os Salvatores.
– Então é aqui que você mora? – Elena ouviu-a perguntar enquanto ia até a cozinha tomar um pouco de água, o dia realmente estava quente. – Você e Rebekah?
Notou a mudança no tom de voz da outra e ao voltar à sala percebeu que a menina segurava um porta retrato. Sabia que foto estava ali sem precisar olhar. Era uma em que sua namorada a abraçava por trás e lhe beijava a bochecha esquerda. Ela tinha os olhos fechados enquanto Elena sorria.
Fora uma das primeiras fotos que tiraram juntas na faculdade. Naquele tempo estavam se conhecendo, mas ela já sentia uma forte atração pela bela loira de olhos azuis. Rebekah soube exatamente como lhe seduzir.
Cada encontro seja em alguma boate ou algo mais íntimo, cada frase dita ou sussurrada ao pé do ouvido. Os beijos e o sexo, tudo em Rebekah lhe encantou até estar completamente apaixonada e entregue.
– Sim. – Ofereceu a água que tinha em mãos e April negou.
– E onde ela está?
– Na casa da mãe, nós brigamos e meio que estamos dando um tempo. Não havia por que mentir, não tinha terminado com Rebekah.
– Foi por minha causa não foi? – A morena olhou-a como se não soubesse do que falava e seguiu novamente para cozinha. – Por que eu contei que ela me procurou.
– Claro que não April. – Sentou na poltrona em frente ao sofá que a menina estava e continuou. – Aconteceu por que ela não tinha o direito de fazer o que fez.
– Sinto muito.
– Não sinta. Rebekah é muito impulsiva e mimada às vezes. Olhou para um ponto fixo na parede, não gostava de falar assim da namorada por mais que soubesse que era verdade.
Rebekah sempre queria tudo do seu jeito e se não era assim não sabia lhe dar com a situação e acabava por fazer coisas que não devia. Nem que fosse pra arrepender-se poucos minutos depois.
– Não falou com ele não é?
– Como?
– Você não falou com o Damon.
Queria poder dizer que era mentira, mas não era. E não sabia como contar a April que não teve coragem pra fazer isso e pior que estava muito excitada para pensar em qualquer coisa.
– Não...eu...quer dizer. – Começou a passar as mãos no rosto sem saber o que dizer. – April eu nunca senti por nenhum homem o que eu sinto com o seu irmão. Sabe, eu amo a Rebekah. – A menina ouvia o desabafo atentamente. – Mas com Damon eu não sei o que pensar ou o que fazer. Eu só sei que quero muito estar com ele, ele só me consome de uma maneira que não sei explicar.
Era verdade, ela não tinha palavras que pudessem descrever o que estava sentindo por aquele homem. Ela nunca se sentira dessa forma tão envolvida por alguém, nem mesmo por uma mulher quem dirá por um homem.
Ela sabia que Damon não era qualquer homem. Aquele corpo, aqueles olhos, aquelas mãos. Ela queria aquelas mãos passeando por todo seu corpo como na noite anterior. Aquela boca incendiando cada centímetro de pele por onde passava.
Queria, desejava aquele corpo pressionando o seu. E isso a estava deixando louca, não sabia o que fazer. Sabia que tinha que contar, e talvez Damon não ligasse e poderiam continuar com o que quer que fosse que tinham.
Mas e se ele a desprezasse depois de saber a verdade. Ela não sabia se conseguiria lhe dar com a rejeição e principalmente se conseguiria reprimir todo o tesão que sentia por ele.
– Você gosta dele?
Se April soubesse o quanto e como ela gostava dele.
– Gosto, eu nunca senti isso por homem nenhum April. Eu quero o Damon de uma forma que...ele me enlouquece. – Elena nem percebia, mas falava fazendo gestos e se contorcendo na poltrona de uma forma que chegou a deixar a garota assustada. – Seu irmão me deixa louca sabe...eu..que quero...
A morena interrompeu-se bruscamente quando se deu conta que esta prestes a falar que queria muito o pau de Damon se enterrando nela.
– Desculpe acho que falei demais. – Ajeitou-se na poltrona colocando os pés em cima da mesma e abraçando seus joelhos.
– Sem problemas, afinal eu vi o fogo de vocês dois no sofá lá de casa.
– April!
Sabia que se existisse uma pontuação máxima por fazer pessoas passarem vergonha e corar feito tomate, essa pontuação iria para a pequena Salvatore risonha diante de si.
– Tudo bem Elena seu segredo está a salvo comigo. – Dito isso ela aproximou-se da morena e sussurrou em seu ouvido. – Ninguém nunca vai saber que meu irmão foi o primeiro homem que te deixou excitada.
E saiu porta afora deixando uma Elena completamente boquiaberta e vermelha para trás.
[...]
Assim que chegaram à mansão e que Elena levou suas coisas pro mesmo quarto de antes, April decidiu que era o dia perfeito pra ficar a beira da piscina antes do almoço.
No momento estavam as duas em suas respectivas espreguiçadeiras. Debaixo de um enorme guarda sol branco, de chapéu e óculos escuros. Elena trajando um biquíni preto sem alças e April com um verde passando protetor. -
Então quer dizer que você é virgem?
Estavam em silêncio até a pequena Salvatore se pronunciou do nada, pegando a morena de surpresa. Fazendo-a abaixar os óculos e encará-la de sobrancelhas arqueadas.
– Ah você sabe Elena. Você disse que meu irmão foi o único homem a te deixar excitada.
– Hey, eu não disse não. – A morena sentou-se rapidamente e falsamente indignada. – Você que disse isso.
– Que seja isso não muda o fato de que é verdade. – April fez extrema questão de revirar os olhos para mostrar o quanto aquela afirmação era óbvia. – Mas, voltando à pergunta. Você é ou não?
– Tecnicamente.
– Defina tecnicamente.
– Bom se quer mesmo saber, eu nunca transei com um cara.
– Então você é virgem.
– Tecnicamente sim. – Deu de ombros indiferente.
– Como tecnicamente se acabou e dizer que nunca? Elena!
April no momento já havia esquecido completamente do protetor e o largara na cadeira, agitando as mãos impaciente por contas das respostas evasivas da morena.
– Ora April você sabe, vibradores, cintas, pênis de borracha. – Elena pode ver o exato momento que os grandes olhos azuis se tornaram ainda maiores as maçãs do rosto tornar-se ainda mais coradas e a pequena boca um perfeito “o”. – Em minha defesa foi você que quis saber.
– Tudo bem, acho que posso conviver com todas essas informações. – A menina tomou uma longa respiração antes e prosseguir o interrogatório. – Bom você disse que nenhum nunca te atraiu né? – Ganhou um acenar de cabeça. – Mas Damon te atrai? Já parou pra pensar que você pode ser bissexual e não lésbica?
É claro que ele já havia pensado nisso, pensara desde que conhecera Damon e sentira-se atraída por ele. Só não sabia ainda se podia ser considerada “bi”, passou uma vida inteira certa daquilo que escolhera. Afinal sempre gostara de meninas.
E agora gostar de Damon, estava deixando sua mente uma verdadeira bagunça. Sem contar que ela ainda tinha um relacionamento com Rebekah. Relacionamento de cinco anos que não podia jogar pro alto assim do nada. Nem mesmo por esse sentimento que ela não sabia bem o que era.
– Será que podemos falar de outra coisa.
Não estava pronta pra falar da profundidade disso, nem das milhares de coisas que tinham por trás disso. Precisava falar, mas não agora, muito menos com alguém de dezesseis anos e que também era a irmã mais nova do seu possível caso hétero.
– Tudo bem, só não o machuque.
– Não vou.
Voltaram a deitar e ficar em silêncio até serem surpreendidas pelo Salvatore mais velho.
– Como estão as duas mulheres da minha vida?
Elena sentiu um calafrio percorrer seu corpo da cabeça a ponta do pé ao ouvi-lo se referir a ela como mulher da sua vida. Não foi ruim, foi algo bom e ela adorou ouvir. Sorriu para ele que retribui no mesmo segundo.
Damon acabara de chegar e fora informado por Madeleine que elas estavam nos fundos da casa, então subiu para colocar uma bermuda, pegar chapéu e óculos para logo depois juntar-se as duas.
– Oi mano. – Deu um beijo na testa da irmã e foi dividir a espreguiçadeira com a morena que aceitou de bom grado. – Eu tava pensando que a gente podia ir ver um filme que tal, depois sei lá ir no Mc. – Terminou com uma voz manhosa o que fez o irmão rir, pois sabia o quanto April adorava hambúrguer.
– Por mim tudo bem. – Escorregou na cadeira até estar com Elena entre suas pernas, abraçando a pequena cintura e tirando o cabelo castanho de um lado do pescoço para distribuir pequenos beijos ali. – O que você acha princesa?
De novo ela sentiu o frio em seu estômago. Seria errado sentir tudo que estava sentindo por aquele homem? Por que se fosse ele não estava ligando no momento. Não, tendo aqueles braços perfeitos em torno de si e aquela voz lhe chamando de princesa e sua mulher.
– Adorei a ideia.
– Ótimo, vou agora mesmo pesquisar alguma coisa pra gente ver. – Rapidamente ela levantou-se e começou a recolher suas coisas. – Ah Dam, Elena queria que passasse protetor nela.
Jogou dois beijinhos no ar e saiu rumo a casa, não antes de dar uma piscadela pra morena que a fuzilava com os olhos arregalados.
April Salvatore era uma verdadeira peste. Ela tinha certeza disso
– Posso? – Ela apenas sentou-se e deu o espaço necessário para que o moreno fizesse seu trabalho.
Espalhou um pouco do conteúdo da embalagem nas mãos e começou a passar pelos ombros, massageando a pele no processo. Elena deixou suas pálpebras se fecharem para aproveitar melhor a sensação das mãos másculas em seu corpo.
Enquanto executava sua tarefa com empenho Damon deixava vários beijos pelo pescoço e nuca da morena, descendo suas caricias ao longo dos braços e logo depois voltando aos ombros. Tudo em sincronia com a boca que não deixava aquele pedaço de pele um minuto sequer.
Ambas as respirações já estavam pesadas. Elena repassava a imagem do que estava acontecendo em sua mente e dava-se conta que tinha um contexto muito sexual. Arrepios invadiam seu corpo cada vez que a mão de Damon a tocava. E que a boca lhe sugava.
Era tudo tão luxuriante, tanta tensão e desejo reprimido. Não conteve um pequeno suspiro ao sentir a mão audaciosa chegar a sua cintura e logo depois dedos atrevidos contornarem o elástico da parte de baixo do biquíni.
Damon a desejava, a queria como nunca quis e isso comprova-se pelo seu membro totalmente duro desde o momento que a vira deitada ali. Puxou-a para mais perto de si, até que seu abdômen estivesse colado às costas da morena.
Queria que ela soubesse o quanto mexia com ele. E como resposta ouviu o gemido rouco escapar por entre os lábios. Foi o incentivo que precisou para levar os dedos dentro da pequena peça e notar o quão molhada ela se encontrava. Ela o desejava tanto quanto ele.
– Damon. – Foi mais um gemido que qualquer coisa, mas ela não havia perdido a sanidade. Ele não poderia fazer aquilo ali com o perigo de alguém os ver. –O que você ta fazendo?
– Shiiu, relaxa anjo. – Pressionou com o polegar o monte de nervos e ofegou junto a Elena.
– Não alguém pode ver.
– Ninguém vai ver.
Sussurrava muito próximo ao ouvido, enquanto acariciava os grandes lábios e ainda distribuía chupões pelos ombros.
– Seus seguranças.
– Eles não estão aqui agora. – Ela sabia que não era verdade, aqueles brutamontes como ela chamava estavam por todos os lugares e ela não queria ser motivo de conversa entre eles. – Só aproveita Lena.
Ela tinha que ser racional, não podia continuar aquilo. April poderia voltar Mad também. Não deveria ceder assim tão fácil. Mas assim que sentiu dois dedos escorregarem para dentro de si abandonou qualquer resquício de consciência que possuía. Damon arremetia para dentro dela enquanto ainda acariciava o clitóris.
– Damon...ah.
Era tão escorregadia e apertada que só o estava deixando ainda mais duro. Não via a hora de poder afundar ali. Elena era sua perdição. Aumentou seu ritmo e sentiu as paredes internas contraírem e esmagar seus dedos.
Era como se os mastigasse e ele só podia pensar que queria seu pênis sendo engolido por aquele canal tão quente e delicioso. Incapaz de controlar a si próprio assumiu um ritmo louco de estocadas, enquanto Elena se contorcia e gemia em seus braços.
– Isso princesa, dá pra mim.
Ela o apertou mais uma vez antes de se entregar a prazerosa sensação. Cravando suas unhas no antebraço dele
– Damon.
Languida ela assistiu enquanto retirava os dedos melados de dentro, e os levar até a boca, para logo após sugá-los de olhos fechados com a melhor expressão de prazer que ela já vira algum dia.
– Deliciosa pequena.
Inclinou-se para beijá-la, dando-a chance de sentir seu gosto. Que ela julgou ser ainda melhor junto aos lábios róseos.
Entregou aquele beijo apaixonado, ainda desejosa de mais e sabendo que pela primeira vez gozara com um homem. Não qualquer um, mais o homem que no momento podia chamar de seu.
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