Burning Desire

10 Capítulo 10


Notas iniciais
Hey amoras amadas voltei. Perdoem-me a demora, mas literalmente o mundo parece ter desabado, ao menos o meu mundo. Explico nas notas finais. Pois vou deixar vcs lerem esse capítulo que tem o que todo mundo quer...Dex Obrigada a quem comentou. Lia Laufeyson, Camila CahNog e Hanna Marin sejam bem vindas. Lud bela, Readergirl, Gabia Molina, Thaís e Emily Pierce, muito obriga por estarem sempre por aqui. Que ganharam um belo trecho desse capítulo antes de ser postado u.u Enjoy. Leiam as notas finais.

Confusão!

O homem que se encontrava de pé diante da janela dando-lhe a imponente visão de Manhattan abaixo de si estava confuso.

Enquanto sorvia mais um gole, de uma entre outras tantas bebidas, que havia consumido só naquela tarde, as palavras de Elena Gilbert lhe preenchiam o ouvido, como se de fato ela ainda estivesse ali presente lhe dizendo tais coisas.

Eu sou lésbica!

Custava a acreditar que pudesse ser verdade. Negava-se a acreditar que todo esse “tempo” que estiveram juntos ela tenha mentido pra ele.

Sua mente repassava todos os momentos dos dois, desde o primeiro encontro até o momento mais quente e íntimo compartilhado a beira de sua piscina.Nem por um segundo ousou pensar que ao atender o telefonema choroso de Elena no dia anterior, lhe trariam revelações tão perturbadoras.

Desde o minuto em que saíra de casa de manhã, logo após a conversa, sua cabeça havia deixado de trabalhar. Sempre lhe revolvendo memórias e palavras.

Fora assim também ao chegar ao escritório. Durante todo o dia Elena monopolizou todos os seus pensamentos. Várias de suas reuniões foram canceladas, pois Damon não conseguia concentrar-se em nada. Tudo o que fez foi tranca-se em sua sala, fitar o nada e beber.

Não falou com ninguém senão algumas poucas palavras com a secretária e quando mais tarde ela insistiu em saber se ele estava bem. O moreno explodiu e aos gritos a mandou ir pra casa. Mesmo destino de diversos de seus funcionários.

Assim tudo que havia lhe restado eram o silêncio perturbador e seus malditos pensamentos. Furioso jogou o copo que tinha em mãos e o viu se estilhaçar em milhões de pedacinhos.

Não entendia o que levou Elena a mentir assim. Como ele pudera esconder tal fato dele.

Aos poucos a imagem de uma Elena frágil e banhada em lágrimas lhe veio. O jeito como ela parecia estar sobre tortura ao pronunciar as palavras. Elena parecia ter vergonha de sua opção sexual. O choro a culpa nos olhos castanhos a dificuldade para contar o que lhe afligia.

Mas por quê?

Era o que ele se perguntava. Em seus pensamentos Damon sabia que não havia motivos para que se envergonhasse. Não era sua culpa se ela gay.

Ele nunca a julgaria. Estava magoado tinha motivos para isso, afinal ela mentira para ele, mas não a condenaria por isso. Por ela teoricamente gostar de mulher.

Lésbica?

Ele já não tinha tanta certeza que ela fosse mesmo, a julgar o que passaram nesses dias. A não ser que fosse fingimento, o que ele achava ridículo. Ele podia ver como Elena se sentia, e mais via o que ela sentia por ele, em seu olhar.

Elena era bem transparente em relação a isso, ela o queria tanto quanto ele a queria, ele sabia disso, o corpo da morena chamava pelo seu.

Toda a manhã passava em sua cabeça, a conversa, a revelação e como num estalo.

“Que droga Damon eu já disse que não! Eu gosto de você, você me excita e homem nenhum conseguiu isso, será que você não entende?”

Eu gosto de você!

Idiota!

Como ele pudera desconfiar em segundo sequer que Elena estivesse brincando com seus sentimentos. Era ainda mais idiota por deixá-la sozinha tão frágil. Elena precisava dele e ele virou as costas. Devia pensar que sentia raiva dela.

Precisava ir pra casa, vê-la, dizer tudo que sentia. E assim fez saindo apressadamente. Rezava para que a morena ainda estivesse em sua casa. Havia saído pela manhã e agora já era noite.

Ansiava tê-la em seus braços, confessar seu amor mais uma vez e fazê-la ver que os dois estavam destinados a ficar juntos. A famosa frase de seu ator preferido passava em sua mente agora.

“Se você acha que ama duas pessoas ao mesmo tempo, escolha a segunda. Porque se você realmente amasse a primeira, não teria uma segunda opção.”

Ele faria que Elena enxergasse isso, lhe faria perceber o quanto ele a amava. E amaria como ninguém nunca seria capaz de fazer. E deixaria bem claro que nada o faria desistir dela. Nada nem ninguém.

[...]

Depois de uns minutos dirigindo feito louco pelas ruas quase vazias de New York, por ser tarde da noite, Damon finalmente havia chego em casa.

Entrou esbaforido pela ampla sala dando de cara com sua irmã já de pijama, pronta para as escadas com um copo de água na mão.

April assim que ouviu a porta ser aberta parou e olhou a figura de seu irmão adentrando o local. Ele achou que ele não estava nos seus melhores dias.
Cabelo mais bagunçado que o normal, o terno preto completamente desalinhado e os olhos aflitos.

Ela uniu as sobrancelhas, ele estava péssimo.

– Hey Dam, o que aconteceu com você?

Damon não parou o olhar em sua irmã nem por um segundo, seus olhos vagavam em busca de qualquer indício de que sua morena ainda estivesse ali.

– Elena?

– Oi?

– Elena ainda esta aqui?

– Oh..sim, lá fora.

April gesticulou com as mãos apontando o local e Damon não esperou um segundo sequer para o local indicado.

Com passos rápidos logo ele alcançou os fundos da casa e seus olhos pousaram sobre a bela figura a sua frente sentada a beira da piscina com os pés dentro da mesma.

Elena tinha uma expressão pensativa, ele podia jurar que ela estava em outra dimensão, usava apenas uma camisa de botões sua, seus cabelos estavam soltos caindo por toda extensão de suas costas. Algumas mechas soltando-se a medida que a brisa da noite lhe atingia.

Linda!

Damon não podia conter tal exclamação toda vez que seus olhos pousavam em Elena. Era como se ela ficava ainda mais bonita a cada novo olhar. E ficava ainda mais perfeita assim com o brilho da lua e das estrelas iluminando sua pele.

– Elena.

A morena estava tão distraída não havia notado sua presença e assim que ele a chamou, ela deu um pequeno pulo de susto. Damon percebeu quando ela levou a mão ao rosto provavelmente limpando algumas lágrimas antes de olhá-lo.

–Damon hey.

O moreno teve ainda mais certeza que ela esteve chorando assim que a voz rouca adentrou por seus ouvidos. Internamente ele amaldiçoava-se sabendo que em parte ele era o grande culpado por aquilo. Jamais devia tê-la deixado.

Ele aproximou-se um pouco mais e Elena logo se pôs de pé e cruzou os braços sobre o peito esperando que ele falasse. O rapaz elevou sua mão até que pudesse secar uma pequena lágrima solitária que insistia em cair.

– Eu queria te pedir desculpas.

Sussurrou fazendo um pequeno carinho no rosto da moça e fitando-a com toda ternura e amor que ela merecia. Ela levou sua própria mão a dele e aproximou-se ainda mais de seu toque.

Eu que tenho que pedir desculpas...eu..eu menti pra você Damon. – Ele tentou interrompê-la, mas ela prosseguiu. – Eu não queria, mas, eu tive medo do que pensaria de mim. Perdoe-me.

As lágrimas já ameaçavam surgir novamente e moreno apenas a puxou para seus braços. Acalentando-lhe, deixando que ela chorasse e dizendo que estava tudo bem.

– Não ‘ta’ nada bem Damon.

– Ei olhe pra mim. – Ele lhe pediu suavemente afastando-se para poder olhar os olhos castanhos que ele mais amava no mundo. – Ta tudo bem Elena, eu fiquei magoado sim por não confiar em mim. – Um soluço saiu pelos lábios trêmulos da morena. –Não com raiva, eu nunca poderia ficar bravo com você meu anjo.

Damon mantinha um sorriso amável no rosto e seus olhos conectados ao de Elena, ela podia sentir toda sinceridade do rapaz através deles. Sentia que ele gostava dela e que a perdoara por mentir.

Ela não sabia como pudera viver tanto tempo sem alguém como ele em sua vida. Ele era o bem, e ela precisava dela para mantê-la bem também.

– Eu te amo.

Damon falou pausadamente ainda a encarando e Elena pode notar uma umidade por trás do mar azul. Ela estava completamente embevecida naquelas doces palavras e incapaz de assimilar qualquer outra coisa ao seu redor ao não ser os orbes azuis mais lindos que já vira.

– E eu não me importo.

Elena estava tão perdida que não compreendeu o que ele queria dizer. Então ele colocou suas duas mãos no rosto moreno, outrora banhado por lágrimas e agora com uma expressão confusa.

– O quê?

– Eu disse que não importa o que você é, o que você foi ou ainda o que vai ser Elena.

Damon pronunciava cada palavra de forma firme e a encarando tão profundamente, que Elena por um momento chegou a pensar que talvez ele pudesse ver sua alma.

Talvez ele veja!

–Tudo que eu sei é que eu te quero, te quero muito. Não só por uma noite ou um dia. Eu quero você Elena Gilbert por toda eternidade, e talvez até depois dela.

Elena não pôde evitar que um soluço baixo saísse por seus lábios, assim que tais palavras preencheram seu ser, enchendo-a de júbilo.

– E não é o fato de você ser lésbica, bissexual, os dois, ou até mesmo essa tal de Rebekah que vão me impedir de ter o que eu quero! E tudo que eu quero é você Elena...você.

– Damon... — Um sussurro trêmulo saiu de sua boca.

– Me diz que você também não quer Elena? Diz e eu nunca mais te procuro.

As palavras daquele homem estavam-na entorpecendo de tal forma que ela nunca pensou ser possível. Era como se ele estivesse fazendo sexo verbal com ela.

Pois cada palavra de Damon Salvatore atingiam-na por inteiro.Reverberando-a, lhe corrompendo, aquecendo e se concentrando em uma parte específica de seu corpo.

– Me diz que seu corpo não estremece quando te toco?

Uma corrente elétrica percorreu-lhe da cabeça aos pés assim que uma das mãos másculas deixou seu rosto para segurar-lhe a cintura.
Damon a apertava à medida que seu polegar traçava pequenos círculos na pele recém descoberta de sua barriga.

Ele ousou aproximar ainda mais seus corpos e inclinar sua cabeça em direção à da morena, só para arrastar seu nariz desde o queixo, passando pela mandíbula e até chegar-lhe a orelha.

– Diz que não me quer Elena?

E como um último golpe esfregou-se a Elena, para que ela sentisse o quanto ansiava em tê-la para si.

A morena gemeu sofregamente antes de levar seus dedos a embrenhar-se nos fios negros e entregar-se completamente aquele homem...seu homem.

– Eu quero você Damon.

Foi com um sorriso largo no rosto que ele inclinou-se até que seus lábios se tocassem. Primeiro lento, como se estivesse provando dela.
Para Damon, Elena tinha um gosto único que o viciava ainda vez mais a cada novo beijo trocado.

Aos pouco tudo fora se tornando mais intenso, até que invadiu a boca da mulher com sua língua. Ansioso e completamente louco pra sentir cada vez mais aquele sabor, que de longe já era o seu preferido.

Afoitas e vorazes as duas línguas tocavam-se em busca de mais contato. Duelavam por espaço, e entre o beijo faminto tudo que se ouviam eram suspiros e gemidos abafados.

O Salvatore ousou colar ainda mais aqueles dois corpos sedentos demais contato. Parecia que os dois estavam dispostos a derrubar a lei da física que diz que dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço.

Pois bem quem um dia disse tal frase, certamente não conhecia Damon e Elena. Tudo que eles menos precisavam no momento era de algum espaço entre os dois.

As mãos de Elena percorriam ávidas pela penugem negra, ora acariciando-a ora puxando entre os dedos, ao passo em que as bocas insistiam em permanecer coladas.

Enquanto sentia Damon chupar morder e sugar seu lábio inferior, Elena também percebeu que ele havia colocado uma perna entre as suas e que ela se esfregava despudoradamente a ela.

Tinha consciência do quanto essa pegação toda estava afetando o moreno, pois sentia a rigidez do mesmo, pressionada em sua barriga. Ela não estava diferente, talvez estivesse até mais excitada que ele, a julgar o quão molhada sua peça íntima se encontrava naquele momento.

Afastaram-se devido à necessidade de ar e nem por isso diminuíram o ritmo das carícias. Damon foi à pele macia do pescoço de sua amada disposto a deixar sua marca.

À medida que chupava, traçava círculos com a língua só para depois assoprar o lugar e ver a morena arrepiar-se inteira, ele era presenteado com os ofegos e suspiros de Elena.

Além de ter pequenas investidas do quadril de Elena contra si. Estava louco. Ela o estava enlouquecendo, levando-o a beira de um precipício, o qual ele queria jogar-se sem ao menos pensar.

Era o efeito que Elena Gilbert tinha sobre ele. Enquanto as pequenas mãos o arranhavam a nuca ele delirava e gemia com a boca colocada ao pescoço de cor oliva.

As mesmas mãos ousaram descer por seu peito e adentrar pelo paletó, alcançando a linha de sua cintura apertando o tecido da camisa entre os dedos pra logo depois puxá-la de dentro da calça social dele.

Ambos gemeram assim que Elena o tocou. As relativamente compridas unhas explorando toda extensão das costas imaculadamente brancas. Vez ou outra indo a sua barriga lhe marcando de vergões vermelhos.

Com um suspiro profundo Damon interrompeu sua pequena excursão ao pescoço da morena e os afastou só para admirar a imagem a sua frente.

Elena respirava com dificuldade, seus cabelos desgrenhados emolduravam-lhe a face corada, os lábios vermelhos e inchados estavam entreabertos e seu pescoço cheio de marcas.

Ela estava absurdamente sexy em sua visão e foi com um gemido que Damon puxou ambos os lados, de sua camisa que ela usava, arrebentando os botões e deixando a mostra o conjunto de lingerie preto rendada.

Com olhos de predador ele examinou cada detalhe daquele corpo curvilíneo que ele faria seu hoje. As longas pernas firmes e torneadas, a barriga chapada aquele par de seus que encheram sua boca de água por prová-los avidamente. E a cor de verão que combinava perfeitamente com ela.

Avançou mais uma vez ara aqueles lábios convidativos, mas, foi impedido por Elena que retribui seu pequeno favor, estourando seus botões também.

– Que coisa feia, estragou duas de minhas camisas preferidas senhorita Gilbert. Acho que terá de me reembolsar.

Repreendeu-a falsamente com um beicinho, que Elena fez questão de desfazer com uma mordida antes de pronunciar sensualmente e com um sorriso cheio de segundas e terceiras intenções.

– Com todo prazer.

Beijaram-se mais uma vê ávidos um pelo gosto do outro, suas línguas brigando por espaço tentando reconhecer cada centímetro ainda não explorado. Tocando-se enviando choques elétricos pelos corpos colados.

Sem que a morena esperasse Damon já a tinha debaixo de seu corpo na mesma espreguiçadeira em que haviam trocado carícias umas semanas atrás.

As mãos másculas percorriam cada pedaço de pele que alcançavam, espelhando labaredas por onde passavam, e que se concentravam em um ponto no meio de suas pernas.

Enquanto Damon apertava sua cintura com uma mão, a outra descia por sua barriga chegando bem próximo de seu ponto pulsante. Ele estava a ponto de tocá-la quanto foi interrompido.

– Aqui não.


[...]

Elena não sabia ao certo como havia chego ao quarto do moreno, mas, nesse momento ela encontrava-se jogada no meio da cama assistindo Damon se livrar de suas roupas, ficando apenas de boxer.

Céus! Que homem é esse.

Se ela já o achava divino vestido, seminu, tinha certeza que era digno de uma obra de Michelangelo. Ela estava nervosa, muito nervosa e ansiosa também. Tecnicamente era sua primeira vez, e ela não podia deixar de sentir uma pontinha de apreensão.

Porém estava pronta para se entregar de corpo e alma a ele, ao dono de seus pensamentos mais lindos e também mais desejosos. Queria ser dele e queria também que ele fosse seu.

Lentamente Damon foi aproximando-se, como um felino encurralando sua presa, sem nunca desviar seus olhos. Até que tivesse o copo da morena embaixo do seu novamente.

Apoiado em seus cotovelos ele a admirava com extremo fascínio, como se estivesse enfeitiçado. Queria guardar cada momento do que viria acontecer. E também queria que Elena soubesse o quanto a desejava e acima de tudo amava.
Esta noite iria fazê-la sentir-se amada, como nunca foi como nunca poderia ser. Amaria de todas as formas possíveis e até impossíveis.

Delicadamente colou seus lábios mais uma vez, dessa vez diferente de todas as outras. Com calma tentando passar a Elena todo amor e devoção dentro de si.

E ela correspondeu da mesma forma, entregue, seu corpo relaxando aos pouco, os medos e apreensões dissipando-se à medida que o gosto de Damon lhe inebriava os sentidos. Ela era dele, e ele podia fazer o que quisesse.

Damon separou suas bocas e a olhou mais uma vez antes de se dirigir a garganta da morena deixando beijos apaixonados, não teria pressa, não queria marcá-la, apenas amá-la.

Chegou ao colo e logo liberou os seios fartos e perfeitos para sua mão do aperto do sutiã. Maravilhado com a visão deles, os beijou da mesma forma, e cada suspiro de Elena era como música para ele.

Deu devida atenção aos dois, ora os massageando com as mãos ora os beijando os torturando com sua língua. Lambendo o mamilo o pirraçando, amassando entre os dedos, lhe sugando e depois assoprando só para ter a visão, de todos os pelos da morena se arrepiarem.

Desceu mais um pouco chegando à barriga lisa e continuou com suas carícias alcançando a linha da cintura. Com auxílios de seus longos dedos trançando círculos, apertando-lhe as ancas, mantendo-a contra o colchão.

Seria tudo para Elena, ela faria tudo por ele e só pra ela. O que não significava que não o afetasse, pois vê-la tão entregue, a cabeça jogada para trás, os lábios presos para evitar os gemidos, sem sucesso, tudo isso o estavam excitando como se a própria Elena o estivesse tocando.

– Damon.

Foi o gemido mais alto de Elena até aquele momento, quando Damon plantou uma leve mordida abaixo de seu umbigo. As mãos indo às laterais de sua calcinha e logo a tirando.

As pequenas unhas arranhando sua pele por onde passavam, espalhando fogo, e a encharcando ainda mais. Assim que havia retirado a pequena peça, o moreno deteve-se mais uma vez. Apreciando a visão, do corpo maravilhosamente nu em sua cama.

A cortina chocolate espalhada em seu travesseiro, os seios subindo e descendo devido à respiração pesada e o triângulo perfeito no meio das pernas.
Damon teve de usar de todo seu autocontrole para não tomá-la naquele instante.

Então lhe pegou a perna esquerda e encheu-lhe de mais beijos e mordidas dessa vez, subindo até sua coxa e um pouco abaixo da intimidade rosada.
Seus cabelos roçando naquela parte tão sensível era o que mais extasiava a morena.

Depois foi a vez da direita o mesmo processo e quando Elena achou que seu órgão pulsante teria a atenção necessária, veio uma pequena ordem murmurada.

– Vire-se.

Sua mente estava muito anuviada para compreender qualquer coisa a sua volta, que não fosse à necessidade de ter Damon entre suas pernas.

–Confie em mim. – Ele adicionou depois de um tempo dando-lhe outro beijo abaixo de sua pélvis.

Assim que estava pronta para obedecer, Damon foi mais rápido puxando um travesseiro e deixando abaixo de sua barriga e outro para que apoiasse sua cabeça.

Elena esperou pelo próximo passo de seu moreno para enfim entender o que ele queria, o que demorou um pequeno tempo, que Damon levou observando-a de bruços.

Sorrateiramente ele subiu em cima da moça, ainda usando os cotovelos para não derrubar seu peso sobre ela.

Elena percebeu que ele também já estava nu assim que sentiu o membro ereto e pulsante se esfregar em suas nádegas. Seus músculos enrijeceram por um instante, antes que de sentir Damon afastar os cabelos da nunca e beijar-lhe ali.

Depois descendo por suas costas, salpicando beijos, e lambidas às vezes até pequenas mordidas, da mesma forma que fez antes por sua barriga, seis e pernas.

O que estava deixando-a tão excitada como nuca estivera antes, todo amor que ela o sentia irradiar, todo cuida para com ela. A faziam-na querê-lo ainda mais. Quase tinha certeza que seu líquido já chegava a escorrer por sua coxa.

O moreno continuou seu percurso, até que chegasse a base da coluna de sua morena, de onde arrastou sua língua aberta até alcançar-lhe novamente a nunca, a tempo de ver um pequeno espasmo percorrer o pequeno corpo e sorrir satisfeito.

Logo foi a vez de dar atenção aquela protuberância que Elena chamava de bunda e apalpá-la com força, apertá-la e massageá-la ouvindo os gemidos abafados pelo travesseiro. Beijou-a também ali e ao estar certo de que memorizara cada pedacinho de pele e virou de novo.

Não dando tempo para nada apenas encaixou sua cabeça entre as penas da morena e arrastou sua língua e nariz em toda extensão molhada, gemeu ao sentir o gosto cítrico da morena, deferente dos lábios doces, e o cheiro único que sua intimidade exalava. Chegou ao monte de nervos e o mordeu, recebendo um aperto das pernas em sua cabeça o forçando a ir mais.

– Ah... Damon.

Olhou-a por um momento e depois literalmente caiu de boca ali, beijando como se beijasse sua boca, chupando lambendo e mordendo. Seus dedos foram até os grandes lábios os abrindo para que sua língua pudesse entrar.

Forçou uma, duas vezes antes de encontrar um ritmo de estocadas. Em seguida seus dedos tomaram o lugar de sua língua que foi pirraçar o monte de nervos.

Entrava com três dedos enquanto chupava o clitóris de Elena que se retorcia sob ele. Assumiu um ritmo louco, seus dedos e língua trabalhando juntos a fim de lavá-la ao paraíso.

– Damon...oh meu Deus...eu vou...

Elena praticamente gritava ao mesmo tempo em que suas mãos nos cabelos pretos imploravam para que ele fosse mais fundo, e quando seu ápice veio, ela continuou rebolando e esfregando a cara do moreno, que sorvia seu líquido.

Sem demora ele a beijou dessa vez com fome, pois já sentia seu próprio fluído pré ejaculatório escorrer por seu pênis. Queria prolongar o máximo possível esse momento, mas não sabia quanto tempo mais poderia aguentar.

Olhando nos orbes castanhos ele a penetrou, devagar para que se acostumasse e também que o sentisse por inteiro, da mesma forma que ele também queria senti-la.

Centímetro a centímetro Elena foi sendo preenchida, e ela nunca se sentira tão completa. De início foi incômodo, afinal nunca tinha feito isso, não com um homem é claro.

Damon era grande, enorme, ela o sentia pulsar dentro de sai, sentia as veias grossas. Todo que podia fazer era gemer diante do prazer que ele a estava proporcionando sem ao menos ter feito qualquer movimento.

O moreno tinha a mesma sensação era incapaz de descrever com palavras o quão bom era finalmente estar dentro de Elena. Era tão quente, apertada e tão acolhedora. A intimidade da morena o abraçou e espremeu involuntariamente e por uns momentos ele perdeu o foco.

Deliciosa.

– Elena...

– Hum...

– Eu to me controlando o máximo que posso e não sei por quanto tempo consigo...então...

Ela capturou seu rosto com as mãos antes de pedir.

– Por favor, não se controle...eu só quero sentir você...quero ser sua por completo Damon.

Em que nenhuma outra palavra fosse proferida, Damon começou a dança mais antiga de todos os tempos, enquanto arremetia-se para dentro e Elena com todo vigor que possuía.

Ora mais rápido e forte ora mais lento, levando-a a uma espiral de prazer indescritível. Os dois suados gemendo em meio a beijos. Damon mordendo seu pescoço e falando coisas desconexas em seu ouvido.

Precisando de mais contato Elena enlaçou pelo quadril abrindo ainda mais suas pernas e facilitando a penetração. Não havia mais calam apenas dois corpos que ansiavam derramar-se em prazer um no outro.

Damon movimentava-se como se pudesse achar o fim da morena que o apertava cada vez mais esmagando e espremendo. Levando todo seu controle.
Ela já podia sentir seu baixo ventre se contrair anunciando seu orgasmo eminente, porém antes que visse com força total, o moreno cessou seus movimentos e ficou parado dentro dela, segurando-a impedido que movimentasse seus quadris.

Elena quase chorou de frustração e já estava a ponto de perguntar o que aconteceu quando foi surpreendida por uma troca de posições. Agora ela estava por cima e Damon com um sorriso malicioso a incentivou a comandar.

Diferente da calmaria de Damon, ela passou a quicar sobre o membro ereto sem vergonha alguma tudo que mais queria era chegar logo ao orgasmo, àquele que o homem havia lhe negado segundo atrás.

Delirante Elena subia, descia e rebolava levando suas mãos aos próprios seios, doida por liberação enquanto gemia insana.

– Damon...ah

– Elena devagar.

Ela não o ouvia praticamente cavalgava sobre o pênis de Damon sem controle algum. Ele os sentou na cama e a segurou pelos quadris forçando-a a ri mais devagar.

– Seu...agrh...

Damon lhe tomou um seio na boca enquanto da deixava imóvel sobre seu colo o devorou como não fez antes, mordeu com toda sua força arrancando um grito esganiçado da morena.

Aos pouco começou a investir mais uma vez, incitando-a a rebolar sobre ele, ao passo que mamava em sua mulher.
Elena estava louca, tenho tido dois ápices negados pelo moreno, e cada vez sentia-se mais apertada pronta pra se derramar, suas paredes internas esmagando-o.

Suas entranhas se corroendo, os dedos formigando, queria gozar, mas Damon ainda a segurava forte pela cintura não conseguia ir mais rápido como tanto desejava.

Aos poucos o moreno a livrar do aperto férreo e ela não retardou em fazer o que queria, podia senti-lo se formando outra vez, mais forte do que nunca. Estava pronta para se derramar quando Damon a jogou na cama retirando seu membro por completo.

Porém ela não teve tempo para reclamar, quando o mesmo ajeitou seu pequeno corpo de lado na cama e dobrou sua perna direta posicionando-se atrás dela e a invadindo.

Forte duro implacável ele arremetia em sua intimidade que parecia estar ainda mais molhada depois de ser interrompida tantas vezes, o membro dura deslizava com facilidade.

– Ah Lena...tão apertada....quente e deliciosa.

Damon sussurrava em seu ouvido, palavras sujas enquanto estocava sem parar, uma mão em sua cintura e a outra descendo até chegar a seu ponto de prazer e massageá-lo.

– Isso Damon...mais rápido.

Elena gritava para o moreno apertando seus seios e olhando a noite pela janela do quarto, ao passo que Damon entrava e saia de seu interior.

Nunca havia sentido tanto prazer, estava a ponto de explodir e não demoraria muito. Ele a tinha levado a um nível de excitação que não imaginou ser possível.

Tudo dentro de si estava em chamas, às pernas perdendo a força, o interior se apertando, seu ventre se contraindo, seus dedos do pé se enrolando e finalmente ela havia se jogado do despenhadeiro, em queda livre ela se entregou aquele homem, no mesmo segundo que ele ambos gritando seus nomes. Orgasmos múltiplos se espalhando por seu corpo e o gozo dois misturados em um só.

Suas respirações descompassadas e ruidosas eram tudo que se ouvia durante um longo tempo. Os dois maravilhados pelo que acabar de acontecer ali. A entrega de dois corpos apaixonados e extasiados.

Damon a fez sentir o que jamais havia sentido, Elena não conseguia sentir suas pernas e tudo ao seu redor parecia ter parado naquele momento.

– Isso...isso foi...

– Quente.

– Também, mas foi...perfeito.

Ele beijou sua nunca e os desconectou, deixando a morena cm a sensação de vazio, e a fez virar-se para ele.

– Você perfeita...e eu te amo.

Sorriu juntando suas bocas em um selinho a trazendo pro seu peito.

Deixando que a inconsciência os levasse livres e preenchidos de paz.
Elena tinha tido sua primeira vez como um homem, não qualquer homem. Mas, um que foi capaz de mostrar-lhe todo um mundo em algumas horas.

Um que foi capaz de amá-la de todas as formas, que a preencheu como nunca antes fora preenchida.

E ela havia amado cada detalhe.

Notas finais
Autora indo ali se esconder, pq esse capítulo ficou horrível na minha opinião, não nascia pra escrever isso rsrrs. Mas em digam se gostaram ou tá uma merda eu acho que tá uma merda, mas.... A frase pra quem não sabe é do meu lindo Jhonny Deep u.u Bom não sei quando sai o próximo pq meu note deu pau e eu vou ter que dividir o computador com a minha linda irmã que passa horas nele. Pra vcs terem noção eu perdi o capítulo original bem na metade e tive que fazer de novo, passei 3 dias fazendo e saiu isso. pra completar fui demitida, pois é outro fato que me desanimou bastante :( E eu tenho que deixar de ser masoquista e parar de olhar algumas coisas por aí( redes sociais)... Se não fosse minha musa Rihanna com Cherrs The Drink, eu estaria na fossa. Desculpe o desabafo aí, mas acho que precisava. Bom beijinhos e até mais. PS: Gostaram da nova capa que a diva da Swett Killer fez pra Burning Desire? PS1: Não gosto de cobrar isso, mas eu tenho 55 leitoras e só 8 comentam, tipo pq? É chato, mas comentem isso me motiva, principalmente nesses dias que estão horríveis pra mim.