Burning Desire
12 Capítulo 12
Notas iniciais
– Continuo achando que não é uma boa ideia.
– Para de ser chata, ele vai amar.
Dentro de um táxi com April, Elena reclamava mais uma vez sobre a ideia da menina sobre fazer uma visita surpresa para Damon em seu trabalho.
Assim que Elena terminou a aula e dispensou a turma recebeu o convite da garota pra que fossem até o escritório do moreno e de lá fossem todo juntos para casa.
E desde então a morena não parou de resmungar que talvez Damon não gostasse da visita. Não que ela não quisesse vê-lo. Só achava o local de trabalho era tipo um santuário, ao menos se sentia assim quando estava na Flawer’s.
E aparecer lá assim, seria meio estranho. Queria muito conhecer onde ele trabalhava, mas sequer tinha um relacionamento, pelo menos não publicamente. Não iria mentir, estava sentindo-se incomodada com isso.
Assim que o carro parou na 375 Park Avenue, ela não pôde deixar de ficar surpresa com que seus olhos viram Elas estavam diante de um imenso prédio. De no mínimo uns cinquenta andares concluiu só olhando.
Sua fachada era toda preta espelhada. Era com certeza muito bonito e exalava luxo. Era moderno sem perder o estilo clássico. Perto da entrada havia uma fonte jorrando água.
– Damon tem um andar nesse prédio? – ela exclamou surpresa.
– Claro que não né Elena. – April a olhou revirando os olhos numa clara expressão de obviedade. Enquanto Elena faz uma cara de “que pergunta estúpida Elena” a garota completou. – O prédio é dele.
A boca da morena quase foi ao chão de tão surpresa. Sabia que os Salvatores era ricos, quiçá bilionários, mas nunca deixava e surpreender-se com essas “pequenas” coisas.
– Sério?
– Hurrum é a sede da Salvatore’s.
Passaram pelas grandes portas e logo já estavam no imenso hall de entrada. Assim como por fora, dentro a cor predominante era o preto, mesclado com detalhes em mármore cinza.
Foram até os elevadores e April apertou o botão da cobertura que as levariam até a sala de Damon. Ouviu a cunhada resmungar algo assim que as portas se abriram.
Caminharam até a recepção e Elena ainda estava observando todo os detalhe do local, mas a conversa de April com uma mulher morena de cabelos cortado na altura das orelhas e que ele julgou ser secretária de Damon, lhe chamou atenção.
– Olá April, como vai? – a mulher perguntou claramente animada, com um sorriso gigante que chegou a assustar Elena.
– Pra você é senhorita April, Bonnie.
April respondera em um tom que Elena nunca a vira usar, e que fez a mulher parar de sorrir imediatamente.
– Vem Lena. – a garota agarrou a mão de Elena e se encaminhou para uma porta que continha uma placa com os dizeres Damon Salvatore CEO e Presidente.
Mas as duas pararam assim que a secretária se pôs em sua passagem.
– Damon pediu para não ser interrompido. – Elena franziu o cenho assim que a ouviu chamá-lo pelo nome.
– Sabe querida, acho que isso não se aplica a irmã e namorada dele. – April deu ênfase a palavra namorada, e logo os olhos, cheios de surpresa e um pouco de raiva pensou Elena, de Bonnie recaíram sobre ela.
Porém April mão permitiu que qualquer outra palavra fosse dita e arrastou Elena para dentro.
Damon estava concentrado em seu computador e até se sobressaltou quando ouviu a porta abrir. Ficou ainda mais surpreso assim que viu sua irmã e Elena.
– Oi irmãozinho. – Ela foi até ele que já havia se levantado e o abraçou. Elena ficou um pouco atrás, apenas os olhando.
– Hey, o que fazem aqui?
– Nós viemos fazer uma surpresa para o irmão e namorado mais lindo e sexy do mundo, não é Lena?
A morena corou e deu um pequeno sorriso revirando os olhos, Estava passando muito tempo os irmãos. Damon deu-lhe um beijo casto e a levou para sentar-se com ele em um sofá no canto da sala.
– Namorado é? Gostei disso. – sorriu, aquele sorriso torto.
– Preciso te dizer uma coisa depois. – ela disse assim que ele sentou ao seu lado.
– Algo grave?
– Não, é uma coisa boa. – os dois sorriram, antes de Damon juntar seus lábios mais uma vez.
– Eu ainda estou aqui sabiam. – comentou uma April falsamente entediada enquanto girava na poltrona do irmão. – Sabe Dam, quantas vezes já te disse para demitir aquela mocréia que você chama de secretária.
Uma risada alta irrompeu a garganta de Elena, assim que ouviu a palavra usada pela garota Ao que parecia April não gostava mesmo dela. A morena devia admitir que também não gostara do olhar de Bonnie quando soube que ela era namorada de Damon Tinha também o fato dela o chamar pelo nome. Falaria com ele sobre isso depois.
Poderia parecer meio ciumenta e paranoica com isso, mas não ligava. Damon era um homem extremamente atraente, tinha noção de que muitas mulheres dariam tudo para ter um momento com ele. Porém ele agora era dela e Elena sabe cuidar muito bem daquilo que lhe pertence.
– Bonnie é muito boa no que faz e eu não posso demiti-la só por que você não gosta dela blue.
– Blue? – a morena indagou curiosa.
– Ele me chama assim as vezes. –April deu de ombros. – Mas voltando ao assunto, eu não gosto mesmo dela. Aquela menina me dá nos nervos. Ela sempre tenta ser simpática demais, atenciosa demais e tudo sempre me soa muito forçado. Sei lá, tem algo nela que me dá arrepios, sério.
– Eu concordo com a April. – Elena se meteu e Damon a olhou com cara de “até você”. – Eu não quero me meter nem nada, afinal nem a conheço. Mas eu a achei forçada sim, fora que ela nem me olhou direito, a não ser quando....
– Quando eu disse que você era namorada do Dam. – April interrompeu e elena confirmou com a cabeça.
– Como?
– Ela disse que você não podia receber ninguém, e eu disse que isso não se aplicava a sua irmã e namorada. – deu de ombros. – Ela só faltou comer a Len com os olhos depois disso.
– Vocês estão exagerando, talvez ela só tenha ficado surpresa. Faz muito tempo que eu não tenho uma namorada.
– Tanto faz, depois só não diga que eu não te avisei. – Damon levantou as mãos em sinal de rendição e o telefone da caçula Salvatore tocou dentro da bolsa.
Era uma mensagem e assim que ela terminou de ler um imenso sorriso surgiu em sua face.
– Posso saber o motivo do sorriso?
– Que sorriso?
– Esse que apareceu assim que você pegou esse telefone.
– Nada demais. – respondeu casualmente guardando o celular e pegando sua bolsa.
– April.
– Não enche Damon. – Elena estava se segurando para não rir com a birra do dos. Tinha a impressão de Damon estar com ciúmes da irmão. – Len eu vou no Starbucks aqui da esquina, mas volto pra gente ir junto tá bem?
– Quem era no telefone April?
– Que saco Dam era uma amiga.
– Que amiga?
– Você não conhece. – se encaminhou até a porta. – Tchauzinho.
– April Margareth Salvatore volte já aqui.
Ameaçou levantar mas Elena foi mais rápida segurando seu pulso. Assim que olhou a morena cruzou os braços numa pequena carranca.
– Do que está rindo?
– Não estou. – as palavras saíram risonhas.
– Não sei o que é tão engraçado Gilbert. – retrucou ainda mal humorado.
– Ah não sabe? – ela perguntou marota enquanto ia lentamente para o colo do moreno, embrenhando seus dedos nos fios negros e lhe arranhando a nuca. Seu propósito era distraí-lo. Poderia jurar que ele seria capaz de ir atrás da irmã.
Um pouco relutante Damon descruzou os braços e rodeou a cintura perfeita e fina de sua mulher. Porém o beicinho continuava em sua boca. E Elena quis mordê-lo e foi isso que fez.
– Engraçado foi você Salvatore, com ciúmes da April. – comentou risonha. – Foi engraçado e fofo o mesmo tempo, não sabia que você era tão ciumento.
– Não sou ciumento. Apenas como irmão mais velho e tutor tenho que tomar conta dela. Não quero nenhum marmanjo rondando a April. Ela é só uma criança, praticamente um bebê.
Elena riu com gosto e mais uma vez Damon fechou a cara. Ela nunca havia visto esse lado dele. Sabia que ele era muito protetor com tudo que dizia respeito a irmã. Mas esse ciúme todo era nova. E ela achou sim, muito fofo.
– Olha moço não sei se você reparou, mas sua irmã já tem dezesseis anos. Ela é quase uma mulher e daqui a pouco vai ter sim alguém que vá gostar dela, e ela também. Você não pode impedir isso.
– Posso e vou.
– Damon.
– Elena.
– Tudo bem, não vamos mais falar disto.
– Ótimo!
– Mas você sabe que eu tenho razão.
– Elena Gilbert.
– Tá, tá bem. – ela ergueu as mãos.
– Além do mais pra que falar disso, quando temos coisas muito mais interessantes pra fazer. – um sorriso malicioso surgiu no rosto de ambos.
– Ah é? – ela deu uma pequena rebolada sobre o colo dele. Que gemeu e passou a beijar-lhe o decote.
– Hurrum
– Tipo o quê? – outra fricção.
– Tipo isso. – Damon levou suas mãos até a nuca da morena e beijou-lhe com urgência. Estava faminto daqueles lábios macios e cheio de saudades de sua Elena.
Ela entreabriu a boca permitindo que a língua quente e habilidosa percorresse cada centímetro dela. Lhe provando a medida que adentrou suas mãos pelo terno preto, arranhado a barriga do moreno por sobre a camisa social azul.
Os dois gemeram e continuaram o beijo, mesmo quando estavam quase sem ar. Se separaram um pouco depois. Ambos ofegantes, mas com sorrisos bobos um pro outro.
Damon selou as bocas castamente antes de ajeitá-la em seu colo e por uma mecha de cabelo castanho atrás da orelha.
– O que você tinha pra me dizer? – ela respirou fundo e tentou sair da posição em que estavam, mas Damon a manteve ali firmemente.
– Era sobre a Rebekah, eu a chamei lá em casa. – imediatamente ela sentiu todo corpo do moreno enrijecer sob o seu. E logo tratou de tranquiliza-lo, deu um selinho e colocou suas mãos no rosto pálido. Fazendo o contorno com os dedos. – Calma amor, foi só uma conversa eu precisava disso.
Damon que tinha fechado os olhos por canta do toque da morena, os abriu imediatamente assim que ouviu aquela palavra.
– Do que você me chamou. – ele não evitou o sorriso maravilhado que escapou de seus lábios. Os olhos brilhavam e Elena ficou ainda mais encantada com eles.
– Quê? – Elena nem percebeu o que tinha falado, saiu tão naturalmente.
– O que você me chamou agora a pouco. Repete?
– O quê? Amor? – ela sorriu para ele que assentiu sorrindo ainda mais. – Amor... Meu amor. – sussurrou em seu ouvido e viu todos os pelos de sua nuca se arrepiarem e uma risada rouca soprar em seu pescoço.
– Eu te amo. – olhou-a nos olhos e murmurou antes de perder-se nos lábios mais doces que já experimentara mais uma vez. Beijo que terminou com vários e vários selinhos.
– Sobre o que vocês falaram. – a morena começou a brincar com o colarinho da camisa do namorado enquanto respondia.
– Tudo, sobre nós duas nossa relação. A gente terminou definitivamente. – Damon notou um pouquinho de tristeza na voz de sua amada, mas não questionou isso. Ele imaginava como estava sendo difícil tudo isso para ela. Eram muitas mudanças em tão pouco tempo. Ele a entendia.
Beijou-lhe o ombro exposto pelo vestido de uma alça só, numa espécie de conforto. Queria mostrar para Elena que sempre estaria ali com ela e para ela.
– Contei sobre nós dois também. Sobre os meus sentimentos.
– E como ela reagiu?
– Bem.
– Bem? – arqueou a sobrancelha e Elena assentiu. – Bem bem ou só bem?
– Seu bobo. – deu-lhe um tapa pela brincadeira. – Foi bem bem. – rolou os olhos rindo. – Ela disse que me deixava ir, que me deixaria viver isso, mas com a certeza que nós íamos reencontra o caminho de volta uma pra outra. – citou as mesmas palavras usadas por Rebekah.
– Admito que não esperava isso dela.
– No fundo nem eu.
– Mas ela “tá” errada.
– Sobre vocês acharem o caminho de volta.
– E por quê?
– Porque eu te peguei pra mim e não vou largar nunca mais Elena Gilbert. – declarou sorrindo enquanto os deitava ficando por cima da morena que deu um gritinho surpresa. – Acho que vai ter que se acostumar com a ideia de que ficaremos juntos pela eternidade.
– Pela eternidade?
– Hurrum, eu e você pra sempre.
– Acho que isso é muito tempo.
– Eu te aguento.
– Só se você me aguentar também.
– Eu prometo. – os orbes azuis rolaram em divertimento.
Lábios juntaram-se num beijo apaixonado, que logo tornou-se intenso e depois afoitos. Duas bocas devorando-se enquanto as mãos ágeis livravam-se do incomodo que tornaram-se as roupas.
Num piscar de olhos Damon já estava livre de seu terno, e a julgar pelas mãos ansiosas de Elena não demoraria para que ela tivesse o mesmo fim.
Ele ocupava-se de sugar cada pedaço de pele descoberta deixando-lhe marcas vermelhas arredondadas que sabia que ficariam arroxeadas depois. A mão máscula desceu pela lateral do corpo esguio e foi espalmada na coxa esquerda, onde deixou um apertão.
A ereção já visível friccionava um ponto pulsante em Elena, e mesmo través das roupas deixavam-na enlouquecida a medida que arqueava ainda mais seus quadris, implorando por mais contato.
Logo seu vestido já estava em sua cintura, e mãos fortes subiam por sua barriga, infiltrando tecido adentro e lhe alcançando os seios túrgidos.
Gemeu enquanto embrenhava as mãos puxando os fios negros desejosa por mais. Dedos longos rodearam suas auréolas, uma beliscada uma cada mamilo quase a fez se desmanchar em prazer.
Seu corpo sacudiu, e ela soube que se quisesse Damon a faria gozar só estimulando seus seios.
A cada novo gemido e suspiro mais forte de Elena, Damon sentia seu membro latejar em suas calças doido por liberação. Parou com inspeção de beijos só pra baixar a única alça do vestido que o impedia de ter acesso total aos peitos da morena.
Apoiou seu peso nos braços ao lado da cabeça de Elena, só para ter a visão privilegiada de sua mulher largada e ofegante parcialmente nua, a não ser pela minúscula peça de renda preta e o vestido floral embolado em seu cintura.
Grunhiu rouco ao ver os bicos duro apontado em seu direção claramente implorando para serem acariciados por sua língua quente.
Elena só sabia gemer e balbuciar palavras desconexas. A língua do moreno era impiedosa contra si, enquanto pirraçava seu seio esquerdo, o direito era piamente torturado com apertos de uma mão grande.
Damon os lambia como se provasse a mais rara iguaria. E se deliciava com os gemidos e arqueios do corpo moreno em seu direção. Tenha a sensação de que explodiria a qualquer minuto, e não seria muito legal gozar na cueca.
Com esse pensamento seu cabeça desceu, e ele tratou de deixar uma mordida abaixo do umbigo da mulher. Como se lhe indicasse o que viria a seguir. Elena mal teve tempo para reagir quando sua calcinha foi estraçalhada pelo moreno.
Ela o teria repreendido se aquela boca maravilhosa permitisse. Mas no segundo que pensou falar algo, tudo lhe fugiu a mente Assim que a língua que instantes atrás se apossava de seus seios, adentrou em sua intimidade, sem a menor resistência.
Damon abria sua carne quente com o auxílio de seus dedos, e empurrava a língua com maestria, simulando pequenas estocadas que a fizeram contorcer os dedos dos pés.
– Damon...
– Shii. – foi um sopro em seu sexo e ela tremeu. – Você gosta assim amor? – lambeu do clitóris até a cavidade molhada onde estocou mais uma vez. – Ou prefere assim? – agora a língua aberta passou em toda extensão de seu sexo até chegar em seu monte de nervos e fazer-lhe uma pequena pressão e deixar uma mordida.
– Ain...por favor.
– Geme Lena, geme pra mim. Eu adoro os seus gemidos, as vezes penso que sou até capaz de gozar só ouvindo eles.
E a morena obedeceu continuou a gemer e gritar enquanto seu sexo era mordido sugado e lambido. Mas seu ápice mesmo foi quando inesperadamente três dedos afundaram em sua carne, curvados ele alcançaram um ponto dentro de si que quase a fez chorar, tamanho o prazer sentido.
Suas paredes internas os comprimiram deliciosamente, seu ventre se inquietou e ela soube que estava vindo. Damon percebeu também e deu mais algumas estocadas antes de cair de boca naquele sexo quente e suga-lo.
O lambeu até que não sobrasse nenhuma gota de excitação. Amava o gosto de Elena era tão único que não podia desperdiçar assim. Subiu com beijos até chegar aos lábios entreabertos que buscavam incansavelmente levar oxigênio até seus pulmões.
A morena estava acabada. Sexo oral era sempre o seu preferido, por motivos óbvios. Era sempre bom, mas aprendeu que com Damon Salvatore era ainda melhor e mais gostoso.
Beijaram-se compartilhando o sabor dela. E quando estava refeita Elena o empurrou de cima de si e o fez ficar de pé junto a ela. O embolo de vestido caiu em seus pés e ela o chutou.
Ambas as mãos correrem para os lados da camisa do homem, estourando todos os botões. Estava com pressa e fome dele, não esperaria nenhum segundo para tê-lo nu.
– Princesa, se você for rasgar minhas camisas toda vez que transarmos vou ter que fazer estoque. – comentou divertido, afinal amava esse jeito de gata selvagem dela.
– Eu acho isso uma coisa boa, quer dizer que você pensa em transar comigo muitas vezes. – respondeu da mesma forma. – Agora cale a boca Salvatore, eu tenho uma tarefa a cumprir.
– E qual seria.
– Levar você a loucura. – e colou sem lábios com urgência. Não queria nada calmo como na noite anterior.
Não que não houvesse gostada. Foi tudo perfeito. Ele tinha sido perfeito, mas agora queria no melhor termo para ser usado “foder duro e forte”.
Durante o beijo foi os levando as chega até chegar à mesa do advogado e jogá-lo sentado em sua cadeira.
– Eu quero aqui. Sonhei com isso uma vez, mas era no seu escritório em casa. Acho que esse serve também.
Ajoelhou-se ao lado do moreno e levou as mãos ao cinto. Assim que o tirou, logo já tinha tirando-lhe as calças juntamente com a boxer.
Damon até diria que não precisava fazer aquilo, mas não mentiria que estava louco pra sentir aquela boca gostosa em seu membro.
Elena o admirou por alguns instantes, logo que não pode na primeira vez, e logo o envolveu com as mãos. Fez lentos movimentos de vai e vem e se deliciou com a visão de uma Damon de olhos fechados e cabeça jogada para trás.
Devagar o levou a boca, primeiro só a ponta, lambeu e plantou um beijo estalado recebendo um suspiro. Sem medo o engoliu por inteiro, sugou com toda força que possuía, Tiro e colocou por diversas vezes.
As mãos acariciavam a base, enquanto a língua passava em toda extensão. Engolindo mais uma vez sugou rápido até o fim. Os gemidos de Damon eram seu maior incentivo.
Sentia-o crescer em sua boca, o gosto de líquido pré ejaculatório já estava em sua língua. As pequenas mãos massagearam os testículos quando mais uma vez o sugou, até ser surpreendida por uma puxão.
Damon a fez sentar-se em seu colo e sem perder tempo a penetrou. Como ele queria duro, forte e rápido ele começou a mover-se.
– Elena. – os corpos suados se chocando e o som misturando-se aos gemidos.
O cheiro de sexo estava por todos os lados, as bocas coladas não evitavam os ruídos. Elena praticamente quicava em seu membro sem pudor algum.
As mãos de Damon apertavam-lhe forte a cintura e as suas buscavam apoio em seus ombros.
– Damon...ai.
O ritmo frenético dos dois os enlouquecia, pareciam estar em uma mundo particular aonde só eles existiam. O moreno passou a ajuda-la investindo seus quadris. Atingindo-a em lugares desconhecidos, o que só aumentavam seu tesão.
– Isso amor...vem pra mim.
–Por favor... Damon.
– Eu sou seu pequena.... Dá pra mim.
Com um último movimento e um uníssono grito Elena sentiu os jatos de Damon misturar-se a sua umidade e escorrerem por suas pernas.
Ambos cederam na cadeira, suados, ofegantes, mas com risos felizes e extremamente satisfeitos.
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