Brotherhood
22 Namorados Novamente
– Eric é furry? – Marjorine estranha sobre o que Bebe descobriu sobre seu melhor amigo que a mesma não sabia.
Marjorine foi convidada pela loira para conversar. As duas estão no quarto. Antes disso Bebe fez diversas pesquisas e descobriu o motivo do seu namorado ficar excitado assistindo um desenho. O mais bizarro foi descobrir o universo furry, tem muitos padrões que são quase foofilia.
– Sim Marjorine, quero sua ajuda para fazer uma surpresa para ele.
– Não é justo. Também quero dar pra ele – Marjorine faz biquinho.
– Marjorine,sua assanhada – empurra a amiga por brincadeira – já beijou Eric e ainda quer mais?
– Sim.
– Só que agora ele é o meu namorado. Perdeu loirinha.
Marjorine, que estava sentada na cama, deita-se.
– Pelo menos eu tenho Tweek – comenta a Marjorine.
– Então, alguma idéia para me ajudar?
– Que tal se vestir de pônei?
– Pônei? Quem gosta de foder um pônei?
– Brony?
– Acho que Eric não é tão furry para isso.
– Então vamos pesquisar para saber um bom cosplay.
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Wendy se sente mal em quebrar o coração de Kyle, mas foi um mal necessário. Foi graças a ele que finalmente entendeu seus pecados. Então não seria justo fazer ele e Stan pagarem por seu pecado.
E pensando no moreno, finalmente a feminista chegou a conclusão. É apaixonada por Stan Marsh. É com ele que quer passar a vida toda. Ele é seu primeiro amor e paixão. Pensando como foi muito dura com ele nesses últimos meses.
– Wendy. Aqui o soverte. Aonde está o Kyle?
– Ele teve que sair infelizmente.
– Ah, entendo. Enfim podemos ter aquela conversa.
– Até podemos ou podemos ficar mais a vontade.
– O que...? Stan é empurrado para o sofá que puxando uma alavanca escondida se transforma em uma cama.
Wendy fica em cima do namorado.
– Sabe Stan. Eu te amo e você me ama, pra que a gente enrolar para voltar novamente
– Wendy, o que... – sente seu tronco ser arranhado. Um forte gemido escapa de sua boca.
A feminista aproxima da orelha direita dele. Chupa um pouco a ponta e depois sussurra com sensualidade e autoridade:
– Tá na hora de saber quem é sua dona. Você vai fazer tudo e somente o que eu mandar.
– Hum? – um gemido mais forte, um misto de dor e prazer, escapa novamente de sua boca já que Wendy o arranha ao ponto de quase sangrar.
– Sua existência agora serve apenas para meus caprichos. Entendido?
Stan analisa o estranho e ousado comportamento de Wendy e chega uma conclusão:é um instinto da sua namorada de dominar. Assim como os demônios tendem a buscar a onipotência para si assim impondo sua vontade em seus servos. O que pode explicar muito os ideais ocultos de algumas feministas: não o direitos iguais, mas sim ser superior aos homens
– Sim – concorda para entra no jogo de sua namorada.
– Isso é um bom começo – Wendy começa a lamber as partes que ela apertou que chegam a estar vermelhas pelo... empenho. Enquanto Stan fica só curtinho a feminista se divertindo com o seu corpo.
A fêmea começa a esfregar o pênis do macho por cima da calça, o qual se encontrava ainda em uma semi-ereção sentindo, assim, o volume que o moreno possui. Está gostando do que está sentindo.
Ela quer uma prévia do que vai sentir daqui a pouco, a mão já não está sendo suficiente. Então com cuidado se senta sobre o colo dele e começa rebolar. Esses movimentos começam a umedecer ainda mais a parte íntima de seu corpo. Sua face fica um pouco corada e sua respiração mais acelerada, realmente está querendo sentir mais prazer.
– Muito bem meu bichinho. Tá na hora de agradar sua mestra – chegou perto do ouvido do seu parceiro e disse — não me decepcione.
“Seu desejo é uma ordem”. Essa famosa frase poderia ser dita pelo Stan, mas não está conseguindo racionar direito para falar. Certas ações não precisam ser ditas. O moreno pega os pulsos e deita sua parceira assim ficando em cima. Ele vai beijando a boca, a face e o corpo. Queria sentir a pele dela, mas as roupas estão o atrapalhando. Realmente precisa tomar uma atitude drástica.
– Acho que está calor aqui – diz Wendy.
– É verdade.
– Só existe um jeito de aliviar um pouco – começa a tirar a roupa.
– Sim – faz o mesmo
– Eu te amo, minha mestra – disse retornando a beijar com mais liberdade o corpo de Wendy, depois de tirar toda a roupa e a mesma tirar a dela.
– Eu te amo, meu bichinho – geme com mais intensidade quando o Stan toma seus seios.
Tendo a permissão de continuar, Stan aperta com vontade sentindo toda a suavidade daqueles seios macios. Só que uma coisa ainda está incomodando. O que cuida disso arrancando de uma vez fazendo que seios balancem um pouco dando um ar de erotismo a mais. Realmente uma cena bela daqueles seios pálidos, meio cinzas, com os bicos meios rosados. Então começa a chupá-los, a beijá-los, a explorá-los.
Realmente é uma sensação muito agradável de sentir prazer, pensa a empata. Seu corpo se arrepia todo, sua intimidade fica úmida, até o bico dos seios ficam mais duros. Ela quase grita, por uma mistura de surpresa e prazer, quando Stan insere o dedo no seu sexo e morde levemente seus seios.
– Meu servo. Quero que se deite.
– Sim, senhora.
– É mestra!
Agora é a vez de Wendy ficar em cima, mas antes disso retira sua calcinha e depois se senta meio virada de costas na face de Stan. Ele entende o recado e começa a sentir seu sabor explorando toda a anatomia do sexo feminino começando deslizar sua língua nos pequenos e grandes lábios e no clitóris. Isso arranca mais gemidos, o que o motiva a introduzir sua língua para dentro dela.
A feminista se inclina para chegar ao sexo de Stan. Com seu poder rasga a curta bermuda que seu parceiro estava usando junto com a roupa intima. Sua agressividade foi recompensada com a visão do sexo de seu parceiro. Então pega firme com uma mão onde começa a esfregá-lo o masturbando.
– Mestra. Tá tão bom.
– Me chupe com mais vontade e você terá uma surpresa.
Dito e feito. Stan com toda vontade suga a genitália como se tivesse sugando mel, suas mãos apertam com grande intensidade as nádegas da empata. Como recompensa Wendy começa a chupar o pênis do moreno assim começando assim um frenético 69. Ambos ficam um bom tempo nessa posição chupando e gemendo abafados.
Stam começa explorar mais ainda o corpo da Wendy, enfiando o dedo na vagina quente e molhada de sua recente mestra. Enquanto a feminista está alisando e beliscando as nádegas do moreno, acariciando o saco.
Os dois chegam ao êxtase e tem, juntos, o primeiro orgasmo. Ambos são lambuzados pelo gozo do parceiro. Cada um se afasta e experimenta a secreção do outro em particular, enquanto se limpam ao mesmo.
– Espero que não esteja muito cansado, já que agora que vamos começar pra valer, meu bichinho.
– Posso vim quente que tô fervendo, gata – aos poucos a ereção do moreno volta – eu ainda tenho muito fogo disponível.
– Isso que vamos ver.
– Gata. Isso é loucura.
– Eu sei – sorri travessa – mas segue os seus instintos que sigo o meu.
– Nossa! Nunca pensei...
– Você fala demais. Preciso manter sua boca ocupada – dá um beijo intenso novamente. E a ereção de Stan retornar completamente.
Wendy o puxa para ele ficar encima dela.
– Agora seremos realmente um – aproveita e coloca uma camisinha (que tinha guardado na cômoda por segurança, mas escondida para seus pais não descobrirem).
Aos poucos a vagina de Wendy é preenchida pelo novo corpo dentro dela.
– Wendy. Você está bem?
– Sim. Estou. Não para.
– Ouço e obedeço, minha mestra.
Os movimentos são, primeiro, devagar para justamente conhecer os limites do corpo, mas a expressão de prazer é nítida nos rostos de ambos. E logo o ritmo da penetração aumenta, chegando ao nível desejado.
– Stanley... vai mais fundo... – começa a arranhar as coisas do parceiro.
– Como você é gostosa... Tô adorando transar com você – aumenta o ritmo.
– Não para – disse gemendo cada vez mais alto junto com seu parceiro.
– Nossa Wendy. Como sua buceta é gostosa.
– Não me lembro de ter dado permissão para você xingar – sem sair da penetração os dois trocam de posição fazendo que a empata fica em cima desta vez – você vai ser castigado – começa subir e descer assim parecendo que estar cavalgando – Meu bichinho precisa ser ensinado – começa a arranhar violentamente o peitoral de Stan.
– Me desculpe, mestra. Me empolguei demais.
– Tudo bem seu puto de uma figa – cavalgar violentamente.
Eles dão uma pausa e se beijam. Novamente trocam de posição fazendo que o moreno fique em cima. Desta vez começa em um ritmo bem rápido e forte.
Os dois gemem juntos em uma sincronia.
– Stanley, tô quase lá.
– Eu também.
Os dois atingem mais uma vez o orgasmo juntos. Gemem alto. Os dois estão bastantes suados. Pouco a pouco estão recuperando o fôlego.
– Oh Stan, eu te amo.
– Eu também te amo, Wendy.
Assim finalmente os dois retornam a namorar.
CONTINUA
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