Brother And Sister
8 Capítulo 10
Notas iniciais
ENJOY DIVAS E DIVOS SE HOUVER ALGUM GAROTO AI!
POV. Justin.
A gente só ver que o tempo passou quando a pessoa mais próxima de nós cresce, ou quando você se casa, no meu caso foi ver que minha irmã estava tão crescida, tão mudada, tão madura. Machuca perceber que você perdeu quase uma vida inteira de uma pessoa, apesar de esta em muitos momentos e atrapalhar outros muitos – como o primeiro beijo dela- eu perdi sua mudança, seu crescimento, a mente dela não era mais a mesma, ela não dependia mais de mim para fazer suas coisas, apesar de nunca ter realmente precisado da minha ajuda. Mais apesar de tudo ela continua sendo minha irmã, ainda mais bonita, ainda mais chata e ainda mais insuportável, porem continua sendo a minha pequena Mia. A prova de que ela ainda era a minha pequena estava ali, ela deitada quase que indefesa, e eu a protegendo, como todo irmão mais velho deve fazer.
Quando desci as escadas, e aquela louca pulou no meu colo me dando um típico abraço de urso que desde pequena me dava, parecia que eu estava sonhando, quando ela pronunciou as suas “primeiras” palavras eu percebi que eu não estava em um sonho e que sim ela estava ali, parada de ante mim esperando um abraço. Não pensei duas vezes antes de abraça-la e inalar seu cheiro de flores do campo que desde pequena usava.
Sim eu sou um irmão ciumento e possessivo, mas e ai? Que irmão mais velho não é? Conheço alguns piores do que eu, que a irmã não pode nem pensar em beijar que já se morde todinho... Espera... Esse sou eu. Mas ela entende que só quero o bem dela e que o bem dela é ficar solteira pelo o resto dos meus dias, não suportaria a minha pequena sendo tocada por qualquer um que quisesse somente leva-la para cama. Ela é uma criança... Com curvas, seios, bunda, uma boca que maravilhosa que só de olhar dava uma vontade incontrolável de beijar, e essa vontade estava me corroendo, como não posso nem imaginar minha irmã com um cara, mas desejo ela? Isso é pecado não é? Acho que sim.
Ela estava em um sono tão tranquilo, que naquele minuto me sentir útil, senti-me como se pela a primeira vez eu a estivesse realmente protegendo, protegendo a minha pequena Mia, minha Mia e não de um fulano de tal. Sei que isso é ser muito possessivo e que fui muito burro de brigar com ela por ter ficado com um dos meus melhores amigos, mas só de pensar que ele sim pode toca-la daquela forma e eu não me dar uma raiva incontrolável, minha vontade mesmo era de arrancar as mãos do Chaz e a língua e o seu pau, mas isso não ajudaria em nada, e a Mia me mataria, tive que me controlar por não ter dado pelo menos um soco nele quando Mia contou a verdade.
O cheiro doce da Mia era tão bom que eu estava quase fora do ar, eu estava com uma vontade incontrolável de beija-la, mas não um beijo de irmãozinhos e sim um beijo de verdade – não que o beijo de irmão seja falso- que ela daria somente em um namorado ou em qualquer um que não fosse seu irmão mais velho.
Aproximei meu rosto do da Mia, sentindo sua respiração bater no meu rosto, meu coração estava acelerado, não acredito que eu estava prestes a fazer aquilo, mais eu tinha essa necessidade, eu tinha que fazer ou me arrependeria depois de não ter feito. Selei meus lábios nos dela levemente e separei-os segundo depois. Seus lábios eram macios e dava uma louca vontade de mordê-la, mas não queria assusta-la. Sim isso é um desejo sujo, promíscuo. Como alguém pode desejar uma irmã dessa forma? Isso não é certo, isso é muito errado, isso é simplesmente horrível.
Ajeitei-me na cama, e deitei a cabeça da minha no meu peito, Mia abraçou minha cintura, se endireitou mais deitando ainda mais sobre meu peito.
A porta do quarto se abriu revelando um casal tentando não fazer barulho.
- Pensávamos que estavam acordados. – comentou mamãe se aproximando.
- Ela dormiu há uns minutos. – comentei baixinho.
- Que bom que fizeram as pazes. – disse papai cochichando.
- Só viemos desejar boa noite. – disse mamãe dando um beijo no cabelo da Mia. – boa noite querido. – falou e deu um beijo na minha testa.
- Boa noite. – respondi.
Mamãe se afastou e abraçou a cintura do papai o puxando para fora do quarto, mamãe fechou a porta, mais não antes de dar um sorriso largo.
Não posso dizer que esse tempo que a Mia passou fora fui um menino bom, mais também não fui tão ruim. Mia era o que faltava, Mia desperta o que a de melhor em mim, não que eu precise que ela esteja do meu lado para eu ser uma pessoa boa, mas fica mais fácil quando ela esta por perto.
POV. Mia.
Abrir meus olhos, ainda sonolenta, sentir o cheiro amadeirado invadir as minhas narinas, levantei minha cabeça para poder ver o rosto do Justin, ele parecia tão calmo dormindo que ate parecia um anjo, mas ele era sim um anjo. Olhei em volta e parecia ainda esta de noite, olhei para o criado mudo ao lado da cama do Justin onde tinha um despertador que marcava 03h00min. Por um momento eu sentir um pouco de raiva por ter acordado aquele horário, e xinguei mentalmente a droga de diferença de horário. Mas quando olhei para Justin ali dormindo achei ate bom ter acordado.
Mamãe sempre disse que Justin dormia igual a uma pedra, a casa poderia pegar fogo que ele não acordaria. Achei que aquele seria um momento bom para ver se era verdade. Cutuquei um pouco o Justin nas costelas, ele se mexeu, mas não acordou. Acariciei o abdome do Justin com a mão levemente, ele nem se mexeu. Acariciei seu abdome ate chegar à barra da sua cueca, mordi meus lábios inferiores quase que involuntariamente, então baixei mais minha mão e parei bem em cima do seu membro.
CARAMBA!
Foi à única coisa que conseguir pensar naquele momento, CARAMBA. A vontade que eu tive de apertar era simplesmente incontrolável. Tirei minha mão dali rapidamente, não acredito que eu estava fazendo aquilo, caramba ele é meu irmão, uma tentação, mas ainda sim meu irmão. Eu estava simplesmente horrorizada pelo o que eu acabei de fazer, que espécie de pessoa eu sou?
Levantei da cama rapidamente, sem saber muito bem o que fazer. Peguei o celular do Justin que estava em cima de seu criado mudo para iluminar o quarto, procurei o meu celular que só Deus sabe onde eu havia deixado. Encontrei meu celular em cima da minha cama, debaixo de um travesseiro. Coloquei o celular do Justin onde ele tinha deixado e sair do quarto usando o meu celular como lanterna, andei nas pontas de pés quando passei pelo o quarto dos meus pais e fui para a cozinha.
Eu precisava falar com alguém, precisava de um concelho, precisava de uma luz. Sentei-me no chão da cozinha detrás do balcão e liguei para a única pessoa que eu tinha certeza que não me julgaria e que provavelmente me daria uma luz.
- Hummm. – murmurou a voz sonolenta do outro lado da linha.
- Acorda preciso falar com você. – falei em um tom levemente baixo.
- Mia? – perguntou ainda com uma voz rouca e sonolenta. – porque esta me ligando a essa hora? – perguntou. – tenho quase uma oito horas de sono, sabia? – continuou.
- Aaron deixa de ser chato. – falei.
- Chato? Você me liga sei lá que horas e quer que eu seja legal com você? – perguntou tentando controlar o volume do seu tom de voz.
- Ok Aaron, desculpe-me ter ligado. – falei irritada.
- Nem pense em desligar, já que me acordou fala o que aconteceu. – disse ele.
- Eu fiz uma coisa. – falei tentando encontrar u jeito menos estranho de dizer que apalpei o membro do meu irmão.
- O que você fez? – perguntou sem paciência.
- Peguei no pau do meu irmão. – falei de uma vez.
- Wow, vai com calma, acabei de acordar e você me solta uma dessas. – falou com humor.
- Aaron não brinca isso é serio. – falei irritada.
- E ele fez o que? – perguntou serio.
- Nada ele esta dormindo. – respondi.
- E ele continuou dormindo depois de você apalpar o pau dele? – perguntou quase como se fosse um absurdo.
- Ele tem um sono pesado...
- Acho melhor você voltar lá e verificar se ele não esta é morto. – brincou.
- Que droga Aaron fala serio. – grunhir. – e tecnicamente eu só passei a mão não apalpei. – corrigir.
- Porque você me ligou? – perguntou.
- Para que você me desse uma luz, precisava contar para alguém e você não ia me julgar. – respondi.
- E como você se sente em ter feito isso? – perguntou ele.
- Suja, eu não entendo como eu pude ter feito isso. – falei. — eu vou para o inferno Aaron. – afirmei.
- Nos encontramos lá querida. – rebateu Aaron.
- O que eu faço? – perguntei.
Eu não estava em mim. Eu definitivamente estava louca.
- Sabemos muito bem que fingir que não esta acontecendo algo não é a melhor escolha. – falou ele.
Mais o que o Aaron estava tentando me dizer? Ele não podia esta me sugerindo isso, eu pedi uma luz e não um ticket gratuito para o inferno.
- Quer que eu dê em cima do meu irmão? – perguntei horrorizada.
- Exatamente. – respondeu.
O garoto ficou louco de vez.
Apesar de que não seria de todo um mal, a pior coisa que poderia acontecer é o Justin parar de falar comigo e me chamar de louca, ou não perceber.
- Aaron como é que você quer que eu faça isso? – perguntei.
Acho que agora eu estava ficando louca.
- Você realmente quer Mia? – perguntou Aaron.
- Aaron ele me ver somente como a irmãzinha mais nova dele, como é que você quer que eu dê em cima dele? – perguntei.
- Não sou eu que estou querendo que faça isso. – lembrou-me. – é você que quer ou nem cogitaria.
- Não estou cogitando, ele é meu irmão Aaron.
- você acariciou o pau dele então querida já era. – falou ele.
Espirei fundo.
- Eu não quero. – falei convicta.
- Agora, mas quando quiser, se precisar de minha ajuda vou adorar ajudar. – falou ele com seu típico tom de voz de menino mal.
- Sei que vai. – ri. – sabe o que eu preciso Aaron? – perguntei.
- Se me dizer eu fico sabendo. – riu.
- Sexo Aaron, eu preciso de sexo. – falei. — eu não devia ter saído daí. – suspirei.
- Eu também preciso de sexo. – falou ele. – sexo de verdade pelo menos, essas meninas daqui são horríveis de cama. – comentou.
Eu ri baixo.
- Elas não te chupa como eu né Aaron? – perguntei.
- Não provoca, estou quase subindo pela as paredes. — falou brincalhão.
Ficamos em silencio durante um minuto.
- Afinal você se levantou só para acariciar o pau do seu irmão? – perguntou-me e riu.
- Não eu estava dormindo na mesma cama que ele. – respondi.
- Que filho de uma mãe de sorte e eu aqui tendo que dividir meu quarto com um marmanjo. – reclamou.
Eu ri.
- E o que você faria comigo Aaron? – perguntei com a voz provocante.
- Eu...
Escutei alguns passos leves vindo da escada. Droga, porque sempre quando a conversa esta ficando interessante alguém aparece?
- Tenho que desligar, tem alguém vindo. – falei ainda mais baixo.
- Que droga, tchau vadia. – falou ele.
- Tchau gostoso. – ri e desliguei.
Fiquei de pé esperando que a pessoa finalmente aparecesse e a pessoa apareceu, Justin levantou o olhar para mim e deu um pulo. Eu ri um pouco da cara do Justin.
- Que susto garota. – ele disse indo em direção à geladeira.
- Desculpe-me. – disse simplesmente.
Ele pegou uma garrafinha de agua da geladeira e abriu a mesma tomando um gole dela. Não conseguia nem encarar o Justin, eu estava morrendo de vergonha, não porque tenho vergonha de pegar no membro de um homem, mas por ter pegado no membro do meu irmão.
- Faz tempo que levantou? – perguntou.
- Um tempinho. – dei de ombros ainda sem encara-lo.
- O que foi? – perguntou.
- Vou voltar pro quarto. – disse já quase saindo da cozinha.
Sentir que Justin vinha atrás de mim. Eu entrei no quarto, ouvir um pequeno barulhinho da porta de fechando quando o Justin passou pela a mesma, joguei meu celular em cima da cama.
- O que foi Mia? – perguntou Justin.
- Nada. – respondi ainda sem olha-lo.
- Aconteceu alguma coisa? Eu fiz algo? – perguntou meio nervoso.
O que ele poderia ter feito? Nascido gostoso do jeito que é? Mas disso ele não tem culpa, quem tem são meus pais.
- Não Justin. – respondi o olhando.
- Tem certeza? – perguntou.
Deixa-lo achando que fez algo comigo que eu não poderia deixar, mas isso é uma droga, queria mesmo era agarra-lo.
- Tenho. – respondi com um sorriso. – vem. – peguei na sua mão o puxando de leve para mais perto. – vamos dormir. – o puxei para a cama.
Justin se deitou e me deu um pouco mais de espaço, deitei sobre o peito do Justin e coloquei minha pena entre suas e me aconcheguei ainda mais em seus braços. Agora era só esperar o sono chegar novamente e a droga das caraminholas que o Aaron colocou na minha cabeça sair do meu ponto de cogitação. Eu não poderia nem sonhar em fazer algo do tipo afinal ele é meu irmão. Eu daria todas as minhas roupas de marca para a doação para que o Justin não fosse meu irmão. Falando nisso tenho que separar algumas roupas que não uso mais para a doação.
- Mia? – chamou-me Justin.
- Sim? – perguntei.
- Você gostou de ficar com o Chaz? – perguntou.
- Por que a pergunta? – perguntei.
- Me responde. – pediu.
- Sim e não. – respondi.
- Como assim? – perguntou.
- Gostei pelo o fato de ele beijar bem, não gostei porque a gente brigou. – respondi.
- Volta a dormir. – disse ele apenas.
Não gostei pelo o fato de não ter sido ele a bem beijar e a tocar em mim daquela forma, porem eu não poderia dizer uma coisa dessas e esperar que ele fique feliz com isso ou que ele pelo menos me levasse a serio.
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Estou orgulhosa, 51 leitores, vibrei...Mas os reviews nao estão sendo muitos e eu fico meio triste por isso, espero que vocês tenham gostado do capitulo... beijinhosss
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