Notas iniciais
Um acontecimento antes da missão.Logo depois desse começa a aventura de verdade... paciência. kkk Mas espero que leiam ;)

Não tive sonho nenhum, agora que tanto queria ter um, não consegui.

Então não esperei que meus companheiros viessem me chamar, então acordei o mais rápido que pude meus companheiros de missão, menos Clarisse.

Bati na porta da “Big House” e Quíron veio com aquela cara de sono e aquele cabelo em pé, pessoal, era bem cedo mesmo! Então ele bocejou e falou:
– É muito cedo gente, tenham calma. E cadê Clarisse, pensei que tinha escolhido ela ontem para ir com vocês...

– Não senhor, Foi somente nós três. – Falei, com esperança que ele estivesse esquecido.

– Quer me enganar Junior? Eu tenho anotado. E mais, se Clarisse não estiver junto, não autorizo a missão!

– Junior! É o jeito levarmos Clarisse, irmão. – Exclamou Beckendorf. – Parece até que você gosta dela...

– Eu? Tá louco? – Respondi, vermelho de vergonha.

– Deixa que eu vou chamar ela. – Disse meu outro parceiro, Ally.

Enquanto aguardávamos, a múmia saiu do sótão da casa grande sozinha e veio até nós... tomando conta do corpo de Rachel Elizabeth Dare, para quem não sabe, é o mesmo que o Oráculo. E falou:

– Eu sou o espírito de Delfos... ( Blá Blá Blá )

“ A CRIA DA MULHER CONDENADA MATARÁS,

E SOFRERÁS O CASTIGO DO SENHOR ESCURO,

A SALVAÇÃO DO PRISIONEIRO SE FARÁ,

QUANDO O UTENSÍLIO INESPERADO USAR.”

“Não é possível!!” pensei. Duas profecias, como assim? Todos ficaram sem ter o que falar, mas Quíron sempre tinha algo para discutir.

– Duas profecias para um só missão... A coisa vai ficar preta!

– Muito legal! – Berrou Clarisse que no momento vinha chegando do chalé.

– Legal isso? Tem certeza? – Ally perguntou.

– Ahh, não me diga que está com medinho também... Já basta o coisa ali, o Junior.

Como sou legal e não sou covarde, guardei minha espada em punhos para não atacar Clarisse. ( E eu ia perder é claro! )

– Bom, Acho que vocês já podem partir. – Disse Quíron.

– Até mais, se voltarmos inteiros. – Eu disse.

– Não vai acontecer nada com vocês, peçam ajuda a seus pais. – Quíron falou, sorridente. – Argos irá levá-los de van para o lugar que vocês irão ficar hoje.

Argos então saiu da casa grande, com olheiras... em todos os seus cem olhos... e nos conduziu até uma van, que pertencia ao acampamento.

Fui no parte traseira da van com os outros dois homens, e Clarisse ia com Argos na frente. Pedi a espada do meu irmão para eu dar uma olhada, admirar a invenção dele: uma espada que soltava ácido quando pressionávamos um botão no cabo, e além disso, ela se dividia em três espadinhas menores. Incrível. Se eu sendo filho de Hefesto pudesse fazer isso, eu tava realizado.

Argos ligou o rádio da van para nos descontrairmos com a música. Era ROCK, e a música era:

“I'm on the highway to hell

On the highway to hell

Highway to hell

I'm on the Highway to hell”.

Que música firme! Andamos um pouco e antes mesmo de sair de Long Island, lugar onde fica localizado o acampamento, a van de Argos começou a parar e... tinha dado prego. “Não acredito nisso” Pensei. Que droga, parece que os deuses não querem que eu conclua a missão mesmo.

– E agora Argos? – Falou Clarisse.

E o monstro de inúmeros olhos falou calmamente:

– O que eu posso fazer garota?

– Sei lá, você não tem poderes não?!

– Não fale desse jeito com ele Clarisse, — Exclamou Ally. – Ele realmente não pode ajudar, não tem permissão.

– Ótimo! Deixa ele aí e vamos andando então. – Disse ela, com raiva.

Tínhamos que ir de Long Island até Times Square, nossa! A boa notícia: tínhamos também um filho de Hermes conosco, ele poderia fazer algo... tipo, nos levar até lá num piscar de olhos e tal.

– Ally? – Perguntei. – Você não pode acelerar nossa viagem não? Vamos demorar muito, muito mesmo...

– Nunca precisei usar os meus poderes para isso. Nem sei como fazer para que Hermes me ajude. – Falou ele, desapontado.

– Apenas peça, ué!

– Tá legal. — Ele se concentrou, fechou os olhos e pediu. – Pai, preciso do senhor agora, não sei como, mas faça com que a gente chegue rápido em Time Square.

Nada, de súbito, aconteceu... apenas ouvimos o estalo de algo caindo atrás de nós... era uma dracma de ouro. “De onde diabos veio isso”. – Imaginei.

– Bom... Alguém sabe o que devemos fazer com isso? – Ally falou.

– Me dê aqui, garoto! – Gritou Clarisse.

– Porque eu daria para você? – Recrucou Ally.

Ela foi para cima dele e os dois lutaram pela dracma, quando ela escapuliu e caiu bem à frente de todos nós.

Algo aconteceu, um táxi cinza feito de nuvem parou bem à nossa frente.

– Entrem! – Falaram umas três senhoras em uníssono.

Não eram senhoras comuns, aliás, quase todo mundo que eu vi não era comum. Elas eram de pele acinzentada e eram cegas. (Você deve estar perguntando: como elas dirigiam um táxi se eram cegas? ) A resposta é, não sei.

Só sei que elas passavam um olho grande de mão em mão algumas vezes, e encaixavam no buraco em seus olhos. Achava que íamos sofrer um acidente, e com razão, elas iam rápido demais.

Elas estavam passando direto do ponto, que era Time Square, então abrimos as portas e simplesmente saímos do táxi. Fiquei todo ralado.

Quando dei por mim, Clarisse estava indo embora para um beco, então gritei:

– Ei! Volte aqui, e a nossa missão?

– Vou dar uma volta, encontro vocês por aí, moleques.

Não deu tempo de impedir, ela pulou o muro e foi embora. Por mais que não gostasse dela, algo apertou meu peito por deixá-la ir sozinha e não poder impedir que ela fosse. Nossa missão ficaria ainda mais difícil, sem ela.

Meus amigos estavam acordando, e eu contei tudo a eles. Agora éramos um trio de homens, onde um novato estava no meio, em pleno centro de Time Square.

Notas finais
Bom, galera.. comentem se minha Fic está grande... Até o proximo, em breve.