Broken Hearts

68 Amazônico Bat Clã


Notas iniciais
Olá, meus queridos As relações familiares continuam sendo narradas e espero que estejam a contento. Bon voyage

"Família somos nós que escolhemos.

As pessoas que amamos.

Família é mais que laços de sangue.

Família é quem mora no nosso coração".

(Carol Queiroz)

♣ ♣ ♣

♣ Gotham City || Mansão Wayne ♣

Hipólita seguiu o mordomo até o elevador que desce à caverna, observando enquanto as luzes se apagavam, o ar crescendo mais rarefeito. Uma lembrança de Hades veio à sua mente... E os cabelos na parte de trás da nuca se arrepiaram. Ela lamentou que Diana sofresse uma maldição semelhante à sua: amar um homem envolvido pela escuridão. Quão irônico poderia ser o destino.

Apesar da triste atmosfera, a voz do Batman soou um mínimo descontraída.

— Princesa? Não me diga que você retornou antes do almoço para me sedu... – Ele parou na metade da frase.

Alfred colocou-se à frente de Hipólita enquanto entravam na caverna. Ela não podia ver sua expressão quando ele anunciou sua entrada.

— Sua alteza real Hipólita, rainha das Amazonas, governante de Themyscira, alta sacerdotisa de Hera e guardiã dos Portões do Tártaro.

Ele se virou para ela, e só então viu os vestígios de um sorriso amado desaparecer. Mesmo quando o sorriso fraco foi substituído por outro sorriso formal e educado, Hipólita percebeu que Alfred estava desfrutando o choque de seu mestre.

— Sua Alteza, existe algum outro serviço que eu possa fornecer antes de ser dispensado?

Hipólita sorriu enquanto sacudia a cabeça negativamente.

— Sua hospitalidade fora exemplar, Sr. Pennyworth. Eu o agradeço!

Quando Alfred saiu, a rainha estudou a expressão de Batman mais uma vez. Ele parecia atordoado.

— Me permita uma consideração, Batman: ficar com essa expressão paralisada compromete o efeito que você se esforça tanto para criar. Eu vou aguardar você se recompor.

Um piscar de olhos depois, a expressão de Batman endureceu. Seus olhos se estreitaram e com voz educada, se não particularmente acolhedora, ele disse.

— Sua Alteza, eu acredito que posso me desculpar por um momento de surpresa. Sua presença aqui justificaria isso, estou certo? – Batman fez uma pergunta retórica – O que posso fazer por vossa majestade?

— Preciso que me ajude a cumprir a vontade dos deuses: Diana terá uma nova missão e eu creio que você é o mais indicado para me ajudar a fazer os arranjos necessários.

— E o que seria? – Bruce arqueou uma sobrancelha, em questionamento.

A breve pausa tomada pela rainha antes de respondê-lo foi como atear gasolina à chama. Ele nunca escondera seu desprezo pelos deuses do panteão grego. Tampouco seu desgosto por Diana obedecer-lhes as vontades.

O que era aborrecimento logo se transformou em fúria, após a dedução do detetive tomar a hesitação de Hipólita como desconforto pessoal (uma mãe que temia pela vida da filha, enviada em uma missão perigosa). Se antecipando à resposta:

— Seja o que for, eu não vou permitir que Diana assuma uma missão para atender os caprichos fúteis de um bando de metas entediados – Bruce tinha razão, fúria, raiva, vingança alimentavam o Morcego.

E a rainha viu a diferença gritante: agora, ele era todo Batman. Envolto em sua capa, a expressão aterrorizante em seu rosto, a figura imponente de um demônio de Hades, que obrigara a soberana amazona imortal, que caminha sobre a terra há 18 mil anos, a se esforçar em não vacilar quando ele caminhou em sua direção e manter rigorosamente a postura régia.

Nenhum homem a faria recuar. Muito menos um mortal.

— Sua blasfêmia desonrosa para com os deuses seria o mais abominável dos insultos, não fosse a tua presunção ultrajante de sugerir que uma amazona, a campeã dos deuses, está sujeita não a vontade deles, mas a tua?! – Hipólita também se tornava exuberante quando desperta de seu espírito guerreiro – A princesa amazona não precisa da permissão de um mortal.

— Mãe?... – Diana ficou visível após a luz intensa do teletransporte desaparecer – Mãe, o que a senhora faz longe de Themyscira? O que aconteceu? Minhas irmãs... Estão bem?

— Estamos todos bem, Diana – A rainha respondera – Os deuses me enviaram pessoalmente em missão.

Quando Diana a abraçou, toda rigidez de Hipólita se desfez e ela sussurrou para filha às lágrimas “meu solzinho e estrelas”...

(...)

Diana convencera não apenas Bruce, como também sua mãe, a tirar o traje, tomar um banho e vestir uma roupa casual. Sentindo a tensão entre os dois, ela se recusara a ter qualquer conversa com eles antes do banho (ela esperava que esfriassem a cabeça), ou na caverna. Esperando-os no escritório, com uma bandeja de chá e os deliciosos biscoitos ingleses de Alfred recém-saídos do forno.

Bruce entrou no cômodo exibindo uma carranca igualmente capaz de afastar maus espíritos, tal qual os totens indígenas. Nem o beijo suave que Diana lhe dera, nem seus olhos dizerem-lhe que ia ficar tudo bem, suavizaram os vincos entre as sobrancelhas e a rigidez da mandíbula.

Quando a porta se abriu novamente, a princesa sorriu ao ver sua mãe em trajes civis. A beleza dera era imponente vestida como rainha, mas a simplicidade multiplicara tal beleza à centésima potência. Ainda que fosse bela, Hipólita dividia as atenções com a coroa e o traje. Vestida com uma saia lápis e uma camisa de seda de mangas longas, e um coque no cabelo, podia-se ver como a mãe de Diana era linda. Toda ela.

— Antes de tudo, eu quero deixar claro que me oponho veementemente que você assuma qualquer incumbência de seus deuses – O olhar de reprovação de Diana mostrou a Bruce toda sua raiva, dizendo-lhe que ele estava piorando as coisas... Bruce queria continuar, mas achou melhor deixá-la conduzir a conversa, sussurrando apenas: – Diga-lhes, princesa. Não na sua condição.

A sensação de ultraje de Hipólita com o comportamento do Batman suavizara um pouco, ao observar a cena:

Toda presunção e arrogância ostentada por ele, caíra por terra, quando sua filha acariciara-lhe o rosto com uma das mãos. Ela não podia ver os olhos de Diana, que estava de costas, de pé, frente a frente com o Batman. Mas o desespero em seus olhos, sussurrando uma súplica a Diana, mostrara-lhe que suas ofensas desrespeitosas eram sua tentativa de proteger sua filha.

Quando sentira a raiva suavizar, ela tomou por bem interferir:

— Ainda que suas desrespeitosas palavras mostrem sua completa desconsideração ao Olímpo e sua descrença na sabedoria de suas ações... Eu ouso dizer que mesmo você pode falhar em suas previsões – Hipólita não era a rainha, mas mãe, tão somente – A missão da rainha dos deuses para Diana me surpreendera. Se eu puder lhes dizer, talvez seja igualmente surpreendente para ambos.

Diana e Bruce sentaram no sofá e deram as mãos.

— Os deuses desejam que sua campeã seja um farol da Verdade e o símbolo que os representa para humanidade. Sua nova missão a desobriga de suas responsabilidades de heroína da Liga da Justiça, todavia, não de seu título.

Bruce olhou com desconfiança.

— Sua majestade não me disse nada além da mensagem que eu deveria pessoalmente lhes dizer. Confesso que me afligia pensar que impedi-la de ser uma guerreira fosse o castigo que lhe impuseram por deitar-se com um... homem... mortal – A rainha esboçou um suave sorriso de satisfação ao ver o Batman estreitar os olhos. – Eu ainda não compreendo...

— O que desejam de mim, afinal? – Diana questionou.

— Que você represente sua força e poder para o mundo, assumindo uma missão que lhes dará mais visibilidade. Você deve formalizar, conforme as Leis do Patriarcado, Themyscira como território independente. Para fazer parte do que chama de Conselho da ONU.

— Para isso, ela precisa ser embaixadora, majestade – Bruce interrompeu.

— Estou certa de que lady Antena me disse que você “o mortal” ajudaria Diana em sua missão neste sentido.

Ele não respondeu, mas Diana sentiu a onda de alívio na postura de Bruce levemente relaxada. Ele não falou nada, mas pra manter Diana longe de lutas e problemas, ele faria tudo que estivesse ao seu alcance para manter as inúteis divindades gregas entretidas com o brinquedo novo.

— Então, já que vocês parecem saber o porquê de tudo isso, eu exijo que me expliquem! – O tom imperativo de regente voltou.

— Bem... Mãe... Eu... Bom... Eu e Bruce... Nós... Os deuses nos abençoaram com filhos, mãe!

Claro como cristal... Agora tudo fazia sentido.

Mas a mente de Hipólita não conseguia processar nada.

♣ Fortaleza de Ra’s Al Ghul || Líbano ♣

O Demônio examinou o poço Lázaro à sua frente. O aroma dos gases exalados pelas águas esverdeadas se espalhava por toda caverna. Tóxico para os fracos. Nada para Ra’s. Ele superou um por um, cada dano nocivo, cada reação adversa, cada desconforto causado pelos poços, até vencer o Poço, que não pode cobrar-lhe nada, apenas servir-lhe.

A lembrança de sua obstinação extraordinária trouxe a tona memórias de um jovem igualmente obstinado, inteligente e disciplinado, que o lembrava a si mesmo em sua juventude, há 6 séculos. O cabeça do Demônio não se iludia com afetividades tolas. Mas é certo que o jovem despertara-lhe o sentimento menos mesquinho que ele poderia ter. Ele encontrara alguém como ele, alguém digno de sentar-se à sua direita. Alguém a quem ele chama de detetive!

Ele o treinara pessoalmente, o que jamais se rebaixara a fazer por qualquer outro – nem mesmo suas filhas – Até o nascimento de seu neto, que ele não treinara pessoalmente, mas observava de perto.

Um treinamento que, mais que exigir-lhe dominar à perfeição todas as técnicas e habilidades da formação dos assassinos da Liga das Sombras, foi além. Ra’s foi seu mestre em estratégia, formas de combate que só ele conhecia... Talvez o jovem tenha sido, além da mãe de Talia, a única pessoa que chegou a estimar. A ponto de dar-lhe a mão de sua filha, para que fossem selados laços familiares. A ponto de dar-lhe a honra de ser o progenitor de seu legado.

No fim, apesar da morte do detetive ser uma perda desnecessária, as sucessivas recusas dele em aceitar suas ofertas generosas para unir-se à Liga das Sombras, rejeitando desrespeitosamente ocupar o lugar de maior destaque e poder, abaixo apenas dele – o que para Al Ghul tornara-se uma humilhação imperdoável da parte do detetive.

“Muitos se ofereceram para duelar por vida ou morte a fim de ocuparem posições muito menos relevantes, apenas pela honra de estarem com Ra’s Al Ghul”, ponderou.

Ainda pensativo, ele sabia que apensar de seus planos de matar os sete fundadores terem sido frustrados pelo Batman, o principal seguia dentro do previsto e ainda que a Liga tentasse sabotá-lo, a desorganização após o abalo emocional do grupo os manteria ocupados com seus problemas pessoais e ninguém além do detetive poderia encontrá-lo. E mesmo que ele o achasse, nem o Batman poderia detê-lo sozinho.

O detetive pode já saber disso, reconheceu Ra's. Mas sem o poder da Liga como backup, ele não conseguiria parar o plano nesse estágio tardio sozinho.

(...)

O segundo assassino correu pelo imenso corredor do QG de Ra’s. Batman colocou a mão abaixo das costelas no lado esquerdo. “Merda”, ele estava dolorido. A faca penetrou no músculo, abaixo das costelas. Ele estava sangrando profusamente nesse ponto e, ao sentir-se fraco, foi forçado a cauterizar grosseiramente a ferida antes de seguir em frente.

A melhor maneira de entrar agora era o caminho de menor resistência, razão pela qual ele vestiu a roupa do assassino inconsciente sobre sua armadura, puxou a capa e a máscara do assassino e se misturou entre os soldados da Liga.

Agora, Batman estava penetrando na fortaleza, esperando que a Liga fizesse sua parte nos pontos em que devia deter os comandados de Ra’s. Ele tinha que ser ainda mais sorrateiro que de costume, ou seu inimigo iria detecta-lo.

— O que você está fazendo?

Batman parou e se virou. Talia Al Ghul estava a vários metros atrás dele no corredor, com as mãos nos quadris.

— Vigiando – ele disse, mudando a voz para ter o mesmo sotaque que o assassino que ele havia interrogado antes de abatê-lo.

Talia...

Ele não podia acreditar que ele confiara nela. Talia estava desconfiada e caminhou até ele.

— Não me lembro de você. Qual é o seu nome?

— Não tenho nome. Sou um assassino do Demônio.

O olhar de Talia perfurou o dele, e um momento depois, ela sorriu.

— Amado! – ela sussurrou. – Eu sabia que era você. Você esconde seu rosto e fala como nossos assassinos, mas eu reconheceria seus encantadores olhos cinzentos em qualquer lugar.

Merda”, ele disse a si mesmo, rangendo os dentes. Ele realmente precisava investir em lentes de contato.

Ou talvez Talia fosse apenas inteligente.

(...)

Com precisão milimétrica, ele atirou três batarangues-lâminas na direção dela, nos pontos exatos das sobras de tecido, prendendo-a à parede, sem feri-la. Para sua surpresa, ela não resistiu, posicionando-se de forma que lhe facilitasse a captura, antecipadamente, como se soubesse o que ele faria antes mesmo que o fizesse.

Então, se ela previra o ataque, não teria dificuldade em defender-se. Por que render-se de bom grado?

— Por quê? – Ele rosnou, sem se aproximar dela, entristecendo seus olhos.

— Eu posso ajudá-lo a entrar. Meu pai pessoalmente configurou essa fortaleza. Ele a desenhou em forma de labirinto. Há inúmeros corredores que levam a lugar nenhum e outros exatamente iguais, para que intrusos percorram infinitamente o mesmo caminho... – Ela parecia assustadoramente sincera.

Um vislumbre da mulher por quem se apaixonou. A beleza exótica de seus traços miscigenados combinados à perfeição, tornando-lhe única, incomparável, especial. A única mulher que conhecera na vida que lhe parecia linda com seu olhar melancólico.

— Só há uma rota de acesso à entrada. Mesmo você, amado, eventualmente o encontrará – Ela sorriu, satisfeita em enaltecer sua genialidade – A questão é: em quanto tempo? O que nos leva a outra questão: Você dispõe de tempo o suficiente para desperdiçá-lo tentando descobrir por si mesmo?

— Por que agora? Há alguns meses você queria me matar – Ele rosnou, estreitando seu olhar. Ela parecia imperturbável.

— Meu pai... Eu não estava em um estado de consciência... digamos, normal. – Ela desviou o olhar, com vergonha – Você conhece os caminhos que meu pai usa para conseguir o que quer de mim, amado.

— Que eu me lembre, há anos ele não precisa mais forçá-la a ingerir um pouco do líquido dos poços de Lázaros. Você o faz espontaneamente.

— Apenas algumas gotas mensalmente, amado – Ela sorriu-lhe sem descolar os lábio. – Para manter-me ainda desejável para ti após tantos anos. À tua espera, não importa o avanço do tempo, tu verás a mesma imagem da mulher por quem se apaixonaste.

Batman olhou-a nos olhos, procurando mentiras. Ela não desviou o olhar. Seu olhar era genuíno, não sedutor, nem fugaz como antes.

— Confie em mim, amado! Vamos!!

Ela estava falando a verdade, ele decidiu. Batman seguiu cautelosamente ao lado da mãe de seu Robin.

♣ Gotham City || Mansão Wayne ♣

— Onde ele está? – O tom de voz sugeria uma assustadora fúria contida, mas ele sabia que não era pessoal. Nem por causa dele.

— Ele nos deu ordens expressas de que se um de nós tentássemos segui-lo, perderíamos o direito de vestir o traje de forma irrevogável. – Damian respondera, tentando mostrar-se disciplinado a seguir as ordens do pai.

— Tim, onde ele está? Ative a localização do traje... Ou eu faço! – Diana nunca fora tão imperativa – Ele simplesmente sente prazer em autossacrificar-se... Maldito homem, teimoso, homem, homem...

— Você já disse “homem” – Damian se arrependera assim que as palavras saíram da boca, mas ele estava nervoso. Ele não queria perder seu pai.

— Eu sei... Mas eu não conheço muitas palavras para xingá-lo na sua língua. Homem é a pior palavra pra minhas irmãs.... Além do mais, as pessoas não querem ensinar palavras feias à Mulher Maravilha – Ela viu o semblante de Damian suavizar um pouco – O único que se dispôs foi o Wally... Mas ele começou a dar desculpas e eu deixei pra lá... Há três semanas Barry me contou que o Batman ameaçou contar às namoradas dele que ele tem duas namoradas se ele me ensinasse palavrões.

— Wally? Jura?? Quem?? – O sinal piscou no mapa global e Tim usou o satélite da Wayne Tech para capturar imagens do local indicado.

— Bia, mais conhecida como Fogo e uma repórter chamada Linda. Por que heróis gostam tanto de repórteres? É algum tipo de fetiche? – Diana perguntou pra ninguém.

— As imagens de satélite de cima mostram algumas montanhas em uma área deserta. Mas os brinquedos do Bruce sempre são melhores que os de todo mundo. Esse tem tecnologia marciana... Tá vendo as imagens de calor se movendo... Há pessoas dentro da rocha. É lá que Bruce está.

— Obrigada... Por favor, passe as coordenadas pro meu jato, Tim.

— Di... Você não pode ir... O Bruce vai nos matar! – Tim respondeu

— Eu não posso deixá-lo fazer isso sozinho. Se ele morrer, ele não pode te matar. Vou me preocupar primeiro em mantê-lo vivo.

(...)

Diana vestiu o traje mais apropriado, com calça, jaqueta pra disfarçar a barriga. Ela orou aos deuses que a abençoassem mais uma vez, pedindo a Hera que desse-lhe força.

Ela tomou seu caminho em direção ao jato, disposta a viver ou morrer para ajudar Bruce.

“Perdoem-me, meus filhos. Mas não haverá vida pra nós sem ele”, ela acariciou a barriga.

Mas o fato de não estar preparada para a cena que se desenrolada no hangar que abrigava seu jato e o Batwing, aliado aos hormônios que a deixavam sensível em demasia, a levara às lágrimas.

De pé, vestindo os trajes, em posição rígida: Damian, Tim e a rainha das amazonas.

— Estamos prontos! – Tim verbalizou.

Ela apenas assentiu e os 4 seguiram em direção do Líbano.

Mãe, filha, irmãos... O batclã nunca foi tão familiar.

"Amazônico-bat-clã", ela pensou. "Se eu for morrer, vai ser ao lado dos guerreiros que eu amo".

Notas finais
Trilha do capítulo: Adoro esse clipe Syml - Where's My Love https://youtu.be/goWa6EzkCh4