Broken
19 Your body is a wonderland
Your body is a wonderland — John Mayer (Peeps! Ouçam pra entrar no clima!)
Uma luz insistente batia no meu olho e tentando fugir dessa chatice que estava despertando meu sono, virei e bati contra algo duro, fazendo meu nariz doer. Minhas pernas estavam presas a... Edward? Abri os olhos e fitei a madeira escura da minha mesinha de centro. Nós estávamos nus, embolados um no outro, no chão da sala. Meu corpo estava dolorido demais e por isso gemi quando Edward, ainda dormindo me puxou pra si. Comecei a rir quando reparei na sua – minha nossa – ereção matinal, totalmente exposta.
- Edward... – sussurrei sentindo minha pele melada do vinho. Definitivamente estava nojenta! Ele não se moveu. – Amor, acorda. Daqui a pouco Carmelita chega...
- Quê?
- Nós estamos no chão da sala, melados e nus. – respondi rindo e ele abriu o olho em choque. O poderoso Edward Cullen cheirando a sono, vinho e sexo.
- Eu ainda estou com sono... – resmungou enterrando o rosto no meu pescoço.
- Vem tomar banho e voltamos a dormir. – sorri quando ele levantou, mas eu não consegui fazer o mesmo. Meu corpo inteiro estava dolorido. – Me carrega no colo? – pedi manhosa.
- Preguiçosa. – resmungou sonolento me erguendo sem nenhuma dificuldade.
Eu não sentia tanto sono, mas quando água quentinha do chuveiro bateu no meu corpo, me senti mole feito geléia. Realmente nós precisávamos de cama, ao ponto de deitarmos juntinhos, encolhidos pela coberta. Principalmente depois de toda carga emocional que compartilhamos em um curto espaço de tempo.
- Amor... – Edward estava meio dormindo, meio acordado, estendendo a toalha pra mim, com o roupão no outro braço. Eu quase escorreguei durante o meio segundo que me perdi nos seus bonitos olhos verdes.
Nós nos secamos juntos e a preguiça de colocar uma roupa, me fez deitar de roupão, com os cabelos molhados. Edward espalmou sua mão na minha barriga, por dentro, me esquentando um pouquinho, enquanto o sentia completamente nu me abraçando de conchinha. Ele devia estar muito cansado ao ponto de poucas palavras e eu estar consideravelmente nua e disponível e simplesmente querer dormir.
Pouco tempo depois adormeci bem pesado, sem nem me importar com a faculdade e pelo amor de Deus, hoje era quarta-feira! Deixei a faculdade no cantinho escuro e me concentrei em simplesmente passar o dia com o meu Edward... Dorminhoco.
Alguém estava me apalpando. Meu seio esquerdo recebeu uma leve pressão, enquanto o direito estava literalmente sendo esmagado. Lábios depositavam beijos quentes e molhados no meu ombro e um sorriso idiota brotou no meu rosto. Alguém acordou.
- Bom dia... – sussurrei meio rouca.
- Boa tarde. – Edward virou-me na cama. – Dorminhoca.
- Ah, eu sou a dorminhoca agora?
- Não, mas eu ao menos acordei com fome. Você também deve estar com fome e não acordou. – sorriu beijando a pontinha do meu nariz, meus lábios e o queixo – Se bem que o modo que você acordou, mostra fome de outra coisa, não é?
Oh sim, claro!
- Não. Bom, pelo menos eu sinto fome de panquecas, pão doce, cereal e mais algumas coisinhas que eu possa comer... – dei os ombros.
- Poxa... – fez um bico adorável e eu ri, empurrando-o de cima de mim.
- Você tirou meu roupão?
- Ah, ele estava úmido e me atrapalhando. – deu os ombros me puxando de volta a cama. – Nós vamos comer aqui. Espere que eu já volto.
Quem disse que iria reclamar? Voltei para o edredom quentinho e liguei a tevê em um filme de romance qualquer que estava passando. Edward voltou para o quarto com uma bandeja cheia de besteiras para um café da manhã bem tardio. Assobiei para seu corpo parcialmente nu, apenas com uma calça de pijama qualquer e ele riu.
- Dez por cento de comissão, garçom? – brinquei sacudindo as sobrancelhas e ele gargalhou alto.
- Sério, pare de andar com Emmett. – pediu estabelecendo as guloseimas no meio de nós. – Ok, vamos lá. Tem panquecas para a futura ex-senhorita Swan.
- Hum, com calda de amarena? – sorri faminta. – Eu amo isso... – comentei meio gemendo quando provei a panqueca macia. Edward parou de comer e ficou com aquele olhar que conhecia muito bem... – Volte a comer, Edward.
- Comer o quê ou quem? – riu sobre a respiração e me contive em revirar os olhos. – Fala sério, esse filme é chato.
- Não é nada. Kevin Costner é um homem muito bonito. É um tipo de coroa bem pegável. – respondi séria olhando para tevê.
- Pára com isso, Bella. – Edward rosnou mudando o canal – Além do mais, ele é cliente do banco. Vou me certificar de vocês nunca se encontrarem.
- Não acredito Edward. – coloquei meu prato quase vazio na bandeja. – Você vai me negar isso só porque o homem é bonito? Eu sempre fui apaixonada por ele. Já reparou nas suas rugas de expressão que demonstram experiência e sabedoria? E os bonitos olhos azuis? O corpo não é torneado, mas está bem no ponto de abate...
- Puta que pariu, Isabella. Para!
Meu corpo tremia de tão alto que gargalhava de Edward morrendo de ciúmes de um ator que provavelmente eu nunca iria ver na vida. E ele estava MUITO enganado se o trocasse por Kevin. Ele pode ser bonito e experiente, mas perai ninguém bate Edward na cama e na vida.
Edward continuou emburrado, tirando a bandeja do café do meio da cama, levando para a mesinha de canto, enquanto não me preocupei em parar de rir. Ele era muito fofo quando formava aquele bico, misturado com o rosto levemente amassado de sono, com os cabelos bagunçados. Reparei que mesmo nua, não estava com um pingo de vergonha.
- Você deveria tomar café nua todos os dias. – sorriu me puxando pelo tornozelo com força. Acabei batendo de costas na cama, com ele entre minhas pernas. – É realmente uma boa maneira de começar o dia...
- Só sirvo nua? E quando faço massagem em você antes do café? Não serve, Edward Cullen?
Ele parou sério verificando se estava brincando ou não. Continuei emburrada, mas ele não se enganou nem por um segundo sequer. Ganhei um beijinho casto quando percebi seus olhos brilharem um pouquinho mais.
- Eu quero fazer algo com você... Vou precisar da sua total colaboração...
- O que preciso fazer?
- Apenas ficar deitada, no meio da cama e ouvir atentamente o que tenho a dizer e fazer...
Sem entender diretamente o que ele quis dizer, me vi completamente exposta, no meio da cama pelo olhar faminto de Edward. Seu sorriso cresceu quando apoiei pelo cotovelo para vê-lo e devo confessar, eu estava além do limite da excitação só por conta do seu olhar e mistério. Pegando meu pé com cuidado, ele levou meu tornozelo aos lábios, beijando lentamente e roçando a ponta do meu nariz. Não é como se nunca tivesse ficado totalmente de pernas abertas antes, mas eu gemi por antecipação.
Então, só aí reparei o vidro de óleo quente na beirada da cama. Tremi mordendo os lábios. A palavra comestível fez a minha mente mergulhar de cabeça na sarjeta.
We got the afternoon
You got this room for two
One thing I've left to do
Discover me
Discovering you
Nós temos a tarde
Você tem esse quarto para dois
Só tenho uma coisa a fazer
É me descobrir
Descobrindo você
Massageando minha panturrilha esquerda lentamente, senti o toque quente pegar fogo quando ele assoprou delicadamente. Isso conseguia ser quente e frio ao mesmo tempo. Lentamente fez o mesmo processo na minha panturrilha direita, deixando rastros de fogo onde tocava. Pelo cheiro o óleo era de canela.
- Vire-se de bruços, por favor. – pediu com a voz rouca pingando sexo. Eu vou morrer por antecipação. – E respire amor... Preciso que você apenas relaxe...
Obedecendo, deitei de bruços, fechando os olhos e mordendo a boca com força para não gemer tão alto. Edward beijou a dobra do meu joelho antes de subir com as mãos hábeis pela minha parte interna da perna até as bochechas da minha bunda. Um leve aperto me fez revirar os olhos.
- Você sabia que a canela é uma árvore original da Índia?
Quem se importa? Minha mente estava nublada de desejo e o tom de voz de Edward poderia me fazer chegar ao ápice sem toques profundos.
One mile to every inch of
Your skin like porcelain
One pair of candy lips and
Your bubblegum tongue
Uma milha para cada polegada
Da sua pele que parece porcelana
Um par de lábios doces como bala
E sua língua de chiclete
- Na mitologia grega, o deus Fênix recolhia galhos de canela, mirra e nardo para fazer uma fogueira sagrada. – pressionou a base das minhas costas e aquelas malditas gordurinhas do quadril. – É considerado um símbolo grego de aromatizante para vinhos. E alguns lugares da china e Índia. – completou passagem os nós dos dedos no meio das costas. Dessa vez foi impossível sufocar o gemido. Isso era tão bom.
Foda-se a informação!
And if you want love
We'll make it
Swimming a deep sea
Of blankets
Take all your big plans
And break 'em
This is bound to be a while
E se você quiser amor
Nós o faremos
Nadando um mar profundo
De cobertores
Pegue todos os seus grandes planos
E quebre-os
Isso vai demorar
- Esse tipo de óleo quente é usado na Aromaterapia como estimulante, sedativo, aromático e digestivo. – sorriu pressionando meu ombro, fazendo um novo caminho para a base das minhas costas. – Também é uma boa maneira de relaxar seu parceiro e memorizar cada pedacinho do corpo. – sussurrou virando meu corpo de frente.
Seu sorriso era lindo e os olhos negros de desejo. Estremeci e gemi alto quando o óleo bateu contra a área sensível dos meus seios, e ele veio com firmeza e sobrenaturalmente delicado, acariciando lentamente. Com o rosto próximo, bati contra seu ombro quando ele assoprou. Tenho quase certeza que um palavrão escapou dos meus lábios, mas não estava muito coerente para saber.
Sua mão desceu pela minha barriga, caindo para a perna, pulando a parte mais importante, onde eu queria desesperadamente seu toque.
- Agora, eu conheço cada pedacinho da sua alma... – beijou a dobra do meu cotovelo – E corpo... – sussurrou chupando de leve a lateral do meu seio.
Vou morrer.
- Edward... – gemi sentindo meu corpo mole como geléia. Isso relaxava mesmo.
Deitado ao meu lado, sobre o cotovelo, provavelmente observando minhas reações, sorriu me indicando que era para continuar a falar.
- Isso foi ótimo. Obrigada. – sorri ainda de olhos fechados.
Your body Is a wonderland
Your body is a wonder (I'll use my hands)
Your body Is a wonderland
Seu corpo é o país das maravilhas
Seu corpo é uma maravilha (Vou usar as mãos)
Seu corpo é o país das maravilhas
Como que diabos que ele sabia que precisava justamente disso?
- Ainda tem a segunda parte, preciso que você fique aqui. Volto em alguns minutos... – sorriu me beijando nos lábios. – Não durma, preguiçosa.
Something 'bout the way your hair falls in your face
I love the shape you take when crawling towards the pillowcase
You tell me where to go and
Though I might leave to find it
I'll never let your head hit the bed
Without my hand behind it
É algo sobre o jeito que seu cabelo cai sobre o seu rosto
Amo como você fica quando engatinha em direção ao travesseiro
Diga-me aonde devo ir e
Mesmo que eu saia para ir lá
Nunca vou deixar sua cabeça bater na cama
Sem minha mão para apará-la
Minutos em silencio, dei um grito quando fui erguida no ar e Edward rindo que nem um idiota me colocou na banheira com a água fria. Outro grito rompeu minha garganta.
- Vou te matar!
- Calma... – riu sentando-se atrás de mim. – Deita aqui e relaxa... Não pensa em nada... – beijou minha nuca me puxando para seu peito. – Só no quanto eu amo você... – sussurrou e eu gemi sentindo sua ereção atrás de mim. Maldito autocontrole é esse?
- Estou bem perto de perder meu controle amor... Só que isso é apenas para que você saiba o tamanho da minha adoração por você. – sussurrou com um tom que voz quente, que fez meu corpo escorrer pelo ralo.
- Falei alto... – murmurei meio mole. As pontinhas dos seus dedos cumpridos viajavam pelo meu corpo sem pudor, tocando partes que deixavam um rastro de fogo bem maior.
Nós ficamos em silencio, apenas curtindo o efeito do momento, enquanto ele continuava a me massagear lentamente, arrancando gemidos e risadas dos meus lábios. Lágrimas veio aos meus olhos quando meu coração parecia que iria explodir de tanto amor.
- Eu te amo, Bella Swan. – beijou meu ombro delicadamente.
- Bella Cullen. – corrigi e ele sorriu dando um beijo barulhento na minha nuca.
- Eu te amo, Isabella Marie Swan Cullen.
.~.
Depois de mais algum momento na banheira, voltamos para cama e estava passando um filme antigo na tevê e nós dois lembramos o dia que ele descobriu meu gosto por antiguidades cinematográficas. Sua surpresa e perplexidade foi motivo de risos, lembrei também do quanto fiquei com raiva naquele dia. Edward era irritante demais para seu próprio bem.
- Eu quis jogar todos os cookies quentes em você. E quando Emmett ligou dizendo que iríamos jantar juntos, eu super quis te jogar lá de cima.
- Não jogou porque me achava lindo, gostoso, maravilhoso...
- Arrogante, prepotente, irritante, impossível, nojento...
- Nossa, ainda assim se apaixonou por mim, é? – piscou e acabou ganhando um beliscão na barriga. – Isso dói. Unha de gavião.
Nós ficamos rindo até quase o filme acabar e então começou ‘Comer, Rezar e Amar’. Chorei como uma menininha quando ela se divorcia não que tenha algo a ver comigo, mas pelo simples fato de um casamento acabando é triste. E ela triste também é de quebrar o coração. No fundo, entendia o sentimento de vazio... Cada um tem uma maneira de se preencher.
- Edward... Não quero mais ver esse filme. – murmurei irritada na parte da Itália.
- Por quê?
- Olha quanta comida! Eu estou com vontade de comer pizza, ravióli, massas de tudo qualquer tipo e sabor. – resmunguei sentando na cama e fazendo bico.
- Desejo é? – perguntou e cheguei a sentir pena da sua esperança de estar grávida.
- Sim.
- Sério? – perguntou rindo e pulando da cama.
Está no inferno? Abrace o capeta... Como diz a pequena Alice.
- Sério. – sorri inocente.
- Vem, tem um lugar legal que quero te levar.
Pulei em uma calça jeans, blusa de verão vermelha e uma sapatilha porque ele disse que íamos andando. Não me preocupei com maquiagem ou penteado diferente. Apenas deixei meus cachos ficarem livres do jeito que Edward tinha passado a tarde mexendo. Estava bem escuro e sorri que a nossa bolha não permitiu que víssemos o tempo passar.
Nós caminhamos por uma linda Nova Iorque iluminada com dois seguranças tira colo logo atrás. Até que Edward me levou para cantina italiana que eu o deixei falando sozinho pela primeira vez, morrendo de raiva de suas insinuações. Eu sorri e pulei envolvendo o braço no seu pescoço para beijá-lo com todo amor que tinha. Ele lembrava os mínimos detalhes do nosso começo... Isso me deixava mole.
- Então, vai querer pedir algo em particular ou apenas participar do rodízio? – perguntou quando abriu a porta pra mim e só o cheiro me fez salivar. Algumas pessoas nos reconheceram de imediato, mas logo voltaram aos seus afazeres. Exceto alguns que tiravam foto descaradamente.
- Rodízio, por favor. – respondi já fitando uma mesa bem no fundo. – Quero sentar naquela ali.
- Você parece criança em uma manhã de natal. – Edward riu me puxando para o fundo da mesa. Acabei dando língua, mas fiquei contente com o belíssimo copo de coca-cola bem gelado a minha frente.
Eu comi e muito. Andei o caminho de volta pra casa escorada em Edward, sentindo a barriga estupidamente cheia, embora muito feliz. Fiz uma nota mental de nunca mais ver esse filme, ou minhas calças não iriam entrar mais em mim. Rindo de mim ele ficou até a hora que nos arrumamos para dormir.
- Você não devia ter me deixado comer tanto... – murmurei sonolenta.
- Meu filho não vai nascer com cara de pizza. – riu me puxando para seu peito.
- Edward...?
- Uhn?
- Eu não estou grávida. – ri e ele me apertou.
- Eu sei. Não custava nada fingir.
- Bobo.
- Bella, quando você quer casar?
- Não sei... Que tal perto do Natal?
Do ano que vem!
- Que tal daqui a duas semanas? – sugeriu e eu ri. Pouco depois percebi que estava falando sério. Bem sério. – Pra quê esperar? E bom, poderemos tirar duas semanas de lua-de-mel no lugar quente que você escolher...
- Sério mesmo?
- Sério mesmo.
- Você quer me fazer sua esposa em duas semanas de verdade?
- De verdade.
- Ok. Eu aceito. – sorri ganhando um beijinho na testa.
.~.
- VOCÊ VAI CASAR EM DUAS SEMANAS? SABE QUE ISSO É CONTRA REGRAS DE ETIQUETA? – Alice gritou jogando dois quilos de revista de noiva em mim. Era domingo e tive coragem de anunciar esse feito de Edward. Eu sinceramente não me importava. – AI MEU DEUS! VOCÊ ESTÁ GRÁVIDA? É ISSO?
- Não. Não estou grávida. Apenas queremos casar logo.
- O mínimo é um mês, Bella. Ninguém convida em cima da hora.
- Eu acho isso ótimo. – rebati – Posso contar com menos de 100 pessoas dessa lista enorme de Esme. – murmurei secamente, ganhando um olhar maligno da minha sogra.
- Só por educação. – Esme me deu tapinhas na mão. Ela não ia se desfazer da lista. O jeito era apelar.
- Só por educação? Eu quero um casamento só com a gente, pode ser? Tipo, o juiz, Emmett entra comigo. Rose e Alice minhas damas, você, Carlisle, Peter, Charlotte e Ethan entra engatinhando com as alianças...
- Bella... É o casamento de Edward Cullen. Querida, eu te compreendo, mas...
- Tudo bem... – bufei rabugenta. – Seja como dever ser.
- Tem certeza que não está grávida? – Alice perguntou novamente.
- Tenho Alice. Absoluta. Eu só incorporei a Bridezilla.
- Podemos escolher o vestido agora? – Rosalie bocejou folheando umas revistas. – Ual, olha esse...
E foi assim que ficamos enterradas no quarto de Alice escolhendo e falando sobre meu casamento. Na terça-feira seguinte todas as pessoas de Nova Iorque sabiam que em menos de quinze dias seria a nova Cullen. Muitos rumores, especulações do naipe que ameacei Edward de morte se ele não casasse comigo e que me viram matando animais para que isso acontecesse.
De certo era que estava correndo entre escolhas de bolo, jantar, decoração, vestido, aparições de eventos, trabalhos na faculdade, Edward carente, Alice pirada, meu próprio eu cansado e ainda por cima meu nervosismo de entrar na igreja central de Nova Iorque usando um salto de dez centímetros, um vestido apertado e mais de dois mil pares de olhos me analisando milimetricamente.
- O que é isso, Alice?
- Despedida de solteira! – gritou me rebocando da faculdade para uma limusine.
- E isso implicar só ver Edward no casamento? Está brincando comigo? – rosnei irritada e ela riu, me ignorando.
- E então, nós vamos passar a noite no Hilton – sorriu feito gato do Alice no País das Maravilhas.
Deus me ajude.
Fale com o autor