Bring me to life

9 I'd rather go with you love


Notas iniciais
Estou muitooooooooooooo feliz, OMG OMG! Ganhei uma recomendação ~le eu dando pulinhos~ Obg Vampire, vc é muito linda!! Te adoro! Bom... eu não ia postar hj, mas como ganhei a recomendação, resolvi postar. Demorou, mas chegou. Enjoy e Feliz Ano Novo pra tds vcs.

POV Amy

Comecei a noite com o pé esquerdo. Parece que hoje todos tiraram o dia para me infernizar. Primeiro Matt, que veio com aquele blá blá blá dizendo pra eu me afastar dos Mikaelson, que agora são minha família, coisa que eu deixei bem claro pra ele. Depois Rebekah com suas crises de ciúmes, #Mereço! Em seguida a cobra da Caroline que já me deixa irritada por si só, ainda mais depois que eu vi os olhares de Klaus sobre ela. Ainda teve a audácia de chamar-lhe para se sentar conosco. Isso é a gota d'água!!!

A noite se seguiu e as meninas vieram para o Grill. Callie e Marley se sentaram com a gente, menos a mal- humorada da Lea. Elijah pareceu bem interessado, achei até esquisito, um cara como ele se atraír por uma maluca gótica e drogada. Marley e Rebekah conversavam animadamente, era bom ver Rebekah se introzar mais com as pessoas, ainda mais com garotas da idade dela. Kol e Callie, formariam um casal engraçado, os dois são insuportáveis e com um humor irritante, porém gosto deles. Já eu e Klaus trocávamos algumas palavras, quando ele me perguntava algo e eu respondia por educação. Depois da insuportável presença de Caroline, eu me isolei, não lhe dirigia olhares apenas ficavam observando o movimento no local. Vi o Salvatore mais novo entrar no bar, ele estava triste com algo, isso pude ver. Ele olhou em direção à nossa mesa e, acabamos trocando olhares. Ele era realmente muito bonito, não que eu nunca tivesse reparado, mas agora parece que a beleza dele se iluminou. Realmente, Elena tem muita sorte em ter os dois Salvatore ao seus pés. Por alguma razão estremeci ao encarar o verde, quase azul, limpo de seus olhos ferinos. A sensação de haver uma profundidade avassaladora naquele homem roubou meu ar. Era penetrante, agudo e mordaz e estúpidamente belo. Descobri que Stefan tinha uma alma triste e distinta, mas ao mesmo tempo, uma alma feroz de um caçador.

Sou tirada dos meu devaneios por uma Marley muito melancólica.

– Hey Amy!

– O que?- Pergunto sem muito interesse.

– Você tá fazendo de novo.- Fala e eu arqueio a sobrancelha. "Do que essa maluca tá falando?"

– Fazendo de novo?- Respondo com uma pergunta, ela bufa realmente irritada recebendo todos os olhares dos que estão na mesa.

– Está se isolando, Amy. — Ela suspira. — Tem que parar com isso, está criando uma muralha ao seu redor onde ninguém consegue passar. Isso chega até a ser egoísta. — Olho-a incrédula, mas no fundo sei que ela tem razão.- Tem que parar de se fazer intocável.

– Não sou egoísta. Apenas valorizo a única pessoa do mundo em quem eu posso confiar...- Pauso, respiro fundo e continuo.- Eu mesma.-Falo e logo após me levanto muito irritada.- Com licença.

Fui em direção ao banheiro, em passos largos. Não queria ficar mais naquela mesa. Pensei que hoje fosse pra ser alegre, aliás, eu agora tenho uma família. Sei que Marley tem razão, estou realmente me isolando de tudo, mas é muito recente tudo isso. Minha vida se tornou uma completa bagunça e, de tudo ainda tem o fato de que estou apaixonda por Klaus. Estar apaixonado é avassalador e nunca senti algo assim. Já namorei vários caras, mas nenhum foi paixão, nenhum foi amor de verdade.

As memórias da noite depois da festa do Tyler, ainda rodam em minha cabeça. Eu sei o que eu vi, ele era um... vampiro. Ainda não comentei nada com ninguém. Eles iriam achar que a garota, lê-se: Eu, ficou maluca depois que perdeu os pais. Realmente quero desabafar com alguém, mas simplesmente não consigo.

Sabe quando você quer chorar? Quer gritar, berrar, deitar na cama, ouvir músicas tristes e não sair de lá… Mas continua parado no mesmo lugar fingindo que tudo está bem? É assim que me sinto. É tudo tão confuso.

Meus pais morreram, depois conheço um cara que se diz ser amigo deles e se oferece para ser meu tutor. Em uma noite eu sou atacada por um... Deus sabe lá o que é aquilo. E no outro dia acordo em um quarto desconhecido e entra uma desconhecida e diz que eu fui atacada por um "animal" e que o irmão dela, ninguém nada mais nada menos que Klaus, o cara no qual eu estou apaixonada, me salvou. Depois viramos amiguinhos e eu aceito sua proposta de morar com eles e aqui estou eu, parecendo uma maluca no banheiro de um bar cheio de marmanjos.

Volto para o bar e passo direto pela mesa, com os olhares deles sobre mim, me sento com Lea que me olha e depois volta sua atenção para sua comida. Jogo minha bolsa de qualquer jeito na cadeira ao lado e apoio meu queixo na minha mão. É realmente entediante se sentar com Lea.

Automaticamente, corri os dedos pela corrente em torno do meu pescoço e a puxei para fora da blusa. Meu polegar desenhou a circunferência reluzente do belo anel que eu carregava em forma de pingente e precisei respirar fundo para não ruir. Era um anel que ganhei da Alison, usávamos como pingente. Era uma forma de demonstrar fraternidade e amizade.

–Não sinta saudade do passado, ele não volta mais.- Sou tirada dos meus devaneios com o som da voz de Lea. Acho que percebeu que eu estava lembrando da minha irmã. Ela faz falta. Se estivesse aqui, com certeza saberia me dizer sobre o que fazer. Olhei-a com um misto de surpresa e dei um sorriso triste.

– É... eu sei.-

– Eu vi você sair irritada.- Pausou.- O que foi?

– Marley...- respondo.- Ela me irritou, não de propósito, mas me irritou.

– O que ela disse?-

– Disse que estou me isolando... de novo.- Falei e ela pediu que eu continuasse.- Me chamou de egoísta e que eu tinha parar de ser intocável.

– É, isso é irritante.- Disse e eu confirmei.- Ela tem que entender que você precisa de um tempo só seu, pra refletir. Aliás sua vida virou de cabeça pra baixo. — continuou.- Precisa de um tempo sozinha.

–Gosto de ficar sozinha... Ou me convenço de que é melhor assim.

– Às vezes é o melhor.- Ela pega minha mão e deposita um beijo. Lea sempre foi minha preferida ( shhh segredo, não contem para as outras). Pode não parecer, mas ela é uma ótima amiga. É uma casca dura, mas por dentro é doce e amigável. Ela sai me deixando sozinha com meus devaneios. Olho para a outra mesa e pego Klaus me fitando, nossos olhares se encontram, mas logo desvio. Pelo canto do olho, vi ele ainda me encarando. Me levantei, sentindo- me desconfortável com aquele olhar sobre mim. Fui em direção à eles e acabei virando o centro das atenções.

– Eu já vou pra casa.- Avisei e Marley ia falando algo, mas eu a interrompi.- Vocês vão?

– Agora não, darling.- Respondeu Kol. Eu vi direito? Ele e Callie estavam de mãos dadas. Lancei um sorriso malicioso pra ele, que apenas revirou os olhos.

– Ok então... Tchau.- Ia me virando, mas uma mão macia segurou meus braços, me fazendo virar e era ele. — Sim?

– Eu lhe acompanho.- Eu iria retrucar, mas pensei melhor. Se eu fosse sozinha iria a pé, mas se eu fosse com ele, iriamos de carro. É... fico com a segunda opção. Apenas confirmo com um movimento de cabeça e lá vamos nós.

O caminho todo foi silencioso, às vezes trocávamos olhares. A mansão era um pouco longe da cidade, por isso o caminho dura uns 15 minutos. Me encostei no vidro da janela e mergulhei nos meus pensamentos, observando os borrões verdes que ficavam para traz. O silêncio era confortável, mas eu não via a hora de chegar em casa e deitar na minha nova cama.

Já estava quase cochilando, quando vejo a fachada da mansão. O carro parou e descemos, sem trocar uma palavra. Isso era bom, não estava afim de conversar com ninguém muito menos com Klaus. Eu até pensei que tinha alguma chance com ele, mas me enganei, ele gosta mesmo é da Loira Oxigenada. Entramos na mansão e eu fui logo subindo as escadas em passos rápidos.

– Hey Amy!- Paro ao ouvir ele me chamando. Viro os calcanhares e o olho. Ele está encostado no batente da porta, está mais bonito que o normal. Ele veste um calça jeans que lhe cai perfeitamente, uma camisa branca com uma jaqueta preta.

– Sim?- Pergunto, depois que saio de algum tipo de transe.

– Esse fim de semana, irá ter o baile dos anos 20.

– E?- Pergunto sem nenhum interesse. É claro que eu não vou né?

– Rebekah me pediu para lhe avisar. — Responde.

– Ok, obrigada.- Me viro rapidamente, mas quando vou subir de novo ele me segura forte, não tão forte para me machucar, mas forte para eu não conseguir sair. — O que?

– Eu gostaria de ser seu acompanhante.- Oi? É isso mesmo? Nem preciso falar que estou saltitante por dentro, mas continuo séria por fora. — Então?

– É... tudo bem.- Dou de ombros, fingindo que tanto faz.- Pensei que fosse com Caroline.

– Caroline?- pergunta e eu assinto.- Ah não. Caroline já tem o namorado dela, e mesmo se não tivesse eu prefiro ir com você love.– Fala me surpreendendo.

Nem percebi que estávamos à centímetros um do outro, ele tá tão perto que nossos narizes se roçam e consigo sentir a respiração tranquila dele. Fico surpresa quando ele me puxa pela cintura e enfim sela os nossos lábios. Era um beijo calmo, mas cheio de luxúria. O gosto da boca dele, era indecifrável. Enlacei o seu pescoço com os meus braços e acariciei a sua nuca, enquanto ele apertava levemente a minha cintura. Nos separamos pela falta de ar, ficamos nos olhando por um bom tempo, não dizíamos nada, até porque não precisava, nossos olhares expressavam tudo. Ele me levantou, e eu enlacei a sua cintura com as minhas pernas, fomos em direção ao seu quarto. Ele abriu a porta e me colocou na cama. Nossos lábios se encontraram mais uma vez, agora era feroz, selvagem e cheio de desejo. Eu não ligava mais pra nada, só sabia de uma coisa, que eu o queria, e o queria agora.

Enquanto me beijava, suas mãos deslizavam por meu corpo, como se quisesse decorar todas as minhas curvas, logo chegaram a minha coxa desnuda pelos shorts a apertando e trazendo para cima fazendo com que nossas intimidades se tocassem, aumentando o fogo em meu corpo por sentir sua ereção. Ele arrancou a minha blusa e distribuiu beijos por minha barriga, acariciei suas costas e gemi ao sentir a sua mão tocando os meus seios pelo tecido do sutiã. Foi subindo os beijos, passando por meus seios e colo, chegando ao meu pescoço, ele deu leves mordidas naquela área, subiu mais um pouco e mordeu o meu lóbulo, dei um gemido rouco. Cruzei minhas pernas em volta dele, e joguei longe a sua blusa, tendo uma vista maravilhosa do seu tórax, também distribuí beijos por todo o seu corpo e o vi dando um sorriso largo, demos mais um beijo longo, nossas línguas travavam uma batalha deliciosa.

Ouvimos um barulho lá em baixo, com certeza os outros já chegaram, reuni todas as forças que pude e nos afastei, ele logo me soltou. Procurei por minha blusa e, lá estava ela, do outro lado do quarto. Caminhei até a blusa enquanto tentava por os fios de cabelo em ordem, apanhei a minha peça de roupa e voltei para onde estávamos.

– Tenho que ir.- Foi tudo o que disse, depositei um pequeno beijo em seu rosto e sai- Boa Noite.- Entrei rapidamente no meu quarto e me joguei na cama. Eu passava a cena repetidas vezes em minha cabeça, e esse vício de pensar em tudo me levou a constatar um fato que realmente eu estava apaixonada por Klaus, era a única explicação para como eu me sentia bem perto dele, ou como o cheiro dele era atraente, ou como a voz dele me seduzia, ou como meu corpo reagia a seus toques, eu sabia que era isso só me restava admitir, mas eu não podia fazê-lo. Aliás, ele é o meu tutor, certo?

Notas finais
Alguém acha que vai rolar alguma coisa com Stefan e Amy? Eai o que acharam do primeiro beijo de Klamy? hehehe Chegou até aqui? Então comentem!!! xoxo