Bring me to life

10 Truth or...Dare? Parte I


Notas iniciais
Demorei mas cheguei!!! Estava na casa de minha vó esses dias, meu vovô está dodói :/ Então fiquei sem poder postar. Mil desculpas darlings... Recebi mais uma recomendação, oba oba! Obg Cherry te adoro!!! Obg Vampire, Selena Mikaelson, MylaUchiha, Cherry( de novo, hehehe) pelos reviews... Bom, chega de encher linguiça... Esse capítulo tem um POV do The King Klaus, mas depois vem mais sobre a amizade de Amy, Bekah, Callie, Lea e Marley... Esse capítulo tem duas partes, essa é a primeira por isso não vai ser muito grande pq sinceramente a inspiração está me faltando... quem sabe recebendo mais uma recomendação minha inspiração volte?! Bjs, enjoy ;)

POV Klaus

Já fazia dois dias que Amelia virou um membro da família, dois dias que a chamei para o baile dos anos 20 e dois dias que nos beijamos. Agora sei como é o gosto de seus lábios, são doces, macios e totalmente beijáveis. Não falamos sobre isso, apenas fingimos que nada aconteceu. Mas eu me sentia preso à ela. Ela me atrai como um ímã. Amelia Hasting não é humana, ela é um anjo. E ela é o meu anjo.

Rebekah e ela estavam cada dia mais próximas, isso me deixava feliz, ela sempre foi tão sozinha e agora me dou conta de tudo o que eu fiz foi estragar sua vida, não só a sua, mas também a dos meus irmãos. Tive tanto medo de ficar sozinho e acabei os perdendo por meu egoísmo. Não ter alguém. Essa é a pior maldição de todas. Mas agora estamos todos unidos como uma família verdadeira e o que me deixa mais feliz é que ela (Amelia) nos considera sim uma família.

"Não enche Rebekah!"– Ouço a voz de Amelia lá debaixo. Ela estava falando em um tom bastante irritado.

"Mas o que custa Amy?"– Suplica minha irmã, posso até imaginar a carinha de pidona dela e o revirar de olhos da Amy.

"Mas, é você que quer ir ao baile com ele, nada mais justo que você o convide."– Com certeza estão falando daquele humano loiro do grupinho dos Salvatore's.
Desço as escadas e vejo as duas entrando em casa com várias sacolas na mão, com certeza foram às compras. Elas me viram, mas ignoraram minha presença continuando com aquela discussão sem fim que apenas me fazia dar boas gargalhadas.

Minha irmã é tão fácil.- pensei.

Se você está com vergonha de convidar o Matt, por que não convida outro então?- Perguntou Amelia indignada. Rebekah revirou os olhos e a olhou incrédula, podia jurar que ela estava quase pra pular no pescoço de Amelia.

Esse é o seu conselho?

–Ok, eu não sou boa em conselhos quer um comentário sarcástico?

– Não, eu QUERO mesmo é ir pro baile com o Matt.- Respondeu irritada.

– E eu QUERO que vocês calem essas matracas.- Me pronunciei pela primeira vez, ganhando a atenção delas. Essa briga já estava ficando chata.- Mas nem sempre temos o que queremos.- Continuei por fim dando um sorriso cínico. Rebekah estava em um tom de vermelho, Amelia não estava diferente, mas apenas ignorou o meu comentário.

– Não se meta Niklaus Mikaelson.- Rebateu minha irmã, só pude rir.- Do que está rindo?

– De você irmãzinha.- Respondi seco.- Na verdade, é de como você é fácil.

– Vá em frente ria da moça que ama facilmente...- Pausou. Sua expressão é de pura raiva, mas também é de tristeza ou decepcionada?.- Ninguém vai sentar em torno de uma mesa pra contar histórias sobre um homem que não sabia amar.- Se levantou com lágrimas nos olhos e subiu às pressas pela escada, engoli em seco. Amelia se virou pra mim, com cara de poucos amigos. Podia ver que estava decepcionada. Ela pode ter ligado meus sentimentos, mas eu sou incapaz de agir como ser humano. Ela ainda me encarava, os seus olhos eram intímidadores, é como se te perfurassem. Iria falar algo, mas apenas se virou e saiu me deixando sozinho com meus pensamentos.
Eu não me entendo, em um minuto estou pensando em como minha irmã está feliz e que tudo que eu fiz foi estragar sua vida e, agora aqui estava eu, rindo da "moça que ama facilmente". Suas palavras martelavam em minha cabeça a ponto de doer.

" Ninguém vai sentar em torno de uma mesa pra contar histórias sobre um homem que não sabia amar".

É isso o que eu sou. Um homem que não sabe amar.

POV Amy

Segui até o quarto de Rebekah. Sei que aquela breve discussão entre eu e ela era realmente chata, e deixaria qualquer um nos nervos, mas Klaus foi grosso e sem coração. Rebekah é só uma garota mimada e sozinha que já teve o coração partido várias vezes.

Entrei em seu quarto e ela estava chorando deitada na cama. Parecia aquelas pessoas que estão prestes a entrar em uma depressão. Ela me olhou e deu um sorriso triste. Sentei-me na beira da cama encostando minhas costas na cabeceira da mesma, ela logo repousou sua cabeça em meu colo e comecei a afagar seus cabelos dourados e macios. Lembrei das várias tardes em que eu chegava em casa do treino das cherleaders e encontrava Alison deitada na cama chorando por algum idiota que a largara. Apesar de Alison ser temperamental, mimada e até mesmo um pouco malvada, ela sofria bastante por causa de amores perdidos. Vamos dizer que ela era uma "moça que ama facilmente".

– Nik tem razão.- A sua voz estava embargada e abafada, mas pude escutar.

– Não... ele não tem razão.- Respondi tentando reconfortá-la. Ela ergueu a cabeça, agora me olhando. Seu rosto estava bastante encharcado. Eu até podia achar exagero da parte dela, mas até eu -- que odeio as lágrimas -- choraria se um irmão meu, me tratasse como Niklaus tratou Rebekah. Ela balançou a cabeça me contrariando.

– Sim, ele tem. Todos os meus namorados não deram certo, em toda a minha vida só tive corações quebrados e ainda assim continua amando facilmente. Ninguém nunca me amou de verdade...- Gritou tudo em um fôlego só. Eu não senti pena dela, senti mesmo foi remorso. Ela era bastante solitária.

– A gente precisa ter o coração partido algumas vezes. Isso é um bom sinal.- Falei ainda afagando seus cabelos, ela me olhou novamente.

–Bom sinal?- assenti.- Não vejo nada de bom nisso.

– Ter o coração partido, quer dizer que a gente tentou alguma coisa.-
Ela pareceu pensar em minhas palavras... Ficamos ali por indecifráveis minutos, sem dizer uma palavra. Cada uma mergulhando em seus próprios pensamentos. Até que tive uma ideia para animar Rebekah.

– Que tal uma festa de pijamas?- Perguntei e ela pareceu despertar de algum tipo de transe. Me olhou com cara de confusa. "Será que ela não sabe o que é uma festa de pijamas? Fala sério!"

– Festa de pijamas?- assenti.

– Sim sim.- respondi animada.-

– Não faço a mínima ideia do que é isso, Amy.- OMG!!! Ela só pode ser de Marte, pra não saber o que é uma festa de pijamas.

– É uma festinha particular entre amigas, cada uma vem vestida com o seu pijama favorito.- falei e ela pareceu se interessar.- Fazemos as unhas, fofocamos, falamos de moda, fazemos brincadeiras, guerra de travesseiros e etc etc.- Continuei, esperei a reação dela e me animei ao ver que ela estava bastante empolgada. — Então?

– Isso seria ótimo. Viu?- Apontou para a suas lágrimas já secas.- Nem me lembro que Niklaus existe.- disse e deu um largo sorriso e dando palminhas... Estilo Rebekah de ser...

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Já era dez da noite e as meninas já tinham chegado. Rebekah estava mais feliz e tinha ignorado Klaus o restante do dia todo. As garotas ficaram encantadas com a mansão, mostrei-lhes o meu quarto e elas amaram. Callie ficou perguntando por Kol a noite inteira. Mereço- pensei.

Lea até que estava mais soltinha, ela também tinha gostado bastante de Rebekah e pode não parecer, mas ela adora uma festinha. Marley tinha me pedido desculpas sobre a noite no Grill, apenas falei que estava tudo bem. Nem lembrava mais disso! Fizemos as unhas e fofocamos bastante sobre tudo e todos.

– Verdade ou consequência?!- Gritou Callie dando pulinhos de alegria. Rebekah também não sabia o que era "Verdade ou consequência", coisa que eu achei estranho. Tivemos que explicar e ela pareceu entender.

– Então quem começa?- Perguntou Marley.

– Eu,eu!!!- Callie girou a garrafa, que parou na direção de Marley. — Verdade ou consequência?

– Verdade.- Respondeu Marley. Callie sorriu maliciosamente, ela era a mais malvada de todas nós. Fez cara de pensativa, mas sem deixar o sorriso safado em seu rosto.

– Já sei...- disse dando gargalhadas maléficas, nem preciso dizer que não gostei nem um pouquinho né?- É verdade que... você tá saindo escondido com o tal detetive Ezra Fitz?- Terminou a pergunta, Marley estava em cinquenta tons de vermelho. Lea e Rebekah desataram a rir. Eu apenas abafei meu riso, a coitada só faltava morrer.

– Ezra Fitz? O detetive que está investigando o casa dos meus pais?- perguntei e Callie assentiu.

– Mas e então? É verdade ou não?- insistiu Callie.

– Ãnnn... m-mas é c-claro que NÃO.- Respondeu um pouco constrangida e irritada, algo me dizia que era mentira.

– Vamos lá Marley somos suas amigas.- Disse Lea.

– Amigas dividem segredos... É o que nos mantém unidas.- Disse eu e ela parece se convencer.

– É... verdade. Estamos tendo algo, eu não sei o que, mas é algo forte. E eu acho que ele sente o mesmo por mim.

– Ahhhhhhh! Que partidão ein Marley?- rimos.

– Eu sabia!- Diz Callie.

– Ok agora que sabemos do caso entre Marley e o Sherlock Holmes... — rimos- ... Agora é sua vez de girar a garrafa, Marley.- Marley girou a garrafa e parou em Rebekah., que completamente teve sorte, porque Marley sinceramente não é muito boa em perguntas quando se trata de verdade ou consequência.

– Verdade ou consequência?- Marley perguntou.

– Verdade.-

– Vamos ver... hmmm...É verdade que você já pegou os dois Salvatore's?- Tá como é que Marley sabia disso e eu não? Todas olhamos pra Rebekah que tinha um sorriso vitorioso no rosto, que confirmava que ela já pegou os dois Salvatore. Minha boca se formou em um perfeito O.

– Por que você não me contou isso antes, ein Rebekah Mikaelson?- perguntei indignada.

– Ahh, aqueles Salvatore não são de nada.

– Mas até que o Damon é um partidasso.- Callie disse e nós afirmamos.
– Stefan também.- me pronunciei e elas me olharam.- Acho até ele mais legal que o Damon.

– Sim, com certeza é. — Confirmou Rebekah.- Ele é cavalheiro e aqueles olhos verdes?- suspiramos...

– Chega de falar dos Salvatore. — Falei e todas concordaram em continuar a brincadeira. Agora foi a vez de Rebekah girar a garrafa, que acabou caindo em mim. Meu coração acelerou e minhas mãos estavam encharcadas de suor.

– Então Amy... Verdade ou consequência?- Me perguntou e eu achei melhor consequência. Sei que vai dá em mer** mas fazer o que? Se eu falar verdade vou ter que falar algo íntimo, que não quero falar.

– Consequência...- Respondi por fim. Rebekah pensou bastante sobre o meu "castigo". A cada minuto meu coração acelerava... Coisas vindas de Rebekah não é nada bom.

–Já sei.- Depois de tanto tempo pensando, ela infelizmente disse.- Você...- apontou pra mim.- Vai. Ter. Que. Ir. Ao. Quarto. Do. Klaus. E. Vai. O deixar. Bastante. Exitado.- disse e sorriu maliciosa, eu fiquei com o queixo lá embaixo, as garotas riram. Eu sei o que Rebekah queria, era vingança. Deixar o irmão extremamente exitado e depois deixá-lo em uma situação no qual ele teria que tomar um bom banho gelado. Essa ideia é tentadoramente maluca, ao mesmo tempo que eu quero fazer, eu também não quero. Primeiro: Imagina como ele vai ficar com raiva de mim. Segundo: ele é meu tutor, já demos uns amassos, mas eu prometi à mim mesma que nunca mais isso aconteceria entre nós.

Todas me olhavam com expressões curiosas, eu estava nervosa. Mas esse era o preço a se pagar por ser amiga dessas vadias!!!

– Vamos lá Amy.- Falou Lea me empurrando para a porta.- São só por uns minutinhos até ele ficar exitado e ai a gente te chama. Se bem que eu adoraria estar no seu lugar, para dar uns amassos naquele louro gostoso.- Olhei-a incrédula e ela apenas deu de ombros.

Até que seria bom sentir aqueles lábios doces e suaves de novo. Sua língua invadindo minha boca e travando uma batalha pessoal. As imagens da noite em que nos beijamos invadiam minha cabeça me dando mais coragem de completar o desafio de Rebekah. Sei que ele vai ficar com raiva depois, mas pelo menos vou sentir o gosto da sua boca de novo.

Notas finais
Gostaram? Depois tem mais e comentem pelo menos pra falar que ficou ruim...ou bom? xoxo - Gleek