Bring me to life

5 "Here is Mystic Falls, nothing happens."


Notas iniciais
Esse capítulo tá pequeno, mas daqui a pouco posto o capítulo 06. Hey, leitores fantasmas apareçam pra dizer pelo menos um : "Oi" Estou muito ansiosa com essa fic, queria agradecer a minha fã número 01, a leitora Vampire. Que está sempre comentando. E não se preocupe, logo logo vai rolar beijos, muitos beijos. Ok, já enchi muito o saco de vcs, então aí vai um capítulo fresquinho pra vcs! Aproveitem!!!

POV Amy

A noite foi boa e divertida. Callie já estava bêbada, eu e Marley preferimos ficar só nos refrigerantes mesmo. Lea já tinha voltado, de qualquer lugar que ela tenha ido,nem perguntei que merda ela fez dessa vez, sabia que ela não iria me responder, então resolvi ficar na minha.

Marley levou Callie e Lea- totalmente bêbadas- para casa, eu resolvi ir a pé. Sei que ela ficou preocupada, até porque ainda é madrugada, mas eu precisava de um tempo só meu, só pra mim. Pensar um pouco em como minha vida virou de cabeça pra baixo de um mês pra cá.

Sem delongas, peguei o caminho de casa- ou melhor da casa de Shane- estava frio e meu queixo tremia, fazendo com que meus dentes batam um no outro. Ainda faltava um pouco pra chegar em casa, eu sentia alguém me seguindo e de 5 em 5 segundos eu olhava pra traz e para os lado, mas não via nada, até porque estava escuro. Aquela rua era um pouco estranha, me dava calafrios. A sensação de alguém me seguindo ainda me perturbava, resolvi olhar pra traz novamente, e nada. Fiquei um tempo parada olhando para os lados, até me convencer que não tinha ninguém ali. Resolvi seguir meu caminho de volta, mas sou parada ao esbarrar em um peitoral que mais parecia um muro de tão alto que era. Era um homem- coisa que me assustava mais ainda- com o susto dei um passo cambaleante para traz.

– Por que uma donzela linda e indefesa como você, está andando sozinha à essa hora?- Na hora me deu vontade de responder que não era da conta dele, mas o medo me dominava, só o modo calmo que ele fala me assusta. Acho que ele sabe disso, porque não parava de me encarar com aquele sorrisinho irônico que me dava vontade de vomitar.

– E-eu só... e-estava indo pra... pra casa.- Respondo por fim, ele apenas continua a me encarar, mas dessa vez fita o meu pescoço.

"Isso já tá ficando estranho".- pensei.

–Mas sozinha?- Argggh!!! Que cara burro! É claro que estou sozinha, ou você tá vendo mais alguém?- À essa fora?

– O que poderia acontecer?- Pergunto.- Aqui é Mystic Falls, nada acontece.- Ele me olha, e seus olhos não estão mais como os olhos verdes de antes, estão totalmente negros como uma tinha preta na água.

Sem pensar duas vezes, eu vou me afastando, como uma carro dando ré, quando vou me virar para correr, esbarro em algo, olho pra cima- ele era muito alto,ou eu sou muito baixa- e pude ver seu rosto com mais clareza. Ele ainda está com os olhos negros, pude perceber umas artérias saltitadas na região abaixo dos olhos e ele tinha... Presas?

Me assusto com aquela imagem e tento fugir, uma tentativa falha, pois ele me segura com uma força sobrenatural pela cintura, colando os nossos corpos, tento dar um grito, mas a minha voz se perde na minha garganta. Ele se aproxima do meu ouvido e sussurra.

– Tem certeza que não acontece nada aqui em Mystic Falls?- Fecho os olhos à espera da mordida, eu sei o que ele é. Vampiro. Meu pai me contava essas histórias, eu até gostava, mas ignorava. Sinto uma ardência no meu pescoço e percebo que ele passava as presas na minha pele fina e fria, e logo a perfura. Dor. Só sentia dor. Percebo algo quente escorrendo por meu rosto, eram lágrimas. E eu odeio lágrimas. Me fazem fraca, vulnerável, como estou agora. Fraca, por dentro e por fora.
De repente, sinto que o homem- vampiro, por mais exato- é arrancado de cima de mim. Estreito os olhos para observar algum movimento, pois minha visão estava turva, mas não via nada. Me sentia exausta, como se um caminhão tivesse caído em mim, aposto que estou pálida. Passei a mão por meu pescoço e senti um líquido viscoso, olho para as minhas mãos e elas estão cheias de sangue. Sinto minha visão escurecer a cada vez mais, minhas pernas estavam frágeis, como se eu não comesse há dias... Eu só esperei pela queda, mas o meu encontro ao chão não veio.
Antes de escurecer tudo, senti braços fortes me segurarem, mas apaga tudo e não consigo ver quem era o meu "herói" ou quem sabe, inimigo.

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POV Klaus

Minha Amelia estava ali, desmaiada em meus braços, um pouco mais pálida que o normal e, mais frágil também. Sem pensar duas vezes, mordi meu pulso e coloquei-o na boca da minha doce Amelia. Levei-a para minha casa, na minha velocidade vampiresca. Estava aliviado ao vê-la bem de novo, sua pele voltou a cor normal, o tom rosado de sua boca voltou também. Dei um sorriso ao imaginar o gosto dos lábios da minha- não exatamente minha- pequena.

Cheguei em casa, em poucos minutos, me deparo com os olhares curiosos de meus irmãos, que procuravam alguma explicação por eu estar com uma garota nos braços. Logo eles vem em minha direção, não dou muita atenção e fui logo subindo as escadas. Revirei os olhos ao perceber que eles me seguiam. Abri a porta do meu quarto e fui em direção a cama, depositando delicadamente a minha pequena na cama.

– O que vocês querem?- bufei irritado, virando os calcanhares para encarar aquelas benditas coisas curiosas , até demais pro meu gosto.- Será que não se tem mais privacidade na MINHA casa?- Dei ênfase na palavra "minha".

– O que você fez com a moça, irmão?- se pronuncia Elijah, com certo tom de desaprovação. Será que não podem confiar em mim uma vez se quer?

– Amelia...- ele me olhou confuso- ela é a Amelia, a que eu falei pra vocês lembram?- vejo todos assentirem.- E eu não fiz nada com ela, apenas a salvei.- Eles arquearam as sombra celhas como se quisessem que eu continuasse a história.- Ela foi atacada por um vampiro, mas não se preocupem, eu dei conta dele.

– Então essa é a famosa Amelia?- Se pronuncia Kol pela primeira vez, com um tom de malícia. E ele cada vez mais se aproxima dela, com um olhar que eu não gostei nenhum pouco. Direcionei meu olhar de " se tocar um dedo nela, vai voltar pro caixão", ele levantou os braços em forma de redenção. — Sabe Nik, você tem que inventar outra ameaça, porque essa já não tem mais graça.- Apenas ignoro o comentário do meu irmão.

– Rebekah, pegue umas roupas suas de dormir e a troque- olho de Amelia para Rebekah, que assente e sai em direção ao seu quarto.

– O que vai fazer com ela, Niklaus?- Bufo irritado com a pergunta do meu irmão. Kol parece entediado e sai do meu quarto.

– Cuidar dela até se sentir melhor,- respondo.- E se ela quiser morar aqui conosco, e eu serei seu tutor.- Elijah fica meio pensativo e depois só assente, acho que ele pensa na possibilidade de Amelia me fazer uma pessoa melhor. Rebekah logo traz as roupas e apenas a deixei sozinha para trocar a roupa de Amelia.

Notas finais
Comentem, pfvr!!! Só pra eu saber se devo continuar ou não. Vcs sabem que uma história sem comentários deixa o autor desanimado :( xoxo