Notas iniciais
FINALMENTE CHEGUEI NO CAPITULO QUE TODOS ESPERAVAM! O TCHACA TCHACA NA BUTCHACA! A NHANHADA DO SÉCULO! O nheco nheco, a transa, a foda, a cópula, a trepada, a metida, o acasalamento, a exploração da caverna, o tchupec tchuplay no hacho fly, a afunnhada, o dar o trato, a cavacada, o tiroliro que TODOS esperavam!!!!!! Boa Leitura ;) PS: Leiam as notas finais! É importante!

Amor.

Gajeel

Beijava-a delicadamente. Não queria apressar as coisas. Eu não sabia exatamente o que estava fazendo, sabia apenas que ela havia conseguido me enlouquecer e que eu amava aquela baixinha irritante e estava cansado de esconder isso.

Aprofundei o beijo explorando cada canto de sua boca, mas sempre no ritmo calmo. Apesar de querer acelerar as coisas, quanto mais calmo fosse o contato, mas gostoso e duradouro ele seria. Por isso sempre a interrompia quando ela tentava apressar tudo E apesar de aparentar frustração, sabia que ela já havia sido esquecida quando escutava os suspiros de Levy entre os beijos.

Em uma das pausas para recuperar o ar, Levy se afastou um pouco mais se sentando na cama e ficou a me encarar. Suas bochechas e lábios vermelhos, a respiração ofegante e os cabelos bagunçados davam lhe um ar extremamente provocativo.

— Você já fez isso antes? – ela perguntou depois de um tempo me encarando. – Quero dizer, é que... Bem, eu sou...

— Eu sei que você é virgem, minha pequena. – falei segurando seu queixo e lhe dando um selinho.

Ela era tão fofa.

— E se quer saber, sim, já fiz isso antes. – falei acariciando suas bochechas.

Não fazia sentido mentir sobre isso. Ela hesitou um pouco antes da próxima pergunta.

— Quantas namoradas você já teve?

— Quer mesmo falar sobre isso agora, nesse momento? – falei tentando segurar o riso.

Nunca a vi com ciúmes, mas tenho quase a certeza que deve ser comicamente fofo.

— Não... Depois eu interrogo você.

— Não fique se preocupando à toa, esqueça tudo, está bem? – ela concordou com a cabeça – Eu sou só seu agora, Pirralha.

Ela sorriu e voltamos a nos beijar. Suas pequenas e macias mãozinhas se enroscavam em minha cabeleira. Eu alisava sua barriga e levantava a blusa do pijama delicadamente. Afastei-me de seus lábios para beijar sua barriga. Sua pele era macia e tudo nela cheirava a baunilha com morango. Subi os beijos até seu busto, que estava coberto por um sutiã amarelo com rendinha branca. Terminei de tirar a blusa de seu pijama e antes que eu pudesse voltar a explorar o corpo da minha pequena, ela se sentou abruptamente, cobrindo o busto com as mãos.

— O que foi? – perguntei.

— Não posso... Ficar de blusa? – ela disse acanhada.

— Não, não pode. – falei e notei minha pequena corando ainda mais — Qual o problema?

— É que eu tenho vergonha...

— Do que?

— É que... – ela disse tímida — Eles... São muito pequenos...

Após isso, notei que o que ela tanto escondia eram os seios. Ela estava com vergonha porque seus seios eram pequenos...

— Você é tão fofa... Acha que eu ligo pro tamanho dos seus seios?

Ela se encolheu mais em resposta, então beijei seu pescoço carinhosamente e ia descendo devagar enquanto afastava suas mãos do busto.

— Pra falar a verdade, acho-os maravilhosos! – falei continuando a descer os beijos

Fui deslizando a mão delicadamente para suas costas onde tentava resolver o cubo mágico que era o fecho daquele sutiã. Sem muita paciência, o puxei de uma vez e o fecho soltou. Voltei ao seus lábios e fui descendo a alça do sutiã até tira-lo completamente. Ela voltou a esconder o busto com as mãos, mas desta vez não mostrou resistência quando afastei seus braços. Levantei um pouco o corpo e fiquei admirando minha pequena. Ela é tão linda e delicada que parece a pintura de um anjo.

— E estou louco para... Experimentá-los... – disse e beijei um de seus seios.

Levy prendeu a respiração, e a soltou novamente em um suspiro quando lambi e mordisquei seu mamilo.

— Gajeel... — ela disse em um suspiro.

Eu lambia e mordiscava um de seus mamilos enquanto o outro era acariciado pela minha mão.

— Você é linda Levy... – falei voltando a beijá-la.

Levy agarrou meus cabelos e me puxou para um beijo mais selvagem. Sentia meu corpo queimar só com o beijo dela. Suas pequenas mãozinhas iam descendo pelas minhas costas até a barra da camiseta que eu usava, a levantando logo em seguida.

Nos separamos para que ela pudesse retirar minha camiseta, mas antes que eu pudesse voltar a beijá-la, Levy me empurrou fazendo-me cair de costas no colchão e subiu em cima de mim voltando a beijar-me intensamente.

Suas mãos arranhavam meu peito e abdômen, enquanto a minha apertava suas coxas grossas acompanhando o movimento do rebolado que ela dava.

— Ah... Quem é você e o que fez com a Levy? – eu falei ofegando após o cessar do beijo para tomar um pouco de fôlego.

— Eu não sei... Apenas estou agindo por impulso...

— Então, por favor, continue!

A imagem de Levy ofegante, avermelhada, com os lábios inchados e semi nua era extremamente excitante. Ah, e ela tinha que morder o lábio não é mesmo?

Segurei em sua nuca a puxando novamente para um beijo. Minhas mãos já retiravam as ultimas peças de roupa que ela ainda vestia. A deitei na cama para terminar de retirar seu short e sua calcinha a deixando completamente nua. Aproveitei para distribuir beijos em suas pernas e mordiscar o interior daquelas coxas maravilhosas.

— Como consegue ser tão gostosa?

— Não sei, mas estou numa posição meio injusta aqui... – ela falou apontando para a bermuda que eu ainda usava e sorrindo pervertidamente.

— Sou todo seu – falei ajoelhando-me na cama e retribuindo seu sorriso.

Ela me encarou com seus olhos cor de mel e se manteve assim em todo o processo para retirar minha bermuda. Porem ela fez um movimento que eu não esperava: abocanhou meu membro por cima da cueca. Tive que reprimir um gemido que insistiu em sair.

— O que está fazendo? – falei quando a vi descendo minha box.

— Estou sendo legal com você...

— Esper..! Ah...

Novamente ela abocanhou meu membro, desta vez sem nada para impedir o contato de sua boca quente. Instintivamente agarrei seus cabelos quando ela começou a movimentar a cabeça. Ela sugava meu pênis com gosto, e isso era extremamente excitante.

— Ah Levy... Onde você aprende essas coisas... – falei completamente extasiado.

Ela ficou a masturbar-me deliciosamente por um tempo. Mas percebi que as coisas não estavam saindo como eu planejava. Pretendia focar apenas nela essa noite, então a afastei de mim delicadamente. Levy me olhou confusa e lhe lancei o meu melhor sorriso.

— Você já me divertiu bastante, agora é a sua vez.

Voltei a beijar aquela boca macia enquanto a deitava na cama. Fui descendo os beijos por todo o seu corpo até chegar a sua virilha. Dei algumas mordidas no interior de suas coxas e a senti arquejar. Bom saber que ali havia um ponto fraco.

Dei uma mordiscada em seus lábios intimos antes de lambê-la e sentir seu gosto. Desta vez, Levy não conseguiu conter um gemido, e agarrou fortemente meus cabelos, instigando-me a continuar. E foi exatamente o que fiz. Comecei a chupar e lamber com gosto sua vagina, e ouvi-la delirando apenas me incentivava mais.

Como ela conseguia ser assim? Simplesmente perfeita. Sua pele macia, seu cheiro adocicado, seu gosto suave... Às vezes penso que ela é muita coisa para mim pois tudo nela exalava perfeição.

Minhas mãos passeavam pelo seu pequeno corpo, apertando suas coxas torneadas, enquanto eu lhe satisfazia. Seus gemidos incontroláveis haviam se tornado minha musica favorita. Sentia ela a se contrair, sabia que estava próxima de ter um orgasmo.

— Gajeel... Eu... Eu vou...

Então parei abruptamente meu maravilhoso trabalho.

— Não, você não vai. – falei lambendo os lábios.

Não sei se era possível naquele momento, mas pude sentir uma aura assassina começar a dominar Levy. Ri de sua feição frustrada e voltei a beijar-lhe antes que me xingasse.

Ela relutou no começo, mas depois cedeu a meus encantos. Nossos corpos dançavam em harmonia. Nossas intimidades se roçando era como um convite irresistível para a insanidade.

Eu a beijava calmamente. Não queria pressa ou euforia. Queria lhe transmitir toda a felicidade e amor que eu estava sentindo através daquele beijo. Apenas nesse momento, fui capaz de esquecer todos os problemas. Por que estar com ela era assim, como se não existisse nada mais importasse, a não ser ela.

— Levy... – falei após cessar o beijo – Tem certeza que é isso que você quer? Por que se você disser para mim que não quer mais, eu ficaria extremamente frustrado, mas pararia. Só que se continuarmos, eu não sei se terei forças para parar...

— Sim, eu tenho certeza – ela disse confiante e sorrindo lindamente – Eu quero que você me ame, Gajeel!

Sorri para o seu pedido.

— Mas eu já te amo Pequena!

— Então... Me ame mais!

Agarrei suas coxas a fazendo separar as pernas para que eu pudesse me encaixar. Ela abraçou meu pescoço e começou a me beijar calmamente. Encaixei meu membro em sua intimidade e tentei uma primeira penetrada. Mas ela era muito apertada. Levy soltou um gemido mais audível quando comecei a penetrá-la. Ela mordia meu ombro conforme eu seguia. E apesar daquela mordida provavelmente estar doendo, eu não me importava. A única coisa que me importava no momento era me controlar e não penetrá-la de uma vez e acabar a machucando.

Agarrei fortemente os lençóis da cama soltando quase que um rugido quando entrei por completo na minha pequena. Ela praticamente me estrangulava, proporcionando um prazer sem explicação. Me afastei um pouco para olhar em seu rosto. Além de completamente vermelha, lagrimas finíssimas caiam pela lateral de seus olhos. Ela estava completamente ofegante.

— Eu estou... Te machucando? – perguntei e minha voz saiu totalmente rouca.

Ela apenas negou com a cabeça. Decidi manter-me parado por enquanto, e fui distribuindo beijos pelo seu pescoço para distraí-la. Até que Levy fez um movimento pélvico que quase me tira do sério. Soltei mais um rugido e ela novamente se moveu. Entendi aquilo como um sinal para continuar, então comecei devagar os movimentos de vai e vem. Levy arranhava meus ombros e costas e gemia deliciosamente a cada estocada. Eu distribuía chupões em cada centímetro de seu corpo que eu conseguia alcançar naquela posição. Nossos gemidos e nossos corpos se chocando, era o único som naquele quarto.

Aumentei mais a velocidade quando Levy entrelaçou suas pernas em mim aproximando mais ainda nossos corpos. Segurei seus abraços acima de sua cabeça e comecei a beijá-la na mesma intensidade que a penetrava.

— Você é... Tão gostosa... – falei entre gemidos em seu ouvido, dando uma mordiscada no lóbulo de sua orelha logo em seguida.

— ...Ahn... Eu quero mais... Gajeel...

Impossível negar um pedido desse.

Soltei seus braços e dirigi uma de minhas mãos para agarrar fortemente aquela bunda macia. E a outra eu dirigi até sua intimidade, acariciando seu clitóris enquanto aumentava mais ainda as estocadas. Eu sentia estar chegando ao meu limite.

Seus gemidos aumentaram e eu a sentir contrair-se, apertando ainda mais meu membro.

— Eu...

Ela tentou falar, mais foi impedida por um beijo meu que sufocou seu quase grito quando ela atingiu o orgasmo. Segundos depois foi eu quem teve que reprimir um gemido. Eu estava completamente, inteiramente e absolutamente extasiado.

Sai de cima da Pirralha caindo ao seu lado na cama. Ambos suados e ofegantes.

— Isso foi... – ela começou.

— Incrível – eu continuei.

— Eu ia dizer muito bom, mas incrível se encaixa melhor...

Ela se deitou de lado na cama e passou a me olhar. Encarei-a e ela possuía o sorriso mais encantador que eu já havia visto.

— Gajeel... Eu amo você.

— Eu também te amo Levy.

Demos apenas um singelo selinho, logo depois eu me levantei e vesti minha cueca box.

— Aonde você vai? – ela perguntou ainda deitada.

— Aonde nós vamos. Vamos tomar um banho.

— Aah... Estou com preguiça, quando eu acordar eu vou – disse manhosa e se cobrindo da melhor forma que podia com os lençóis da cama.

— Pirralha, estamos suados e... sujos. Não só eu e você precisamos de um banho como a cama também precisa trocar os lençóis...

Foi só então que ela notou a mancha avermelhada no centro da cama. E tentou se esconder novamente.

— Gihihi, vamos lá pequena, eu lavo suas costas – falei a pegando no colo.

— Gajeel! Eu estou nua!

— E? Não vai começar com timidez agora, não é?

— A sua mãe...

— Provavelmente está no quinto sono. Vai ser um banho relaxante, você vai gostar.

Agradeci mentalmente pelo banheiro daquela casa ter uma banheira. Não havia coisa melhor no momento. Liguei o chuveiro no mais quente e a banheira se encheu em minutos. Logo eu e Levy estávamos dentro dela aproveitando o calor da água que relaxava nossos músculos. Eu estava encostado na banheira e a pirralha estava sentada no meio das minhas pernas com a cabeça encostada em meu peito. Acho que eu poderia dormir ali, mas tudo que é bom, dura pouco...

— Gajeel...

— Hm...

— Você gostou?

— Gostei do que, pequena?

Ela voltou a ficar em silencio, e logo entendi a sua pergunta.

— Você foi maravilhosa Levy.

— Sério?

— Sim. A melhor transa que já tive.

Ela riu e logo voltamos ao agradável silencio. Comecei a massagear seus ombros enquanto passava sabonete.

Após o banho, voltamos para nosso quarto e trocamos os lençóis. Eu estava exausto, a única coisa que eu queria agora era dormir sentindo o cheiro doce de minha pequena. Me deitei com Levy em cima de mim, e estava pronto para adormecer quando ela voltou a falar.

— Gajeel, agora que já acabamos tudo, eu quero saber... Quantas namoradas você já teve?

Permaneci de olhos fechados e tentando manter minha respiração sobre controle. Eu não tinha problema em contar pra ela quantas namoradas eu tive, mas algo me dizia que ela não iria gostar da resposta. E eu não estava afim de estragar essa noite.

— Gajeel? – ela disse novamente me sacudindo, mas permaneci fingindo está dormindo – Você realmente deve está cansado... – ela falou após um suspiro.

Sentia-a se mover e se encaixar em meus braços. Abri um dos olhos apenas para ver minha pequena com a cabeça em meu peito quase completamente adormecida.

— Você não vai me escapar... – ela disse de olhos fechados após mais um longo suspiro.

Eu com certeza estava encrencado com essa garota. Mas não conseguia me imaginar sem todo o seu encanto e perturbação em minha fatídica vida. Eu odiava amar essa pirralha barulhenta... Minha pirralha barulhenta.

Notas finais
Vou deixar um aviso muito importante que é o seguinte: A fanfic Breaking the Rules já era postada a bastante tempo no site SocialSpirit, não gosto muito de postar fanfics no Nyah por motivos meus, mas resolvi postar aqui por que sim kkkk Bem, a fanfic está em Hiatus a um ano por motivos pessoais e psicológicos que aconteceram comigo. Voltei a escrever a uns meses e pretendo voltar com toda certeza. Estava postando um capitulo por dia por que era os que eu já havia escrito, e agora o Nyah! está no mesmo capitulo que o SocialSpirit. Caso queriam me acompanhar, entre na pagina de facebook que criei, de tempos em tempos eu dou uma aparecida lá e deixo novas informações: https://www.facebook.com/FanficBTR/ Não tenho previsão de voltar, depois desse capitulo a fanfic vai continuar em HIATUS. Porém acredito que não vou demorar muito. Se eu não tiver nenhuma recaida, acho que consigo voltar a postar em um mês, mais ou menos... Agradeço de coração a quem acompanhou até aqui e vai ter paciência para me esperar! Podem falar comigo pelo facebook, quem quiser. Desculpem pelo transtorno, espero não desaponta-los! Beijos no coração de vocês ♥ Me aguardem por que eu VOU voltar! ~Taii