Break Away From Home

2 Capítulo 1 - Break Away - Parte 1


Notas iniciais
Primeira parte do primeiro cap. gente! Enjoy!

Era final de tarde, tinha acabado de voltar da escola, tive treino de vôlei lá. Estava chovendo muito naquele dia. Estava sem guarda-chuva, porque de manhã o céu estava limpo, todo azul. Cheguei em minha casa, que fica a quatro quadras da escola. Abri o portão da entrada e então vejo minha mãe abrir a porta de entrada.


-Taylor! Você está ensopada! Direto para o chuveiro. E pode ir entrando pela cozinha, porque não quero que você sujo o piso. –ela disse, em seu tom severo de todos os dias.


Não respondi, como sempre. Apenas assenti com a cabeça. Meu nome é Taylor, Taylor Lewis, como pôde ver. Infelizmente, sou filha de um dos casai mais poderosos (em termos de influência) de Londres. Mas sou, como minha mãe sempre diz com seu tom de desdém, uma jovem muito “rebelde”. Tenho 16 anos, e estou no penúltimo ano do High School.


Continuando. Andei pelo jardim até a porta da cozinha, cuja entrada fica “escondida” nas laterais da casa. Já era costume eu entrar pela cozinha, principalmente em dias de chuva, e minha mãe também sempre arranjava uma desculpa de eu estar suja para isso acontecer. Por isso, fiquei logo amiga das cozinheiras e de outros empregados que sempre passam por lá obviamente. Abri a porta e encontrei apenas François, nosso mordomo, que, como dá para perceber pelo nome, nasceu na França.


-Boa tarde, Mademoiselle Lewis! –ele disse, simpático comigo como sempre foi. Ele é como um avô ou pai que nunca tive.


Tá certo que eu tenho um pai. E um avô. Mas quase nunca estão em casa. Nem nos finais de semana. Ambos trabalham como donod de uma linhagem de salões de eventos. Na verdade, dos mais caros de Londres. Esse é o motivo de sermos tão “influentes”. Odeio os meus pais E odeio o meu avô.


Fui direto para o meu quarto, no segundo andar da casa. Entrei no banheiro e tomei um banho de ducha razoavelmente rápido. A água estava fria novamente. Também, estamos ainda na primavera, e nessa época a água nem sempre está quente.


Após o banho, coloquei a minha roupa ensopada no cesto de roupa suja que tem no banheiro e fui ao meu closet. Em meu closet há várias “sessões de roupas”. Uma delas é a “escondida”, que fica bem no fundo do meu imenso closet, onde guardo roupas que comprei às escondidas de meus pais, principalmente de minha mãe. E há também a sessão “by Mommy” como eu o batizo. Ali, só há roupas que minha mãe “aprova” para que eu use.


Fui na sessão “by Mommy” e peguei uma calça branca, uma blusa rosa-bebê e uma sapatilha rosa. Passei uma maquiagem bem básica e desci para a sala de Jantar. Estava na hora de jantar.


Entrei na sala, nde meus pais e meu avô já me esperavam para poderem finalmente comerem.


-Está dois minutos atrasada para o jantar, Taylor. De novo. –disse meu pai, “simpático” como sempre.


-Boa noite para o senhor também, meu pai. –disse friamente e cinicamente ao mesmo tempo. Em seguida sentei-me no canto mais longe deles da mesa para 12 pessoas. O jantar foi servido então.


O “cardápio” de hoje era comida francesa. Eu até que gosto de algumas coisas, mas não é o meu preferido. Passei o jantar inteiro apenas ouvindo a conversa dos três de todos os dias em um profundo silêncio. Dinheiro, dinheiro e, adivinhem, mais dinheiro. Eles só falam nisso!


-Taylor. Olhe para mim. –meu pai mandou, de repente.


Olhei em seus olhos severos e frios, sem coração. Uma coisa que eu sei é que puxei os olhos castanhos, a boca nem gorda nem fina e o nariz bem definido de meu pai. De resto, tudo da minha mãe. Os cabelos castanhos encaracolados, sendo que os dela agora estão totalmente descoloridos, e as buchechas com as maçãs perfeitas. Mas de gênio, não faço idéia de quem eu puxei.


-Sim? –perguntei.


-Hoje, depois do jantar, eu, sua mãe e seu avô iremos numa festa muito importante. Então, não pense em fazer nenhuma gracinha sequer enquanto estivermos fora. Entendido?


-Pode deixar, meu pai, isso nem passou pela minha cabeça.


Perfeito. Assim, poderei executar, finalmente, um plano de fuga perfeito que ando planejando há dias, com a fiel ajuda de meu amigo François, cuja boca é um túmulo em relação a meus profundos segredos.


Terminando o jantar, fui para o meu quarto e tranquei-me a chave lá dentro. Pequei as três malas que tenho para toda aquela roupa que tenho. Na primeira mala, enfiei todas as roupas “Proibidas” e alguns vestidos finos que tenho. Dentre as roupas “proibidas”, havia roupas de estilo B-boy, Emo, Gótico, Punk, e alguns acessórios que garotos (e garotas b-girls) usam, como bonés de marca, entre outras coisas.


Em seguida, roupas “by Mommy”.

Notas finais
Thaís: q medow dos pais dela!
Bill: idem. eles sao horriveis!
Danny: oi gente!!!
Bill e Thaís: oi. '
Thaís: o q c faz aki, Danny?
danny: boa pergunta!