Break Away From Home

3 Capítulo 1 - Break Away - Parte 2


Notas iniciais
gente..... NENHUM REVIEW!!! TO triste pra cacet*! T-T buééé
nem UMZINHO!!!! mvow dar + uma chance... um reviewzinho, vai! PLLLLLLLLLLLLLLLlllz!

Peguei todos os meus vestidos que ainda estavam no closet, saias, calças, blusas, enfim, e empanturrei tudo na mal, sem dó nem piedade de amassar alguma coisa.


Ouço alguém bater na porta do meu quarto.


-Quem é? –perguntei, com medo de que a porta do quarto estivesse destrancada.


-Filha, estamos indo. Vá dormir. –minha mãe mandou.


-Ok. Já estou me preparando para isso.


Voltei às malas, já que eles nem me desejaram boa-noite ou coisa assim para eu dizer tchau. Coloquei tudo o que tinha de maquiagem em duas caixas de maquiagem e coloquei na mala com coisas “proibidas”. E, por fim, a terceira mala. Lá, coloquei todo o resto que conseguia colocar, CDs, DVDs, eletrônicos, livros, documentos (inclusive o cartão de minhas duas poupanças que tinha, que roubei no dia anterior do quarto de meus pais), entre outros, como roupa de cama e meu travesseiro.


Então peguei minhas duas mochilas. Uma da Eastpak azul simples e uma 4YOU preta, também modelo simples. Coloquei na mochila azul os documentos mais importantes, celular, iPod e todo o dinheiro que eu tinha em um cofrinho onde guardo dinheiro há 10 anos mais ou menos. Peguei também 2 passaportes e identidades falsas que mandei fazer. Tenho meus contatos para isso.


Em uma dessas identidades me chamo Taylor Mary McCracken, na outra, Tyler John Stewart, para no caso de eu ter que me disfarçar de garoto em alguma ocasião. Peguei também a matrícula que eu e François preenchemos alguns dias atrás para uma escola lá na Alemanha. Eu iria para lá essa noite ainda, se tudo desse certo.


Abri minha janela e joguei minhas malas e mochilas no jardim. Mais fácil, para que eu não ter que levar à mão tudo para baixo. Saí de meu quarto, já 85% vazio mais ou menos, e procurei então François.


-François, você está com a passagem de avião que o mandei comprar para mim hoje?


-Sim, senhorita Taylor. –ele respondeu já no jardim me ajudando a pegar as malas e as mochilas até o táxi que ele chamou minutos atrás.


Colocamos as malas no porta-malas do táxi e sentei-me no banco de trás.


-Sentirei sua falta, senhorita Taylor. –ele disse, com lágrimas nos olhos.


-Também sentirei a sua falta, François, mas não deste lugar. Eu te amo, e sempre te amarei como um pai. Você sabe disso.


-Está certo. Vã com Deus, minha filha.


E então fui embora, deixando uma pessoa muito amada para trás. Peguei meu iPod e fiquei ouvindo Avril Lavigne durante todo o trajeto até o Aeroporto. Não estava afim de conversar com o taxista. Nunca estive afim de.


Em alguns minutos chegamos no aeroporto. O taxista me ajudou a pegar um carrinho de malas e a tirar as bagagens do porta-malas e colocá-las no carrinho. Paguei o taxista e adentrei-me no aeroporto.


Fui até a fila do check-in, peguei dentro de minha mochila azul o meu passaporte, identidade e a passagem do vôo. A fila até que não estava tão longa, já que era, digamos, um dia qualquer, sem feriados, digamos.


Chegando minha vez, coloquei as três malas na esteira, a moça fez o check-in sem me causar problemas e então me liberou. Eram ainda umas 8h30, e meu vôo sairia às 10h. Tinha ainda muito tempo até eu ir ao terminal de embarque. Fui então passear pelo aeroporto. Fui até uma loja que era cheia de perucas, só para me descontrair.


Por quê vou querer perucas? Bem, a matrícula da escola é para uma escola de garotos. Eu sei, sou meio doida, mas com um motivo. È que não agüento mais, depois de 15 anos, estudar em uma escola SÓ de garotas, onde elas só falam sobre cabelos, marcas famosas, boybands ridículas e novelas tudo iguais, só com nome de personagens diferentes, e também porque na quinta série começaram a surgir casais lésbicas lá, coisa que odeio. Por isso, vou para a escola Kurfürst-Joachim-Friedrich Gymnasium Für Junge (K-J-F- Ginásio para garotos), em Wolmirstedt, perto de Magdenburg.


Entrei na loja e fui na sessão de perucas tipo masculinas. Vi uma peruca pela qual me apaixonei na hora. Era estilo cabelo curtinho, rebelde, e castanho escuro. Perfeita ao extremo. Fui até o caixa sem delongas e paguei pela peruca, a moça do caixa nada declarou. Saí da loja. Olhei para um relógio e vi que já eram 9h30. Não me pergunte como, mas consegui demorar uma hora em uma loja. De perucas ainda por cima!


-Acho melhor eu ir já para o terminal. –disse a mim mesma.


Andei pelo aeroporto e em pouquíssimos minutos, cheguei ao terminal de embarque. Até que estava cheio. Entrei na fila do meu vôo, 483, e peguei minha passagem. A fila começou a andar, e sim, eu passei pela “esteira de Raixo-X” pelo caminho, se estiverem se perguntando.


Entrei no avião. A aeromoça indicou onde se localizava o meu assento. Fui à procura.


-F1, F1,... –fiquei murmurando, procurando o assento F1.


É difícil procurar algum assento no setor econômico. Mas achei, sem muuuuuuuuita dificuldade. E havia um garoto de uns 20 anos mais ou menos no assento ao lado. Cabelos castanhos e encaracolados.


-Com licença, mas gostaria de sentar em meu assento, esse do seu lado. –disse à ele.

Notas finais
Thaís: qm eh esse cara aí? descubram no prox. cap... eheheh
Bill: e deixem um recado para mim!
Danny: ow para mim! =]
Thaís: q tal... para mim? xD /tah,parei.
Bill: qndu eh q ew vow aparecer nessa história, ehn?
Thaís: na parte 4 do cap. xD
Danny: e ew?
Thaís: surprise...