Notas iniciais
Olá Leitores românticos e apaixonados! Tudo bueno?!! Eu tinha tantas coisas á escrever, mas, essa estava aqui saltando... ~Enjoy♥

Das nove gestações de Estela Balaur {Contando as duas perdas também}, a única sobrevivente da devastada Deragona capaz de gerar filhos ao antigo Rei de Calasir, Estevão vindo da casa de Interlok, agora assumindo o nome Balaur; Elia era a 9ª filha que Estela e Estevão; ao mesmo tempo também podendo ser a 8ª filha dos Governantes de Calasir. Após o seu nascimento, depois de três anos, seu pai, Estevão morreu brutalmente. Então sua mãe se casou com o Rei Perseu de Saphiral, que morava do outro lado do Portal e a levou para aquele outro mundo completamente repleto de magia, que a encantava. Sendo a última filha que Estevão e Estela tiveram.

Elia da Casa de Balaur, da linhagem dos Interlok, fruto do Guerreiro de armadura prateada, com a Princesa Dragão, a caçula das crianças de cabelos brancos como o leite, olhos verdes claros que pareciam cinza, com quatro anos, animada, destinada até certa ocasião poder tomar seu lugar em Dragoi junto a seu irmão e futuro noivo, Evan de Balaur; o 7º filho de Estevão, podendo também facilmente sendo o 6º; dependendo de como fosse visto; ele havia ido para Saphiral, ficando no Refúgio em Pardóx durante um ano. Ela era Princesa de Saphiral, fazendo parte da corte Real, ligada á Rainha Console, ao padrasto o Rei, e a irmã mais velha, a Princesa Herdeira, era um título importante, ela cuidaria de uma parte do Reino, do que quisesse, não precisava ser muita coisa, apenas precisava ser divertido e a deixa-la feliz.

Recordava-se de quando voltou para Saphiral viu brevemente a sua mãe com o seu novo bebê, seu irmão mais novo. De olhos fechados, bochechas rosadas e um nariz bem pequeno, com os cabelos anil ralos, ela riu, ele era molenga, muito mole, um menino, Sísifo.

Infelizmente, ela não poderia passar o ano com a mãe. Havia um acordo com Eilon, seu irmão mais velho, atual Rei de Calasir, de que ela, passaria um ano em Saphiral e um ano em Calasir, ela precisava ficar perto dos irmãos de sangue, da sua terra, do seu Reino de origem, não esquecendo as suas origens e realizando o sonho de seu falecido pai; casar com seu irmão e ter filhos que se tornariam cavaleiros dragões. E para isso, ela precisaria passar tempos com o futuro noivo.

Elia era uma pequena Princesa muito encantadora, delicada, tinha a beleza deragoniana impressionante, agradável, o que a fez ser muito bem acolhida, fazendo admirar a magia do lugar que em Calasir só existia dragões vindo de Deragona. Em Saphiral existiam outros animais além dos dragões, a pequena Princesa de cabelos brancos era graciosa, gostava das cores rosa que usava em seus vestidos, e dos tecidos azuis, coloridos ou brancos para cada celebração dos tantos deuses que existiam naquele Reino. Ela possuía uma suavidade no olhar e nas expressões que transmitia harmonia e calma. Nascida no final do inverno, começo da primavera, demonstrando seu lado otimista e a leveza.

Antes da abertura do Portal, Elia resgatou um filhote de Hipocampo verde menta; uma criatura marinha que tinha metade de cima de um cavalo e a parte inferior de um peixe. Sempre que ele ficava agitado causava tremores na terra e no mar, o que fez Elia o chamar de Pompeii. O que a fazia ter um vinculo com aquele lado, já que do outro lado, ela tinha a Crysta um dragão roxo fosco e precisava manter o elo forte entre ambas as criaturas.

Com o passar do tempo no Refugio e no Castelo, ela tinha aulas de lira e harpa; embora fossem iguais, não era o mesmo instrumento e nem tinham um som parecido. Cada aula para aprender Saphiral, sobre a cultura, sobre o Reino, que era feita para que ela não esquecer quando voltasse para Calasir. Ela precisava aprender sobre os dois Reinos que agora ela fazia parte, até ela se casar com Evan; era o desejo de Estevão, e mesmo revirando os olhos Perseu fez um esforço para não falar nada que fosse incomodar sua esposa, mesmo que aquela decisão fosse extremamente errada. A mudança entre os dois Reinos era um pouco incomodo, mas, aos oito anos ela já estava acostumada em passar um ano em cada lado, naquele ano, ela estava indo para Saphiral, com um pouco de sorte a ida ao Refugio poderia ser depois da festa de Ártemis para admirar o espetáculo das estrelas e da lua.

-Elia!

Assim que ela desceu do navio no porto, usando o vestido em tom azul de Calasir, com uma postura diferente da que tinha em Saphiral, o grito de animação do meio-irmão a fez abrir um enorme sorriso.

-Sísifo! – Ela correu em direção ao Príncipe de Saphiral, de apenas quatro anos, com um semblante alegre e iluminado, o abraço foi apertado e há muito tempo esperado. Um ano na verdade, sempre na mesma estação.


Notas finais
~♥Beijos da Autora♥~