Bored

2 We got stuck


Notas iniciais
Espero que gostem :) Desculpa qualquer erro, dei uma revisada rápida por que tenho que estudar kkkk

Eles estavam andando pelas ruas de Londres. Ela não sabia exatamente para onde, e não sabia se devia perguntar para Sherlock. Ele esteve em silêncio desde que eles saíram do necrotério e ela começou a se perguntar se ele havia se arrependido, pensando que talvez essa não tenha sido uma boa ideia. Talvez ele estivesse pensando em como escapar daquilo, em uma desculpa para poder voltar para casa e ficar entediado sozinho.

Molly olhou para o céu e começou a se lamentar por não ter levado um casaco para o trabalho. O tempo havia fechado do nada e o frio estava lhe consumindo. Seus olhos se voltaram rapidamente para Sherlock e seu casaco, ela estava sonhando se pensava que ele iria oferecê-lo para ela.

Ele não era esse tipo de homem e eles não tinham ‘esse’ tipo de relacionamento, ela sabia disso.

Ela apertou os braços em torno dela e esfregou com um pouco de força para tentar se aquecer. Aqueles movimentos conseguiram chamar a atenção Sherlock, que virou a cabeça para encara-la.

“Então, onde estamos indo?” ele colocou as mãos nos bolsos do sobretudo enquanto acompanhava o ritmo de caminhada dela.

Molly o encarou de volta um pouco incrédula com a pergunta, mas quando viu o rosto dele sério ela teve dificuldade para conter o riso. Ambos estavam vagando pelas ruas sem destino algum, e se ele não tivesse perguntado provavelmente ficariam andando em círculos por um bom tempo.

“Achei que eu estava te seguindo.” Ela respondeu ainda com um sorriso na boca e em um tom divertido. “Você que me tirou do trabalho”

“Claro que não” Ele a fitou rapidamente parecendo um pouco bravo. A cara séria dele conseguiu tirar o sorriso do rosto de Molly e ela se perguntou por que ele precisava ser tão duro assim. “Eu sugeri que fizéssemos algo para acabar com o tédio. Mas se eu soubesse o que fazer eu já estaria fazendo a muito tempo, não acha?” sua voz seguiu com desdém, mas mesmo assim aquilo não atingiu Molly, “Você que disse que faz várias coisas para passar o tédio.”

Ela apertou mais ainda os braços em sua volta e começou a pensar no que Sherlock gostaria de fazer. “Ok, hmm.” Talvez ir no parque andar? Bem o tempo não parecia muito bom para isso, e ele provavelmente acharia isso brega. Eles poderiam ir a um cinema, mas isso com certeza iria soar como um encontro se dito em voz alta. Ela podia fazer tanta coisa, mas tudo sem ele, “Eu não sei-” ela soltou suas mãos por um momento em um movimento frustrado. “Quero dizer, EU faço bastante coisa, porém são coisas que me agradam.” Ela ajeitou seu rabo de cavalo e o olhou de canto, “O que te agrada?”

“Você sabe muito bem o que me agrada.” Como aquilo havia soado tão erótico na mente de Molly. Ela nunca tinha imaginado ele dizendo essas exatas palavras, mas com certeza ela já havia imaginado ele em cenários aonde essas palavras iriam se encaixar perfeitamente.

“Mas ambos já concordamos isso é meio improvável de você conseguir agora” Provavelmente essa não seria a reposta que Molly daria nos cenários que ela havia imaginado, mas ela felizmente conseguia distinguir o sonho da realidade.

Quando disse isso Sherlock olhou para ela já abrindo a boca para discordar e protestar. Ele com certeza tinha ‘modos’ de conseguir o que queria, de arranjar algo intrigante para fazer. “É sim!” ela rebateu sem mesmo o deixar falar “Nós não vamos fazer nada ilegal, entendeu?” continuou em um tom de advertência, apontado o dedo para ele. Ela tinha que colocar limites, ela estava no comando e tinha que exercer essa autoridade.

Sherlock a ficou olhando um pouco intrigado e curioso, ele parecia surpreso pelo modo que ela falou. Um sorriso quase se formou no rosto dele, e ela quase ficou feliz por ter o feito sorrir, mas ele não deixou que essa expressão tomasse conta dele. Ele quebrou o contato visual se voltando para frente, e a deixou o olhando de canto um tanto confusa.

Estar com Sherlock Holmes era uma montanha russa, nada era estável.

“Hm, está bem“ ele disse depois de um tempo com um pouco de desgosto na voz. Ele claramente não havia gostado de ter sido contrariado, mas Molly achou melhor nãos e importar com isso. Pelo menos ele cedeu, não? Isso era o que importava. “O que então nós vamos fazer? Sério, por que eu odeio ficar andando sem saber para onde eu estou indo.” Ela odiava quando ele soava autoritário. “Estou acostumado a ter destino.”

Molly tentou ignorar aquele jeito petulante dele, como sempre. Ela já havia dito tantas vezes para si mesmo que ele era assim e que ela não devia ficar muito irritada com isso, que depois de tantos anos ela aprendeu a relevar muitas coisas. Por mais que ela quisesse que ele fosse as vezes delicado e mais atencioso nas palavras ela sabia que esperar isso dele seria ficar desapontada.

Ela pensou no que eles poderiam fazer. O que poderia agradar tanto a ele quanto a ela? Essa era difícil.

“O que você acha de comermos algo?” Molly arriscou dizer em um tom baixo, virando o rosto para olha-lo. Ele rolou os olhos assim que a ouviu e dessa vez ela ficou ofendida. Ela parou no meio da calçada e falou já irritada. “Ah qual é Sherlock! Você pediu minha ajuda, não?” Ele só foi notar que ela tinha parado um pouco depois, e acabou ficando alguns passos a frente quando virou para encara-la. “Nós podemos ir comer em um lugar legal e conversar, eu faço isso normalmente. A maior parte das pessoas faz isso” Ele a olhava de um modo impassível e desanimado. Ela não sabia se isso era por causa dela ou por causa da ideia dela. Molly odiava ser um livro aberto para Sherlock Holmes, enquanto ele nunca deixava de ter um eterno mistério. “E você tem que comer em algum momento. Estou quase certa disso” ela conseguiu falar mais calma no final.

“Só de ouvir você falar me deixa entediado” seu barítono soou monótono, mas mesmo assim ela adorava aquele som. Ela se lembrou de não ficar sonhando acordada, ainda mais quando ele estava por perto. “Como você consegue passar seu tempo conversando com outra pessoa? Quero dizer, conversando sem nenhum proposito, só por conversar?”

“Você vem fazendo isso essa semana toda comigo.” Ela respondeu quase que imediatamente e adorou ver a cara que ele fez. O detetive apertou os olhos e ficou por alguns segundos pensando, ele tentou abrir a boca umas duas vezes para responder e coçou a testa um pouco confuso. Definitivamente a melhor expressão dele no dia: confuso. “Não tão esperto agora, né Sherlock?” Ela abriu um sorriso malicioso e passou por ele, virando para trás para dizer, “Vamos lá, você vai gostar.”

Ele ainda ficou parado por alguns instantes mais logo que resolveu se mover não demorou muito para alcança-la, “Ok. Onde?”

“Eu vou pensar em algum lugar. Mas antes preciso passar no meu apartamento” Molly respondeu distraidamente. “Vou deixar minhas coisa lá e aproveita para pegar uma roupa mais apropriada para esse tempo.” Ela imaginou se ele tinha entendido a indireta sobre o seu casaco.

“Já havia me perguntado por que você resolveu sair de casa assim?” Claro que ele não ia entender a indireta. Ela rolou os olhos e soltou um logo suspiro. “Estava claro que hoje seria um dia frio.”

“Claro para você e os meteorologistas, Sherlock.”

XXX

“Bem, fique a vontade” Molly abriu a porta do seu pequeno apartamento e entrou rapidamente para poder dar passagem a ele. Ela parou ao lado da porta enquanto ele fez seu caminho até o meio da sala, parando e olhando em volta. Ela estava nervosa e não entendia exatamente por que, não era a primeira vez que ele entrava ali e provavelmente ele só estava mantendo aquele silêncio para atormenta-la. “Er-e desculpe pela bagunça”

“Molly você sabe que não está bagunçado” ele permitiu que ela visse um sorriso em seu rosto, e Molly jurou por um momento que viu os olhos deles brilharem quando ele falou, “E mesmo assim você sempre diz isso”. Ele acha isso divertido? Será que ele achava o jeito paranoico dela fofo? Melhor perguntado, será que ele achava alguma coisa fofa?

“Oh-desculpa.” Molly respondeu um pouco dispersa em seus pensamentos enquanto se virava para poder fechar a porta.

“Nenhuma razão para se desculpar” ela ouviu o barítono mais próximo. Próximo demais! A voz dele não havia ecoado como no necrotério nem se dispersado no meio da multidão como à alguns minutos atrás, as voz dele só soara perto. Mas isso foi o bastante para fazê-la arrepiar.

Ela virou lentamente e o viu a alguns centímetros de distancia. Ele tinha voltado o caminho que fizera quando entrou na casa e agora estava parado na frente dele, fitando-a de um modo intenso e com um sorriso estranho no rosto. Ela tinha certeza que naquele momento seu rosto estava vermelho e ele devia estar achando tudo aquilo muito divertido.

Molly voltou os olhos para baixo e brincou com os dedos enquanto tentava aclamar a mente e pensar no que falar. Por que ele estava fazendo isso? Por que ele estava tão próximo? O que diabos Sherlock Holmes estava fazendo, e por que ele estava fazendo?

“Então...” ela ensaiou essa palavra várias vezes antes de conseguir fala-la, mas mesmo assim ela saiu baixo e sem mas nada para acompanhá-la. O que ela podia falar depois do ‘então’? Talvez ela podia- “Você vai se trocar, não?” ele interrompeu seu fluxo confuso de pensamentos. “Yeh! Verdade!” ela conseguiu responde um pouco nervosa levantando os olhos. Aquele desgraçado ainda estava sorrindo, “Eu vou lá para o qua-” ele não a deixou terminar, “Ok. Eu vou ficar aqui.” Sherlock disse finalmente se afastando e se sentando um uma poltrona perto do sofá da sala. Seus olhos ficaram distraídos com os detalhes do cômodo em quanto ela continuava para ali na porta, sem entender nada.

Definitivamente uma montanha russa.

“Ok.” Molly finalmente conseguiu dizer saindo do transe que ficará presa por algum tempo.

Ela se dirigiu toda desajeitada para o quarto quase batendo em uma das mesinhas de canto da sala. Molly não podia ver o rosto de Sherlock, mas podia jurar que ouviu um riso ser suprimido por ele. Ela se sentia uma idiota, sempre deixando com que aquele homem mexesse demais com ele, sempre deixando se levar demais por ele. Talvez ele se aproveitasse disso, ela pensou. Talvez era assim que ele pretendia passar a noite, brincando com ela para poder superar o tédio.

Assim que entrou no quarto ela trancou a porta e apoiou a cabeça contra ela. Respirou fundo e tentou ficar calma, ela havia concordado em passar tempo com ele e ela precisava fazer isso da melhor maneira possível. Não podia desistir agora, mas também não podia deixar com que ele causasse esse efeito nela. Autocontrole, essa é a palavra.

Se ele tem, ela também pode ter. Você são dois amigos, ou algo parecido com isso, passando um tempo junto. Não se esqueça disso! Não deixe que sua mente a faça pensar o contrário.

Ela respirou fundo pela a segunda vez e resolveu que conseguia fazer isso. Caminhou pelo quarto e largou a bolsa em cima da cama, se dirigindo para o banheiro onde parou em frente a pia e jogou uma agua no rosto. Ela respirou fundo pela terceira vez e disse para si mesma mais uma vez: você consegue fazer isso.

Voltando mais uma vez para o quarto Molly logo foi para o armário e pensou no que colocar. Sherlock estava no outro cômodo esperando por ela para poderem sair para um jantar, ela definitivamente não sabia o que vestir. Ela não sabia nem onde eles iriam, como escolher uma roupa nessa condições. Mas a consciência de Molly conseguiu, por algum milagre, falar mais alto: isso não era um encontro!

Não importa como ela ia se vestir, ele não estava saindo com ela. Sherlock só queria passar o seu tempo e ela acabou sendo a ultima coisa sobrará para lhe fazer companhia. Dito isso ela conseguiu ficar mais relaxada, sua mente ficou menos nervosa e ela simplesmente colocou um jeans com um suéter e um casaco por cima.

Simples. Nada para chamar atenção e nem para ele pensar que ela havia se produzido para ele.

Assim que Molly abriu a porta e saiu para o corredor ela ouviu a voz de Sherlock um pouco alta.

“Você leu todos esses livros?” quando ela chegou à sala o viu em frente a sua estante de livros passando os olhos pelos títulos que se encontravam guardados ali.

“Sim. Por quê?” ela se encostou na parede ao lado, cruzando os braços e o olhou.

“Há livros de romance aqui. Quero dizer, romances clássicos! Alguns um tanto quando provocativos.” Ele não voltou sua atenção para ela, parecia intrigado demais com o titulo de umas obras. As vezes parecia até tentado a pegar alguns dos livros, passando o dedo na lombada do livro, mas desistindo.

“E?” ela achou um pouco engraçada a curiosidade dele. Será que Sherlock estava impressionado com o gosto literário dela?

“Eu deveria ter deduzido isso.” Ele finalmente a encarou e deu um sorriso malicioso, um que ele só soube responder com um sorriso sem graça. Ele jogou os braços para trás e caminhou para mais perto dela.

“Não é só por que eu sou uma médica, que gosta de mexer com mortos, que eu seja permitida a só ler livros sobre isso.” Ela disse timidamente.

Sherlock ponderou um pouco antes de concordar com a cabeça. Ele parou em frente à Molly e ficou mudou por algum tempo. Ela teria que se acostumar com esse jeito dele se pretendesse passar mais tempo como esses com Sherlock.

“Já decidiu onde vamos comer?” o detetive falou.

“Bem...” ela soltou a respiração, mais uma vez se amaldiçoando por ter prendido. Molly tentou lembrar de algum lugar bom para eles irem quando sua olhar se direcionou para a janela atrás de Sherlock. Por um momento ela ficou incrédula, primeiro por não ter notado antes, segundo por que ela sabia no que aquilo implicaria. “Eu não acho que vamos a algum lugar” Molly disse apontado para a janela. “O que?” Sherlock perguntou antes de se virar e entender o que Molly estava dizendo.

Sherlock em um piscar de olhos atravessou a sala e parou do lado da janela e ficou olhando para fora cético. O mundo caia lá fora. Uma tempestade resolvera desabar sobre Londres e descontar em certo tipo de raiva pela cidade. Não havia como eles saírem para qualquer lugar, não aprecia haver ninguém na rua, isso se Sherlock conseguia ver a rua direito.

Nenhum dos dois sabia quando essa chuva havia começado, pois ambos pareciam estar absortos desde o momento em que entraram no apartamento. Molly o que Sherlock iria fazer, ou que ela iria fazer com ele.

Ele não podia sair naquela chuva, e ela não iria permitir, por mais que talvez quisesse. Ele estava preso ali, e pior de tudo, ele estava entediado.

“Eu não acho que dê para sair com essa tempestade.”

“Oh, Maravilha! Só faltava essa” ela podia sentir a raiva em sua voz. “Agora estamos presos aqui. Isso poderia ser pior?” ele se virou para ela e corrigiu rapidamente o que disse, “Quero dizer, não temos nada apara fazer aqui.”

Molly ficou um pouco feliz quando ele se corrigiu. Apesar de ela não ter se importando com o que ele a disse se sentiu feliz por que ele havia notado sozinho algo indelicado em sua fala. Talvez Holmes tivesse salvação.

“Nós podemos fazer algo. Você só tem que colaborar e não ser tão irritante.” Ela tirou o seu casaco e sentou no sofá.

“Como o que?” Sherlock perguntou ainda um pouco irritado, olhando por mais alguns segundo para fora até resolver se juntar a Molly e se sentar mais um vez na poltrona perto do sofá.

“Hmmm... você gosta de TV? Filme?” ele colocou as pernas em cima do braço da poltrona, rolando os olhos e jogando a cabeça para trás do outro braço. Molly olhou aquele ato infantil e preferiu ignorar. “Ok, vou entender isso como um não.” Ela pensou mais um pouco, “Eu poderia cozinhar para nós.”

“E eu faria o que? Nada.” Os olhos deles se voltaram para ela.

“Você poderia me ajudar.” ela tentou dizer da forma mais suave possível, quem sabe ele se animava.

“Obrigado, mas eu dispenso ir para uma cozinha se não for para fazer experimentos.” Sherlock puxou o casaco mais para si, apertando-o nele e olhou o teto.

Molly imaginou se ela iria conseguir aguentar isso por muito tempo. Ele soltou um longo suspiro e ela se viu olhando desesperadamente para a janela. Aquela chuva tinha que passar.

“Ok. E que tal conversamos? Não era isso que íamos fazer?” ela tentou mais uma vez. Isso era uma cosia que ela iria amar fazer, poder conversar com Sherlock sobre qualquer coisa, diferente dos encontros que tinham no hospital.

“Yeah! Mas não a nada sobre você que eu não possa olhar e deduzir. Não tem muita graça.” Aquilo soou muito ácido. E pela primeira vez no dia ele conseguirá ofende-la de verdade.

Se ele a achava tão sem graça assim para que ele cismará em sair com ela?

“Está bem Sherlock. Quando você decidir colaborar e fazer algo comigo é só me avisar.” Ela disse tão ácida quando ele enquanto se levantava e o deixava sozinho.

Sherlock levantou a cabeça para pode acompanhar os movimentos dela, e a viu indo em direção estante pegando um livro e voltando ao sofá. Ela se sentou onde estava anteriormente, tirou os tênis e levou os pés para debaixo dela, se acomodando confortavelmente no lugar.

O livro foi aberto e Sherlock ignorado por algum tempo. Molly conseguia sentir o olhar indiscriminado dele sobre ela, mas ela resolveu não se importar. Ela não era obrigada a aguentar a birra dele dentro de seu próprio apartamento, se ele não estava a fim de fazer nada ela certamente poderia fazer algo sozinha.

“Molly” não durou muito tempo para ele quebrar o silêncio, “Hm?” ela respondeu sem tirar os olhos da página do livro. “Está chovendo muito.” ele tentava chamar a atenção dela, ela podia sentir isso. “Eu notei.” Sua voz saiu indiferente enquanto ela passava uma pagina. “Quero dizer... está muito feio lá fora.” Sherlock olhou para fora um pouco assuado com a natureza e voltou o olhar para ela. “Eu notei isso também” no fundo ela sabia que estava gostando de o fazer sofrer.

“Eu não posso sair.” Ele disse mais uma vez depois de algum tempo. “E?” ela pareceu entediado com as falas dele, “Você realmente vai me ignorar?” sua voz saiu descrente e ela sabia que ele havia se arrependido disso, “Não estou te ignorando Sherlock. Se estivesse eu não estaria te respondendo, não?” ela simplesmente disse.

“Ok Molly.”

“Ok Sherlock.” Molly se sentiu um pouco triste por ter o respondido assim, mas ela não estava nem um pouco a fim de dar o braço a torcer ou voltar a dar atenção para as gracinhas dele.

Notas finais
No próximo capitulo a Molly vai conseguir resolver o tédio do Sherlock de uma maneria bem diferente. KKKKKKK