Bonequinha de Luxo

11 Demônio de Chicago (Bônus)


Notas iniciais
Olá! E vc chegou, atrasadinho, mas está lindo.... rsrsrsrs É galerinha, ta atrasado sim, mas tá valendo muito a pena viu! Ele é um apêndice, trás o ponto do Edward sobre algumas coisas e a sua história. Vocês só entenderiam isso bem no futuro, que será quando a Bella saberá. Mas como eu estou tão orgulhosa do sucesso e da repercussão que a história está tendo, eu resolvi presentear vcs! Continuem fazendo por merecer! Sério, esta aqui já se tornou a minha fic mais comentada e badalada, e isso me traz muito orgulho do meu esforço. Vcs sabem que não é facil para mim, mas isso aqui para mim é sério, é um relacionamento como qualquer outro. Para quem tá chegando, temos um grupo no zap, sempre converso e tiro dúvidas por lá. Quiser entrar, manda o numero com o ddd no privado. Tem novidade la embaixo! Boa leitura ;)

— Ei, acorde! Vamos, você precisa ir embora. — Eu digo firme para a loira morango ao meu lado. Seu cabelo é longo e fino, e está suado sobre os meus lençóis. Também, a noite foi intensa. E é exatamente por isso que eu quero que... como é mesmo o nome dela? Sarah? Safira? Sandra? Ah sei lá! Que a loira vá embora para que eu possa ir dormir e descansar.

— Hum... estou exausta! Você acabou comigo, gostosão! — Ela resmunga baixo se movendo um pouco. Sua voz está arrastada pelo champanhe que bebemos.

— Ah por favor! Vamos! — Eu digo sentando na cama completamente nu e me levantando. Atravesso um roupão pelo meu corpo e alcanço seu vestido roxo. — Vamos loirinha, está tarde. Preciso descansar! — Eu digo me aproximando e lhe entregando o vestido.

— Se está tarde, me deixe dormir aqui. — Ela disse se fazendo de inocente com um biquinho. Eu rio debochado. Posso não lembrar o nome dela, mas sei que ela é uma modelo de agência e que ela sabe muito bem como as coisas funcionam. Eu, Edward Cullen, não passo uma noite com ninguém. Todas sabem disso!

— Para você mandar o recado para todas as publicitárias de Chicago enquanto eu durmo e antes do sol nascer ter 500 paparazzis em minha porta? Não, eu dispenso! — Eu digo e ela finge cara de ofendida. — Olha... hum... loirinha, a noite foi boa, muito boa mesmo. Posso te dar uma indicação, se quiser. Mas nós dois sabemos como funcionam as coisas com o Cullen. — Eu digo cruzando os braços e encostando no portal do quarto – Quantos minutos para se arrumar? Consigo um táxi em cinco. — Eu digo e ela assente derrotada. Dou um sorriso torto e vou para sala chamar o táxi.

Posso ser considerado o demônio de Chicago, mas pelo menos sou cuidadoso. Entrego cada mulher que passa por minha cama em segurança. Já tive problemas demais na vida, então evito todos os que consigo. E convenhamos que, da mesma forma que o dinheiro e a fama podem te trazer alguns problemas, ele pode te livrar de muitos também. Chamei o táxi da minha empresa de confiança e voltei ao quarto. A loira já estava vestida, fazendo algo no cabelo. Sorriu safada quando me viu entrar no quarto.

— Sabe, adorei a nossa noite Cullen. Eu gostaria muito de repetir a dose – Eu dei um meio sorriso.

— Quem sabe loirinha... — Eu digo segurando em sua cintura e lhe dando um beijo de tirar o fôlego. Ela cambaleia, mas eu a seguro firme. Nos separamos e eu a olho. — Obrigada pela companhia! — e pisco para ela. Seu sorriso torna-se enorme com minhas palavras assertivas. Afinal, eu sei o que fazer para deixar qualquer mulher louca por mim. Essa aqui é só mais uma.

A buzina do táxi soa e ela se vai. Quando entro no banheiro, vejo no espelho a tentativa da pobre loira de uma segunda noite. Sophie... esse é o seu nome! Ela o escreveu ali junto com seu telefone com o batom vermelho que ela devia ter na bolsa. Dou uma risada e entro no box para uma ducha morna. Me visto e fecho o loft. Amanhã a diarista que cuidará da limpeza não irá gostar nada de limpar aquele espelho, eu penso.

Entro no meu Volvo e me encaminho para a meu verdadeiro apartamento. O loft foi um investimento imobiliário que fiz com o primeiro saldo positivo da minha empresa. Era como uma poupança, se algo acontecesse com minha empresa no ano seguinte, eu teria de onde tirar esse dinheiro de recuperação vendendo ou hipotecando o mesmo. Claro que com o sucesso alcançado pela Cullen Corporation ao longo dos anos, o nosso saldo sempre foi positivo e com isso nunca precisei lançar mão deste imóvel. Então ele passou a servir de ‘toca’ para mim. É o lugar onde me divirto com as mulheres que se degladiam para entrar nas minhas calças.

Sou um homem bem apresentável, rico e bem sucedido. Aos 29 anos sou dono e CEO de minha própria empresa, empresa essa que cresce a cada dia e se firma como referência no mercado em que compete. Tenho uma bela e estruturada família padrão e a vida social que todo mundo gostaria de ter. Tenho alguns bons amigos e posso ter a mulher que eu quiser ao estalar meus dedos.

Você deve estar pensando que eu sou do tipo playboy arrogante, mas te convido a ouvir o meu lado da história. Admito que não sou o príncipe encantado, coisa que nunca pretendi mesmo ser. Mas se hoje eu sou um cara... cuidadoso em minhas relações, é porque já paguei altos preços em minha vida.

Meu pai, Carlisle Cullen, é um homem honrado e maravilhoso. Profissional honesto e dedicado como poucos em sua área, o Direito, onde cada vez mais existem cobras venenosas. Ele sempre colocou a família na frente de tudo e nos ama incondicionalmente. Eu sou muito feliz por ter tido ele em quem me espelhar e me tornar quem sou hoje. Porém há algo que não me permite ser totalmente feliz. Ele não é, de fato, o meu pai.

O homem que contribuiu para minha formação biológica chama-se Edrian Masen. Ele engravidou a minha mãe quando ela tinha 18 anos, caloura na faculdade, quando a embebedou e a forçou a ter sexo com ele. Entenda, independente do fato dela já está saindo com ele, isso não lhe dava o direito de forçar as coisas. Eles ainda não estavam neste nível do relacionamento, mas ele queria estar, então se achou no direito de colocar algo a mais na bebida dela, levar ela para um quarto e me colocar em seu útero. Simples assim.

É, minha mãe nunca desistiu de mim e me amou desde sempre. Perdoou Edrian para que houvesse ‘harmonia’ na minha criação, já que ele foi forçado pelo pai a assumir a minha mãe e o bebê. Minha mãe se afastou dos estudos para cuidar de mim e dele, enquanto ele a traia todos os dias com qualquer uma. Quando chegava em casa, descontava a sua frustração de vida em minha mãe, machucando-a com palavras e gestos. Um dia, ele agrediu a mim, um bebê de 10 meses e então tudo mudou.

Tudo mudou porque minha mãe entendeu naquele dia que não havia porque continuar ali. Naquela mesma noite, enquanto Edrian dormia, Esme carregava um Edward bebê adormecido para uma nova realidade. Não foi fácil. Minha mãe conseguiu apoio com uma amiga e conseguiu se estabilizar aos poucos. Logo minha mãe voltou a estudar e trabalhava enquanto eu ficava com a minha ‘vó’ Marie, mãe de Jane, a amiga de minha mãe e minha madrinha. Minha mãe conheceu Carlisle quando voltou a estudar e eles se apaixonaram. Ele se encantou por mim e me assumiu, me dando mais que um nome, me dando amor de pai de verdade.

Depois de um tempo, eles tiveram os meus irmãos, Jasper e Rosalie, e nossa família se tornou ainda mais feliz e completa. Porém dentro de mim, por mais amor que eu tenha recebido de Carlisle, existe um buraco de um tamanho considerável, do tamanho de Edrian Masen. Nós nunca mais nos encontramos, mas eu sei que minha mãe o viu a alguns anos atrás. Eu procurei saber seu paradeiro e fui informado que ele vive em Seattle, da renda de uns apartamentos que herdou. Mas nunca fui ao seu encontro.

Porém, eu sempre disfarcei bem este vazio em minha vida, pois sempre fui amado por Carlisle como um filho legítimo. Tanto que tenho as vezes de seu primogênito. Com o passar do tempo, eu até esquecia que não era seu filho. Porém, há 5 anos atrás, uma mulher quebrou a minha confiança nisso. Seu nome, Katherine Denali, a Kate.

Kate e eu nos conhecemos quando eu estava começando a minha empresa, ainda como uma simples editora. Ela é formada em jornalismo e propôs uma parceria entre nós. Eu aceitei pois sabia que ela era uma boa profissional, ela era mais velha que eu e já tinha certa experiência com o mercado. Nos primeiros meses, tudo fluiu muito bem. A editora alcançava mais público e parcerias importantes e eu ficava cada vez mais empolgado.

Kate e eu levamos a nossa parceria para além do escritório e logo compartilhávamos a cama e a vida. Eu me apaixonei pela vivacidade e fortaleza que ela era, e acreditava que ficaríamos juntos para sempre. Confiei a ela os meus maiores segredos e medos. Ela? Só me usou como degrau. Ela precisava de alguém para ser o laranja de suas falcatruas e nada melhor do que um rapaz ingênuo com vontade de crescer. Por um triz não perdi o pouco que havia construído com minha empresa e conseguir reerguer tudo e fazer surgir a Cullen Corporation.

Não posso dizer o mesmo do meu coração e da minha confiança. Simplesmente não dá mais para ter um outro relacionamento, eu não consigo confiar em mais ninguém. Kate usou a minha maior dor contra mim e me disse que eu jamais seria um homem poderoso como o Carlisle porque não tinha o seu sangue. O meu sangue era de um homem fracassado na vida e este era o meu destino. Isso quebrou algo dentro de mim, pois no fundo eu acreditava que isso poderia ser verdade. que eu nunca seria como Carlisle, por mais que eu tentasse.

Por isso foquei na empresa e em me divertir. Apesar dos boatos, jamais iludi mulher alguma com promessas de compromisso. Tanto que muito raramente eu fico com a mesma mulher para não haver este tipo de esperança. Meus casos são pura diversão. Uma noite apenas e tchau. Eu nem mesmo me permito amanhecer ao lado de uma mulher para não cair na tentação da carência e me ferrar outra vez. Minha família não aprova muito a minha atitude, mas entendem que o que eu passei justifica meu comportamento. Não me apoiam, mas me amam e por isso me aceitam assim mesmo.

A semana passou sem novidades e a manhã de quinta chega tranquila. Eu levanto cedo como sempre, porém hoje não vou direto para a empresa. Tenho uma palestra na Universidade de Columbia a pedido da minha mãe. Esme Cullen é uma grande professora em uma das universidades mais renomadas do país, o que me enche de orgulho.

Apesar de tudo o que sofreu, com sua garra e depois com o total apoio de Carlisle, ela conseguiu realizar seus sonhos inicialmente frustrados por Edrian. Hoje, ela está a um passo de se tornar reitora do curso de Literatura Inglesa, o que é mais do que justo, visto que ela é de longe a professora mais dedicada e responsável daquele lugar. Digo isso por experiência própria, já que eu fui seu aluno.

Encontro com minha linda mãe na sala de recepção. Nos cumprimentamos com um abraço e logo vamos para o auditório, onde será ministrada a minha palestra. Apesar de transparecer calmo, estou ansioso. Minha mãe diz que herdei seu dom para dar aulas, mas não estou muito seguro disso. Depois que minha mãe me apresenta a uma platéia cheia de estudantes, eu me dirijo ao centro do palco.

— Bom dia a todos! Como minha linda mãe já me apresentou eu vou somente pincelar um pouco sobre a minha trajetória e logo abordaremos o tema proposto. — A minha voz ecoa pelo auditório silencioso e eu inicio a palestra. Eu tinha que concordar com minha mãe, quando eu estou diante de uma plateia assim, ou até mesmo nas reuniões da empresa, eu me sinto muito confortável nesta posição de quem transmite algo a outrem. Talvez minha mãe esteja certa quanto essa tendência ao ensino.

Durante a palestra, no entanto, percebo um par de olhos verdes intensos me encarando timidamente. Claro que sei o efeito que minha presença causa nas mulheres, principalmente as mais jovens, porém aquele olhar me atraiu como nenhum outro, porque ao invés de estar chamando a minha atenção, estava me evitando. Fiquei intrigado o restante da palestra inteira, sempre repousando o meu olhar no fim de cada frase na bela moreninha de olhos verdes.

Quando a palestra acabou e os alunos se dispersaram, fiquei observando ela deixar o ambiente. Por fim, perguntei a minha mãe se aquela jovem era sua aluna. Minha mãe teceu elogios a jovem, dizendo ser uma de suas melhores apostas no curso. Ela também me informou, por alto que a jovem estava trabalhando, ainda muito recente, na empresa de meu pai. Faz um tempo que não vou lá, então deve ser por isso que nunca a vi.

Bom, depois disso, meus dias seguiram tranquilos. Porém a linda morena de olhos verdes volta e meia aparecia em meus pensamentos quando eu me distraía. Resolvi conferir a informação de minha mãe e fui até a Advocacia Cullen visitar o meu pai e meu amigo Emmett, aproveitando que preciso de uns conselhos para uma publicação. Logo, na tarde de quinta feira, lá estava eu subindo os elevadores para a sala de meu pai. Depois eu passaria em Emmett para ver se ele saberia me dizer algo sobre a morena. Que surpresa a minha, quando a vi diante de mim quando o elevador se abriu.

Logo me recompus, mas percebi que ela também ficou diferente. Emmett estava ao seu lado e sorrir torto ao perceber como o destino foi melhor do que meus planos. A garota era aquela e ela era a nova secretária de meu amigo. Ela se despediu de nós depois da breve apresentação de Emmett e foi embora. Ela ficou constrangida com a minha presença e percebi que causo um efeito diferente sobre ela, ou ela reage diferente das outras mulheres comigo.

Colhi mais algumas informações com Emmett, como o fato de que ela estava fazendo apenas 21 anos amanhã, não é muito de sair para curtir e que ela tem um filho. Tão jovem... Na certa, um deslize na adolescência, isso é tão comum hoje em dia. Mas , afinal, porque me interesso tanto em saber? Talvez porque tenho estado duro cada vez que ela invade os meus pensamentos e eu esteja louco por uma oportunidade de me enfiar entre suas pernas.

Mas o destino me ajudou mais uma vez. Lá estou eu na LolliPop por insistência de Emmett numa festa de máscaras. Estúpido, mas acabou sendo interessante. Isso porque eu avistei uma morena perfeita para mim do meu camarote. Ela não era como as modeletes que eu geralmente saio, há algo de misterioso e até meio inocente em seu jeito que me chamou a atenção. A forma como ela rebola com as amigas me deixa louco e eu esqueci da tal da Bella por instante. Ou talvez o fato daquela morena se parecer muito com a Bella seja o que tenha me atraído. Porra, que diabos está acontecendo comigo??

Decido terminar a minha noite com aquela morena ali e esquecer completamente a tal da Bella. Quando penso em mandar um recado, observo ela se afastar com um cara loiro. Eles se beijam e depois de um tempo ela o dispensa. Depois ela faz o mesmo com outro cara. Hum, parece que ela está testando alguns caras para decidir com qual terminará a noite. Pois eu me coloco bem em sua direção no camarote e a encaro. Ela está distraída e eu penso no que fazer para chamar a sua atenção quando seu olhar cruza o meu.

Puta que pariu! Malditos olhos verdes!

Meu corpo inteiro respondeu ao seu olhar e eu a chamei. E ela veio até mim. E eu me perdi nela. Apesar da máscara, eu sabia que era ela. Fodidamente linda e sexy, era Bella. Porém percebi que ela não me reconheceu e usei isso ao meu favor. Talvez se soubesse quem eu sou, ela poderia desistir e eu precisava entras nela a qualquer custo.

Que mulher! O corpo pequeno e quente me acolheu de maneira única. Eu já tive todo o tipo de mulher em minha cama e soube me aproveitar muito bem de cada corpo, porém era ela que tirava de mim. Era seu corpo que se aproveitava do meu enquanto eu a fodia desesperadamente. Caralho, como foi bom gozar naquele corpo! Tão bom que eu só pensava em repetir.

Logo tive a ideia de um banho para que ela ficasse mais a vontade e então as máscaras, literalmente caíram e ela me reconheceu... e ficou muito constrangida. Mas eu ainda a queria em minha cama para mais umas rodadas, então tratei de contornar o problema. Ela pareceu avaliar e concordou. E eu pude experimentá-la do jeito que eu queria. Caralho, que mulher! Admito que ela me surpreendeu!

Sacudo a cabeça e espanto esses pensamentos. Mais uma vez estou aqui pensando nos momentos que tivemos ao invés de me concentrar na proposta de livro sobre minha mesa. Merda! Eu ainda a quero! Levanto e ando pelo meu escritório. Ela foi a única mulher com quem eu amanheci na mesma cama depois de Kate. E eu ainda a levei para o meu apartamento de verdade. Não sei que porra de feitiço Bella fez comigo, mas eu não podia permitir que ela me atinja desta forma. Mas a verdade é que não paro de desejar estar com ela na cama novamente. E eu sou Edward Cullen, o que eu quero eu consigo.

Claro que eu a rondei tentando seduzi-la, mas ela não correspondeu. Ok, se fazendo de difícil, né? Mas eu sei jogar esse jogo. Porém, acabei descobrindo um grave problema de sua vida e agora não consigo parar de pensar no que posso fazer para ajudá-la. Talvez ela fique tão agradecida que aceite passar outra noite comigo.

Affs! Dou um soco na parede. Não posso mentir, não é só por isso, mas eu sinto uma... necessidade estranha de ajudá-la. Talvez por ter conhecido seu filho e ter visto o amor que ela parece ter por ele. Ela me lembrou a minha mãe nos tempos em que ainda não tínhamos Carlisle. Eu era muito pequeno, mas tenho alguns flashes dessas lembranças. Assim como minha mãe, ela estava sozinha no mundo com um inocente.

E foi de tanto comparar as nossas histórias que eu tomei a decisão mais louca da minha vida. E fiz a proposta mais ousada que eu podia fazer. Ela jamais aceitaria minha ajuda se soubesse que sinto pena de sua situação. Eu não podia contar a minha história, pois a única mulher para quem contei me destruiu e eu não me arriscaria de novo. Então usei o que é esperado de mim. Uni o útil ao agradável. Eu seria o protetor que Carlisle foi para mim para o seu filho e a teria em minha cama em troca. No fim, eu achei justo. Resta saber se Bella acha.

O que sei é que aqui, sentado no sofá da sala do meu apartamento, tomando uma taça de vinho olhando as luzes de Chicago, eu fico imaginando no que Bella está pensando. Será que ela já se decidiu? Será que irá recusar? Ou vai aceitar?

Meu interfone toca e me tira de meus pensamentos. Quem será essa hora? Poucas pessoas sabem onde eu moro, as poucas que sabem são justamente as autorizadas a subir diretamente, porém, dificilmente me visitam às 20h35.

— Senhor Cullen, a senhorita Isabella Swan diz que o senhor a aguarda. — Tom anuncia com uma voz séria quando eu atendo seu chamado. Bella!

— Estou mesmo, pode permitir a entrada, Tom. Obrigado! — Eu respondo e ele confirma a permissão. Eu olho meu reflexo no espelho do hall. Calça jeans, camisa polo e tênis. Dou um tempo até ouvir uma batida leve na porta e eu a abro.

Bella veste um vestido rosê de manga curta e decote coração que vai até seus joelhos, levemente rodado e acinturado. Sua sandália de salto médio lhe dá um porte bonito e seus cabelos escuros estão para o lado. Ela está vermelha e seus olhos levemente ansiosos.

— Boa noite Bella! — Eu digo e ela respira fundo antes de penetrar meus olhos com seu olhar verde escaldante.

— Eu aceito, Edward!

Notas finais
Eita nós! Capitulo enorme para resumir tudo, pois não entraremos mais na mente do nosso amado Cullen. Vcs perceberem o quanto ele está confundindo razão e emoção né... se preparem porque isso vai dar um bolo danado no relacionamento deles. Mas prometo final feliz! Próximo capítulo a história volta ao POV da Bella a partir da cena do prólogo e vcs vão entender o tudo o que se passará com ela até ela aceitar a proposta dele. A novidade que tenho para vcs é que, na próxima quinta feira teremos uma história nova: TEMPESTADE... e eu citei um pouco a sinopse no capitulo anterior... será a história que a Bella escreve para o concurso da faculdade kkkk. Esta nova história é em homenagem a mim, pois dia 12, quinta feira, é o meu aniversário de 28 anos! Comentem, favoritem, acompanhem e recomendem! Me façam feliz! Até quinta feira!