Boa Sorte Edward!
8 Capítulo 8. Por essa eu não esperava.
Notas iniciais
estou com o pé na cova...
Passei mau hoje e estou com febre, então perdoem minha falta de dialogo.
Logo hoje que fiz perfil. Sim, agora serei a sua Beta oficial.
Pode dizer que me amam. kkkk
Sejam boazinhas e comente bastante para deixar essa pobre moribunda feliz.
Quarta eu volto.
beijos Vanessa Caribé, atual Nessa C Olanza.
POV Edward.
Parabéns seu tarado... Muito bem. É assim que se coloca na cadeia.
Bella me desconcentra a tal ponto que eu nem se quer me lembrei de que estava furioso com as minhas diabinhas.
Eu juro que a minha intenção era trancar Isabella no quarto, sem mim e ir resolver Alice, mas as coisas não saíram bem assim.
Eu queria realmente entender como eu me descontrolo daquela forma com a Bella.
Irritado comigo mesmo fui tratar de tomar banho, o que me levou mais tempo do que pretendia por conta daquela maquiagem maldita que a Alice passou em mim.
Depois que coloquei o terno, peguei o laptop e algumas pastas e desci.
Minhas crias de Satã já estavam devidamente uniformizadas a minha espera na sala e suas expressões definitivamente não era de alegria.
O uniforme era composto de uma blusa branca de mangas compridas e botões com o emblema da escola no bolso direito, uma saia de pregas azul marinho que ia até um pouco acima do joelho, uma gravatinha também azul marinho, meias da mesma cor que iam até um pouco abaixo dos joelhos e uma sapato fechado e sem salto, branco.
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– Vamos estudar em uma escola de freira? – Bella praticamente rosnou, cruzando os braços emburrada no sofá.
– Não. Mas é uma escola tradicional e muito CARA. Ouviram ne pestes? Por tanto não aprontem. Não foi nem um pouco barato conseguir vagas para vocês.
Alice revirou os olhos e balançava as pernas sem parar. Já tinha reparado nisso em Alice, ela nunca parava quieta, parecia atacada.
– Vamos que eu vou levar vocês. – disse e elas levantaram e pegaram suas mochilas.
Foi ai que eu vi a minha Bella com aquele uniforme. Eu sei que ele é bem tradicional e cobre bem o que deve ficar coberto, mas a minha mente pervertida não via isso.
Bella levantou daquele sofá e veio rebolando aquele quadril perfeitamente arredondado em minha direção. Parou a minha frente com aquele sorrisinho safado estampado no seu lindo rostinho e segurou com suas duas mãozinhas a minha gravata, me puxando para ela.
Sem esperar convite a segurei pela cintura fina a colando mais em mim. Queria ver sua reação diante da minha enorme ereção só por vê-la com aquele uniforme depravado de Lolita do colegial.
Ao sentir meu membro endurecido de encontro a sua barriga Bella soltou um gemido delicioso que fez meu membro se contorcer dentro da cueca, exigindo esta dentro de dela naquele estante.
Bella então atacou minha boca em um beijo delicioso e nossas línguas se enroscaram em uma confusão de desejo, lábios molhados e línguas sedentas tentando tirar um do outro do o que fosse possível.
Eu praticamente me esfregava de encontro a Bella, desesperado. O desejo percorrendo minha pele e me deixando quente como o inferno.
Um doce e delicioso inferno, governado pela minha diabinha do prazer.
Desesperado e querendo muito mais, levei minhas mãos a gola da sua blusinha e puxei com tudo, partindo toda a fileira de botões que soltou para todo lado.
Para o meu desespero Bella estava sem sutiã e aqueles seios suculentos e alvos soltaram diante dos meus olhos e como um esfomeado, não perdi um minuto se quer e já fui levanto meu rosto de encontro a aqueles montes do pecado e sugando o bico de um deles com avidez e fome, enquanto apertava brutalmente o outro com a minha mão.
Seu delicioso seio apesar de volumoso se perdia em minha mão grande e seu bico endurecendo entre meus dedos, me mostrando o quando desejosa por mais Bella estava.
Bella gemia gostosamente em meu ouvido, me levando a níveis de loucura inimagináveis.
Mas eu precisava de mais, de muito mais... Fui descendo uma de minhas mãos até uma de suas coxas e me infiltrei entre elas, por dentro de sua saia e acariciei seu sexo quente por cima da calcinha. Soltei um gemido gutural, que saiu rasgando meu peito, quando infiltrei meus dedos naquela calcinha e sentir seu sexo totalmente molhado e quente por mim...
– EDWARD? EDWARD? — foquei minha visão e vi a mão de Alice balançando a minha frente.
– O que é? – disse enfezado.
– Você estava ai paradão já faz três minutos, com a boca aberta e babando. – Bella disse com ar de riso.
– Sem contar essa evidente ereção. – Alice soltou sem piedade e eu finalmente me dei conta que eu estava sonhando acordado, me imaginando com Bella.
Desci o laptop e as pastas que estavam na minha mão, cobrindo minha vergonha.
Em minha desculpa esse uniforme na minha cabeça de tio pervertido é praticamente uma fantasia sexual.
Deus eu preciso de uma mulher para ontem.
Dei uma tossida constrangida.
– Deixa de onda Alice. Só estava calculando aqui na cabeça umas contas da empresa. – disse totalmente sem graça.
– Sei. Você estava foi calculando enquanto tempo consegue descobrir a cor da calcinha da Bella. – Alice disse seria e saiu andando tranquilamente para a garagem.
Nem eu e nem Bella tivemos cara de repreender Alice.
Sem mais palavras fomos para o carro. Como sempre Alice foi no banco passageiro e Bella no banco traseiro.
Lutei comigo mesmo durante todo o caminho para não olhar pelo espelho retrovisor. Tinha certeza absoluta que se eu visse as pernas de Bella cruzada com aquela saia, seria minha perdição. E do jeito que estava as coisas eu ia acabar parando o carro no acostamento, enxotando Alice e puxando Bella para sentar no colinho do titio aqui.
Esse foi sem sombra de duvida o pensamento mais tarado que eu já tive. Parabém Edward você é oficialmente um daqueles tiozão depravado louco para traçar uma ninfetinha.
Tratei de me concentrar na tagarelice de Alice. Deus será que ela não para nunca.
Ela me parecia bem feliz. Vai achando que eu esqueci o que você fez Alice, vai achando.
Eu vou me vingar disso ela pode ter certeza. Mas a coisas mais importantes para resolver como o meu membro mais que endurecido dentro das calças, praticamente gritando: — Quero a Bella, quero a Bella.
Foi uma longa viajem até a escola das meninas e quando eu finalmente estacionei o Volvo em frente a escola foi um alivio.
– Vou mandar um dos motoristas da empresa vim buscar vocês. Não esqueçam as suas tarefas e não quebrem e nem aprontem nada. Tudo o que eu disse ontem ainda esta valendo. – disse ríspido. Alice me encarou, mas a minha cara não era das melhores, dava para ver que ela estava se coçando para falar algo. Continuei. – Vou mandar concertar a cozinha hoje de manhã e quando chegarem vai estar tudo pronto. Façam suas lições de casa se tiver e deixem em cima da mesa de jantar, vou verificar quando chegar. Quero as duas na cama as 22h e não estou aberto a discussões.
Alice arregalou os olhos e vi sua perna se movimentar mais rápido. Ela parecia louca para andar, falar, tudo ao mesmo tempo.
– Aly. – a voz de Bella soou e vi sua mão pausar no ombro de Alice. Na mesma hora a perna parou e ela suspirou fundo. – Tio Ed o senhor vai chegar que horas? – Bella perguntou em um tom perfeito de submissão que me deixou ainda mais excitando.
Será que tudo nessa menina era afrodisíaco para mim? Era loucura demais para um homem só aguentar.
Finalmente olhei pelo retrovisor e encarei os olhos chocolates me fitando curiosa.
Gemi internamente. Era uma sensação de prazer indescritível, olhar em seus olhos, mesmo pelo espelho. Bella tinha um olhar quente. Meu coração se acelerou e eu soube que eu precisava acabar com aquela história antes de tomar rumos irremediáveis.
– Não me esperem. Talvez não volte hoje. Se for o caso, providenciarei alguém para ir ver como vocês estão.
Minhas palavras saíram ásperas até para os meus ouvidos, mas eu estava louco. O desejo que eu sinto por essa menina esta me pondo a beira de um precipício que parece que estou louco para me jogar de cabeça.
Bella nada disso, só me fitou com aqueles olhos marrons, que ficaram mais claros diante dos meus olhos e eu percebi tarde demais que era por conta de suas lagrimas.
Ela só abriu a porta e saiu, caminhando até a entrada da escola e ficando de costa para o carro, esperando Alice.
Olhei então para Alice que olhava para fora e movimentava novamente a perna de forma nervosa.
– Não vai sair Alice? – disse e ela me olhou.
– Sabe a Bella é tudo que eu tenho, além dos nossos avós e nossos pais. Ela é a única que sabe cuidar de mim, que entende e me acompanha. – ela disse com a voz baixa, da forma como não tinha visto Alice falar até agora. Ela continuou com o mesmo tom e diferente do seu costume, não falava rápida e nervosa. – Não brinque com ela, por favor. – disse e para minha surpresa, beijou meu rosto e saiu com um “até mais Cullen”.
Fiquei olhando ela ir de encontro a irmã, abismado pela atitude de Alice e ainda tentando entender suas palavras. Vi Alice passar um braço por sobre os ombros de Bella e elas entrarem no colégio.
Coloquei o carro em movimento e fiquei me perguntando o que aquilo significava.
Sempre me pareceu que Alice era quem cuidava de Bella.
Mas ao mesmo tempo Bella parece madura demais para simplesmente embarcar nas loucuras de Alice. Minha teoria era a submissão de Bella que a fazia obedecer Alice, mas as palavras da baixinha me pegou de surpresa.
Fui pensando nisso até que cheguei ao estacionamento da empresa e em vez de descer do carro saquei o meu celular.
Procurei na agenda e apertei o botão de discagem.
Logo a voz grossa do meu irmão surgiu do outro lado da linha.
– Fala Edward. – disse feliz.
– Emmett o que Alice tem? – soltei de uma vez e ele ficou mudo do outro lado da linha.
– Isso importa mesmo Edward? – ele disse pesaroso e eu me preocupei.
– Claro que importa. Eu estou cuidando delas Emmett, se tem algo de errado devo saber não? – disse ficando cada vez mais nervoso e curioso.
– Edward não há o que se preocupar. Bella sabe cuidar de Alice. – disse e eu quase gritei.
– Fala logo Emmett. – praticamente rosnei, ansioso.
Depois de uma longa pausa, ouvir seu suspiro. – Alice é Hiperativa. – disse quase em um sussurro.
Eu definitivamente não esperava por aquilo.
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