Boa Sorte Edward!
7 Capítulo 7. Conquistado pelas diabinhas.
Notas iniciais
Pois bem, essa budega ta uma bagunça, é post quando quer, é reviews sem responder, enfim... tudo culpa da Liliane que pegou um estagio de verão, acumulando com o que ela já faz no período da tarde.
Ta que eu também não fico charlando em casa o dia todo, eu estagio com ela a tarde e já acho de bom tamanho se vc quer saber...
Eu então estou aqui, já que me sobra tempo livre, para fazer o que ela não pode...
Ela escreve e eu posto e respondo... Garanto que vão gostar mais de mim que dela u.u
A ideia é postar toda segunda, quarta e sexta... mas deixe-me ver com que rapidez ela escreve essa aqui e direi os dias certos.
LICENÇA VIU, pessoa organizada é outra coisa rum HUAAUHAUHAU.
Ai vocês estão comentando muito pouco... vamos dá um UP aqui ne? ;**
POV Edward.
Se eu chorar vai ficar feio não vai? Mas eu queria chorar.
Estava agora sentado na minha cama, com o laptop no colo e com o vídeo carregando.
Eu nem tive coragem de olhar os comentários abaixo, mas os acessos já passavam de dois mil.
Quando finalmente carregou respirei fundo e apertei o play.
Tiozinho Delícia.
Uma imagem apareceu na tela. Edward aparece meio caído no chão, de bruços. A câmera treme e sai de foco, aparecendo Alice em seguida, sorrindo.
- Ei pessoas. Algumas pessoas já fazem parte do meu canal. Licinhadanada10 e hoje vamos falar sobre vingança. Primeiro deem uma alô para a sister.
Alice sorriu e a câmera tremeu e se moveu, aparecendo o rosto de Isabella, filmando a si mesma.
- Queria dizer que só estou aqui por conta do juramento das sister que me obriga a esta sempre com essa maluca. – disse seria.
A câmera tremeu novamente e Alice apareceu na tela, revirando os olhos e voltando a sorrir.
- Como eu disse antes, o tópico de hoje é vingança. O que leva uma pessoa a se vingar? Quando mexem com o que não deve, como o nosso tiozinho ali escorado no chão feito mendigo bêbado.
A câmera saiu do rosto de Alice e mostrou novamente Edward jogado no chão completamente desacordado. Então tremeu novamente e voltou a mostrar Alice.
- Antes que surtem, ele só esta levemente adormecido. – disse rindo. – A questão é que o tiozinho delicia ali achou que poderia fazer essa que vos fala de empregada e ainda por cima molhou o meu cabelo. Então vamos dá ao titio do coração um pouco da maldição das irmãs Cullen. – disse rindo.
Caminhou até Edward e a câmera a acompanhou. Alice baixou-se ao lado de Edward e o virou de cabeça para cima e começou a tirar a camisa e a calça moletom que ele usava o deixando somente de cueca.
Virou então para a câmera e sorriu. – Digam se não é um tiozinho delicia. — disse rindo e Bella aproximou a câmera e mostrou o rosto adormecido, depois o peitoral definido, o abdômen sarado, a cueca, as pernas e depois voltou para o rosto de Alice.
Alice então tirou do bolso um pequeno estojo de maquiagem e dois batons.
- Vamos deixar o tiozinho delicia uma gatinha. – disse rindo e a câmera tremeu e a risada de Bella foi ouvida.
Alice começou a passar sombra pelas pálpebras do Edward, blush nas laterais do rosto, batom nos lábios. Colocou algumas presilhas em seu cabelo e começou a desenhar em seu peitoral e abdômen. A câmera acompanhava tudo.
Alice desenhou um coração e escreveu seu nome. Depois escreveu: “Alice é linda e Edward é gay.”
Rindo ela continuou até cobrir todo peito e barriga.
Quando terminou se debruçou sobre Edward e levou os dedos ao cós da cueca.
- O que você vai fazer Alice? – perguntou Bella alarmada.
Alice olhou para ela e sorriu. – Vou dá um saque no Piu-Piu do tio Ed. Eu sei que você também quer saber como é. – disse e puxou a barra da cueca e olhou para dentro.
Colocou a barra da cueca de volta e virou para câmera.
- MEU DEUS QUE PIU-PIU PEQUENO. –disse e começou a rir.
- Para de graça Alice. – a voz de Bella soou.
- é serio. Além de gay tem um micro material. – disse gargalhando. – Quer ver maninha?
- Não. Já deu ne Alice? – disse impaciente.
- Claro. – Alice disse e levantou. Virou então para a câmera. – Só um recadinho para o tio Ed. – disse sorrindo. – Olha tiozinho, nos pegamos leve com você por que o senhor foi bem legalzinho no shopping, então não se acostume. Mas se pretende continuar com isso eu sugiro que se prepare para a guerra. – disse e piscou para a câmera.
Então o vídeo acabou.
Filha do mal, encarnação de satanás, cria de Satã. Eu não acredito que aquela pirralha nanica, me dopou e me fez pagar esse mico na internet.
Maldita bonequinha de vodu do inferno, mas ela me paga e me paga caro.
Levantei da cama, quase jogando o meu laptop longe e sem nem me importar de ainda esta de cueca e todo sujo de batom e maquiagem, caminhei a passos largos em buscas daquelas pestes endiabradas.
Ah por que eu vou pegar a Isabella também... Ela pode até ter ficado relutante, mas estava lá ajudando a anã encapetada.
Fui direto ao quarto de Alice e tentei abrir a porta mais estava trancada.
- ABRA ESSA PORTA AGORA ALICE CULLEN. – gritei esmurrando a porta.
- NÃO ABRO, LÁ LÁ LÁ. – gritou de volta cantarolando. Essa garota já esta abusando.
Continuei esmurrando a porta dela e então a porta do quarto de Bella se abriu e ela colocou o rosto para fora, os olhos arregalados e a expressão assustada.
Olhei para ela com a minha melhor cara de ódio.
- Ai Meu Deus a veia voltou. – disse meio assustada, meio divertida.
A fuzilei com o olhar. – Resolvo a senhorita em um minuto. — disse e gritei para a porta mais uma vez. – SUA PESTE OU VOCÊ ABRE ESSA PORTA AGORA EU VOU ARROMBAR. – gritei furioso.
- UI QUE MEDO DELE. – Alice gritou debochada. – VAI SOPRAR LOBO MAU? VOCÊ TA MAIS PARA PINOQUIO MEU CARO, A DIFERANÇA É QUE O GRAVETINHO FICA NO MEIO DAS PERNAS E NÃO NO LUGAR DO NARIZ. – ela disse rindo. – QUEM SABE TIOZINHO SE O SENHOR MENTIR ELE NÃO CRESCE? DIZ ASSIM: EU NÃO SOU UMA BICHA LOUCA. NÃO TEM MAIOR MENTIRA QUE ESSA. – continuou debochando e eu só fiquei com ainda mais raiva.
Afastei até a parede do outro lado do corredor e corri com tudo e me joguei de lado contra porta, me batendo com um estrondo e caindo de volta no chão. Sentir uma dor surreal no ombro e a porta continuou ali inteira.
Pude ouvir a risada de Alice do outro lado, provavelmente imaginando como foi a minha tentativa frustrada de arrombar a porta.
Ouvir uma gargalhada e ainda no chão, esfregando meu braço dolorido, olhei para Bella que ria tanto que estava vermelha e com lagrimas nos olhos.
- NÃO RIR. – gritei para ela enfezado, o que fez rir ainda mais e se jogar no chão.
Agora eu me estressei. Levantei e pensei comigo mesmo. Sou um homem inteligente, um homem de negócios e pelo visto preciso urgente ir a academia... Não vou ficar aqui vendo essas duas rindo de mim e eu me machucando.
Caminhei até a Isabella que ainda ria no chão de forma descontrolada e assim que me viu me aproximando parou de rir.
Segurei-a pelos braços e a tirei do chão, ela me olhou assustada. Isso, treme bem diabinha. Segurei-a pela cintura e a icei, jogando ela por sobre o ombro inteiro, por que o outro já era.
Ela deu um gritinho e eu fiz a besteira de dá um tapa em sua bunda.
Bella estava usando uma camisola rosa e muito curta pro meu gosto, temendo perder o meu prezado autocontrole, caminhei a passos largos para dentro do quarto dela e a joguei com tudo na cama a fazendo quicar no colchão.
Para o meu desespero a camisola subiu e mostrou a calcinha. Conseguia ver com perfeição o triangulo desenhado entre suas pernas me fazendo sair do serio.
Dei um passo a frente, meio sem controle do meu corpo e ela me olhou seria, mordendo o lábio inferior me fazendo perder a linha.
Respirando fundo, dei as costas a ela e fui até a porta a trancando e voltei para o lado de Bella.
Ela permanecia do mesmo jeito, mas para meu completo desespero, eu reparei que a alça da camisola tinha deslizado, mostrando quase que um seio inteiro.
Era tão redondinho, farto mais não muito, branquinho com o bico rosado que estava durinho apontando para mim e não aguentei.
Sem conseguir pensar muito e jogando a minha resolução para o alto, subir na cama e fiquei de joelhos entre suas pernas.
Bella parecia determinada a me tirar o restinho de juízo que eu ainda possuía. Ela abriu as pernas e apoio o corpo no colchão, com os cotovelos e ficou me olhando com aqueles olhos chocolates, brilhando de excitação.
Tentei buscar em minha mente um motivo se quer para parar mais não fui capaz de ouvir a fraca voz da minha consciência.
Eu a queria demais, mais do que posso suportar.
Sem encontrar um motivo plausível naquela hora, desci meu corpo por sobre o dela, a fazendo deitar por completo e me encaixando entre suas pernas.
Só a visão do seu sexo coberto pela calcinha e de um dos seus seios descobertos foi o suficiente para me deixar excitado e louco por aquela menina.
Sim eu ainda conseguia me lembrar de que ali embaixo de mim era somente uma menina, mas até esse fato me excitava.
Necessitado e carente de seus lábios tomei-lhe a boca com a minha com verocidade, sem me preocupar se a estava machucando com o ímpeto do meu desejo por ela.
Ao sentir seu gosto adocicado em minha boca, gemi de puro prazer e invadir sua boca com a minha língua.
Seu beijo delicioso me deixando inebriando, me fazendo tomar dela o máximo de podia.
Meu coração palpitava veloz em meu peito, eu queria sentir que aquilo era errado, mas ali com Bella tremendo e suspirando de prazer em meus braços, eu me vi no lugar certo.
A verdade? Eu não queria mais pensar... Pensar me faria parar e eu não queria parar...
Queria Bella para mim e a teria.
Sabendo que o desejo já tinha vencido aquela batalha, me concentrei em senti-la por inteiro, em tê-la por um máximo de tempo que eu pudesse.
Espalmei minhas mãos em suas coxas roliças e deliciosas, a fazendo rodear minha cintura com as pernas, me colando a ela.
Nossos sexos separados somente pelo tecido das nossas roupas intimas, o prazer aumentando a cada gemido abafado que ela deixava escapar.
- Bella eu te quero tanto. – disse em sussurros contra seus lábios e ela gemeu languida e desesperada, impulsionando o quadril contra o meu aumentando o contato.
Minha mente estava nublada pelo desejo... Separei nossos lábios, nos permitindo respirar. Subir minhas mãos pelo contorno do seu corpo cheio de curvas deliciosas que me incendiava de um desejo surreal.
- Ah Edward, eu também te quero tanto. – disse entre gemidos sofridos e me fez perder por completo a sanidade.
Tomado pelo desespero, subi minhas mãos até as alças da curta camisola e em um rompante de prazer, rasguei aquele tecido que me separava daquele corpo pequeno e desejoso.
O rasgo foi tão profundo que se estendeu por toda a frente da peça e eu tratei de tirar dela.
Gemi inconsciente de meus atos e tomei em uma de minhas mãos um de seus alvos seios e o apertei com o pouco mais de força de pretendia.
Beijei-lhe o pescoço, me inebriando com o gosto do suor que já brotava em sua pele. Desci entre mordidas e abocanhei com todo gosto o seio que não estava sendo ataca do pela minha mão afoita.
Devo dizer que não expressão melhor para definir meu ato que não seja que eu mamei deliciosamente, como uma criança faminta naquele seio perfeito. Sentia o pequeno bico rijo contra minha língua e os gemidos de Isabella, se contorcendo embaixo de mim, me faziam delirar como nunca.
Mulher nenhuma, nunca me fez sentir tanto prazer.
Larguei relutante o seio que chupava com desespero e subir entre mordidas e lambidas até a sua boca vermelha e deliciosa, dando-lhe um beijo de roubar o ar.
Afastei minha boca da sua e mordi o lóbulo de sua orelha e sussurrei contra sua pele.
- Me impeça Bella... Por favor. – eu implorava desesperado. Ela precisava me impedir, precisava me parar, mas ao mesmo tempo eu queria que ela me incentivasse a continuar.
Ela segurou firme meu rosto entre as pequenas mãos me fazendo olha-la nos olhos.
- Não pare. – disse seria, parecendo de repente tão mais velha do que é de verdade.
- Não quero parar. Mas é o certo. – me doía dizer isso, mas o que podia fazer? Bella era uma menina, minha sobrinha.
- Edward. – ela me chamou, ainda segurando meu rosto. – Posso ser nova, mas não sou boba. Não vai esta me encaminhando para perdição ao algo assim. Eu o quero desde que o vi no aeroporto e não me importo com o nosso parentesco. Nunca convivemos como tio e sobrinha. Somos um homem e uma mulher se conhecendo e se desejando.
Ela falava tão convicta, querendo me convencer... Não que eu precisasse de ajuda nisso, já que o que eu mais queria era me afundar naquele corpo quente, sentir sua umidade e macieis me rodeando.
Mas eu não podia. Não agora ao menos. Eu precisava pensar.
Beijei-lhe a boca, devagar, saboreando o gosto, sentindo a textura do encontro entre nossos lábios.
Separei-me dela por completo, de uma vez e creio que cheguei a assusta-la com a forma rápida que sair de cima dela e de cima daquela cama.
Ela me olhou confusa.
- Vá se arrumar Bella. Vocês tem escola e eu trabalho. Não temos tempo para isso agora.
Ela sentou na cama e gemi olhando pros seus seios durinhos, apontados para mim.
- Mas vai acontecer não é? – perguntou vermelha. – quando tivermos tempo?
- Eu não sei Bella não é certo. – disse e a vi abrir a boca para relutar, então acrescentei. – Mas não sei quanto tempo eu consigo aguentar.
Ela sorriu com a minha resposta e levantou e correu para o banheiro e QUASE eu fui atrás.
Ainda fiquei um tempo ali, lembrando do traseiro durinho dela, coberto somente pela micro calcinha, ao meu alcance, quando ela correu pro banheiro.
Respirando fundo e tentando me acalmar, sair do quarto de Bella e bati a porta de Alice. Dessa vez devagar.
- O que é? – ela perguntou do outro lado.
- Tem 20 minutos para ficar pronta, estamos atrasados. – disse e sair sem esperar resposta.
A verdade é que mesmo com todos esses problemas, seja com Bella ou com Alice, eu me apeguei as minhas diabinhas e só de imaginar o dia que teria pela frente sem elas, me fez desanimar por completo.
É acho que as diabinhas me conquistaram.
Notas finais
ah não se acanhem em dizer que eu sou um máximo, eu não ligo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
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