Boa Sorte Edward!
15 Capítulo 15. Irmãs apaixonadas.
Notas iniciais
Nessa C Olanza esta se achando de ferias :S kkkk
mandou perguntar se alguém viu o Festival de verão na TV... ela esta estressada por que ninguém a viu. --'
Ela vai hoje novamente.
Quero agradecer as recomendações lindas da minha amiga gabyambrozio, da linda Sandynha Cullen Pattinson, das flores do meu coração suze01, ana, Losferato e a kary sil.
Tomei um susto, vim postar e tinha um monte de recomendações, fiquei TÃO FELIZ.
enfim, capitulo grande por que só nos veremos segunda. BUAAAAAA...
beijos s2
POV Edward.
Despertei aos poucos, a consciência voltando a minha mente, me resgatando do buraco negro do sono. Abrir os olhos aos poucos, estava tudo escuro ao meu redor. Demorou um tempo para meus olhos se acostumarem com a escuridão e logo eu estava enxergando parcialmente as formas do meu quarto. Virei para o lado e olhei no relógio que tinha na mesa de cabeceira.
O relógio marcava quatro da manhã. Suspirei e virei para o outro lado, o lado que eu estava evitando e lá estava ela.
Deitada de bruços, com o dorso nu e um lençol branco fino, por cima do bumbum e parte das pernas, os braços flexionados ao lado da cabeça, as mãos enfiadas embaixo do travesseiro, o rosto virado para o lado oposto em que eu estava. Os cabelos castanhos espalhados pelo travesseiro e cama.
Lutei contra as lembranças, contra culpa. Depositei um beijo em seus cabelos e levantei da cama, não era digno de esta ao lado dela, não enquanto insultava nosso ato de amor com pensamentos acusatórios.
Fui até a janela e abrir as cortinas, a luz da lua iluminou parcialmente o quarto e isso de certa forma me confortou.
Dei alguns passos em direção a porta e sentei na poltrona que tinha ali ao lado e ficava diretamente a frente da cama, dessa forma, com a luz da lua eu poderia contempla-la como ela merecia.
Fechei os olhos por alguns estantes, recordando da sensação, do desejo, ardor que foi tomar Bella em meus braços.
Eu sabia que não tinha mais como correr, como fugir. Tomando-lhe os lábios entre os meus, deslizei minha língua sedenta por entre seus lábios, me infiltrando em sua boca e me enroscando com a dela.
Seu sabor era magnifico, era tentador, viciante. Era como uma explosão.
Tive que interromper aquele contato, tive medo de sair de mim, de me descontrolar, eu precisa me conter...
- Não pense. – Isabella ordenou. E tomando a iniciativa me puxou novamente para ela, me beijando com tanto amor e era impossível não se render por completo.
Toda preocupação, culpa, acusação ficou do lado de fora daquele quarto, ao menos naquele momento.
Separei-me mais uma vez de Isabella, mas dessa vez não no intuito de parar, mas se de prosseguir, de ir adiante.
Desci beijos pelo seu pescoço alvo e me deleitei com seus gemidos baixos, contidos e até um pouco envergonhados, mas que demostravam todo o prazer que ela sentia.
O mesmo prazer me acometia. O encontro dos meus lábios com a pele sedosa e cheirosa de Isabella era enlouquecedor.
Levantei e levei comigo a bendita cesta que Alice havia posto em cima da cama.
Minha baixinha tinha mesmo pensado em tudo. Então me toquei que era a primeira vez de Bella e que Alice queria deixar tudo perfeito para a irmã.
Eu saberia ser perfeito?
Peguei de dentro da cesta o isqueiro e acendi as velas aromáticas e apaguei as luzes. A luz que provinha da lua ao lado de fora e penetrava pela janela aliada às luzes tremulas das velas, dava ao quarto um ar de luxuria que elevava o poder de sedução daquele momento.
- Edward. Por favor! – Bella clamou por mim em um gemido sôfrego, necessitado.
O perfume das velas, as fragrâncias de Bella, o som de sua voz, me levaram a um estado de torpor.
Olhando para os olhos de Isabella, comecei a tirar a gravata, em seguida o terno. Desabotoei a camisa e a cada botão Bella deixava escapar um gemido baixinho de expectativa e aquilo estava me matando.
Com um pouco mais de pressa arranquei a blusa do meu corpo e fiz o mesmo com os sapatos, meias e calça, ficando somente de cueca box preta.
Andei tal qual um felino pronto para o abate, até a minha presa que parecia muito ansiosa pelo ataque de seu predador.
Ela sorriu e ficou de joelhos na cama. Parei em frente a cama, a observando.
- Tira. – ordenei com a voz rouca de desejo por aquela mulher.
Ela sorriu sapeca, a encarnação de uma das maiores fantasias masculinas, o encontro da ousadia e corpo de mulher com a inocência e timidez da menina, a famosa Lolita.
Ela levou às mãos a barra da pequena camisola de seda amarela e foi subindo-a devagar, me torturando, me encantando.
A cada trecho de pele alva que era revelado eu sentia meu sangue ferver em minhas veias, aquela dança sensual que Bella tinha transformado o ato de tirar a camisola, era muito mais que excitante.
Quando finalmente ela retirou por completo sua pequena camisola, ficando somente de calcinha rosa minúscula, quase perdi a razão.
Olhei faminto para os seus seios. Firmes, pequenos, acetinados. Não conseguir mais me conter e avancei por sobre Isabella a fazendo deitar-se na cama, comigo enganchado entre suas pernas.
Minha evidente ereção pressionada contra seu sexo quente e úmido mesmo através das roupas intima.
Olhei em seus olhos e um brilho de desejo surgiu ali, sua respiração se tornou mais rápida.
Depositei um beijo na ponta do seu nariz. – Não sabe o quanto te amo. – disse e depositei mais um beijo agora em seus lábios. — O quando te quero. – repeti o ato, agora beijando o seu colo. – O quanto te desejo.
Tomei-lhe então um de seus pequenos seios em minha boca. Tão quente, doce e feminino, me deixando ensandecido e ainda mais excitado.
Isabella soltou um gemido alto que me incentivou a continuar. Suguei seu seio com avidez, querendo tirar dela tudo que eu podia.
- Passei horas e horas imaginando, querendo que isso acontecesse. – confessou Bella com a voz fraca, desejosa. Larguei seu seio e tomei-lhe a boca em um beijo quente antes de responder.
- Eu também, mas não pretendia deixar que acontecesse. – disse e ela me sorriu e respondeu maliciosa.
- Só que eu estava determinada a não lhe dar escolha. – com aquelas palavras, voltei a beija-la. Queria ser gentil com Bella, mas a urgência me impedia de exercer controle sobre minhas ações.
Levei uma de minhas mãos a um de seus seios e o acariciei com volúpia. A outra mão foi para uma de suas coxas a apertando com vontade e depois a fazendo rodear meu quadril com suas pernas, intensificando o contado entre nossos sexos.
Sentir Isabella contorcendo os quadris, consumida pelo desejo e intensificar o roçar entre nossos sexos, me fazendo gemer e eu mal podia esperar para ter mais, muito mais.
- Ah Edward. Estou ardendo por você. – Ela sussurrou desesperada em meu ouvido e em seguida mordiscou o lóbulo da minha orelha me levando a um estado surreal de excitação.
Infiltrei uma de minhas mãos entre nossos corpos e toquei-a por baixo da calcinha e a sentir arquejar. Sua respiração se tornou mais e mais rápida a medida que eu esfregava o indicador contra seu ponto de prazer. Sentia contra meus dedos sua umidade aumentar a medida que seus gemidos chegavam a tornar-se gritos de desespero e aquela cena não poderia ser mais luxuriosa.
Bella se contorceu e se agarrou em mim, gritando meu nome, alcançando o seu orgasmo e quase me lavando com ela tamanho o prazer que sentir ao senti-la gozando em meus dedos.
Esperei por alguns instantes sua respiração normalizar, mas o intervalo não durou muito, eu tinha urgência dela, desespero, necessidade.
Ela finalmente abriu os olhos e eles estavam marrom escuro, como chocolate derretido. Seu rosto estava vermelhinho e um sorriso brincou em seus lábios.
Tomei-lhe a boca em mais um beijo voraz, saboreando os seus lábios e com as mãos fui abaixando minha cueca. Quando Bella percebeu o que eu fazia, me ajudou com os pés e logo aquele empecilho já estava fora de nosso caminho.
Separei nossas bocas ao mesmo tempo em que encaixava meu membro mais que endurecido em sua pequena entrada alagada pelo seu prazer. Sentir seu liquido misturar-se ao meu que teimosamente escapava e gememos juntos.
- Não posso mais esperar Bella, preciso de você minha diabinha. – sussurrei contra seu rosto.
Eu estava morrendo de desejo e Bella apesar do pequeno orgasmo de agora a pouco não estava diferente. Ela apertou ainda mais suas pernas a minha volta e cruzou seus pés em minhas costas, me puxando para baixo e me fazendo começar a deslizar pelo seu caminho.
- Não espere mais, por que eu também não posso mais ficar sem você. – ela disse sussurrando, como um segredo, o nosso segredo e foi o que bastou para me enlouquecer de vez.
Fui forçando caminho, sentindo a carne se abrindo com dificuldade para me abrigar. Logo sentir sua fina barreira.
- Me desculpa. – disse e selei meus lábios ao dela engolindo seu grito de dor, quando rompi sua virgindade.
Ela era minha, somente minha e eu me sentia mais homem do que já me sentir nessa minha miserável vida.
Eu estava todo dentro dela agora. Fiquei imóvel por uns instantes para permitir que seus músculos se adaptassem à súbita distensão.
Separei nossos lábios e vi uma lagrima rolar pelo seu rosto e a capturei com os lábios, por que dela eu queria tudo. Tudo me pertencia, ela me pertencia, assim como eu a ela.
Sentir ela se remexer e entendi que essa era a minha deixa. Sorrindo aliviado, sem poder mais ficar parado, comecei a me mover, entrando e saindo do seu interior, estocando com suavidade e calma, fazendo minha.
Seus gemidos eram cantados, minha melodia favorita a parti de agora. Nenhuma musica no mundo, seria mais doce e mais impressionante que seus gemidos de prazer ao ser possuída por mim.
Sentia seu caminho me apertar cada vez mais e aquele ritmo calmo já não era mais suficiente e ela parecia sentir os mesmo.
- Mais rápido Edward. Por favor. – ela implorou por algo que eu já estava disposto a oferecer.
Comecei a me mover mais rápido, aumentando gradativamente, estocando com força, entrando e saindo dela. O som dos nossos quadris se chocando, aliado aos nossos gemidos era a luxuria transformada em melodia.
Abaixei meu rosto e suguei com força um de seus seios, minhas mãos apertavam o seu corpo, sua cintura e suas coxas eram os meus alvos constantes.
Sentia-me apertado, quase exprimido dentro dela. Era como um sugar constante em meu membro.
- Tão gostosa. Tão minha. – dizia entre gemidos e nem creio que ela me compreendia.
Ela sussurrava palavras contra ao vento que se perdia antes de chegar aos meus ouvidos.
O prazer nos consumindo, o fogo do amor no levando à glória.
Bella era linda, eu queria dizer isso, mas palavras não se formavam, era somente gemido.
Sentir Bella me agarrar com mais força e seu caminho se estreitar a tal ponto que era necessário muito mais força para continuar a penetra-la.
A vi explodindo em seu orgasmo, embaixo de mim, olhando em meus olhos e gritando o meu nome.
E aquilo foi demais mais mim. Com mais algumas estocadas profundas, me liberei, alcançando o nirvana e fazendo da minha diabinha, a minha mulher.
Abrir os olhos e deixei a culpa vim. Tinha feito a minha sobrinha, uma menina inocente de dezesseis anos, mulher.
Tinha tirado a pureza da minha diabinha. E a culpa era maior, por que eu não me arrependia.
Eu amava com tanta intensidade que chegava a ser loucura. Já tinha chegado ao ponto de cogitar a possibilidade da existência de outras vidas, de ser um castigo aquela que nasceu para ser minha, nascer minha sobrinha.
Fechei os olhos, tentando conter as lagrimas e a dor em meu peito. O que seria da gente agora? Eu não poderia perder minha diabinha, eu morreria sem ela.
Meu peito se apertou e eu engolir em seco.
Ouvir um movimento dos lençóis e abrir os olhos. Bella estava sentada na cama, segurando o lençol com um braço, cobrindo os seios.
Quando a vi, não conseguir me conter e chorei. Sim, não era nem um pouco digno de um homem tal atitude, mas chorei.
Bella levantou ainda enrolada no lençol e sentou em meu colo.
[ http://www.youtube.com/watch?v=prs6alAf1-c&feature=related ] (N/A: eu acho que faz toda a diferença.)
- Você esta tentando se arrepender pelo o que houve, mas não vai funcionar. – ela disse com a voz seria.
Agarrei-me a ela, não poderia deixa-la escapar, ela era minha, somente minha.
Como diabos nós fomos terminar desse jeito?
Porque nós não fomos capazes de ver os sinais que perdemos
E tentar "virar o jogo"?
- Como chegamos a isso Bella? Como nos apaixonamos? – perguntei desesperado.
Ela olhou em meus olhos, agora ela também chorava.
- Não sei Edward. Essas coisas, só acontecem. – disse e fungou.
- Não Bella, não acontecem. Eu sou irmão do seu pai, eu vi você na barriga da sua mãe. Você é uma menina ou pelo menos era... –disse e ela me interrompeu.
- Eu era, você disse certo. Você me fez mulher e não tente transformar o que aconteceu em um erro por que não foi. – disse seria, parecendo tão mais velha, tão diferente da minha diabinha arteira.
Nada está errado
Só até que você saiba que algum dia eu vou [...]
- O que vai ser da gente agora? – ela perguntou sucumbindo ao choro desesperado.
- Não sei, mas vai ficar tudo bem. – prometi. Eu tinha medo, muito medo, mas por ela eu lutaria até o fim.
Algum dia, de alguma forma
Vou fazer com que tudo fique bem mas não agora
Eu sei que você está se perguntando quando
(Você é a única que sabe disso)
- Eu vou fazer tudo ficar bem. Você vai ver. – prometi e cumpriria nem que isso me custasse tudo que construir.
- E o papai? Ele vai me tirar de você. – ela se agarrou em mim.
É verdade Emmett jamais aceitaria. Ele se sentirá traído e eu vou perder de vez meu irmão, mas naquele momento não ligava para isso. Bella era tudo o que eu queria e vou continuar a querer para o resto da minha vida.
- Eu não vou deixar. – disse com o tom firme, de quem tem certeza.
Bem, eu espero que já que estamos aqui
Que nos poderíamos terminar dizendo
Coisas que nós sempre precisamos dizer
Então poderíamos acabar ficando
Agora a história é contada assim
Exatamente como uma novela
Vamos reescreve-la com um final apropriado
Em vez de um horror de Hollywood
Segurei seu rosto e enxuguei suas lagrimas.
- Nada nesse mundo pode me tirar você. – segurei sua mão e levei ao meu peito. – você tem a maior parte de mim, a mais importante, o meu coração. Sem você Bella eu sou um nada e não posso viver sem você. – disse e sentir mais uma vez a lagrima escapar dos meus olhos.
- Eu não me arrependo. Não há nada de errado em te amar e eu te amo, com todas as minhas forças, com toda a intensidade que um humano é capaz de amar. Bella, você e sua irmã são tudo o que tenho agora e nada nem ninguém pode mudar isso, eu não vou deixar, eu vou lutar. Vai ficar tudo bem. Você vai ver.
A puxei e a beijei com todo amor que eu sentia.
Nada está errado
Só até que você saiba que algum dia eu vou
Algum dia, de alguma forma
Vou fazer com que tudo fique bem mas não agora
Eu sei que você está se perguntando quando
(Você é a única que sabe disso)
- Vou fazer ficar tudo bem. – selei minha promessa com mais um beijo e a carreguei de volta para cama.
Por que ela é minha, somente minha e não é errado tomar para si o que já te pertence.
POV Alice
Com meus fones de ouvido, ouvia Supermassive Black, dançando pela sala, quase me esbarrei em um dos vasos caríssimos do tio Ed.
Se eu quebro, ele me arranca os cabelos. Ele é meio gay com essa história de ir a exposições adquiri peças de arte como esses vasos feios.
Parei no meio da sala e dei uma rebolada no ritmo da musica.
Será que o meu casalzinho se entendeu? Tomara que sim, por que se a Bellinha não agarrou o delicia do tiozão ela é uma bobona.
Cantarolei a musica e fui aos rebolados para a cozinha. Cara quando eu ouço essas coisas eu me sinto uma diva Pop.
Peguei a colher de pau/microfone e fiz um show pros utensílios de cozinha, enquanto fazia suco e pegava alguns biscoitos e torradas, tudo no maior cuidado para não quebrar, como o tio Ed me ensinou.
Cara eu danço muito. Tenho certeza que se os utensílios pudessem falar, estariam gritando: — ALICE DIVA.
Eu tinha acordado cedinho e ido até porta do quarto do tiozinho e ouvir uns: ai Edward, nossa, assim você me mata. – cara eu nunca rir tanto na minha vida. A Bellinha gemendo. Tenho munição para a vida toda. HÁ HÁ HÁ.
Então eu acho que esta rolando, ou então a Bella estava sendo estrangulada pelo tio Ed e estava quase sem ar e por isso parecia gemidos.
OMG! O tio Ed é um serial Killer, daqueles do tipo a viúva negra que copula e mata depois.
Ai meu Deus e eu deixei minha irmã sozinha com ele? E se ele quiser me traçar e me matar?
A parte do traçar eu colaboro, mas matar é sacanagem.
Ia correr lá para cima para salvar minha irmã, quando sentir meu celular vibrar no bolso do meu short. Tirei meus fones.
Peguei meu celular e nem olhei quem era. Deveria ter olhado.
- Quem me impede de salvar a minha irmã do viúvo negro? – disse já arquitetando o que levaria para tacar na cara do tiozinho assassino.
- Alice? – uma voz grave com sotaque inglês soou do outro lado.
Definitivamente eu deveria ter olhado quem era. Olha eu já começando um dia com um mico. Mas eu sempre consigo piorar.
- Minha vozinha que não é ne? – ai que grossa meu pai do céu, se eu sou ele desligava na cara.
Mas ele é um fofo, daqueles que deveria vender em atacado, por que esta em falta. Então ele começou a rir.
- Bom dia minha linda. – disse todo inglês. Gente é muito charme para um ser humano só.
- Bom dia príncipe. – Olha a intimidade. Por que eu não me jogo de um prédio bem alto?
Mas ele mais uma vez deu uma risada bem humorada.
- Olha linda, liguei cedo assim, por que queria saber se eu posso ir buscar vocês. – tão solicito.
Provavelmente o tio Ed vai dá chilique, mas ele esta me devendo. Então ele que vá caçar unicórnio no campo.
- Claro. Eu vou adorar. – disse sorrindo mais que garota propaganda de creme dental.
- Estarei ai as 7h15 tudo bem? – perguntou meu príncipe lindo.
- Esta ótimo. Até lá. – disse e ele mandou beijos e desligou.
AHHHHHHHHHHHHHHHHHH que dia maravilhoso. Que dia mais feliz. Quem é que esta feliz? EU.
Mas então eu parei para pensar. E se eu fizer algo? Se eu não conseguir me controlar? OMG eu preciso da Bella.
Corri lá para cima e peguei a chave no meu quarto e destranquei a porta, já ia escancarar quando eu lembrei que eles poderiam esta na indecência.
Então bati na porta. Duas, três, quatro e nenhuma resposta.
Isso que dá tentar ser educada.
Esmurrei a porta. – ACORDA SEUS INDECENTES. HORA DE TRABALHAR SENHOR EDWARD E BELLA EU NECESSITO DE VOCÊ COM URGENCIA.
- Eu vou matar esse filhote do inferno. – ouvir o tio Ed falar baixinho.
Como eu ouvir? Eu estava com a orelha grudada na porta é claro.
- EU OUVIR ISSO EM? – gritei de volta.
- Já estamos indo sister. – Bella disse. UFA graças ela estava viva.
Opa o tio Ed não é o viúvo negro. Beleza.
Fui correndo pro meu quarto tomar banho e colocar minha farda. Peguei minha mochila e meu kit azar.
Tomei meu remédio? Confere.
Tomou café da manhã direitinho? Farei agora.
Sair do quarto e a Bella estava saindo do dela já fardada também.
Oh minha irmã é mulher.
DROGA minha irmã mais nova não é mais virgem e eu sou? Vou ter que dá pra alguém.
PRO JASPER. – gritou minha mente pervertida.
- Oh minha irmã você agora é uma mulher. – corri até ela e abracei. – que coisa bonita, esse é um momento tão lindo na vida de uma mulher.
- é eu queria... – ela começou mais eu cortei.
- isso é tudo lindo, doeu, mas vai passar e blá blá blá. Mas eu tenho algo mais importante que a sua periquita dolorida. – disse e a Bella corou até a raiz do cabelo. Que boba. – O Jasper vem pegar a gente para ir à escola. – pronto falei, não tem mais jeito. Olhei para a Bella em expectativa.
- Eu não acho que o Edward vai gostar disso. Alice você tem certeza que quer ter algo com esse inglesinho? – perguntou com uma careta.
Ela esta achando que ela era a única com uma periquita por aqui? Ok. Eu sei que ela esta preocupada, que já passamos por isso. Da ultima vez em que eu me “apaixonei” La Push nunca mais foi a mesma.
- Ai Bella por isso eu preciso da sua ajuda. Fica comigo o dia todo e não me deixa fazer besteira. – praticamente implorei a ela.
- Antes de tudo, calma. Tomou seu remédio? – ela perguntou e eu assentir, respirando fundo. – Então vamos tomar um café reforçado e eu ficarei com você. Vai dá tudo certo.
Eu já disse que amo a minha irmã. Ela é dez, não, ela é mil, não, ela é um zilhão ao infinito. E a criança do ano é Alice Cullen.
Descemos as escadas de mãos dadas e entramos na cozinha. Eu tinha preparado a mesa do café.
- Eu que fiz tudo, sozinha. – anunciei orgulhosa.
O tio Ed sorriu para mim. Mas esta feliz em? Tirou o atraso.
- Muito bem diabinha. Vi que não quebrou nada. Agora vem tomar café. – disse todo autoritário, ui que irmã sortuda a minha.
Ele segurou na mão de Bella e ela sentou ao seu lado. Que fofo. É quase como ver um episodio dos ursinhos carinhosos. Por falar neles, será que esta passando em algum canal?
Cada um se serviu e Bella ficava colocando coisas no meu prato e tirando o que eu colocava, coisa chata. Mas necessária.
- Edward. – Bella começou. Ele olhou para ela e ela prosseguiu. – Um amigo da Alice vem nos buscar, se importa?
Ele levantou uma sobrancelha. Cara como ele faz isso? Fiquei fechando um olho e depois o outro tentando fazer igual.
- ALICE? – Bella me gritou. Droga me distrair de novo.
- desculpa. – pedi baixinho.
- Alice se quer mesmo fazer isso, você precisa de foco. – disse toda mandona. Se sentindo minha tia, por que deu um pouquinho para o titio.
Vi Bella cruzar os braços e me olhar seria e vi que estava me distraindo novamente.
- Desculpa Bella é que estou nervosa. – disse me sentindo amuada. Era estranho discutir isso com o tio presente.
- Alice, eu vou conversar com esse garoto quando ele chegar. – anunciou emburrado o meu tio chamado seu ciúmes.
- Para que? – perguntei desconfiada.
- Para ver se ele serve para você.
- Hoje não tio. Por favor. É só uma carona e a Bella vai comigo.
Ele me olhou por um tempo e eu tratei de fazer minha carinha de cachorrinho sem dono e ele começou a amolecer, deu para sentir.
- Tudo bem. Mas eu vou busca-las, por que hoje vocês vão a empresa conhecer o Black. – disse já calminho. CARINHA DE CACHORRINHO, VOCÊ NUNCA FALHA.
- Tudo bem, nos vamos dá uma força lá pro cantorzinho de seresta.
- ele canta... – ele começou a falar mais buzinaram.
— deve ser ele. – Bella disse.
EPA, COMO ELE SABE ONDE EU MORO? MEU DEUS ELE É DA CIA? Será que ele tem uma arma? Vou pedir para ele deixar eu ver.
- ALICE! – Bella gritou. – vai ser um longo dia. – ela disse e inclinou e deu um selinho no tio Ed.
Eu levantei com o coração martelando. Eu praticamente lutava para manter o foco.
Bella segurou na minha mão e fomos caminhando para porta, mas me lembrei do tiozinho.
Larguei de Bella e voltei correndo para cozinha e o abracei por trás. Ele ainda estava sentado. Depositei um beijo em seu rosto.
- Te amo tio, fico feliz de você não ser o viúvo negro. – disse feliz e voltei correndo para o lado da Bella, mas ela já tinha aberto a porta e saído.
Respirei fundo e sair de casa.
E lá estava ele. Todo lindo, com a farda da escola que era uma calça social preta, sapatos social da mesma cor, blusa branca de botões e manga comprida. Ele tinha colocado um boné preto e um sacado também preto.
Ele estava encostado em uma Ferrari grafite muito linda.
[ http://www.blogdicas.com/wp-content/uploads/2010/04/Fotos-de-Ferrari-F430.jpg ]
Aproximei-me e meu foco passou a ser o meu príncipe inglês. Meu coração batia alto e eu me sentir flutuar até ele, com o estômago aos pulos.
Quando eu cheguei perto, ele pegou minha mão e beijou.
- Bom dia minha princesa. – disse todo galante. E eu? Eu como sempre estraguei tudo.
- posso ver sua arma? E não adianta negar, eu já sei que você é da CIA.
OMG! Por que eu disse isso? Oh Deus que La Push não se repita.
Notas finais
Alice bocuda em? kkkkkkkkkkk Tadinha, ela fica nervosa e ai perde o foco, não mede as palavras e faz besteira.
Próximo capitulo aviso as TEAM Jacob que ele vai chegar com tudo.
beijos e ótimo fim de semana.
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