Notas iniciais
Oi pessoas, demorei mais cheguei.
Tentei segurar a Lily mas não deu, ela pira se não escreve.
Vamos voltar com calma, mas estamos voltando.
ela esta bem melhor e logo estando com frequência. *-*
Estava vasculhando a PC da Liliane e encontrei vários contos incríveis, vou começar hoje a postar um blogger com esses contos, no próximo eu digo o endereço a vocês.
Vou responder os comentarios hoje ainda.
beijos e aproveitem :D

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POV Bella.

O dia prometia.

A noite tinha sido sem sombra de duvidas a melhor da minha vida. Ainda conseguia sentir cada toque, cada beijo. Todas as fibras do meu ser ainda vibram pelo contato das mãos e dos lábios de Edward contra minha pele. Carinhoso, perfeito, um verdadeiro príncipe, são só alguns adjetivos que podem descrever o meu Edward durante a nossa tórrida noite de amor... E tudo graças a minha irmã Alice.

E agora a minha irmã precisava de mim.

Não vou mentir, eu estava com medo. Da ultima vez Alice nos fez ser banida de La Push para sempre. Corre até um boato que há cartaz com nossas fotos com o símbolo de proibido em cima... Mas isso eu acho que é só história do povo.

Ela passou todo o café da manhã distraída. Ficava alheia ao que eu e Edward falávamos e quando ela ficou fechando e abrindo os olhos e fazendo caretas, o Tio Ed ficou definitivamente preocupado, afinal ele nunca viu Alice nesse estado. Eu o tranquilizei, até por que se ele fosse interferir era capaz da Aly ficar bem nervosa e isso não seria bom agora.

Mas quando ela parou em frente ao inglesinho eu soube que o dia ia com certeza dá errado.

– posso ver sua arma? E não adianta negar, eu já sei que você é da CIA. – Alice soltou e em seguida levou a mão a boca como quem quer frear as palavras.

A cara do pobre Jasper era impagável. Ele realmente estava confuso. Então antes de Alice dizer mais alguma coisa que vá fazê-la se arrepender ainda mais eu me intrometi.

- HÁ HÁ HÁ. Alice sempre tão brincalhona. – disse tentando fazer parecer uma piada. Logo Jasper seguiu minha risada.

- Sim, sempre de tão bom humor. – ele disse com aquele sotaque insuportável dele.

Alice fez bico e vi que ela ia retrucar a abracei pelos ombros e sussurrei contra seu ouvido.

- Se você não ficar calada, ele vai fugir correndo.

Jasper abriu a porta do carro para mim e para Alice. Mas antes de solta-la eu acrescentei.

- conte até cinco antes de falar qualquer coisa. – disse e ela balançou a cabeça em concordância. Esse tempo ia fazê-la pensar antes de falar algo.

Entramos no carro e logo Jasper dirigia rumo a escola.

E nunca o trajeto foi tão longo.

- Então Alice, o que acha de sairmos na sexta? – Jasper perguntou enquanto dirigia.

Alice ficou rígida e MUDA. Por que ela esta muda?

- Bom, estive pensando em sairmos, ir ao cinema e jantar... – Jasper continuou sem entender por que ela não respondia.

Vi que ela respirou fundo e ficou muda novamente. MAS O QUE ESTA ACONTECENDO?

Quando ela ia abrir a boca para falar, Jasper ainda confuso continuou: — Você pode escolher o lugar se você quiser. – ai meu Deus por que Alice não responde?

Foi ai que me lembrei de que ela estava contando até cinco. Mas ninguém demora tanto para contar. Logico que ela é a Alice e sempre complica as coisas.

Dei um beliscão leve em seu braço que a fez pular e me olhar seria. Revirei os olhos e respondi pela tonta da minha irmã.

- Ela aceita Jasper. É que ela esta um pouco nervosa. – disse e ele me olhou pelo retrovisor ainda confuso e eu sorrir o melhor que pude.

O inglesinho então parou no sinal e olhou para Alice.

- Você quer sair comigo Alice? Na sexta? – ele perguntou confirmando. A qual é? Sou mentirosa agora?

Pelo menos dessa vez Alice teve a decência de balançar a cabeça em concordância. Jasper então suspirou parecendo bem aliviado e sorriu, voltando sua atenção para a direção e assim que abriu o sinal colocou o carro em movimento.

Quem iria acabar surtando era eu. Toda hora Alice cutucava alguma coisa no caso e eu tinha que ficar beliscando ela. Vai acabar toda roxa desse jeito.

Para minha felicidade o inglesinho resolveu se calar.

Quando ele finalmente estacionou no amplo estacionamento do colégio eu quase tive uma sincope de felicidade por termos chegado ao nosso destino sem grande drama.

O Inglesinho desceu do carro de abriu a porta para mim e para Alice.

- Jasper você se incomoda de eu dá uma palavrinha a sós com a minha irmã? – perguntei só para ser educada, por que ele querendo ou não eu ia falar mesmo.

- Claro. Estarei esperando na entrada. – ele disse sorrindo e caminhou até as grandes portas de entrada.

Assim que ele estava fora do nosso campo de audição eu virei para uma Alice com cara de palerma, quase babando no inglesinho que se distanciava.

- Posso saber por que você ficou calada? – perguntei um pouco mais alto do que pretendia.

Ela me olhou confusa. – Você me manda contar até cinco e agora reclama?

- Como alguém pode demorar tanto contando até cinco? – perguntei já estressada.

- Contando “um Mississipi” “dois Mississipi”.

- E QUEM MANDOU VOCÊ CONTAR ESSES MISSISSIPIS AI? – gritei já saindo do serio.

- Não tenho culpa que eu aprendi assim. – ela disse calmamente. – Você esta muito estressada irmãzinha, a noite não foi boa não? – disse e sorriu maliciosa.

Fiquei vermelha na hora, podia sentir meu rosto esquentando de vergonha. Pelo menos eu sabia que Alice tinha demorado a responder por que é uma lesada.

- Alice você vai mesmo sair para um encontro com o inglesinho? – perguntei aflita, querendo mudar o foco da nossa conversa.

- Logico que vou. Já viu como ele é gato? – sorriu para mim.

- Você falou a mesma coisa do Paul. – disse baixinho, não queria lembra-la sobre La Push, mas era preciso.

Alice retesou na mesma hora, ficando em uma postura rígida e eu me arrependi de tocar no assunto.

- Vai ficar me enchendo agora Bella? – ela disse agressiva. – Já vi que o tiozinho não te pegou como deveria. – ela disse e foi saindo.

Depois de alguns passos, ela parou e virou para mim. – Espero que tenha usado camisinha. – disse em tom de brincadeira e depois correu até o Jasper que ainda estava a sal espera.

Eu paralisei no lugar.

Camisinha? DROGA.

Levei minha mão até a minha testa e esfreguei, tentando forçar minha mente a lembrar, se usei alguma camisinha.

Deus e agora? OMG! Será que eu estou gravida?

Credo Isabella, nem se você fosse filha do flash.

AI MEU DEUS O MEU PAI VAI ME MATAR E CAPAR O EDWARD.

Nunca que eu vou contar para o meu pai que o meu filho é do Edward.

Calma, respira. O meu filho não pode crescer sem o pai. Mas se eu contar ele vai crescer sem o pai, já que o mesmo vai esta a sete palmos baixo da terra.

CHEGA! Não tem filho algum. Credo mania infernal de ficar pensando uma besteira atrás da outra.

Respirei fundo tentando controlar o fluxo de loucura, mas estava difícil.

O que eu faço agora?

Antes de conseguir formar o pensamento coerente, minha mão moveu sozinha para a minha mochila, tirou de lá o celular e já ia discando para o Edward, quando conseguir me refrear.

Não vou ligar para ele. Vou resolver sozinha.

COMO?

Ouvir o sinal bater e corri para dentro da escola.

Passei as aulas discutindo comigo mesma.

Liga para ele, foi ele que te pegou sem camisinha.

A responsabilidade também é minha.

Ele é o adulto e você uma criança.

Se eu disser isso aí mesmo que nunca mais ele me pega ne?

A verdade é que eu já estava com dor de cabeça. Queria correr para minha mãe e chorar no colo dela. Nunca tinha me sentindo tão sozinha na minha vida.

Sexo pode até ser bom, mas dá muita dor de cabeça.

Finalmente chegou a hora do almoço. Sair da sala distraída e me bate de frente com alguém.

Fui direto ao chão. Mas que droga.

Levantei irritada, catando minhas coisas que caiu da mochila que eu não tinha fechado direito.

Até que uma mão apareceu no meu campo de visão, me ajudando a recolher minhas coisas.

Devido ao meu mau humor infernal, não me dei ao trabalho de olhar o dono da mão.

Só guardei minhas coisas e agora triplamente irritada murmurei um “obrigado” e sair em direção ao refeitório.

Alice já estava lá com o inglesinho e pela primeira vez me senti só.

Não queria atrapalhar a Aly, ela parecia tão a vontade com aquele metido de uma figa.

Prendi as lagrimas. Eu queria minha irmã comigo agora, mas que direito eu tinha de atrapalha-la.

Por um momento me deixei levar pela raiva que eu estava nutrindo desse inglês nojento. Ele estava me roubando a irmã.

Mas então me lembrei de como a Aly esta sempre sozinha e o quanto ela gosta daquele Jasper.

Não aguentei mais prender e o choro veio com tudo.

Com a visão borrada pelas lagrimas, o coração oprimido, minha cabeça latejando, praticamente sair correndo do refeitório.

Queria fugir, sumir. Nem se quer reparei nas pessoas ao meu redor que me olhavam curiosas, elas não eram importantes.

Sem entender como e por que me sentia assim, corri pelos corredores da escola sem saber exatamente para onde ir.

Então, mas uma vez me bati em alguém.

Ao menos dessa vez a pessoa foi mais rápida. Sentir duas mãos grandes me segurando pela lateral da cintura e me choquei contra um peito forte.

- De novo pequena? – uma voz rouca alcançou meus ouvidos.

Levantei os olhos e encarei as orbes azuis mais incríveis que eu já vi.

Ele era lindo. Cabelo castanho escuro e curto, um sorriso de matar qualquer um, uma boca que parecia ser desenhada e naturalmente vermelhinha, um nariz afinado que dava leveza aos traços masculinos fazendo dele um homem incrivelmente lindo.

[ http://media.monstersandcritics.com/people/Armie_Hammer/images/group6/BBC-024318.jpg ]

QUEM ERA ESSE ESTRANHO?

Reparei que ele não estava de farda, então não era um aluno. O que na verdade era meio obvio, ele era um homem e que HOMEM.

- esta chorando? – ele perguntou, me analisando.

Foi difícil, mas encontrei minha voz. – Quem é você?

Ele deu uma risadinha que me fez tremer até a alma de tão perfeita.

- Eu sou Cole Delaney, sou professor de Biologia do primeiro ano.

Uau, que professor meu pai. Por que eu não tinha aula com ele? Eu quero ter aula com ele.

Ele ainda me segurava pela cintura e eu estava começando a ficar desconfortável.

SIM eu queria me jogar em cima do professor. TARADA.

Mas eu não faria isso, eu amo o Edward. Mas esse professor é uma loucura.

- Eu sou Isabella Cullen. Mas pode me chamar de Bella.

Ele sorriu. – Muito bem Bella, por que estava chorando em? – disse com aquele timbre de voz arqueada que era uma loucura.

GOSTOSO. OH LÁ EM CASA.

Epa lá em casa não pode, eu moro com o Edward.

Foi só lembrar do Edward e aquele surto voltou com força total e quando vi eu já estava falando.

- Eu acho que estou gravida. – disse já voltando a chorar.

Ele suspirou me abraçando e só agora me dei conta do que eu acabei de dizer para o meu professor.

Se ele contar para a direção? Vão chamar o Edward.

Eu e minha boca. Estou pior que a Alice.

Ele me soltou e deu um passo para trás.

- Vem comigo Bella – ele falou serio.

Pronto agora ferrou bonito. O que esse professor gostoso vai fazer comigo?