Boa Sorte Edward!
10 Capítulo 10. Nova namorada.
Notas iniciais
como estão? eu estou super bem sabia? Apesar dos remédios me deixar meia lesada, mais do que já sou. :S
Bom capitulo aqui.
Hoje nos falaremos lá em baixo. *toda chique*
LEIAM VIU. *pronto perdeu a compostura. --'
vão ler logo. rum.
TEM JACOB, TEM JACOB, TEM JACOB. pronto parei. :D
POV Edward.
Como puderam esconder uma coisa dessas de mim? Se eu sou o responsável por elas, eu tinha que saber uma coisa assim não é?
“Desculpe Brow, se quiser pode manda-las de volta.”
As palavras de Emmett ainda martelavam na minha cabeça cerca de duas horas depois de já ter desligado o telefone.
Eu queria que elas fossem embora? Claro que não. Eu sem nem perceber me apaguei as minhas diabinhas.
Estava no meu escritório, cheio de trabalhos acumulados, mas não conseguia me concentrar em mais nada.
Liguei o laptop e abrir a pagina do Google e coloquei:
HIPERATIVIDADE
Logo a tela apareceu com aproximadamente 726.000 resultados.
Cliquei em um que tinha o título: Hiperatividade – Saúde e Informações.
A cada linha e estrofe que eu lia eu fui percebendo a nítida semelhança do que era descrito ali, com o comportamento de Alice.
Mesmo com a inteligência acima da media crianças ou adolescentes com essa doença não conseguem acompanhar os demais por conta da sua dificuldade em prestar atenção e em se comportar.
Dificuldade em obedecer, não para quieto, fala muito e alto em momentos inoportunos, discute com adultos por não temer a autoridade, destrói coisas e machuca-se com facilidade.
Era como se ali estivessem descrevendo a Alice.
Um sentimento de culpa se apossou de mim quando eu comecei a perceber o quanto minha família lutou e ainda luta pela pequena Alice.
Quem possui essa doença sofre muito por expor a si e aos demais a vergonha e a frustração.
Foi inevitável me sentir os últimos dos mortais por não ter estado ao lado deles.
Eu passei metade da minha vida, obcecado em sair de Forks, em ser alguém que simplesmente perdi o que eu já era.
Minha família não me considera como parte deles, tanto que nunca dividiram comigo o fardo da doença de Alice.
Quando Alice nasceu, lembro que eu estava com 10 anos de idade e nem no hospital eu fui.
Lembro que Emmett com a ajuda do meu pai comprou uma casa não muito longe dali e eu só o visitava quando sabia que nenhuns dos bebês estavam lá, o choro de criança me impedia de jogar vídeo-game.
Fui crescendo e entrando na adolescência e ligava cada vez menos para a família que meu irmão estava construindo. Para mim, aquela família em que ele fazia parte não tinha nada haver comigo.
Os problemas, as conversas, tudo que dizia respeito a eles não me interessava nem um pouco e então eles passaram a me excluir disso.
Eu vivia uma vida normal de qualquer adolescente. Namorava, saia, estudava e trabalhava para juntar dinheiro para me sustentar em Rhode Island, já que meu pai já me daria o apartamento.
Família e seus problemas não tinham nem um terço da minha atenção, principalmente uma família ao qual eu não fazia parte.
Depois que fui para faculdade praticamente os deletei dos meus pensamentos, falando somente com meus pais quando eles me ligavam. E muito raramente fui passar algum feriado com eles, ocasiões onde a “outra família do meu irmão” estavam com os pais de Rosalie.
O tempo passou e eu nunca percebi o quanto ter uma família por perto faz falta, o quanto eu me senti sozinho ao longo desses anos.
Alice e Bella trouxeram alegria para minha vida. Com aqueles jeitinhos sapecas e determinadas elas me fizeram lembrar como é bom ser um Cullen.
Quando me dei conta disse foi impossível não chorar.
Eu Edward Antony Cullen, estava chorando por medo de perder as únicas que o fizeram se sentir parte de uma família.
Sim por que elas não me pertencem. Elas fazem parte da “outra família” e cedo ou tarde Emmett vai querer suas filhas de volta.
E talvez seja mais cedo do que eu imagino. Por que se eu continuar com essa obsessão por Isabella, se alguém descobrir o meu desejo por essa garota, com certeza as vão tirar de mim em um piscar de olhos e sinceramente já não sei se sei viver sem as minhas diabinhas.
E então comecei a perceber a falta que sentia da minha mãe, dos seus biscoitos de chocolate com pequenos pedaços de chocolate que derretia quando ia ao forno, dos seus carinhos, do som da sua voz enquanto cantarolava animada na cozinha. Sentir falta do meu pai, sempre sábio, sempre tão alto e bonito, ele costumava chegar em casa e beijar a minha mãe e depois ia brincar comigo e jogar com o Emmett.
Sempre que eu questionava do por que de morarmos em Forks e ele me dizia que lá ele podia trabalhar no que gostava com tempo de sobra para a família, além de que cresceríamos em um lugar seguro, longe do caos que é a cidade grande e eu nunca entendi isso.
Mas a falta que mais me doeu foi a do meu irmão. Emmett tinha 7 anos quando eu nasci, mas me lembro dele me ensinando a jogar basquete, dele me levando pro parquinho, dele me ensinando a paquerar.
Foi ai que eu entendi. O que eu sentia era ciúmes. Quando Emmett se mudou foi como perder meu irmão, meu grande herói que me fazia rir, que me divertia e cuidava de mim. Ele passou a ter uma família só dele, e eu não fazia parte disso.
E agora estou cuidando das suas filhas. E estou fazendo tudo errado.
Suspirei frustrado e enxugado as lagrimas.
Eu desejava Isabella com uma força comunal. Nunca iria conseguir enxergar nela uma sobrinha, uma menina, não do mesmo jeito que enxergo Alice.
E agora saber que a diabinha que me leva a loucura é uma mulher determinada e incrível, que cuida da irmã como ela faz, fez meu coração a desejar com ainda mais intensidade.
Mas e se eu as perde-las? Se eu acabar com a vida da minha pequena com esse meu rompante de desejo incontrolável?
Fiquei ali lembrando os seus beijos, dos seus sorrisos, do efeito que seu toque faz em mim, da sensação de ter a sua pele macia e quente contra meus dedos, contra meus lábios. Era muito mais que desejo, muito mais que isso.
Eu estava completamente apaixonado pela minha sobrinha de 16 anos.
Coloquei o rosto entre minhas mãos, refreando a vontade de gritar. Como eu podia ter me envolvido em um problema dessa magnitude?
Se eu tinha sentimentos tão fortes por ela, então estava na hora de agir de forma correta.
O que eu iria fazer ia magoar minha pequena e só esse pensamento já fazia meu coração doer. Mas é necessário, não posso perdê-las.
Peguei o telefone para ligar, mas antes de poder fazer isso bateram a minha porta.
- Pode entrar. – disse meio a contra gosto.
A porta então se abriu e Ângela, a minha secretaria, entrou.
- O senhor Black já esta aqui senhor.
- E esta só? – perguntei, mas na tentativa de ganhar tempo e descobrir quem era esse Black.
- Não senhor. Esta ele e o empresário Quil Ateara.
Finalmente lembrei-me dessa bendita reunião com a estrela POP do momento.
Suspirei irritado, não estava com cabeça para aquilo agora, mas não tinha jeito.
- Pode manda-los entrar e providencie agua, café, suco, ou seja, lá o que eles queiram.
- Sim senhor. – ela disse e se retirou.
Alguns segundo depois Ângela abriu a porta novamente e dois homens grandalhões e morenos entraram pela minha sala.
Um estava com um terno azul escuro, blusa branca e gravata azul. Levantei e ele apertou a minha mão se apresentando como o empresário, o tal do Quil Ateara.
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Em seguida apertei a mão do outro que parecia ainda mais forte. Sem sombra de duvida ele era a tal estrela teen do momento. Com pinta de galãzinho, ele estava com uma blusa quadriculada de botões, calça preta e óculos escuros dentro da sala.
Depois dos comprimentos eles se sentaram nas cadeiras em frente a minha mesa e eu sentei na minha poltrona.
- Bom senhores. Como devem esta ciente, estamos interessados em produzir não só o novo disco do Jacob, como também, estamos dispostos a assumir a turnê mundial.
- Turnê? Mas eu achei que só tínhamos publico aqui nos EUA. – disse o tal Jacob.
- Bom, conversei com seu empresário e nos concordamos que você tem potencial para abranger pelo menos 20 países nessa primeira turnê. Claro que faremos uma campanha primeiro.
- E já esta com as listas Edward? – Quil me perguntou. Nos só tínhamos nos falado por telefone e aquele era o primeiro encontro antes de fechar o contrato.
- Sim estou com as listas. – estendi o papel com os países escolhidos e ele os pegou. – James, o meu sócio, acha que devemos fazer um teste primeiro, para ver a aceitação do novo disco.
Quil que ainda olhava o papel levantou os olhos para mim. – pensei na mesma coisa. Algumas meninas para analisar e nos dá o parecer. Mas não pode ser nenhuma que já sejam fã dele. Meninas que sejam criticas e verdadeiras.
Quase sorrir com o “criticas e verdadeiras”.
- Bom eu acho que tenho duas que podem nos ajudar nisso.
- Ótimo. Fazemos assim então, fecharemos o contrato com o James, assim como tínhamos combinado e depois partimos pros testes. O que acha? – Quil falava como se Jacob nem estivesse ali.
- Para mim esta ótimo senhores. Minha secretaria marcara com os senhores.
Eles se levantaram e apertamos as mãos, mas antes deles saírem, não me contive.
- Jacob. – chamei antes de conseguir segurar a minha boca. – Poderia falar com você um estante?
Ele me olhou bem surpreso e depois olhou para Quil, que mesmo a contra gosto assentiu como quem dá autorização.
Jacob então deixou Quil sair.
- Feche a porta. – eu disse e ele assim o fez. Veio até mim e sentou na cadeira a minha frente.
- Quantos anos tem Jacob?
- Tenho 19, senhor.
- Eu sei que pode parecer assustador, ser tão novo e fazer tanto sucesso. Mas quero que saiba que para a CULLEN&STALIN Produções, você é que é o artista e são suas opiniões que contam ok?
- serio? – ele perguntou meio em duvida.
- Sim Jacob. Aqui você pode opinar em tudo, principalmente no que diz respeito a sua musica.
Ele sorriu e me pareceu tão jovem, totalmente ao oposto da impressão que se tem pela sua estatura.
- Eu estava... – ele começou mais parou de falar.
- Pode dizer Jacob.
- Me chame de Jake. – disse sorrindo.
- Continue Jake.
- é que eu estava pensando em tocar algumas faixas extras, que não estraram no CD.
- durante a turnê? – perguntei e ele assentiu.
- Eu gostei da ideia, assim poderemos gravar os melhores momentos da turnê e fazer um DVD com as faixas extras. – disse e ele sorriu ainda mais. – Por que essas faixas não estraram no CD?
- O Quil não gostou muito delas. – disse meio sem jeito.
- Mas o Quil aqui não conta em nada. Somos os seus produtores agora e juntos vamos tomar as decisões.
- Valeu senhor Cullen. – disse sorrindo. – Tenho tantas ideias.
O garoto realmente estava empolgado. Ficamos ali ainda durante um bom tempo e chequei a arranjar um violão e ele me mostrou uma das faixas extras e não é que o garoto tem talento.
Depois que eles foram embora, vi que estava quase na hora de ir buscar as pestinhas.
Eu deveria ir mandar o motorista, mas eu tinha planos e precisava preparar as diabinhas.
Sair da sala e disse a Ângela que não voltava mais hoje.
Fui até o volvo e logo estava em frente ao luxuoso colégio. O sinal ainda não tinha batido, então fiquei esperando.
Enquanto esperava, peguei o celular e disquei um numero muito conhecido por mim. Alguns toques depois uma voz melodiosa soou na linha.
- Edward Cullen? A que devo a honra dessa ligação?
- Que isso Laureen, sei que andei ausentes, mas sentir falta.
Ela gargalhou do outro lado da linha. – Me engana que eu gosto. O que foi? Não achou ninguém para fazer do jeito que você gosta?
- Sempre acho minha querida. Na verdade eu liguei para perguntar se você não quer jantar lá em casa. Como minha NAMORADA.
Pronto, estava feito. Só espero que Bella entenda que isso é para o nosso bem.
Notas finais
A Liliane não quer me dizer a função nem do Jake e nem do Quil na história, mas disse que é importante.
Edward já arrumou um nigrinha. Façam suas apostas, quanto tempo ela dura nesse jantar?
o nome do proximo é capitulo é " Uma diabinha incomoda muita gente [...]"
DEU PARA SENTIR EM? VAI ROLA Confusão.
Quanto tempo o Ed vai resistir agora que ele descobriu que esta apaixonado?
a Lily me revelou que a Bella não vai ser a unica a ficar com ciumes, ela disse que nos proximos capitulos, ela não disse qual o Ed vai passar raiva. NOSSAAAAAAAAAAAAAAAAA.
e ainda tem o Japer e a Alice... eu acho que o Ed não vai enfrentar isso muito bem ...
Não percam o proximo capitulo, que vai ser demais...
fuiz, Nessa C Olanza.
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