Boa Sorte Edward!

11 Capítulo 11.Uma Diabinha incomoda muita gente[...]


Notas iniciais
Oi pessoas, minha conta ta maluca. Não ta abrindo --'
correndo feito louca, por que vou ter que postar o capitulo de sexta amanhã, pq não vou esta aqui, tenho um niver para ir.
BOCA LIVREEEEEEEEEEE o/
Pessoas comentem... eu nem tô deixando a Lily ver, isso aqui ta uma vergonha, cheio de leitor e ninguém comenta :S
A QUE COMENTAM, SAIBAM QUE VOCÊS É QUE MOTIVAM A LILY A ESCREVER E EU A BETAR E POSTAR VIU? MUITO OBRIGADO.
se estiver gostando da Fic, dá um oi que legal, sei lá.
se tiverem sugestões também...
avisando próximos capítulos, a temperatura vai subir. 666
fui babys.
by: Nessa C Olanza

POV Bella.

Depois da ceninha de conto de fadas, onde o príncipe salva a donzela, Alice simplesmente foi com aquele inglês metido gostoso de uma figa para o refeitório. E eu? Eu fui deixada para trás como se nem importasse.

Tive que os seguir emburrada. Juro que chamei Alice umas trinta vezes e fui repelida com um gesto de mão, como fosse uma mosca irritante.

Assim que entramos no refeitório, todo mundo estava olhando para a gente.

– Por que não se sentam naquela mesa. – disse o inglesinho apontado para uma mesa vazia do lado esquerdo. – eu irei providenciar o almoço das senhoritas.

Alice sorriu feito uma pateta e já ia sentar, mas meu dever de irmã eu tive que quebrar o clima.

– Eu vou com você, Alice tem, digamos uma dieta especial. – disse e Alice deu um pisão no meu pé tão forte que eu soltei um palavrão tão alto que todo o refeitório me olhou. – O que foi? – perguntei para os intrometidos me encarando. – minha mãe fumava durante a gravidez. Por tanto tenho problemas mentais.

Disse e sair marchando para pegar meu almoço e o de Alice, seguida de perto pelo inglesinho que já estava me dando nos nervos.

Ele foi estendendo a mão para pegar bolinhos, chocolate, e eu fui batendo na mão dele e colocando um sanduiche natural, uma maça e um suco de morango natural.

– Alice está de regime? – ele perguntou confuso.

– Digamos que sim. – disse sem prestar muita atenção nele, preparando minha bandeja.

– Mas ela claramente não precisa disso. – disse ainda tentando me extrair uma explicação. Curioso que só ele.

– retenção de liquido. – disse a primeira besteira que pensei.

Ele fez uma cara confusa, mas finalmente se calou.

Pelo menos ele fez algo de bom e pagou o meu almoço e o de Aly.

Caminhamos de volta para a mesa que Alice nos esperava.

Ele sentou ao lado dela e eu de frente para os dois.

Alice me lançava olhares de “sai daqui sua vela” e eu “nem te ligo” para ela.
Eu já vi esse filme. Alice se apega fácil e quando começa demonstrar os “problemas” o garoto pula fora e eu não quero a minha irmã sofrendo.

Fiquei ali triturando um bolinho com o dedo enquanto prestava atenção descaradamente na conversa dos dois.

Era tanto açúcar que eu ia acabar virando diabética.

Puxa eu quero que a minha irmã seja feliz, que encontre alguém. Mas será que ela não deu uma olhada de onde estamos?
O garoto é um riquinho filhinho de papai.

De acordo com ele, o inglesinho é filho de pai Texano, grande empresário do ramo do petróleo e a mãe é inglesa. Ele nasceu no Texas mais mora na Inglaterra desde os três anos.

Metido isso sim. Ninguém perguntou nada a ele. Ok, eu sei que a Alice perguntou. Mas mesmo assim é metido e acabou.

Ele não poupava elogio a Alice. E eu fiquei ali quase tendo uma overdose de melação romântica no melhor estilo novela mexicana.

E graças a Deus o sinal tocou.

Alguém se importou em me dá um “até logo” ou um “fui”? Nada.

Viraram foi as costas para mim, me largando lá com cara de quem comeu e não gostou. Meu estomago nessa hora deu uma roncada sinistra e eu lembrei que eu nem comi.
Culpa do inglesinho.

E se alguém disser que estou com ciúmes vai levar na cara.

Com um humor de cão, fui para a minha sala praticamente marchando.
As aulas transcorreram tranquilamente e finalmente bateu o sinal para o fim das aulas.

Quando sair da sala fui atrás de Alice que estava toda sorridente quase nos portões da escola, acompanhada do inglesinho metido.

– Já tenho seu telefone, linda. Ligarei viu? Nos vemos amanhã. – disse todo sorridente, deu um beijo no rosto de Alice e caminhou para o estacionamento.

É oficial eu sou invisível. Ele nem deu um “ate loguinho”, nada.

Maldito inglês palerma.

– Vai ficar com essa cara de Madalena sonhadora? – disse para Alice, aquele sorrisinho besta estava me irritando.

– Ai que mau humor irmãzinha, a vida é bela sabia? – disse com aquele sorrisinho que eu estava ao ponto de tirar a tapa.

Nem me indignei a responder. Hoje eu quase tive um AVC, fui ignorada e ainda tem o capeta do meu tio gostoso que tirou o dia para tirar com a minha cara.

Primeiro me faz ficar mais deprimida que minha avó em fim de novela e agora estava lá todo garboso, encostado no Volvo e atraindo os olhares femininos para ele.
Ai que vontade de gritar para essas desavergonhadas que o tio gostoso é meu. Mas eu não podia, por que ele não é meu. É meu tio, mas só isso, por opção dele, que fique bem claro.

– TIO ED. – Alice gritou atraindo a atenção de todo mundo, do colégio e da rua.

Ela simplesmente correu e se atirou nos braços dele, como se fossem velhos queridos. Ele deve esta achando que ela esta querendo roubar a carteira dele.

Esse bom humor de Alice já esta me irritando.

Na boa qual o meu problema? É bom a Aly feliz e alegre não é?
NÃO É NÃO. Por que quando o inglesinho metido a besta souber da doença ou passar alguma vergonha com ela, ele vai fazer como todos os outros e eu não quero ver minha irmã sofrer.

E há também a questão egoísta. Desgraça gosta de companhia meus caros. E a minha desgraceira esta solitária e desamparada.

Inconformada com a minha má sorte, fui me arrastando até o meu titio gostoso, como se tivesse o peso no mundo nas minhas costas.

– Olha Bellinha o tio Ed veio nos buscar. Nos vamos as compras. – ela disse toda alegre e já foi entrando no carro.

– iupe. – exclamei o mais falso que conseguir.

– O que houve Bella? – meu tio gostoso perguntou segurando a minha mão.

Na mesma hora o meu mau humor foi pro raio que o parta e eu sentir minha pele esquentar.

Que maldito poder esse gostoso tem sobre mim em?

– Não é nada. – disse tentando manter a fachada de “você nem me dá tesão”
– Não quer me contar? – ele perguntou me olhando nos olhos. Por que ele tinha que ter olhos tão verdes, tão lindos? Quase que desabafei ali mesmo, mas eu tinha que manter o segredo da doença da Alice. Então somente neguei. – Ok então. Mas me diga, essa alegria de Alice é por que mesmo? – perguntou e deu um sorriso torto que fez a minha calcinha encharcar e eu quase pulo nele, já de pernas abertas gritando: ME POSSUA.

Imagine o vexame.

– Acho que ela arrumou um namorado. – disse dando de ombros, como se fosse um fato banal.

Eu esperava tudo. Uma piadinha sobre o pobre coitado que ia aturar Alice, uma careta, uma ameaça do tipo: “terei que ligar para os seus pais.” Ou a clássica. “ela não é muito nova?”
Mas o Edward simplesmente ficou roxo e se engasgou com o vento.

– Na.. Na... Na... Namorado? – ele praticamente grunhiu a palavra.

Nessa hora Alice abaixou o vidro do carona.

– Vamos povo, estou com fome.

Edward virou para ela, ainda com aquela cara do Shrek.

– Você arrumou um namorado no primeiro dia? – disse quase se embolando nas palavras.

Alice arregalou os olhos e depois olhou para mim.

– OH BOCA. – disse irritada e depois virou para o tio Ed. – Olha tio ele é meu amigo, a Bellinha que esta com ciúmes.

Pronto, agora a bagaceira vai comer solta.

Edward virou para mim se sentindo o próprio Wolverine.
– Gostou do garoto Isabella? – perguntou entre dentes.

Mas você veja, esta com ciúmes agora meu amor. AZAR. Não era você que ia pro rala e rola com alguma coisinha por ai?

Eu poderia ter dito isso, na minha mente ficou legal. Mas não foi o que eu disse.

– Não é nada disso tio. Ele é bonitinho, mas não me interessei nem por ele e nem por ninguém.

Juro que o vi soltar o ar. EPA ele estava prendendo o ar a espera da minha resposta?

Humm, informação registrada. Edward é ciumento.

Você vai ver seu gostoso, vou fazer você querer mais que o meu corpinho nu.

Gente eu estou precisando de analise com urgência.

– Vamos logo. Vamos almoçar e tenho que conversar com vocês. – disse meio emburrado, ficando ainda mais delicia com aquele biquinho.

Entramos no carro e Alice foi o caminho todo descrevendo as qualidades do inglesinho nojento.

Cara estou tomando uma raiva desse garoto.

Inveja é uma miséria mesmo.

Graças ao paizinho do céu, chegamos ao shopping.

Fomos direto para a praça de alimentação.

– Eu quero um hambúrguer gigante. – disse a Alice empolgada.

Já ia refrear seu entusiasmo, quando o Edward se pronunciou.

– Nada disso. Vamos comer ali. – disse apontando para um pequeno restaurante Italiano, de dois andares. – Acho que uma massa cai bem não?

Serio que ele estava controlando nossa alimentação.

No restaurante a coisa ficou ainda mais estranha. Ele pediu um suco natural e não nos deixou beber refrigerante.

Durante todo tempo percebi o esforço que ele fazia para acompanhar o ritmo de Alice e quando ela falava alto demais, ele dava aquele sorriso torto e falava de uma forma tão doce, para ela falar mais baixo que Alice nem percebia que ele a estava controlando.

Mas eu estava percebendo tudo.

Depois do almoço fomos passear pelo Shopping e ele nos disse que teríamos um convidado para o jantar e que era para escolhermos uma roupa bem bonita.

A Alice quase voou pelas lojas querendo comprar tudo que via, mas o Edward a controlou brilhantemente, usando paciência e autoridade.

– Você precisa mesmo disso diabinha? – ele perguntava com calma e sorria.

Ela então se limitava em suas escolhas.

Quando ela se empolgava demais ele a controlava novamente.

– Alice, não estamos em casa diabinha. Tenha cuidado. – ele falava manso, quase carinhoso e ela obedecia.

Tinha algo de errado. Alice escolheu a minha roupa e a dela.

Fomos para a casa e subimos para tomar banho, fazer nossas atividades do colégio. Por hoje estávamos liberadas das tarefas domesticas.

Mas eu não conseguia me concentrar, tinha alguma coisa de errado no comportamento do Edward.

A não ser que...

Praticamente joguei meu caderno do outro lado do quarto e sair do quarto como um furacão.

Desci os degraus de dois em dois e quase rolei escada a baixo.

Fui para a sala de TV, sabia que ele estava lá.

Assim que entrei o ambiente ele que estava com o controle na mão, zapeando pelos canais, levantou os olhos para mim.

– Já terminou? Rapidinha você em? Cadê eu quero ver. – ele disse e voltou a olhar a TV.

Fui até ele e tomei o controle da sua mão, jogando contra o outro sofá.

– Esta maluca? O que deu em você? – ele perguntou em um misto de raiva e confusão.

– Você sabe. – disse olhando nos olhos dele e vi que ele ainda não tinha entendido. — Você sabe sobre Alice.

Ele fechou os olhos brevemente, respirando fundo. – Sim eu sei. – confessou com a voz fraca.

– E agora você acha que sabe cuidar dela? Que sabe o que ela pode comer? O que é melhor para ela? – eu dizia com uma raiva que nem eu entendia.

– Bella, não é nada disso... – ele disse tentando me acalmar.

– NADA DISSO? VOCÊ CHEGA PAGANDO DE BONZÃO, ACHANDO QUE SABE O QUE É ESTA ALI DIARIAMENTE CUIDANDO DELA? — eu já gritava.

– VOCÊ NÃO SABE EDWARD. VOCÊ LOGO VAI SE CANSAR DA GENTE E NOS MANDAR DE VOLTA. ALICE VAI SOFRER COM A SEPARAÇÃO. EU DEDIQUEI MINHA VIDA, COM MUITO ORGULHO, A FELICIDADE DA MINHA IRMÃ. PRESENTES E MOMENTOS DE PACIENCIA NÃO VAI MUDAR OS ANOS QUE VOCÊ NÃO ESTEVE LÁ. VOCÊ NUNCA ESTEVE E NÃO QUEREMOS SUA PIEDADE AGORA. – despejei toda a minha raiva.

Ele levantou do sofá e se aproximou de mim, seu rosto quase colado ao meu.

Sua mão foi ate a minha face e seus dedos passaram por baixo dos meus olhos, enxugando as lagrimas que só agora eu tinha percebido que chorava.

Não era culpa dele, eu gostava de cuidar da Alice. Eu sei que as pessoas não aguentam muito tempo e ela vai sofrer.

Ele segurou meu rosto entre suas mãos grandes e encostou os lábios aos meus.

– Eu vou esta aqui para vocês minhas diabinhas. Sempre. – ele sussurrou contra meus lábios, seu hálito mentolado me invadindo e me fazendo amolecer.

Mas ele não aprofundou o beijos, ele simplesmente afastou o rosto e depositou um beijo no topo da minha cabeça, me estreitando em seus braços.

– Eu sei que nunca estive Bella e que na primeira oportunidade eu já comecei a fazer tudo errado, mas eu vou concertar as coisas, vou fazer tudo certo e cuidar de você e da Alice, eu prometo. – ele disse e se afastou de mim, me olhando nos olhos. – Só não me odeie, tudo o que eu fizer será para bem de vocês.

Olhei para ele confusa. Por que eu o odiaria?

– Suba Bella, esta quase na hora do jantar. Vá se arrumar e apresse Alice.

– Tudo bem. Desculpa pela gritaria. – disse sem graça.

– Tudo bem. – ele deu aquele sorriso torto e eu quase me desmanchei ali mesmo no meio da sala. – vou me arrumar e ir buscar nosso convidado. Quando eu chegar quero tudo no lugar e as duas lindas ok? – disse com um sorriso que por algum motivo não chegou aos olhos.

– certo. – disse ainda encucada com a parte do “não me odeie”.

– Fiz uns pedidos no restaurante Japonês, espero que gostem.

– Nos adoramos. – sorri mais animada.

Corri de volta lá para cima e fui tentar terminar meu dever de casa, mas a frase do Edward não me saia da cabeça. E toda vez que eu repassava e tentava entender o que aquilo significava, meu coração se apertava e me dava uma vontade louca de chorar.

Pra me tirar daquela foça sem fim, Alice veio para o meu quarto para nos arrumar.

Uma hora e meia depois já estávamos arrumadas.

Alice estava com um vestido branco acinzentado com babados por toda parte frontal, uma faixa grossa de cetim preta demarcando a cintura, meia calças fumê, salto alto preto e cabelos presos.

Eu estava com um vestido bem levinho de ceda com forro, na cor verde musgo, com babados em uma das alças, uma tira fina em um verde um pouco mais marcante demarcando a cintura, salto alto preto e os cabelos também presos.

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Muito bem arrumadas e maquiadas descemos para esperar pelo Edward que tinha ido buscar o convidado misterioso.

Ele tinha contratado um buffet especializado em culinária oriental e tinha um chefe e dois garçons.

– Nossa, esse convidado deve ser muito importante. Olha que chiquê. – Alice disse admirada.

– Pois é. Deve ser alguma coisa ligada a empresa. Vamos nos comportar não é Aly? – perguntei olhando em seus olhos.

– Vamos sim sister. Tomei os remédios e não comi nada que possa ser prejudicial. Mas fica de olho ta? – disse com aquele ar inocente que poucos já viram nela.

– Pode deixar meu amor. – disse a abraçando de lado e dando um beijo estalado em seu rosto.

Sentamos nos grandes sofás da sala de visita. Nunca vi uma casa com tanta sala. A Nossa era uma sala só, para receber visita, para ver TV, para ler, para bater o rango.

– Aly sabia que a empresa do Tio é famosa? Lá no colégio ficaram todas cheias de graça só por que sou uma Cullen. – disse me lembrando do fato.

– Menina, foi a mesma coisa comigo. Corre a boca pequena que a produtora do tio vai fazer a turnê de um cantor ai, mas esqueci do nome. – ela parou para pensar. – um que é todo gostoso, que a Vanessa vivia ouvindo lá em Forks. – ela disse e então eu lembrei de um cantor que a nossa vizinha vivia ouvindo.

– Uau será que vamos poder conhecer ele? Imagina a cara de besta que a Vanessa vai ficar? – disse já rindo.

– Mais do que ela já é? Aquela loira sebosa torrava nossa mente gritando com aquela voz de taquara rachada as musicas desse Jacob. – Alice disse rindo.

(N/V: Palhaça. Se ele fosse cantor ouvia mesmo. u.u)


Ficamos rindo e conversando até que ouvimos o motor do volvo na entrada de carros.

Como meninas educadas, levantamos e esperamos.

Logo o meu titio todo bom entrou de terno preto, com gravata preta, um pecado.

Desviei o olhar para não começar a babar foi quando eu vi que o convidado na verdade era a nossa convidada.

Era uma loira realmente bonita, enfiada em um vestido colorido, de uma alça só, extremamente curto e com um sorrisinho besta na face.

[ http://netstorage.metrolyrics.com/artists/large/5993/jessica-simpson-jessica-simpson-s-fashion-line-to-make-1-billion.jpg ]

Mas meu coração falhou quando eu vi que ela estava de mãos dadas com o meu Edward.

Já teve aquela sensação de quando você desce as escadas e pula um degrau sem querer, que seu estômago da uma volta completa dentro de você, junto com o friozinho de mau agouro. Era assim.

Meu coração bateu descompassado e eu tive medo dele perder a batida.

Mas foram as palavras do Edward que quase me fizeram vomitar.

– Essas são Bella e Alice. Meninas essa é Laureen Stuart, minha namorada.

Primeiro eu queria chorar, depois eu queria avançar nela e tirar a unha aquele sorriso idiota, depois eu quis realmente vomitar, de preferencia encima deles.

Mas eu não ia dá esse gostinho a esse palhaço.

Engolindo toda a dor que lascava e fincava raiz a força em meu peito, eu sorrir o melhor que pude e dei um passo a frente estendendo minha mão para a fulaninha.

– Muito prazer querida. – disse controlando a falsidade. – seja bem vinda em nossa casa.

Engolir em seco e não olhei para Edward. Se o fizesse provavelmente começaria a chorar.

Alice fez o mesmo que eu, mas só se limitou a cumprimentar secamente.

– Bella você poderia me ajudar? Eu acho que perdi meu brinco. – Olhei para ela e não é que a danada tinha tirado um brinco.

– Claro. – disse e sai com Alice, ainda sem olhar para o crápula traidor.

Assim que subimos as escadas, paramos no corredor e Alice me abraçou.

– pode chorar mana.

– Chorar? – perguntei me afastando dela. — eu quero é a cabeça deles em uma bandeja.

Eu estava com tanto ódio que lagrimas agora não cairiam e não me serviriam de nada.

Eu me vingaria e depois me afundaria em lagrimas.

–Em quanto tempo você bola um plano? – perguntei a Alice.

– Você esta falando com profissional minha cara. Dê-me três minutos e aquela sebosa terá a pior noite de sua vida, isso se ela durar até a sobremesa.

Sorrir era isso que eu queria. – Quero destruição total sister.

Alice sorriu diabolicamente.

– Se uma diabinha incomoda muita gente... – cantarolou

– Duas diabinhas incomodam muito mais. – completei movida pela fúria.

Ah Edward você e sua namoradinha vão provar do poder da maldição Cullen.

– Que comecem os jogos. – dissemos juntas e sorrimos.

Este seria um jantar bem interessante.