Bloom

15 Teaching and Learning


Notas iniciais
Olááá amadas! Enfim, cá estamos. Espero que tenham tido um ótimo feriado. Agradecemos os comentários que ganhamos, amamos cada um. Sentimos faltas de recomendações. Beeeem alguém está curioso aí? Vamos ao capítulo!! Boa leitura.

A mão forte e máscula era preenchida pelo pequeno volume macio, o calor que emanava da pele delicada era regozijante. Uma sensação de paz dominava o casal dormindo entrelaçados sobre os lençóis claros de seda e debaixo de um feixe de luz que entrava através de uma brecha da cortina e os iluminava.

Sobre o tórax da menina a cabeça do nobre repousava, o ritmo calmo das batidas cardíacas dela embalava o sono do Duque. De repente a consciência começou a ser recobrada e o homem que segurava de forma possessiva o seio da menina despertava para o mundo.

Jacob sorriu verdadeiramente antes mesmo de abrir os olhos negros, ele tinha total conhecimento de quem estava em seus braços. Naquele momento tudo parecia tão certo e completo, como nunca um dia já tinha sido antes. Logo o Duque acordou para o que sua mão segurava de forma tão possessiva. Era fascinante observar o contraste entre os dois corpos. Cores, tamanhos, texturas... Tudo era diferente, mas que unicamente se completavam.

Com calma e devoção Jacob começou a mover sua mão sobre a carne quente, massageando a pele macia dos seios da ruiva. Um murmúrio saiu dos lábios rosados. Renesmee ainda dormia, mas a deliciosa sensação que começava sentir estava despertando-a do mundo dos sonhos. Ela já sonhava com o nobre homem!

— Hummmm... — Renesmee gemeu ainda na inconsciência.

— Bom dia, Ma poupée! — sussurrou de forma erótica no ouvido da menina, logo em seguida mordeu de leve lóbulo da orelha dela.

Renesmee em um ato reflexo inclinou o corpo para cima, tirando as costas do colchão, oferecendo-se totalmente ao Duque.

Ela ainda permanecia de olhos fechados. Jacob, que já havia despertado com o membro rijo, sentiu a fisgada em sua ereção impulsionar o seu desejo latente. Ele queria mais, muito mais da sua doce poupée. Porém a responsabilidade falou mais alto naquele momento.

Os raios solares já atravessavam as vidraças do quarto da menina, uma cortina tinha ficado um pouco aberta, pela intensidade da luz externa com certeza a criadagem já havia levantado. A qualquer momento alguma empregada poderia entrar no quarto e flagrá-los em situação totalmente comprometedora.

Jacob queira muito a sua menina, mas a respeitava — de certa forma — muito mais que o desejo que sentia por ela naquela manhã. Renesmee agora era sua prioridade, ele zelaria em todos os sentidos por ela.

Ma poupée, já amanheceu. — o Duque alternava as palavras com beijos carinhosos no pescoço e colo alvo. — Preciso me retirar e voltar aos meus aposentados. Tenho alguns afazeres importantes para hoje, sobretudo alguma criada poderá nos flagrar e sua reputação se tornará inexistente. — disse assim que a menina o fitou nos olhos.

Por mais que a menina já não possuísse mais honra, aquilo ficaria guardado em mais absoluto segredo entre o novo casal formado.

A imensidão azul dos olhos de Renesmee era como um céu claro de verão. Isso encantava o Duque em proporções jamais conhecidas. Seu coração pulsava de forma forte e intensa, era uma deleitosa sensação cálida.

— Não pode ficar mais um pouco? — a ruivinha perguntou manhosa nos braços de Jacob. Ela o apertava em seu delicado abraço.

— Eu juro que adoraria, mas já é dia. — ponderou coerente, percorrendo os olhos pelo quarto e constatando as horas através do relógio sobre a cômoda. — Preciso ir antes que nos flagrem juntos.

O Duque largou — ainda muito relutante — o corpo da jovem e sentou-se na cama, começando a catar as suas vestimentas do chão e se vestindo. Precisava se apressar.

Com fascínio ele observou Renesmee entregue na cama. Ela estava mais preguiçosa naquela manhã, no entanto todo esforço físico que teve durante a noite justificava seu estado de letargia.

— Vem, Ma poupée, eu preciso que vista a camisola. Não será pertinente a encontrarem nua. Isso não seria comum. — falou eloquente.

— Estou sentindo-me tão cansada. — Renesmee sentou sonolenta e ergueu os braços para ajudar o duque a vesti-la. — Meu corpo está cansado, ele dói! – confessou encabulada, voltando a se deitar assim que a camisola tocou seu pequeno corpo.

— É normal. Logo passará esse desconforto. – disse brando beijando o topo da cabeça ruiva. — Seu corpo não está acostumado a ter uma noite intensa. Logo irá se acostumar com a nossa intimidade no leito.

Renesmee nada disse, na verdade, ela pouco ouvia e compreendia, estava quase voltando a dormir.

— Sim, Vossa Graça. — respondeu já quase inconsciente, mais por força do hábito.

Jacob sorriu. Ela era encantadora em todos os sentidos. Analisou brevemente.

— Depois conversaremos e te explicarei o necessário. Por agora, somente descanse. — beijou novamente os lábios da garota. — Até mais tarde, ma poupée. Guarde nosso segredo. Cuidarei de você. — prometeu mais uma vez, selando uma última vez os seus lábios ao da ruiva dormindo. Era difícil partir e deixa-la só na cama.

Jacob a contemplou por instantes e sorriu encantado com a linda visão. Seus cabelos formavam um círculo no travesseiro branco, ele ignorou o membro pulsante e fitou minuciosamente todo o aposento da menina, atentando-se em vê se algo estava fora do normal ou suspeito. Não poderia deixar rastros.

Tudo estava na mais absoluta normalidade. Então se voltou para a cama e somente um detalhe, de extrema importância, lhe veio em mente: a mancha da honra tirada de sua pupila.

O Duque percorreu os olhos pela cama de forma precisa e encontrou o travesseiro com a marca da virtude tirada da menina. Sem pestanejar ele pegou o travesseiro — ninguém daria falta de um travesseiro mediante os tantos outros que adornavam a cama da menina —, aquele possuía uma macha de volume considerável. Era bem mais significativa do que foi de sua falecida Duquesa. Talvez fosse o fato de Renesmee ainda ser uma menina em crescimento, seu corpo não estava pronto. Jacob se torturou com esse pensamento.

Ódio de si próprio o dominou, mas foi só olhar para menina que dormia como um anjo para seu coração se abrandar.

O Duque deixou de forma sorrateira o quarto da sua pupila carregando o travesseiro incriminador consigo. A cada passo que o fazia se aproximar de seu aposento seu coração se apertava, pois se distanciava mais de sua ruiva. Como ele queira ficar ali com ela!

~*~

Lentamente a menina começava a abrir os olhos e retornar a consciência. Tudo havia sido verdade e não apenas um sonho, afinal, seu corpo carregava as marcas da noite passada. Renesmee sorriu. Não sabia o porquê sorria, mas não conseguiu conter a felicidade que a dominava. Seu coração pulsava um ritmo frenético, mas reconfortante. Ela tinha uma sensação de paz predominante.

Com um movimento delicado ela acariciou os lençóis que antes haviam envolvido o corpo de Jacob. Eles ainda guardavam o cheiro único e másculo do Duque.

Sorrir havia se tornado algo constante, a menina não conseguia guardar o sorriso (agora) fácil.

— Vejo que hoje a senhorita acordou feliz. — Elizabeth disse com cautela, tentado agir o mais natural e discreta possível, levando uma bandeja com poucas coisas. — Trouxe um desjejum, fiz mal? — depositou a bandeja de prata ao lado na cama.

— Bom dia, Lizzi! — Renesmee não se assustou com a presença silenciosa da governanta em seu quarto, ela já estava acostuma a ter sempre alguma criada em seu aposento. — Tudo bem, obrigada. Comerei um pouco, estou faminta.

— Está um belo dia lá fora. Imagino que esteja ansiosa para cavalgar com Estrela pelo campo. — especulou Elizabeth. Ela tentava sondar a menina, queria obter alguma resposta, mas ainda sim permanecer discreta.

— Sim, realmente está uma linda manhã. — a ruiva fitou a janela que dava vista para o lindo jardim. — Mas talvez mais tarde. Agora prefiro tomar meu dejejum e ficar em meu aposento para pintar. — a mente da ruiva já trabalhava nos desenhos que faria.

Seriam todos sobre o Duque e seu corpo exuberante. Ela sorriu involuntariamente. O coração acelerou, o corpo esquentou e as bochechas ganharam um rubor vívido.

— Senhorita? — Elizabeth chamou pela menina. Ela parecia não escutar mais seu discurso sobre o belo dia e as atividades que poderia fazer para aproveitá-lo.

— Chamou-me, Lizzi? — perguntou a garota já envergonha pelos pensamentos e pela falta de atenção que demostrava com a governanta.

— A senhorita me parece distraída, até um pouco envergonha. Parece-me perdida e com dúvidas. — a senhora tentava analisar as emoções que transpassavam o rosto de Renesmee. — Gostaria de conversar? Tem alguma dúvida? Você sabe que pode conversar qualquer assunto comigo, não é mesmo? — Elizabeth já segurava nas mãos da menina. — Sei que tem alguns assuntos que deveriam ser conversados entre mãe e filha, mas também tenho certeza que Kate ficaria feliz se eu os fizesse por ela. — finalizou atenciosa e amorosa.

Ela amava Renesmee, mas tinha pena da garota sempre tão reclusa em seu próprio mundo.

Renesmee imediatamente tentou conter as emoções. Não poderia falar sobre o segredo que agora tinha com o Duque, aquele era um assunto somente entre os dois. Além do fato que não queria falar nada pra Elizabeth. Se ela tinha alguma dúvida, iria sanar diretamente com o nobre. Estranhamente ela se sentia à vontade com ele, tudo e todas as questões que perturbavam sua mente pareciam mais fáceis quando Jacob tomava conhecimento e lhe explicava de forma tão clara e serena.

— Não Lizzi, eu realmente não tenho nenhuma dúvida para lhe perguntar. Mas se algum dia tiver, sei que poderei contar com a sua bondade e atenção. Obrigada! — sorriu de forma educada, mas contida.

Renesmee era uma barreira intransponível, somente uma pessoa conseguiu ultrapassar os muros que ela ergueu em torno de si mesma desde a morte de sua mãe e do antigo Duque, que era como um pai para ela. Jacob era o único com passe livre para seu mundinho particular.

Elizabeth sorriu vencida pela menina. Sabia que a ruiva nada lhe contaria ou perguntaria, mas ela tentaria sempre que houvesse uma brecha. Ela amava Renesmee como a filha que nunca teve, muitas vezes embalou seu sono durante os afazeres de Katherine, ela queria o bem da garota que viu crescer. A felicidade de Renesmee abrandava seu coração e suas preocupações com o futuro agora incerto.

Seja lá o que acontecesse, ela protegeria a sua menina de tudo.

~*~

O Duque permanecia pensativo enquanto observava através de sua janela o horizonte. Ele se recriminava pelo fato de ter roubado a pureza da menina, mesmo ela tendo estado rendida e satisfeita. Parecia errado!

Foi errado, Jacob! Ele dizia a si mesmo. Não deveria ter feito aquilo.

Por toda manhã o Duque martirizou-se, não quis nem descer para tomar o desjejum, estava chateado por ter sido tão bruto e insensível com a sua delicada menina.

A manhã já estava próxima ao fim quando Jacob decidiu que não poderia mais ficar recolhido em seu quarto, tinha deveres importantes a tratar no silêncio de seu gabinete, ao final tentaria distrair-se de pensar em Renesmee coisa que não fez desde que havia acordado.

As botas do patrão pisando de forma dura no chão foram tudo o que Oliver pode ouvir no longo corredor. Ele já estava indo ao encontro do nobre, e mesmo que as passadas furiosas de Jacob o impelisse a fazer ao contrário, o mordomo tinha um dever a cumprir. A visita esperava ansiosa. Contando com a coragem ele interceptou o Duque a poucos passos de seu escritório.

Jacob não tinha a cara muito boa, parecia perdido em pensamentos, e esses parecia não agradá-lo, mas Oliver respirou fundo e prosseguiu:

— O Visconde Norbury está a sua espera, Vossa Graça. Ele quer falar sobre as propriedades em Kent com o senhor. Foi o que me disse. Deixei-o na sala informal. Mando-o para seu gabinete? — sondou cauteloso.

— Não! Quero ficar sozinho.

— Mas...

— Mas nada, Oliver! Hoje não atenderei ninguém. Estarei ocupado toda à tarde. – Jacob cortou a fala do mordomo, após isso bateu com a porta em sua cara.

O Duque caminhou até onde a bandeja com as suas bebidas estava depositada e serviu-se duas vezes seguidas de um Brandy. Ele segurou profundamente o ar antes de fitar o retrato de seu pai.

— Ah! — grunhiu e se jogou na poltrona. — Eu sou um monstro, meu pai. Eu sei... Sou horrível. Eu destruí a pureza dela, arruinei com a sua reputação. Perdoa-me, meu pai. Eu juro nunca mais fazer isso. Eu prometo. Me sinto péssimo.

Ele não se sentia insatisfeito, longe disso, ainda tinha desejos ao se lembrar da ruiva, mas sua consciência o confrontava. Ela era tão frágil, tão menina. Nem ao menos havia sangrado. Era apenas uma criança.

— Eu sou um maldito monstro, meu pai. Sou um monstro. — ele disse percebendo os olhos sábios da pintura o fitar. — Nunca mais tocarei nela, prometo.

Ele serviu-se de mais um Brandy e sorveu todo o conteúdo de uma única vez. Já estava sem lenço, então abriu os botões do colarinho.

— Posso arranjar para ela um marido de família rica e bem conceituada na sociedade, talvez alguém que esteja passando por dificuldade financeira ou um nobre falido. Aumentarei o dote dela. Direi que... Direi que... — ele tentava achar uma desculpa, alguma história que pudesse convencer um rico a desposar a jovem.

A mente de Jacob começou a traí-lo, fazendo com que ele começasse a visualizar um homem bem maduro, talvez com seus quarenta anos ou mais, com altas dívidas e de olho não só no farto dote oferecido, mas também nos atributos físicos de sua poupée... De repente o nobre sentiu seu sangue esquentar tanto que parecia que ele iria ferver, seus músculos tremeram... O Duque estava possesso, acabou com todo destilado de sua garrafa.

— Não! Jamais a darei para qualquer maldito! Não, ela é minha! – disse sem perceber a posse e as palavras que saíam de forma automática de seus lábios. Os olhos de Jacob estavam vidrados, ele voltou a sentar-se na poltrona. — Não a deixarei para ninguém. — assegurou com a face dura, mas sua voz era de menino birrento que se recusava a dividir seus doces.

Ele ergueu o olhar para a pintura.

— Não me olhe assim. O quê? Eu não posso casar com ela, você me ensinou isso. — disse como se realmente conversasse com a pintura de William. – Deus! Eu estou ficando louco. Não posso desposá-la. — continuou em voz baixa. — Eu posso? — perguntou ao retrato de seu pai. — Não posso. – disse sem qualquer convicção. — Que diabos! Não sei o que fazer. — bradou levantando-se e indo até a janela, contemplando a macieira.

Renesmee era o seu fruto proibido, assim como a maçã do paraíso. Mas agora era tarde, ele já havia provado e adorado, queria muito mais dela. O que faria? Seu lado racional – muito mínimo — tinha consciência que não poderia repetir a noite anterior. Refletiu e suspirou pesadamente. Nunca se sentiu tão completo e satisfeito, mas ela deveria casar com um bom homem, ainda assim esse não teria um título muito significativo.

O peito de Jacob apertou dolorosamente assim como as suas mãos, deixando os nós de seus dedos esbranquiçados devido à força empregada em seu punho serrado. A imagem de outro homem encima dela, provavelmente velho, arremetendo com força em seu interior, era torturante e repulsiva.

— Não, não e não! Não permitirei que ninguém toque em minha poupée.

Conforme falava o seu tom ia suavizando e a imagem da sua doce menina tomava sua mente. Ele afundou-se na poltrona junto com um copo e uma garrafa de uísque, permanecendo ali com seus demônios entre o casá-la ou não casá-la.

De uma coisa o Duque tinha certeza: não poderia mais tocá-la. Morreria de remorso, caso acontecesse.

Após passar longos e torturantes minutos — e acabar com a garrafa do líquido destilado — Jacob levantou-se e se encaminhou para a porta de saída de seu gabinete. Não aguentava mais permanecer ali trancado encarando o retrato de seu pai.

Enquanto se dirigia a biblioteca, Oliver o interceptou outra vez:

— O almoço pode ser servido, Senhor? – perguntou o mordomo ainda reticente.

— E a senhorita Renesmee? — Jacob franziu o cenho e questionou ainda pensativo

— A senhorita Wood já almoçou, Vossa Graça.

— Tudo bem. Pode mandar servir. Já me encaminharei para sala de refeições.

Dito isso o nobre entrou na biblioteca com o intuito de encontrar um livro para passar o tempo ocioso, ele precisava tirar a ruivinha da cabeça. Como se não fosse suficiente todas as lembranças, ele contemplou a menina passar em direção ao jardim lateral, ela parecia distraída levando algo em sua mão. Jacob não se deu trabalho de ver, o vestido lilás de musseline esvoaçava na brisa um pouco mais forte no começo da tarde, assim como os cabelos ruivos se soltavam um pouco do penteado, ela era a mais bela das visões e atraía totalmente a atenção do Duque.

— Maldição! — rugiu socando a parede ao lado da janela. — Eu não vou atrás dela. Prometi isso! Jacob, seu maldito libertino, você precisa parar com isso. — rosnou para si mesmo.

Ele agarrou um livro aparentemente interessante e se trancou no escritório.

Na sala de refeições nenhum dos criados ousou incomodar o patrão, nem desconfiavam o porquê do comportamento dele. Oliver comentou que o Duque não estava em seu melhor humor, Elizabeth — que estava por perto — torceu o seu nariz e especulou alguns motivos. Era difícil de entender, ele parecia tão bem e satisfeito — ela pensou receosa — e agora estava mal humorado? Elizabeth não podia deixar de se preocupar com as suas crianças.

Enquanto isso a pequena mulher a qual o Duque Black intitulou de Ma poupée permanecia sentada entre as duas roseiras que faziam sombra na lateral da casa Black. Ela sorria para o sol que acariciava com ternura a sua pele alva.

Renesmee não podia dizer que sabia o que estava acontecendo ou que tinha noção do que lhe aconteceria, no entanto sentia-se feliz como há muito tempo não sentia.

Notar o carinho que o Duque tinha por ela não causava só o incômodo de seu corpo, mas também aliviava a pressão em seu peito. Ela tinha a afeição do nobre, ele cuidou para que nada fosse descoberto. Renesmee sabia que a noite passada havia manchado sua honra, embora não fosse totalmente consciente da real proporção que aquilo teria em seu futuro. Estava arruinada, mas sentia-se bem.

Ela lembrou-se do Duque sobre ela, das mãos dele em seu corpo, dos movimentos repetitivos e fortes... Seu centro pulsou fazendo-a sentir uma dor aguda. Ela já havia notado a região bem dolorida, preferia não bulir. Na hora do banho havia sido complicado, entretanto, ainda assim ela ansiou pela presença do Duque.

—Por que isso? — ela sussurrou.

Era uma mistura de ardência, dor e prazer pela noite passada. Sentindo-se cansada, confusa e todas as emoções trazidas pela lembrança, Renesmee resolveu conversar com alguém.

Estrela! Ela pensou, levantando e saindo correu para o estábulo.

Seu sorriso foi aberto ao ver a amiga escovada, alimentada e assanhada por vê-la.

— Oi garota, vamos passear? Precisamos conversar e confidenciar segredos. — falou acariciando o pelo da égua.

— Olá senhorita. — cumprimentou Joe alegremente.

— Olá. – respondeu receosa. Não queria contrariar Jacob. — Vou levá-la. Até mais tarde. – Renesmee disse para Joe.

O jovem cavalariço ficou apenas observando de longe a bela garota ruiva subir em sua égua e galopar para longe dali. Ele suspirou.

— Esqueça a senhorita Wood. Ela não é para você. — falou Richard e o jovem apenas suspirou.

— Eu sei disso. Infelizmente ela está fora do meu alcance.

Enquanto a menina galopava para longe da propriedade as dores que estava sentido em seu centro e coxas só piorava. Ela rumava em direção ao seu adorado riacho, nem mesmo falava com Estrela, tamanho à dor que sentia.

Até que Renesmee começou a gemer de dor, o impacto da sela do animal com o meio de suas pernas a fazia gemer sôfrego. Ela ergueu um pouco os quadris da sela e pôs toda a força nas pernas. Ainda doía muito, mas tornou-se mais suportável seguir o seu destino.

~*~

O Duque andava impaciente de um lado para outro em seu quarto. A sua razão duelava impiedosamente com sua emoção.

— Eu não vou lá! — proferiu o nobre. Tinha acabado de sair do seu banho, trajava apenas um robe negro.

Jacob havia visto a ruiva passar para fora da propriedade com seus cabelos ruivos dançando ao vento. Havia terminado sua leitura e convencido a si mesmo que ir atrás dela era errado.

— Que inferno! Não irei atrás dela. — disse enquanto vestia-se. – No entanto, estou afim de uma caminhada. — argumentou apanhando sua casaca e seguindo para fora de seu quarto.

O Duque atravessou os corredores e deixou a mansão sem nem ao menos cumprimentar um único criado que cruzou o seu caminho. Assim que o nobre pisou no estábulo os empregados dali correram para preparar o seu cavalo. Em poucos minutos o animal negro estava pronto. Jacob subiu rapidamente em Trovão e ao galope deixou para trás a estrebaria.

Ele vagou um pouco por suas terras apreciando a brisa morna em sua face, porém sem nem ao menos tomar consciência ele já seguia na direção do riacho onde suspeitou que Renesmee estivesse. No íntimo Jacob queria encontra-la, render-se ao desejo, saciar seu corpo e tranquilizar seu peito.

Jacob sorriu amplamente, ao longe ele já reconhecia a voz de sua Poupée!

— Poxa Estrela, o que farei? Eu gostei de estar com o Duque, é um pouco doloroso, mas também é bom. Sinto coisas diferentes, coisas essas que eu não sei o que são, mas que gosto de sentir. — ela contava seus segredos para égua.

Estrela estava deitada com Renesmee encostada a ela, ambas a beira do riacho. Renesmee ainda sentia seu sexo pulsar de dor, ela mastigava uma maçã enquanto contava sua noite ao animal, porém se assustou com o barulho de um cavalo, em seguida ruído de botas ao chão, logo passos.

A menina pulou de susto, chegando a esquecer de sua dor. Estrela relinchou e no segundo seguinte Jacob e Trovão apareceram.

— Olá, Ma poupée.

— Vossa Graça, que susto. — ela riu de alívio. – Como me achou aqui? – questionou curiosa, aquela era uma área erma da propriedade, ninguém aparecia por ali.

— Vossa Graça? — ele a repreendeu com um sorriso malicioso e uma sobrancelha arcada. Havia ignorado a pergunta da menina.

— Jacob. — disse ela firme olhando nos olhos dele.

— Como se sente? — questionou o nobre enquanto amarrava seu cavalo na macieira.

— Bem.

— E as dores?

A ruiva corou violentamente com a pergunta íntima do Duque. Ela relutou em contar a verdade, não teria coragem para confessar sobre as dores que sentia em uma região tão íntima.

— Renesmee. — Jacob chamou carinhoso.

Isso massageou o coração da jovem, que batia contente ouvindo a voz do Duque que transbordava afeto, sentimento esse que a menina acreditava que ele tinha por ela. Jacob de fato admitia toda a preocupação, já se sentia péssimo por seus atos e por imaginar machuca-la, todavia, não se moveu apenas esperou ansioso que uma resposta chegasse.

— Ainda dói um pouco. — murmurou muito envergonhada. Ela já não olhava mais para os olhos do Duque e sim para o chão.

Jacob sentiu a sensação de um soco na cara. Renesmee parecia reprimir o que realmente sentia.

— Onde dói, Ma poupée? — perguntou carinhoso, segurando o rosto dela entre as duas palmas.

— Em alguns lugares. — a voz de Renesmee era apenas um fio.

— Onde? — insistiu o Duque.

A menina mordeu o lábio inferior pela vergonha que tentava refrear, mas para o Duque ela pareceu muito mais sexy fazendo aquilo.

— Onde... lá... em... Não consigo dizer onde é. — ela respondeu e virou-se de costas para ele, abraçando o próprio corpo.

A vergonha dominava totalmente a menina. Ela jamais teria coragem de confessar que a sua intimidade ardia e doía intensamente.

— Renesmee. — Jacob suspirou. Ele sabia exatamente onde era a dor que a ruiva sentia. — Deveria estar descansando. Cavalgar só piora a dor. Você não deveria ter cavalgado hoje, muito menos para tão distante. — avisou acariciando os braços delicados.

— Eu não sabia que iria piorar as dores. Queria apenas poder vir um pouco aqui para conversar com Estrela. – confessou ainda muito encabulada com o rumo da conversa.

O nobre se aproximou e a abraçou por trás.

— Deixe-me ver como está. Vou cuidar de você.

A menina sentiu o peito trotar, os olhos azuis duplicarem de tamanho e as bochechas queimarem intensamente. Ela virou-se para Jacob assustada.

—Vossa... Jacob! Não posso! — afirmou categórica.

Jacob riu com a expressão de pavor de sua menina.

Ma poupée, eu já lhe vi ontem à noite. O que mais me impediria?

Renesmee abriu e fechou a boca, sem argumentos e corada como tomate maduro. Jacob ainda sorrindo – largamente — abraçou a menina e a beijou, incrivelmente delicado. A ruiva colocou as mãos de forma receosa nos braços do Duque e entregou-se a carícia.

— Deixe-me ver, por favor. Só quero cuidar de você e ajudar a aliviar sua dor.

Renesmee ainda estava tensa e relutante, contudo, não o impediu de deitá-la sobre o casaco dele. Ela também não o impediu de subir suas saias até quase o seu quadril e roçar a mão em suas coxas nuas.

— Eu posso ma poupée? Vou cuidar para que não sinta mais dor. — perguntou com a voz rouca, ele já sentia seu membro duro e pulsante.

A menina deu um mínimo aceno positivo com a cabeça. Jacob subiu a combinação até contemplar a pequena intimidade de pelos ralos e ruivos, seu membro latejou à medida que sua boca salivava. O local que deveria ser liso e delicado encontrava-se bem vermelhado e inchado, visivelmente sensível. O Duque abaixou a cabeça e condenou-se, havia a machucado.

— Me perdoa, Ma poupée? Te machuquei. – disse com raiva de si mesmo. — Sente dor aqui? — indagou tocando delicadamente a região rubra. A menina gemeu pela dor e fechou as pernas em reflexo. – Espere! – Jacob pediu, afastado novamente as pernas da ruiva e sentando no meio dela, sem tirar os olhos do centro machucado. — Vou fazer essa dor passar.

— Como? – questionou assustada.

Jacob abaixou-se e distribuiu alguns beijos demorados por lá, aquilo lhe acendeu e Renesmee sentiu coisas diferentes e intensas, sentia-se amolecer outra vez. O nobre continuou com os beijos em seus grandes lábios, na parte mais sensível de sua intimidade, onde parecia estar em carne viva de tão assada.

Renesmee gemeu.

Jacob recobrando a consciência a fitou preocupado. Ela mantinha os olhos fechados, parecia aproveitar. Será? Ele se questionou.

Então o nobre continuou com as carícias com a língua naquela região e o gemido seguinte da garota não foi de dor, ela gemia seu nome.

Jacob experiente como era reparou Renesmee lubrificar violentamente e continuou com suas caricias com a língua em toda a extensão da intimidade dela, seus dedos a acariciaram devagar. Ele notou a onda de prazer dela intensificar.

— Jacob! — ela gemeu mais alto.

Ele segurou uma das coxas dela colocando-a em seu ombro, tendo livre acesso ao centro quente. Estava muito sensível, Jacob não ousou chupá-lo. Apenas manteve sua língua e lábios em movimentos, às veze os dedos escorregavam, às vezes sua língua a penetrava e tornava a mexer dentro dela.

Renesmee de olhos fechados não tinha noção do que o Duque fazia com ela. Sentia somente que havia lábios, língua e dedos, que tudo aquilo estava levando-a ao abismo, ao ápice de seu prazer. Seus gemidos já eram incontroláveis.

Jacob se excitava cada vez mais ao vê-la se molhar tão fortemente e chamar por ele de forma tão urgente.

Renesmee não entedia como podia sentir-se tão bem. Não sentia mais dor, apenas o espiral de prazer vindo cada vez mais frequente. Era intenso, mas à medida que o formigamento em suas extremidades aumentava, ela tinha a sensação que iria explodir em algo muito mais grandioso.

— JACOB! — Ela gritou apertando – em reflexo — os próprios seios, deixando se esvaziar na boca do Duque.

Seu corpo estava mole, seus olhos ainda fechados.

— Ah, Renesmee! — ele gemeu ainda entre as pernas dela, enquanto liberava seu membro rijo. Renesmee ainda tremia pelo orgasmo recente, sua respiração ao arquejo. —Venha aqui, ma poupée. – disse ele com sua voz aveludada e carregada de desejo.

Ele a puxou delicadamente pela mão. Ela levantou-se lentamente e sentou-se frente a ele.

— Gostou, Ma popée? — sondou.

Ela corada como maçã madura assentiu, ainda regulando a respiração. O Duque ampliou o sorriso orgulhoso que ostentava.

— Venha, sinta. — ele conduziu uma das mãos dela até o seu membro.

Jacob não deixou de oscilar pelo prazer de vê-la e senti-la tocando-o.

— Jacob... — ela suspirou.

A mão da menina tremia de medo e ansiedade ao tocá-lo no sexo rijo. O Duque a conduzia nos movimentos, ensinando-a como deveria ser feito. Tudo era novo e completamente desconhecido para a ruiva.

— É tão bom quando é você fazendo isso, ma poupée. — o nobre suspirou fechando os olhos e aproveitando a sensação de senti-la o acariciar.

— Você gosta? —- ela perguntou inocente. Os olhos azuis claros brilhavam na expectativa de saber se estava agradando-o.

— Adoro. — falou com voz rouca. — E adoro ainda mais quando gosta das coisas que faço com você. — sua voz transbordava luxúria.

Renesmee engoliu a saliva em seco. A sensação daquela pele quente e lisa ao mesmo tempo em que era cilíndrico e duro, estranhamente a fazia sentir-se úmida e mole outra vez.

— Faça como eu fiz em você, Renesmee. — falou com jeito e olhar pedinte. Renesmee o encarou confusa. — Quer me fazer sentir tudo o que você sentiu? — ele perguntou pretensioso enquanto beijava o pescoço dela.

— Hummm. — ela gemeu sôfrega, ainda torpe.

— Vem, Ma poupée. — ele deslizou as mãos pelos cabelos ruivos da menina.

Renesmee não lutou. Ela deixou ser guiada para baixo, ficando na altura do quadril do Duque. Naquela posição ela podia observar por outro ângulo o membro ereto do nobre. Era enorme e muito grosso, potente em toda sua exuberância. Agora a menina entendia o porquê de está tão dolorida, afinal, aquela parte tão robusta do Duque esteve dentro de uma parte tão pequena dela.

A menina ruiva estava assustada e insegura. Visivelmente envergonhada, mas igualmente ansiosa. Ela não entendia o que o homem a sua frente queria com o pedido, mas ela estava curiosa para fazer tudo o que ele pedisse.

— Beije-o! — instruiu.

Renesmee ergueu o olhar, ainda confusa e insegura. Seus olhos azuis encontravam-se arregalados, ela parecia ainda mais assustada com o pedido inusitado do Duque.

— Aaah... —Jacob tremeu com o jeito sexy sem pretensão dela. Era uma perdição para ele essa essência dela de menina-mulher.

— Beije-o, Ma poupée.

Ele a abaixou e conduziu-a até sentir os lábios macios dela tocarem a sua carne sensível e brilhante.

— De novo.

Eram leves e tímidos beijos, mas Jacob estava a ponto de um delírio.

Ma poupée. — sua voz era um fino ruído, vagaroso.

— O que eu fiz? – a menina indagou assustada.

— Continue, Renesmee, continue. Passe a língua. — determinou embevecido, jogado a cabeça para trás.

A menina após dar mais dois beijos na cabeça do membro rijo dele, passou a língua vagarosamente. Não foi proposital e sim por timidez, mas mesmo assim causou tremores e sensações intensas no homem.

— Aaaaah, RENESMEE!

Era tudo muito intenso para ambos.

— Coloque-o dentro de sua boca o máximo que conseguir, por favor. — Jacob implorou guiando a menina a engolir seu órgão imponente. Jacob ergueu seu quadril, já louco com a boca delicada da menina em seu corpo, mas seu ato quase engasgou a menina, que tossiu.

— Oh, ma poupée. — ele compadeceu-se da menina. — Devagar querida, tente outra vez. Proteja os dentes com os lábios, tente apenas chupa-lo.

Renesmee foi receosa, mas tentou fazer exatamente da forma que o nobre a instruía.

Jacob tentou se controlar para não machucá-la. Incrivelmente delicado ele segurou nos sedosos e longos cabelos dela, mas não coloco força.

— Use a língua, Ma poupée, a língua. — disse rouco.

Renesmee, procurando um maior apoio espalmou suas pequenas mãos nas coxas firmes de Jacob para aumentar o seu equilíbrio. Ela começou a subir e descer devagar com os seus lábios no eixo do membro dele, introduzindo a língua lentamente.

O nobre gemeu mais alto. Ele tinha a mão direita estimulando a parte de seu membro que a menina não conseguia abocanhar. Ela era pequena até na boca.

— Isso! Continue. – a incentivou. A voz do Duque estava extremamente rouca.

Renesmee estava ficando cada vez mais torpe com toda aquela áurea erótica. Por fim, compreendeu que Jacob gostava do jeito que estava fazendo aquilo. Havia nome para o que fazia? Ela não fazia ideia e não tinha coragem de perguntar. Seja lá o que aquilo fosse, ela estava gostando e parecia que Jacob gostava muito mais.

Os movimentos de vai e vem eram constantes e repetitivos, o Duque gemia cada vez mais alto. A menina sentia a mandíbula começar a doer, mas cada vez que seu nome ou apelido escapava pelos lábios volumosos do nobre, ela sentia-se estimulada a continuar.

De repente Jacob a puxou para cima e colou seus lábios no dela, beijando-a de forma voraz. Estava difícil para ela acompanhar o beijo exigente do Duque. Ele a apertou mais contra seu peito e em seguida um gemido escapou entre os lábios. O Corpo do Duque se enrijeceu para logo em seguida relaxar.

Renesmee não viu, mas o homem liberava sua essência sobre a própria mão.

O Beijo se findou, mas Jacob a manteve em seus braços. Ele tentava normalizar a respiração alterada pele recente orgasmo.

— Você é perfeita. – Jacob sussurrou rouco no ouvido da menina, que sentiu instantaneamente os pêlos de todo o seu corpo euriçar. – Você será a minha perdição. – murmurou agora sobre os fios ruivos da garota.

Renesmee não conseguiu ouvir a última frase. Seu coração pulsava com uma frequência alta, ele chocava-se com força contra seu peito. Ela estava absorta nas próprias sensações.

O Duque lentamente a soltou de seus braços fortes e se recompôs, guardando o membro semiereto na calça. Ele caminhou até a margem do riacho e lavou a mão melada com o seu gozo. A água estava gelada, mas extremamente convidativa. Há muitos anos ela não apreciava um banho naquele riacho.

Renesmee não o questionou, somente observava o que o Duque fazia.

— Que tal um banho? Estou com calor e acredito que você também, Ma poupée. — Jacob a convidou, estava suado depois de todo prazer que sentiu. Sem esperar por uma resposta da menina, ele começou a se despir, ficando completamente nu. — Você não vem? — chamou uma última vez antes de entrar na água fria e mergulhar de cabeça.

A ruiva tinha a boca levemente aberta pela surpresa, sem contar o fato de que pode observar melhor à nudez do homem na luz do dia. Ele era lindo. Ela suspirou apaixonada e encantada.

Jacob nadava aparentemente alheio a tudo a seu redor, mas a verdade era que ele não tirava a atenção da menina que o observava fascinada.

— Vem, ma poupée. A água está uma delícia e ficará ainda melhor com você aqui comigo. – reforçou o convite após emergir da água apenas com seu tronco.

Renesmee amava aquele riacho, porém agora ele parecia muito mais convidativo.

Mesmo receosa, ela despiu-se ficando totalmente nua como de costume. Por mais que a intimidade entre o casal houvesse avançado ao nível máximo, a ruiva ainda sentia-se tímida com sua nudez diante do nobre. Com as mãos Renesmee tentava cobrir os pequenos seios e sexo.

Jacob sorria pelo pudor desnecessário da menina diante dele.

Ela mergulhou de encontro ao nobre, que a recebeu em seus braços.

O casal permaneceu no riacho durante vários minutos, sempre trocando carícias e beijos. Jacob permitiu-se brincar com sua menina, ela o convidava de forma tão irresistível que dizer não seria um crime.

Eles deixaram a límpida água do riacho para trás e deitaram nus para secarem-se ao sol, sobre a manta que Renesmee sempre trazia junto com a sela de Estrela. Permaneceram ali deitados até estarem completamente secos. As carícias e beijos sempre presentes. Jacob não tinha a intenção de penetrá-la, até por que a ruiva não aguentaria uma rodada de sexo, mas não conseguia deixar de incita-la com as mãos e lábios, brincando sempre com todo o corpo delicado de sua menina-mulher.

A tarde foi tão agradável para ambos que eles não sentiram as horas passarem. Já era fim de tarde quando Jacob lembrou-se que deveriam voltar, não podiam levantar a suspeita de nenhum criado.

Vestiram-se sobre os olhares atentos um do outro. Já recompostos eles rumaram novamente em direção da mansão Black.

Jacob não permitiu que ela volta-se cavalgando sobre Estrela, aquilo só pioraria sua dor. Ele amarrou a égua junto a seu cavalo e pôs a ruiva sentada de lado em seu colo. Seguiriam assim até os limites da floresta que os isolavam de tudo, depois deixaria Renesmee seguir a pé até a propriedade.

Não seria um caminho curto, mas também não era longo. Porém não tinha escolha, ele não poderia seguir com ela em seu colo até o estábulo. Isso acabaria com sua reputação diante de todos.

Depois Jacob cavalgaria por mais um tempo pela propriedade. Tinha que fazer hora, não poderia chegar à propriedade logo depois dela.

Ambos não percebiam que uma cumplicidade se estabelecia entre eles, agora viviam como um casal. Algo muito grandioso começava a mudar para os dois, por mais que ainda não se dessem conta ou não compreendessem o que realmente ocorria entre eles.

Notas finais
hahaha Alguém aí com invejinha da ruiva? Ou dó? Duque taradão, nem dá refresco rsrs Gostaram? Querem mais? Mesmo esquema meninas. Com comentários e recomendações. Merecemos? Quando atingirmos os 25 comentários terão mais um o/ Beijos e abraços Jenny e Daaay