Notas iniciais
Oláaaa leitoras lindas e amadas... Vamos a mais um capítulo de Bloom? Capítulo lindo e emocionante, choramos ao escrevê-lo. Esperamos que gostem e se emocionem tanto quanto a gente. Estamos felizes com o retorno da fic, mas esperamos melhorar os comentários. Deixem seus comentários ao final da leitura, por favor!!! Vamos ao capítulo?

Kent, 1810

O silêncio da casa era quebrado apenas no quarto de hóspede do segundo patamar, onde o casal se amava sobre a cama de colchão grosso e macio.

As fortes e másculas mãos apertavam com ardor as coxas alvas e femininas ao redor de seu quadril que arremetia freneticamente contra o corpo pequeno sob o seu. As mãos miúdas da mulher, porém firmes, seguravam as costas musculosas com ímpeto. Os gemidos sôfregos e altos ecoavam no cômodo em meio à madrugada. Gemidos roucos e agudos, os sons dos dois se misturavam assim como os corpos e os cheiros.

– Kate... – o homem sussurrou no ouvido dela – Oh Kate! – ele bradou vertiginoso sentindo o frenesi de um orgasmo iminente.

As mãos miúdas agora cravavam suas unhas na carne das costas do homem enquanto suas próprias costas curvavam-se levando seus seios a encostarem-se ao peitoral amplo de seu amante.

– AH WILL... – Kate gritava, mas o homem a calou com um beijo fervoroso.

Ambos estavam sem fôlego e curtindo o ápice do ato, o beijo não durou muito, mas os corpos permaneceram conectados, levemente suados e trêmulos enquanto os gemidos deram lugar às respirações custosas e altas.

– Eu amo você! – Katherine disse após se recuperar.

Os anos a fizeram amar de forma intensa e verdadeira William. Ao lado do Duque aprendeu o que era o amor verdadeiro.

– Te amo! – o duque confessou olhando fixamente os belos olhos azuis cobalto.

Os corpos ainda estavam unidos quando eles voltaram a se beijar com paixão logo após confidenciaram seus sentimentos um pelo outro. Todas as noites eram assim para o casal de amantes.

Agora todos já sabiam do caso entre Katherine e William, não era mais segredo para ninguém. Não, ele nunca a assumiu perante a sociedade inglesa. William era preservador dos bons costumes, ao se apaixonar pela criada passou a ser só mais um hipócrita aristocrata. Entretanto, com o passar dos anos ele não fazia questão de esconder de ninguém o quanto a loira era especial para ele.

No pequeno vilarejo de Kent todos conheciam quem era a mulher do duque, mas ninguém ousava a comentar ou denigrir a imagem da jovem. Ninguém era louco o suficiente para desafiar um nobre tão poderoso como William Black.

Katherine agora possuía um belo aposento na ala das visitas, seu quarto era interligado ao de Renesmee – que já tinha oito anos e dormia sozinha –. William fazia questão de mimá-las com presentes e mordomias, além da atenção e carinho que distribuía sempre que podia.

Todas as noites o Duque ia até o quarto que destinou a amante, trancava as portas e a amava durante toda a madrugada como se não houvesse uma enorme distância entre suas posições na sociedade ou distinção do estilo de vida.

Apesar de todo o seu romance com o lorde e do descontentamento dele, Katherine nunca deixou de trabalhar ou ser a gentil pessoa de sempre.

A pequena Renesmee possuía longos e lisos cabelos acobreados e uma baixa estatura, além de ser muito magrinha, mesmo com a ótima alimentação que recebe. Era linda e encantadora, extremamente educada e igualmente tímida. A menina assim como a mãe sabia seu lugar, mesmo tendo aulas de matemática, inglês, música e desenho – exigências de William – e nunca ter precisado trabalhar na mansão, Renesmee sabia que não passava da filha bastarda de uma criada. Mesmo pequena ela reconhecia a bondade e os esforços do Duque. Era grata ao homem que gentilmente a amava de forma tão gratuita.

Principalmente quando os filhos dele se foram, Jacob à Universidade e Rachel que agora casada vivia no palácio Real juntamente a seu marido. Desde então William dedicou o tempo – em que não estava em viagens – ao seu tão querido campo e a dar privilégios – mesmo que apenas em sua propriedade – a Renesmee. O Duque era o mais perto que a menina tinha como figura paterna e ainda assim, ela sabia que ele não era seu pai. Sua mãe nunca falava de seu pai biológico, mas afirmava que não valia a pena saber, que ela tinha que ser sempre grata ao Duque por ele lhe proporcionar tantos privilégios em sua vida.

~*~

O vento frio do outono levava as folhas amareladas para longe, as árvores já não possuía mais suas vistosas folhagens, o inverno se aproximava a cada dia prometendo temperaturas bem congelantes. Era manhã, bem cedo, quando o Duque de York recebeu uma missiva em sua propriedade de campo – no vilarejo de Kent– avisando que era necessitado no parlamento.

– Prometa-me que irá se cuidar? – Willian falou bem baixo para Katherine, ele segurava o rosto dela com ambas as mãos e fitava seus belos olhos azuis cobalto.

Estavam na escadaria principal do casarão em uma manhã cinzenta do fim de novembro.

A loira apenas assentiu.

– Por favor, querida detesto vê-la doente. – ponderou o homem preocupado.

A Katherine havia tido uma gripe forte e difícil de curar. Isso ainda o preocupava em demasia.

– Eu prometo. Não se preocupe comigo. Além disso, já estou curada. – ela assegurou. – O senhor que tem que se cuidar, milorde. Sei muito bem que em Londres não se cuida direto. Toma, vista o casaco que peguei pra você. A viagem será longa e estará frio na estrada. – a loira colocava sobre os ombros fortes do amante o grosso casaco que tinha separado para ele.

William sorriu com o zelo que Katherine sempre tinha, amava a forma que ela tão carinhosamente cuidava dele.

Após um olhar intenso e afetuoso entre os dois, William abaixou-se para falar com Renesmee que segurava a mão da mãe.

– Cuida dela pra mim?

A menina anuiu freneticamente.

– Ótimo! – O Duque sorriu e deixou um beijo no topo da cabeça acobreada da menina. – Se cuide também e se comporte com uma dama, quando eu voltar terá bonecas novas. – acrescentou e a menina lhe deu um grande sorriso radiante.

Assim, William logo entrou em sua carruagem e deixou a casa de campo indo se hospedar em sua mansão em Londres. Precisava resolver sua pendencias e obrigações o mais rápido possível, não via a hora de retornar para os braços de sua amada Katherine.

~*~

Chovia muito naquela semana, Wiliam já deveria ter voltado ao campo. Katherine sentia-se angustiada longe do duque, mas ela nada podia fazer além de esperar.

Era meio da tarde e o céu já estava escuro, Renesmee se encontrava na sala íntima, mas não tomava o chá com a Senhorita Winslet, a criança grudou seu rosto no janelão e mantinha os olhos claríssimos em sua mãe que surgia no meio da relva e se dirigia a entrada lateral.

Assim que chegou a ala dos criados a loira correu para esquentar água e logo foi em busca de toalhas secas, a Senhorita Winslet foi acudi-la sendo seguida por Renesmee.

– Você, me espere na sala. – ordenou a criança.

– Mas a mamãe está bem? – Renesmee perguntou bastante preocupada.

– Está. Não demoro.

A menina assentiu e obedeceu voltando a sentar-se no sofá e a retomar a sua xícara.

– Kate, está louca? O que foi fazer lá fora? – a governanta perguntou alarmada ao ver as vestes encharcadas da jovem.

– Caminhar. – a loira foi interrompida por uma sessão de tosse. – Não me sentia bem, fui pegar ar puro – mais tosse –, não imaginei que choveria tanto.

Logo veio Marina, outra criada quase da mesma idade de Katherine, porém pouco mais velha e apavorada.

– Garota, você mal se curou de uma forte gripe – ralhou a mais velha– Disse-lhe para não sair. – advertiu-a.

– Não exagere Marina, estou curada. – falou com um sorriso amigável nos lábios carnudos, todavia mais tosse invadiu o ambiente.

As duas empregadas se fitaram preocupadas. Katherine insistia em continuar levando a vida normalmente, porém ainda não estava totalmente restabelecida de saúde. Por isso o Duque tinha tanto zelo e preocupação com a jovem, ela não sabia reconhecer os limites do próprio corpo. Ela sempre se julgava forte e inabalável, ainda mais depois de tudo que já havia passado.

Dois dias depois quando o duque chegou, seus filhos estavam com os olhos curiosos e ansiosos, permaneciam sentados ao sofá apenas por imposição de Elizabeth. Um médico havia sido chamado para examinar Katherine que havia ficado novamente debilitada.

Jacob chegara de uma viagem à Escócia e resolveu arriscar visitar o pai. Acabou encontrando sua irmã Rachel no sofá, a pequena Renesmee com a cabeça em seu colo e o corpo em posição fetal, seu cunhado se encontrava em frente à janela e logo o chamou para conversar em particular em uma parte mais afastada do salão.

– É a Senhorita Wood. – o príncipe avisou.

– O que há com a senhorita? – Jacob perguntou apavorado, gostava de Katherine e, sobretudo sabia o que ela representava para o pai, William a amava.

– Está piorando de saúde.

Jacob engoliu em seco, um bolo amargo e cortante descia com dificuldade por sua garganta. Sentou-se na poltrona ao lado onde a irmã estava e onde o príncipe se sentava. O moreno agora era um homem tão alto quanto seu pai, robusto, de ombros largos e o rosto severo, mesmo bonito e tendo a pele mais dourada, Jacob mostrava ser um homem bastante marcante e responsável, apesar da idade.

– O que houve? – William perguntou ao observar a face apreensiva de todos.

– A senhorita Katherine está sendo examinada por um médico. – Jacob respondeu.

– Ela está bem? – o homem perguntou apavorado.

– Acho que sim. – Jacob tentou mentir, sua irmã o olhou de esguelha em forma de repreensão.

– Sendo sincera, ela não parecia nada bem.

William sentiu o coração se apertar, não podia perder Katherine. Ele amava aquela mulher! Além disso, Kate estava bem quando a deixou. Ficou doente um tempo, mas já estava curada. Ele não conseguia assimilar aquilo, muito menos quando encarou três pares de olhos preocupados e compadecidos, e ainda tinha a pequena Renesmee que parecia dormir no colo de Rachel.

O Duque saiu apressadamente e se trancou em seu escritório, estava angustiado e triste, muito triste. Todavia não iria curtir sua amargura antecipada na frente dos filhos. Um homem poderoso como ele havia sido criado para não demonstrar suas fraquezas perante os demais.

Mais tarde, quando todos pareciam ter se recolhido, William foi até o quarto da amante.

A pneumonia estava em alto nível, o médico deixara muitos medicamentos e recomendações, todavia, não deixou muitas esperanças para a jovem mulher.

Katherine estava muito pálida na cama e tossia às vezes, mas a febre havia abaixado um pouco e não havia mais sangue em seu lenço. A aparência era muito frágil e debilitada, William notou assim que a observou.

Um aperto violento incomodou o seu coração. Mais uma vez se via na posição de ver a mulher que amava debilitada em um leito. O Duque não sabia se teria estrutura para suportar mais uma perda da mulher amada.

– Querida... – disse o Duque se aproximando da enorme cama.

– Não... – ela murmurou – Não chegue muito perto. – avisou com seus olhos arregalados.

Mas William nem se deteve, sentou-se a beira do colchão, próximo a ela e acariciou seus cabelos.

– Você pode pegar... – ela sussurrou.

Os conhecimentos médicos sobre a doença eram limitados, por isso todo cuidado era pouco.

– Não vou. – ele rebateu permanecendo com o carinho. – E você vai melhorar, tem que melhorar. – pontuou ele angustiado.

Katherine viu a aflição do homem, ela sabia de todo o amor que ele tinha por ela. William já havia o declarado por inúmeras vezes e demonstrado também, na medida do possível. Ela era extremamente feliz por ter o privilégio de receber esse amor, há muito desacreditou que pudesse ser amada, mas o Duque a amou mesmo com tantas ressalvas. Entretanto a loira sabia que estava muito doente e que talvez a convicção do amante fosse mais pelo desespero que pela certeza, ela agora tinha noção do quanto estava debilitada e quanto tempo ainda permaneceria lutando contra a doença, talvez um mês, dois ou nem isso.

Katherine tinha medo de partir, deixar a filha pequena e o amante sozinhos. Ela lutaria até as suas últimas forças, mas temia não conseguir vencer essa dolorosa batalha contra sua doença.

– Ah Bill... – ela murmurou e levou a mão livre a acariciar o rosto do Duque. – Te amo tanto, querido. – sussurrou e sorriu. – Você me deu o amor que jamais achei que teria o privilégio de receber.

Ele beijou a palma da amada com bastante zelo e demora.

– Não posso perder você... – ele falou contra a palma dela. – Não posso. Eu te amo. – pela primeira vez na vida o duque deixou uma lágrima solitária escapar diante de outra pessoa. – Fica comigo, por favor! – suplicou.

– De alguma forma eu sempre estarei com você. – Kate sussurrou tão baixo que William não conseguiu escutar tudo que ela havia falado.

Ela chorou abraçada ao peito que sempre a acolheu com amor e devoção.

~*~

Algumas semanas depois, em uma tarde bastante cinzenta e fria, a chuva fina caía interruptamente. Renesmee estava abraçada totalmente a William observando o singelo funeral próximo a propriedade onde enterravam sua mãe.

Todos os criados estavam entristecidos ao redor deles e mais ao lado Jacob e Rachel mantinham-se igualmente sentidos pela perda de Katherine. Abraçados parcialmente eles dividiam a amargura entre perder alguém querido e ver a forma inconsolável do pai e da pequena Renesmee. A menina agora estava órfã.

O duque abraçou fortemente a menina que escondeu o rosto banhado de lágrimas em seu abdômen enquanto um sacerdote local fazia uma simples cerimônia.

A menina estava destroçada por dentro e desolada, seu pequeno e frágil corpinho se sacudia de tanto soluçar. Renesmee era muito agarrada à amorosa mãe, que sucumbiu a impiedosa pneumonia.

William não chorava. Mesmo estando destruído por dentro, ele era uma fortaleza por fora. Todos viam em seu olhar a dor e o desespero pela perda, mas os olhos da cor de esmeraldas não derramaram uma única lágrima. Ele batalhava para não demonstrar sua maior fraqueza.

Pela segunda vez perdeu a mulher que amava. Pela segunda vez teve que testilhar naquela impiedosa batalha da perda para morte.

Uma enorme ferida se abria novamente no coração do Duque, parecia que ela nunca tinha se curado. A dor era real demais. O homem entendeu naquele momento que sempre existiriam coisas que o tempo jamais iria apagar. Sarah e Katherine seriam uma delas.

~*~

Naquela noite, após esperar a pequena criança dormir, o Duque a deixou repousando em seu quarto. Ele desceu ao salão principal e convocou uma reunião com os criados e seus filhos.

– Renesmee vai permanecer aqui. – decretou.

Ninguém ficou surpreso, então o Duque continuou:

– Ela continuará as aulas. Elizabeth, eu quero que cuide dela enquanto eu estiver fora, deem a ela tudo o que quiser para comer e o que vestir. Ela jamais trabalhará nesta casa ou será feita de criada, só saíra dessa casa casada ou quando for maior de idade e se for de sua vontade, até lá, tratem-na com carinho como sempre trataram meus filhos. Renesmee é especial pra mim e todos sabem disso, nunca escondi o quanto amei a mãe dela. – pela primeira vez William confessava os seus sentimentos perante os outros.

Os criados e os filhos, assim como o genro do duque ficaram surpresos, mas ninguém esboçou qualquer reação, mesmo assim William reforçou:

– Ninguém ouse me desobedecer. – ditou autoritário e arrogante como seu título lhe conferia. – Jacob, vamos ao meu escritório, precisamos conversar.

O Rapaz não contestou a ordem do pai, somente o seguiu pelo longo corredor que daria no gabinete do duque.

Ambos se serviram com uísque e se acomodaram nas confortáveis poltronas de couro marrom.

– O que gostaria de conversar, meu pai? – Jacob questionou após perceber que William estava disperso e distante, parecia recordar de algo.

– Renesmee agora é minha preocupação, assim como você e sua irmã um dia foram. Rachel está casada com um príncipe e é feliz, pelo que sei. Você é meu herdeiro, não temos nem o que contestar. Tomará posse de todos os títulos que pertence a nossa família assim que eu me abster. Mas a pequena Renesmee me preocupa agora. Tenho medo de lhe faltar e não cumprir as promessas que fiz a minha Kate antes dela partir.

– Pai, você ainda vai viver muito para encontrar um partido aceitável para a pequena. – falou Jacob um pouco incomodado com o rumo da conversa com o pai.

– Jacob, a vida é uma caixa de surpresas. Ela já me tirou Sarah quando ela tinha apenas trinta e cinco anos. E agora minha jovem Katherine com apenas vinte e seis. – levou um generoso gole do líquido aos lábios. – Só quero que me prometa que não irá desamparar minha pequena Renesmee caso eu lhe falte.

– Pai, nem preciso prometer isso. Nada faltará para a menina.

– Colocarei alguns bens no nome dela e deixarei um dote também. Não quero que meu desejo seja contestado.

– Eu dou a minha palavra de honra que jamais contestarei a sua vontade. – prometeu ao pai. – Você está bem? – o tom receoso do mais novo mostrava também toda a sua preocupação.

O duque suspirou pesadamente e fechou os olhos tentando controlar suas emoções.

Na lembrança veio à imagem de Katherine ainda jovem, cabelos curtos e sorriso nos lábios rosados, ela amamentava a filha de apenas um ano de idade.

Foi naquele dia que flagrou a criada amamentando a filha que William se viu mexido pela moça. Foi ali que tudo começou para ele.

– Vou ficar Jacob. – sorveu o último gole de uísque do seu copo e depositou na mesa. – Vou ficar. – ergueu o corpo e levantou-se.

Jacob observava atento cada gesto do pai. Sabia que o duque lutava bravamente para não sucumbir a sua dor.

– Não se preocupe pai, tudo vai da certo. – Jacob disse confiante.

– Deus queira; Jacob.

~*~

William permaneceu apenas mais uma semana em Kent, partindo para suas terras ducais de York e Cambridge, onde tinha obrigações por ser um Duque. E dali por diante apenas ia ver Renesmee uma ou duas vezes no mês, para conferir se haviam acatado suas ordens e se a filha de Katherine estava como ele havia prometido a ela, pouco antes dela morrer.

Prometera que não abandonaria a menina, faria dela uma bela dama – respeitável, instruída e generosa –. William prometeu também que faria de tudo para que Renesmee obtivesse um bom casamento, com alguém digno, lhe daria um dote. Tudo o que Katherine pedia era que ele não permitisse que a sua menina tivesse o mesmo destino que ela. Amou dois homens e não os teve por completo, seu último desejo foi que Renesmee tivesse alguém que a amasse imensamente e que lhe desse uma vida feliz e plena.

Notas finais
E ai meninas, se emocionaram? Sei que foi trágico, e juramos como escritoras que foi muito triste pra gente dar fim na vida de Kate, ela foi uma personagem que nos apaixonamos desde o começo, mas foi necessário esse fato para evolução da fic. Doeu em nós. Realmente choramos ao escrever esta capítulo, mas é através dele que moldaremos a personalidade da Renesmee. Comentem! Coloquem em seus favoritos! Recomendem, se acham que merecemos! Beijinhos e até a próxima semana ou até atingir 15 reviews! XoXo Jenny e Daaay!