Notas iniciais
Olááá Amadas! Não esta fic não está abandonada! E sim, ficamos sumidas. Nos perdoem, mas o fim de ano foi muiiita correria.imagino que para muitas aqui também foi assim.Então eu e a Jenny estavamos atoladas de trabalho( o trabalho continua, claro) Mas fim de ano temos que correr para fazer compras de natal, se reunir com a família, eu trabalho com encomendas fim de ano... enfim amores, muita correria mesmo. Mas eu e a Jenny não deixamos de preparar algo especial para vocês,não se preocupem que não esquecemos que estamos devendo Dois capítulos de fim de ano haha. Espero que vocês tenham passado bem de Natal e ano novo! Saudades de Bloom? Duque Black e sua encantadora ( e nova) Duquesa? Bora lá. Capítulo está quente e delicioso para ler! Apreciem sem moderação!

Escócia, primavera, 1817.

Na estreita estradinha de terra batida, a majestosa carruagem cruzava o bucólico cenário verde, ao fundo esplêndidas montanhas completavam a beleza do lugar. O crepúsculo que encobria o céu de primavera aos poucos se transformava em uma noite serena. A temperatura caía lentamente, formando uma névoa entre as árvores da floresta que cercava o caminho.

Dentro do veículo o pequeno corpo feminino encolheu-se devido à corrente gélida que a acariciou. Instintivamente buscou pelo calor que emanava da estrutura densa e grandiosa que a amparava.

Jacob fitou com preocupação a esposa que repousava em seus braços. Ela dormia um sono pesado, estava exausta após um longo dia de fortes emoções.

O casamento foi simples, mas havia encantado totalmente a noiva. Nem
em seus melhores sonhos Renesmee imaginou algo tão lindo; Uma pequena
capela com o homem que amava, dois amigos como testemunha, o reverendo e
Deus, abençoando aquela união.

O duque havia pensado em absolutamente tudo para agradar a amada,
transformando o momento único em memorável.

Logo após a restrita cerimônia religiosa um pequeno banquete na sacristia tinha sido preparado. Eles comemoraram e brindaram a união de amor que haviam selado naquele dia. Agora só a morte poderia separá-los.

Talvez, nem ela!

— Irei fechar a janela. — Embry antecipou-se ao observar o amigo esfregar a mão no fino braço da ruiva na tentativa de aquecê-la.

— Aqui, Vossa graça. — Elizabeth estendeu o pano bordado que trazia
consigo. — Cubra-a com o xale. Eu trouxe comigo o mais quentinho que tinha.

— Obrigado. — Jacob agradeceu ao pegar o tecido grosso e cobrir os braços expostos da esposa.

Renesmee mais uma vez se acomodou nos braços do marido. A cabeça
estava apoiada no ombro sólido, os braços delicados envolviam a cintura firme masculina.

— Já estamos chegando! — Embry avisou na tentativa de dissipar a preocupação do duque em relação à esposa grávida. Eles já estavam há algum tempo viajando. — Faltam somente alguns metros, já vejo ao longe o hotel. — fitava através da janela do veículo.

O silêncio predominou no percurso final da viajem.

— Ma poupée. — o duque chamou carinhosamente no ouvido da ruiva.
Lentamente ela mexeu-se em seus braços, abrindo os lindos olhos azuis e fitando-o. — Chegamos meu anjo. — beijou o topo dos fios ruivos.

— Desculpe-me. — pediu acanhada. As bochechas já estavam intensamente coradas. — Acho que acabei dormindo. — Renesmee soltou dos braços do esposo e aprumou-se.

Jacob sorriu com o jeito envergonhado da esposa. Agora eles eram marido e mulher, ela não precisava mais ter vergonha de absolutamente nada perante ele.

— Foi um dia longo, ma poupée, a viagem foi cansativa. Até eu tirei um cochilo no caminho de volta. — disse sorrindo na tentativa de amenizar o desconforto dela.

A porta da carruagem foi aberta, quebrando assim a bolha que envolvia o casal. Eles se encaravam de forma intensa e apaixonada, era obvio para qualquer um que os visse.

— Vossa graça. — Elizabeth chamou antes de descer da carruagem. — Devo aprontar a Duquesa para a noite de núpcias? — perguntou inserta. A voz da governanta era bem baixa, estava envergonhada, não sabia como proceder naquela peculiar situação. Afinal, o casal já havia consumado o ato físico muito antes do casamento realmente acontecer.

— Claro. — Jacob se empertigou sobre o assento, a postura ereta estava impecável. Ele não olhou para a governanta, apenas observou a ansiedade transpassar pela face da esposa. Ela queira o momento de intimidade, ele constatou. — Suba com a duquesa. Mandarei servir uma refeição para vocês na sala privada da suíte. Ficarei bebendo um pouco no bar do hotel com o marquês, tenho assuntos a acertar. Subirei em... — tirou o relógio de ouro do bolso e olhou a hora. — Duas horas. Solicite o que for necessário às camareiras.

Elizabeth concordou prontamente com a ordem do duque e desceu, sendo logo seguida por Jacob e Renesmee. O marquês tinha sido o primeiro a
desembarcar do veículo.

Renesmee segurava o xale firmemente contra os ombros, porém não mais usava o véu. Tinha tirado e dado para a governanta guarda-lo desde a saída da capela. Para todos que vissem o casal, eles já eram casados há algum tempo e estavam em viagem de lua de mel.

O duque esperou que as duas mulheres subissem as escadas que dava
acesso a suíte, para somente então partir para o bar com o amigo.

— Está satisfeito, caro amigo? Acredito que tudo tenha saído como o
planejado. Agora Renesmee é a sua nova duquesa. Ela me pareceu muito feliz e satisfeita com todos os arranjos. — Embry falou após sorver uma generosa quantidade de vinho. Ele observava o duque com atenção.

A mesa havia sido abastecida com bastante comida e bebida. Apesar de
estar somente Jacob e Embry sentados à mesa, a quantidade da refeição era compatível com a estrutura física avantajada dos dois nobres.

— Você não faz ideia de como! Vê a felicidade da minha poupée era tudo o que eu mais desejava. — Jacob respondeu após engolir o pedaço de cordeiro assado. — Gostaria de ter lhe proporcionado muito mais que um casamento secreto em uma minúscula capela, num vilarejo inóspito na Escócia. Ela merecia uma grande cerimônia na St. James, com uma recepção digna de um ducado, mas mediante as circunstâncias acho que tudo saiu de forma satisfatória. Era nítida a emoção da minha pequena. — confessou ao amigo.

— Me alegra vê que enfim descobriu o amor. — o marquês parou de cortar o assado e falou olhando diretamente para o duque. — Sei que você tinha um grande apresso pela finada duquesa, mas estava longe de amá-la. Quem diria que a pupila de seu pai, que você conhece praticamente desde que nasceu, iria arrebatar o seu coração? Ela tem todo o meu respeito. Isso é um feito e tanto para um libertino como você, Balck, que não sossegou nem depois do primeiro casamento. Ainda pretende aventurar-se em bordéis de Londres? — Embry ostentava um sorriso sarcástico nos lábios.

— Não tenho necessidade de procurar em prostitutas algo que sempre
tenho com a mulher que amo. É verdade que o meu primeiro casamento foi
um arranjo social onde em nada me trazia a satisfação na cama, porém com
Renesmee tudo é diferente. Ela se entrega a mim sem ressalvas e, mesmo ainda sendo muito inexperiente, me satisfaz de todas as formas. — confidenciou ao marquês.

Aquele era sempre um assunto delicado para qualquer homem falar, mas Jacob confiava no amigo. Tanto Embry quanto Quil eram confidentes de todos assuntos, até mesmo sobre intimidades.

— Mas não sou somente eu que estou amando. — Jacob mudou a expressão séria para algo mais descontraído. Um sorriso dúbio brincava em seus lábios. — Vejo que o caro amigo está totalmente dominado por certa camponesa. Com certeza a sua Olivia fez uma proeza bem maior ao fisgá-lo. Você é considerado o maior canalha de Londres. — gargalhou com a expressão engraçada dos lábios retorcidos do loiro. — A sua família é linda. Renesmee ficou encantada com vocês juntos, mesmo ela não entendendo muito sobre o que estava acontecendo. Depois terei que explicá-la melhor os detalhes, pois não irá tardar para que ela conheça
Caroline.

— Não vamos estragar a conversa falando daquela víbora. Bem que ela
poderia morrer engasgada no próprio veneno. — Embry cortou o assunto que lhe era desagradável. — Já a minha doce Olivia é como se fosse um caloroso dia de primavera: agradável e belo de estar! Ela me conquistou de todas as formas. Eu seria capaz de largar tudo por ela se pudesse, mas nós nobres não nascemos responsáveis por nossos próprios destinos, sempre teremos obrigações que muitas vezes estão acima da nossa felicidade. Você não imagina a sorte que tem, aproveite cada segundo dela.

Aos poucos a conversa discreta que os dois nobres mantinham adquiria uma profundidade cada vez maior. Eles comiam e bebiam enquanto conversavam. Hora e outra Jacob puxava o relógio de bolso e conferia a hora. Estava ansioso para estar junto de sua — agora — esposa. Há dias eles não mantinham esse nível de intimidade.

Enquanto isso no andar superior — na melhor suíte do simples hotel— uma pequena comoção de camareiras andavam de um lado para o outro na intenção de executar todos os pedidos da exigente senhora.

— Querida, deite um pouco para descansar. — sugeriu Elizabeth após
despir Renesmee, deixando-a somente de camisola. — Foi um dia muito cheio. Em seu estado não deve ficar tão agitada. Assim que tudo estiver pronto eu venho lhe chamar para o banho. A princesa me deixou até especificações por escrito de como preparar a água de seu banho. — as duas sorriram em cumplicidade.

Elas jamais contestariam as escolhas imponentes de Rachel. Ela sempre fazia tudo com a melhor das intenções. Renesmee não relutou. Ela simplesmente acatou a sugestão da governanta e foi deitar na ampla cama, seus pés estavam latejando.

Elizabeth colocou alguns travesseiros sob os delicados pés da garota, após ela confessar o pequeno desconforto. A duquesa fechou brevemente os olhos, porém só tornou a abri-los quando Elizabeth veio chamá-la.

— Vamos, minha menina? — chamou com ternura a senhora. — Já está
tudo pronto para o seu banho.

A ruiva anuiu e levantou com a ajuda da governanta, que a conduziu
para a sala de banho. Uma tina de carvalho encerado estava preparada para a jovem no meio do cômodo próprio para banho. Um vapor perfumado invadia as narinas da duquesa.

— O que tem na água? Está tão cheirosa. — indagou com curiosidade.

— Óleo de essência de rosas, pétalas da flor e duas jarras de leite. — contou Elizabeth. — O óleo e as pétalas da rosa são para perfumar a sua pele de modo único e o leite diluído na água da banheira irá conferir maciez em sua pele, dando um toque aveludado. O duque irá apreciar a sensação. Foi o que a princesa relatou na especificação que me deixou por escrito.

— Rachel sempre pensa em todos os mínimos detalhes. Ela deve ser uma ótima esposa. — comentou a ruiva reflexiva. — Espero ser tão boa para
o meu marido quanto a princesa é para o dela.

— O que a faz ser uma boa esposa é o amor que sente pelo príncipe.
Isso está em primeiro lugar. Tenho certeza que esse não será um problema
para milady.

— Não precisa me chamar assim, Lizzy. Eu sempre vou ser a sua Renesmee. — disse acanhada com a confissão. Ficava cada vez mais fácil para a
ruiva demostrar o afeto que sentia pela governanta.

— Você agora é a Duquesa de York. Sua posição é muito elevada na
aristocracia inglesa. Terei que tratá-la assim de agora em diante, ou podemos levantar algum tipo de suspeita com relação a sua suposta origem. — explicou Elizabeth. — Tudo se trata de hábito, devemos acostumar desde sempre. Isso não mudará a forma como a vejo. Você sempre será a minha menininha, não importa a posição ou idade que tenha. — sorriu ao limpar as lágrimas de emoção que desciam belo lindo rosto de boneca da patroa.

Renesmee nada mais disse, apenas abraçou Elizabeth pela primeira vez desde que a mãe falecera. Isso acalentou o coração da mais velha.

Um silêncio agradável se sobrepôs por alguns minutos, era regozijante o momento.

— Vamos, entre na banheira. — Elizabeth se recompôs da emoção recente. — Seu banho está esfriando. — afastou-se e retirou a última peça que cobria o corpo da jovem.

Renesmee submergiu na água morna e perfumada, se recostando de forma confortável. Elizabeth jogou lentamente água morna nos longos cabelos
ruivos para levá-los.

— Relaxe um pouco, minha menina. Vou arrumar o quarto e separar a
camisola que a princesa mandou fazer especialmente para a noite de hoje.
— informou a senhora após terminar de lavar os longos cabelos da garota.

A duquesa fez como foi solicitado, assim que a governanta a deixou só na sala de banhos. Quando Elizabeth voltou foi para tirá-la da submersão do banho.

Renesmee estava sentada em um pequeno canapé que havia sido colocado de frente para o espelho da penteadeira enquanto Elizabeth retirava todo o excesso de água de seus cabelos com a toalha felpuda.

— Pronto, querida. Já estão quase secos os seus cabelos. — a mais velha
deixou a toalha sobre o móvel. — Venha, vamos vestir a camisola e depois escovar seus cabelos, próximo à lareira. Vossa graça não deve demorar a chegar. — Elizabeth verificou a hora no relógio que tinha sobre uma cômoda no quarto. Restava apenas quarenta minutos para o regresso do duque.

— Por Deus! — as duas exclamaram assim que a lingerie se acomodou no corpo delicado da mais nova.

— Eu não vou ter coragem de usar isso, Lizzy! — a ruiva tinha as bochechas tingidas de carmim ao observar seu reflexo através do enorme espelho de moldura de madeira entalhada. — É muito... Inapropriado? — Renesmee buscou uma palavra que definisse a peça que usava.

A camisola que ia até os pés era toda negra. A sensual — porém delicada — peça havia sido confeccionada em renda e crepe de seda, o que conferia uma transparência quase indecente à camisola. Duas fendas em cada lado das coxas subiam até quase a virilha desnuda, além do decote profundo nos seios e nas costas, que chegavam até a lombar descoberta.

— É uma camisola muito bonita. — Elizabeth tentou amenizar o desconforto da garota. — Creio eu, que o duque ficará muito satisfeito. — tomou cuidado em selecionar as palavras. Ela também estava desconfortável com aquela situação. — Tem um bilhete da princesa também. Achei dentro da caixa em que a camisola foi enviada. Gostaria de ler?

— Pode ler para mim? Vou tentar ajeitar melhor essa camisola. — Renesmee tentava em vão esconder melhor os pequenos seios no corte do decote profundo.

"Minha querida Renesmee. Ou melhor, a essa altura já é duquesa de York. Essa camisola foi produzida seguindo a última moda em peças íntimas. Tem feito muito sucesso entre as ladies de Londres. Ela simplesmente deixa
qualquer marido muito satisfeito (na falta de achar um adjetivo melhor
que expresse a felicidade de um homem ao vê a sua mulher usando uma peça
única como essa). Não tenha vergonha. Garanto que meu irmão irá amar.
Escute o que falo... Posso dizer que já tenho bastante experiência no
assunto!"

A governanta ficou em silêncio após terminar de ler o breve bilhete, ela observava a ruiva através do reflexo do espelho.

Renesmee permaneceu absorta, refletindo as palavras da cunhada. Rachel deveria ter razão. Ela vivia um casamento feliz, com o marido bem apaixonado e muitos filhos para confirmar sua teoria.

— Tem um lindo robe negro, todo em seda para compor. Quem sabe se
jogarmos ele por cima você se sinta mais à vontade? Na hora da intimidade, o duque saberá o que fazer. — Elizabeth falou de forma evasiva, mas ela sabia que o patrão iria adorar.

A fama de libertino de Jacob ultrapassou muito mais que os limites de
Londres. Todo condado de Kent também conhecia ou tinha ouvido falar sobre o gosto ousado e insaciável do nobre.

Rapidamente a mais velha ajudou a ruiva a por a peça negra, tornando a aparência mais decente em um primeiro momento. Elizabeth não a deixou refletir novamente sobre a vestimenta, prontamente a conduziu para um divã próximo à lareira e começou a escovar as longas madeixas cor de cobre intenso.

Alguns bons minutos haviam se passado quando a porta do quarto foi
aberta e por ela o duque passou. Ele tinha os cabelos úmidos penteados impecavelmente para trás e usava um conjunto de calça e robe azul escuro de ótimo caimento.

— Com licença. — imediatamente a governanta parou de escovar os fios
brilhantes. Eles já estavam quase secos graças ao calor da lareira. — Se precisarem de mais alguma coisa estarei em meu aposento. — a senhora deixou a escova sobre a penteadeira, fez uma reverência e deixou a suíte sem olhar para trás.

Renesmee seguidamente ficou de pé, certificando-se que o robe estava
cobrindo toda a pele que a camisola tão gratuitamente deixava exposta.

Jacob tinha os olhos em fenda. A visão da esposa vestida com o tecido
negro lhe surpreendeu. Ele não estava preparado para a visão que seus olhos capturavam. Seu membro latejou na calça frouxa do pijama.

A pele extremamente branca era realçada pelo tecido negro e levemente brilhoso que cobria grande parte do corpo feminino. O rosto e olhos eram de um anjo, mas a boca semiaberta e vermelha, bem desenhada contrastava com o ar inocente, dando uma aparência mais selvagem. Os cabelos vermelhos que desciam além da cintura só reforçava a imagem sensual que refletia sobre a luz crepitante da lareira.

Em um ato instintivo o duque caminhou lentamente em direção a esposa, ele ao menos havia se dado conta do que fazia. Mais parecia um felino predador prestes a atacar uma presa indefesa.

Renesmee sentiu o clima mudar, era como se pudesse adivinhar o que
o duque estava sentindo e pensando. Ela ofegou ao ter a cintura enlaçada pelos braços fortes e a boca capturada em um beijo quase feroz. As línguas se tocavam ávidas e insanas, queriam sorver o máximo do sabor um do outro. Eles se devoravam... A necessidade era maior que a razão!

Jacob puxou o corpo da amada para colar ao seu, fazendo-a sentir toda a rigidez do desejo latente que crescia a cada segundo. Ela estava inebriada pela áurea erótica que os envolveu.

A ruiva estava mole nos braços do marido. Ela deixava ser acariciada,
saboreada, venerada... Era como se estivesse se oferecendo sem restrições a um sacrifico pagão.

A boca quente do nobre começou a descer devorando o pescoço esguio
quando o ar se fez escasso e o beijo teve que ser interrompido. Renesmee em
seus braços inclinou a cabeça o máximo possível em uma clara oferta, ela
queria muito mais do que lhe era proporcionado.

— Você me surpreende a cada dia, ma poupée. — o duque falou contra a
pele macia do pescoço já sensível dela. — Jamais imaginei que pudesse ficar ainda mais apetitosa. — Jacob dava beijos úmidos no pescoço e deslizava as
mãos afoitas por todo o corpo que agora lhe pertencia por direito.

Ele puxou firme o laço que fechava o robe. A peça se abriu e Jacob logo expôs um dos ombros delicados para continuar espalhando a trilha de beijos ardentes.

Renesmee apenas gemia e ofegava baixinho em seus braços. Ela agarrava firme o pescoço forte, tinha medo das próprias pernas não serem mais capaz de sustentá-la.

— Jacob! — ela tentava chamar sua atenção. — Amor... Vossa graça!

— Hummmm... É Jacob!— o nobre parou somente quando escutou o tratamento formal direcionado a ele pela esposa, mas os lábios não desgrudaram da pele macia e cheirosa.

— Eu... — por um momento Renesmee esqueceu o que iria falar. Jacob não parava de descer os beijos quentes. Ele já estava chegando próximo ao
colo alvo. — Eu espero que goste da camisola. Rachel falou que você
iria gostar. — disse envergonhada.

Suas bochechas já estavam tingidas de vermelho. Tinha consciência da falta do robe, que acabara de cair aos seus pés.

Imediatamente o duque parou os beijos, mas precisou de alguns segundos para assimilar o que ela havia falado.

Uma consciência lhe veio em mente: Rachel e Leah tinham as mesmas
modistas. E no quesito "camisola" a falecida duquesa não deixava nada a desejar, por mais que o desempenho não fosse à altura.

Lentamente Jacob foi soltando a ruiva do aperto de seus braços e afastou-se o suficiente para apreciar o que ela usava. Jacob ofegou em um primeiro momento, mas logo em seguida um gemido quase que animalesco deixou seus lábios.

O coração trotava em seu peito e seu membro rijo pulsava em igual vibração. Ele teve que fechar os olhos por alguns segundos na tentativa de não atacá-la e acabar por machucá-la.

— Me desculpa. — Renesmee antecipou-se ao vê o marido de olhos fechados, punhos serrados ao lado do corpo e seu nítido esforço para controlar a respiração. Ela estava nervosa, envergonhada... Não tinha malícia o suficiente para compreender o que realmente acontecia. — Não queira parecer tão inapropriada...

— Você não compreende. — Jacob interrompeu e avançou como um tigre dando o bote. Renesmee ofegou surpresa pela rapidez que o marido se deslocou e a tomou nos braços novamente. — Você está absolutamente irresistível. Estou tentando me controlar para ser o mais delicado possível com você. — Jacob tomou os lábios inchados da esposa, beijando-a com fervor.

Uma mão segurou firme uma nádega macia e a outra deslizava por todas as costas nuas. O toque era aveludado. Ele gemeu entre os lábios da esposa.

— Eu poderia devora-la só por lhe vê vestida assim. — disse ofegante.

— Jaaaacob! — gemeu a ruiva quando teve as duas nádegas firmemente
apertadas pelas mãos grandes do marido.

— Primeiro eu vou amá-la ainda vestida com essa camisola ousada. — o
duque virou a esposa de costas e contemplou todo o decote audacioso que ia até o final da coluna dela. — Depois vou torturá-la enquanto tiro lentamente essa maravilha que adorna o seu belo corpo. — colou o corpo rígido ao da sua dama, uma mão escorregou para dentro do decote e apertou de leve o mamilo já entumecido pela excitação, já a outra correu pela fenda de uma das coxas e adentrou afoita à procura do centro úmido e quente.

A cabeça da ruiva tombou no peito firme, ela respirava com mais dificuldade conforme a carícia avançava.

— Assim que chegarmos a Londres quero que encomende muito mais dessas camisolas quentes como o inferno. Olha como você me deixou, ma poupée. — Jacob esfregou a rigidez de seu membro nas nádegas macias da sua duquesa. Ele teve que flexionar ligeiramente os joelhos para abaixar e conseguir igualar as alturas.

Renesmee sentiu as pernas formigarem e falharem. Perecia que os ossos estavam se liquefazendo. Jacob foi rápido em sustenta-la. Com os braços fortes ele segurou com melindre a sua preciosa poupée.

À passos decididos, Jacob caminhou até a macia cama que os esperava,
depositou a corpo feminino que ele venerava e beijou de forma casta os lábios inchados e semiabertos. Renesmee estava entorpecida e absorta; totalmente entregue ao marido.

O duque rapidamente retirou as duas únicas peças que vestia e subiu
na cama, debruçando com todo o cuidado sobre a esposa grávida e sustentando todo o peso do próprio corpo.

Como prometido, ele não retirou a camisola negra que Renesmee
vestia, só afastou o tecido fino onde era necessário para ter acesso à área que acariciava com a mão ou a boca.

Ele contemplou com veneração cada pedaço do corpo de sua amada. Lábios, pescoço, colo, seios, barriga, pernas e o sexo da ruiva foram reverenciados pelas mãos e boca experiente do duque.

A ruiva ofegava, gemia, implorava, mexia-se instintivamente a cada toque do marido. A boca chupava o pescoço moreno, as mãos apalpavam e arranhavam as costas musculosas. Em um impulso desesperado por alivio Renesmee enlaçou as pernas esguias na cintura firme e inclinou o quadril em direção ao corpo masculino. Ela inconscientemente procurava um alívio para a agonizante queimação que sentia.

— Eu vou entrar em você de forma lenta. — Jacob disse com a voz rouca
no ouvido da esposa. Os pelos do corpo dela se arrepiaram de imediato. — Quero sentir o seu corpo cedendo à cada milímetro da minha invasão, sentir você me acolher e me envolver em seu calor maravilhoso. — ele findou e posicionou o membro no sexo feminino.

Ela estava encharcada, pronta para recebê-lo. Ele precisou afastar os lábios íntimos do sexo dela com os dedos para poder melhor se acomodar. Renesmee era incrivelmente pequena para o tamanho avantajado de seu membro, porém o encaixe era perfeito depois que a invasão se concluía.

— Você é Deliciosa! — disse o nobre mordendo e chupando a orelha delicada enquanto empurrava lentamente o membro inchado para o interior convidativo.

Jacob mantinha todo o corpo rígido, somente o quadril se mexia em uma lentidão agonizante.

Renesmee cravou as unhas nas costas firmes do esposo assim que sentiu a cabeça macia do membro exigente reivindicar por espaço. Por mais que não houvesse mais a dor aguda, ainda era desconfortável no início do ato. Tudo parecia muito além do que ela poderia comportar, mas era incrível como sempre cabia tudo de forma esplêndida e prazerosa.

Eles gemiam juntos a cada milímetro que se completavam. Nunca foi tão
prazeroso, nunca foi tão intenso. Talvez fosse a liberdade de não ter pressa, de serem livres para estarem fazendo aquilo. Não havia mais medo, restrições, impedimentos... Agora um pertencia ao outro por direito. Eles poderiam ficar o tempo que fossem ali sem se preocuparem com o mundo externo. Agora eram marido e mulher!

— Minha! — o duque murmurou possessivo assim que sentiu a restrição
chegar, estava todo dentro dela. Era uma sensação quase esmagadora, porém
absurdamente prazerosa. — Só minha... Toda minha! — disse antes de tomar os lábios rosados.

O beijo era calmo, ele ainda permanecia parado dentro dela. Renesmee
intensificou o aperto das pernas na cintura do marido.

Lentamente Jacob começou a mover-se no interior da esposa, conduzindo-a logo para o primeiro orgasmo. Ele também estava no limite, não iria demorar muito. Contudo não desejava parar, estava bem disposto e longe de se dá por satisfeito. Renesmee era inebriante e viciante.

Os movimentos foram aumentando e o ritmo acelerando na mesma
proporção que os beijos. Renesmee desceu as mãos pelas costas do marido e parou nas nádegas firmes, sentindo o movimento vigoroso de contrair e relaxar daquela região. Aquele gesto ousado, mas igualmente inocente foi o estopim para o limite da sanidade do duque.

— Aaaaaaaaah! — rugiu em um gemido animalesco quando chegou ao seu ápice, derramando-se no interior úmido e quente.

Jacob estocou firme mais cinco vezes antes de terminar de derramar
toda a sua essência. Tudo havia sido perfeito, no entanto ele ainda permanecia
duro no interior apertado da esposa. E Renesmee, mesmo claramente satisfeita e absorta, não demonstrava a habitual exaustão. Talvez ela quisesse mais assim como ele; concluiu o duque.

— Ma poupée, vire de costas. — pediu com carinho. Renesmee não
contestou, apenas fez o que o marido solicitou. Ela ainda estava entorpecida pelo recente prazer. — Agora suspenda o quadril. — ele ajeitava e a orientava em como se posicionar. — Isso. Assim! — puxou mais o quadril pequeno e gemeu ao vê-la de quatro. Ela ainda vestia a camisola negra. — Isso... Empina para mim. — deslizou os dedos pela umidade que escorria da região. Era a combinação da essência dele com a dela. Jacob tinha suspendido o tecido negro e exposto o sexo rosado à sua contemplação, ele brilhava úmido.

— Hummmm... — Renesmee deixou um gemido alto escapar da garganta quando sentiu dois dedos deslizar para o seu interior e outro pressionar de leve seu nervo inchado, que implorava por alívio.

Jacob começou a estimulá-la, os movimentos eram lentamente torturantes. A jovem duquesa gemia, se contorcia e movia o quadril na intenção de aliviar-se da crescente sensação de fogo que a dominava.

O duque estava maravilhado ao observar a entrega da esposa. Ela
era só instinto, abandono total ao prazer. Não havia pudor, limitações,
restrições... Ela simplesmente era perfeita para os seus desejos nada
castos e tradicionais. Renesmee estava sempre pronta para tudo o que ele
propusesse. Era excitante, revigorante e empolgante a receptividade
dela.

— Naaaaam... — a ruiva resmungou desconexa quando os dedos exigentes
pararam os movimentos e estímulos. Ela se empinou ainda mais em desespero por consolo, porém nada encontrou.

— Calma, ma poupée. — sussurrou rouco. Jacob ficou de joelhos e se pôs atrás da jovem esposa, rapidamente posicionou alguns travesseiros que estavam à seu alcance sob a gestante. Mesmo ensandecido de prazer ele nunca perdia a consciência que ela estava grávida. Por isso tal controle nos movimentos e no ato em si. — É isso que você quer, meu amor? — brincou com o membro duro e pulsante na entrada rosada dela.

— Hummmm... — ela gemeu e empinou-se ainda mais em reposta.
Jacob começou a empurrar o membro para dentro do calor acolhedor e
convidativo do centro dela. Renesmee também se movia em sincronia. Parecia um movimento ensaiado, todavia era apenas instintivo. Era como se eles fossem dois imãs que se atraíam em uma perfeita magnitude.

O movimento foi firme, mas não forte. Tudo era conscientemente
controlado por parte do homem. O duque controlava os seus impulsos e o
da esposa a contendo com as mãos que seguramente refreava as duas
ancas pequenas.

Eles gemiam, arquejavam, suavam... O atrito produzia sons eróticos.
Minutos incontáveis haviam se passado e ambos pareciam longe de deixarem
se abater pelo cansaço.

— Jaaaay... — Renesmee deixou morrer em um grito mudo o nome do marido quando o orgasmo a atingiu violentamente.

A ruiva deixou o peso dos braços desabarem antes mesmo do marido
terminar as investidas, as suas forças havia se esvaído junto com o ápice. Ela tinha a face repousada sobre o travesseiro e um sorriso de saciedade estampado na face de anjo selvagem. Jacob teve que segurar firme o quadril dela para mantê-lo empinado.

— Poupéeeee... — Jacob gritou um pouco depois. O orgasmo também havia
chegado forte para ele.

Devagar o duque foi soltando o quadril da esposa, mas controlando a descida. Ele ainda estava dentro dela, rijo e pulsante.

— Eu amo você! — Renesmee confessou débil, ainda embriagada pelo
prazer.

— Você não imagina o quanto eu também a amo, ma poupée. — Jacob
distribuía beijos carinhosos por toda a extensão das costas branquinhas e delicada de sua duquesa. — Você é dona de cada batida do meu coração. É tão essencial como o ar para mim.

Renesmee fechou os olhos, porém não antes de deixar uma lágrima de
emoção escorrer por sua face. Ela sentia toda a veneração do duque. Jamais imaginou que tal amor pudesse existir, nem mesmo que um dia poderia ser abençoada com ele. Há muito não lembrava o que era ter alguém cuidando dela... Amando-a. A vida tinha sido muito dura com ela desde muito nova, tirando as duas poucas pessoas que a amaram tão incondicionalmente. Ela não estava acostumada com aquilo, mas parecia tão certo e natural com Jacob, o seu marido agora.

— Ei, não chore. — o duque beijou a face maculada pela lágrima teimosa. —
Venha aqui. —deitou de barriga para cima e puxou com cuidado ela para deitar ao seu lado. A cabeça ruiva repousou sobre o seu peito. — Eu te machuquei ou fiz algo que não tenha gostado? — perguntou tranquilo, mas ocultava o desespero na voz.

— Não. — Renesmee parou para sentir o gostoso carinho que recebia sobre os
cabelos. — Eu só estou feliz por saber que sou amada por você. Sinto em meu coração que é verdade. — confessou sincera.

Aquele era outra qualidade da ruiva que fascinava o duque. Em uma
sociedade tão hipócrita em que vivia ter alguém com a sinceridade dela era um presente divino. Era quase tão pura quanto a sinceridade encontrada em uma criança.

— Eu amo você mais que a mim mesmo. Você é a única mulher que amei e
vou amar. — ele olhava direto para dentro dos cristalinos olhos azuis.

— Tudo o que vier de você se tornará sagrado para mim. — Renesmee posicionou a mão explanada no ventre quase imperceptível naquela posição. — Você e nosso filho já são imensuravelmente precisos para mim.

Um silêncio agradável se instaurou por aquele breve minuto. Renesmee
circulava de leve o dedo indicador no peito musculoso do esposo e ele acariciava as madeixas acobreadas dela.

Pouco antes de deixar Kent, Jacob e Renesmee tiveram uma conversa esclarecedora sobre o passado do duque, principalmente sobre o primeiro
casamento dele. Era a primeira vez que eles conversaram sobre Leah. Jacob havia sido sincero em absolutamente tudo, não escondendo nada.

— Você me parece ainda bem disposto. — a esposa olhou travessa para o marido.

Ela tinha esbarrado sem querer no membro ainda rijo dele.

— Poupée. — o tom do homem soou como um aviso.

— Ainda está assim. — Renesmee tocou o eixo duro do esposo, envolvendo-o timidamente com uma das mãos. Ele ofegou.

Jacob já tinha a ensinado — tempos a trás —, como tocá-lo com o objetivo de lhe proporcionar prazer.

— Não! — Jacob segurou a mão dela sem muita convicção. — Já fizemos
muito amor por hoje. Você precisa descansar.

— Deixa-me fazer como me ensinou? — a ruiva inquiriu com os olhinhos pidões. — Para que volte ao normal. — justificou. Renesmee tinha as bochechas
tingidas em tom de carmim, mas os olhos transpareciam o desejo latente.

— Eu não vou me contentar só com isso. — Jacob já estava insano com os
toques, ele a ajudava a manusear seu membro. Tinha a mão grande envolvendo a dela.

Renesmee nada disse, entretanto ergueu o corpo e sentou sobre as coxas
fortes dele. Jacob soltou um gemido que mais parecia um rosnado.

Imediatamente a razão o abandonou, ele queria mais. Sentou de forma hábil e começou a beijar os lábios tentadores da esposa. Renesmee ainda manuseava o falo rijo, aumentando o ritmo conforme os gemidos em resposta ganhavam acordes mais altos.

Jacob separou os lábios dos da amada somente para olhá-la com desejo e fome. Um movimento rápido e preciso foi o suficiente para enfim retirar o tecido negro que a cobria tão inadequadamente. A camisola voou para o chão do quarto.

Com necessidade ele atacou os seios pequenos, saboreando-os como em um banquete. Agora os gemidos haviam se igualado.

O duque voltou a deitar sobre o colchão e segurou o membro ereto. Era o sinal que Renesmee precisava, já sabia o que deveria ser feito.

Não seria a primeira vez que ela o cavalgaria. Ela adorava montar nele. Era como se ele fosse o seu garanhão, ela seria uma excelente amazona então.

Renesmee se posicionou na direção do membro que o marido mantinha
ereto. Ela espalmou as pequenas mãos no abdômen firme desenhando e começou a descer lentamente. Por mais que adorasse aquela posição, era bem desconfortável no começo. Sentia o membro de seu marido chocar-se com algo rígido dentro dela.

— Amor, é melhor paramos. — Jacob disse em um lapso de discernimento.

Renesmee havia fechado os olhos e tentava controlar a respiração quando percebeu que tinha chegado ao fim. Seu marido já estava todo dentro dela. Em resposta a Jacob, nada disse a duquesa, ela somente moveu-se timidamente sobre o membro dele.

Jacob perdeu qualquer lapso de consciência quando sentiu a esposa mexer-se em seu colo. Ele agarrou o quadril dela para ajudá-la, mas deixaria que ela própria ditasse o ritmo. Não queria forçá-la a mais um desempenho sexual exigente e intenso.

A noite seguiu com o casal se amando e em seguida descansado por breves momentos antes de recomeçar mais uma vez uma nova dança erótica.

O sol já começava a nascer quando Renesmee caiu no sono profundo logo após um orgasmo arrebatador. Jacob havia a levado a exaustão apenas com a língua experiente.

O duque dormiu agarrado com a amada em seus braços fortes, ele tinha um sorriso de satisfação adornando na face serena. Ele a protegia. Ele a confortaria e a faria feliz até o dia em que a morte os separasse. E Deus era testemunha de como ele orava que fosse ele a partir primeiro. Aquele era o começo da sua nova vida, da vida que sempre desejou, e, no entanto jamais ousou acreditar que seria possível ter.

~*~

Os dias primaveris passaram de forma maravilhosamente agradáveis para
o casal recém-casado. Eles tinham uma sintonia e cumplicidade única. Qualquer um podia ver que se tratava de um casal apaixonado.

Jacob seguia os dias protegendo e cuidado da esposa grávida. Ele a
mimava, porém muitas vezes exagerava em seus cuidados. Por vezes chegou
até mesmo a proibi-la de caminhar um pouco além do que ele julgava ideal.
Todo esse zelo excessivo gerava boas piadas por parte do marquês, que nunca deixava a oportunidade passar.

Apesar de todos os exageros por parte do marido, Renesmee estava
tendo uma gravidez tranquila. E tirando os episódios de enjoo, nada mais
a incomodava. Por fim ela sempre conseguia acalmar o duque com o seu
jeito doce e sereno.

A viagem de retorno à Londres foi replanejada. Jacob optou por fazer
um caminho mais longo, assim teria a oportunidade de mostrar a esposa algumas bonitas cidades da Escócia e Inglaterra. Renesmee nunca havia saído de Kent afinal.

Elizabeth seguiu como aia da nova duquesa. Ela cuidava da jovem como
se fosse sua própria filha, já que agora Renesmee permitia a aproximação. Embry também aproveitou a viagem para relaxar, uma vez que a sua vida em Londres ao lado da esposa era sempre muito desgastante. Nada como dias agradáveis para prepará-lo para o seu inferno particular na terra.

Como última parada antes de seguirem para Londres, Jacob escolheu parar em sua propriedade em Bristol. Ali ele era intitulado como marquês, reunindo um enorme marquesado.

Estava no cair da tarde, o céu tinha sua coloração rosa e lilás. Da janelada carruagem Renesmee encantou-se com a bela paisagem diversificada e colorida da propriedade, lembrava Kent, mas ainda assim possuía particularidades, como um rio ao fundo e menos arvores possibilitando uma boa visão do céu; até o ar era diferente. Jacob por sua vez sorriu apaixonado e enlevado pela simplicidade e satisfação de sua esposa.

Notas finais
Então, gostaram? Eu adorei! Duque Black arrancando suspiros rsrs. O próximo está pronto!! Falo sério,meninas! Estamos aguardando os comentários de vocês, espero que tenham gostado. Ansiosas para ver Renesmee em Londres? Até lá. beijinhos Jenny e Daaay