Notas iniciais
Olaaaaa amores ! Nos perdoem a demora. Mas tivemos imprevistos essa semana. E então a partir de agora os capítulos virão terças ou quartas, está difícil conseguirmos postar fim de semana . Agradecemos os lindos comentários. Sentimos falta das recomendações. Agora rumo ao capítulo que está quentíssimo ! =D apreciem sem moderação!

Kent, 1816.

Um pulsar vigoroso e intenso marcava as batidas do coração do nobre. O duque tinha as mãos tremulas e suarentas, as pernas pareciam lhe falhar no exato momento em que ele mais precisava delas.

Jacob se sentiu um tolo, como se fosse um molecote que ainda vestia calças curtas.

— Calma, Jacob! Você sabe muito bem o que quer e o que deve fazer. — disse confiante para ele mesmo em voz baixa, girando a maçaneta logo em seguida e abrindo a porta, enfim destrancada.

O Duque havia desejado por tanto tempo que aquele momento chegasse que se sentia nervoso e ansioso. Nem quando teve a sua primeira relação sexual com uma meretriz em um bordel em Londres esteve tão ansioso. A doce ruiva lhe tirava totalmente o equilíbrio e controle que lutou anos para adquirir.

Jacob por precaução olhou para cada lado do corredor antes de entrar no quarto da menina, não havia mais nenhum empregado àquela hora nos corredores da mansão.

O duque entrou cauteloso e bateu a porta com sutileza, não queria fazer muito barulho com o ato. Era a primeira vez que ele entrava no quarto de Renesmee.

Jacob deixou o olhar percorrer por todo o espaçoso ambiente, se deparando com uma decoração ainda caraterística de uma menina e não de uma jovem mulher.

Renesmee tinha medo do escuro, com isso havia se habituado a dormir com as luzes trêmulas das velas nos castiçais. Ela não as apagava para dormir. Isso possibilitou que o Duque conseguisse se atentar a cada detalhe do quarto pueril, afinal, ele não tinha deixado o seu quarto com nenhum castiçal em mãos.

Era tudo muito mimoso e de cores claras, mesmo na luz escassa Jacob percorreu o olhar por todo o aposento e percebeu o quanto ele era feminino e delicado até sua atenção se prender na cama de dossel adornada por um fino tecido de coloração rosada. Sobre o colchão, aparentemente macio, ele encontrou a menina repousando.

Há passos lentos e cuidadosos o Duque foi até onde Renesmee descansava. O nobre perdeu o folego quando a visão da garota ruiva dominou totalmente seu olhar.

Sua mão coçou para alcançar um das pernas exposta para fora do lençol, mas o Duque se deteve ao contemplar Renesmee por completo. Ela parecia um anjo, uma menina dormindo abraçada com a sua boneca. Era a mesma boneca de porcelana que ele anos atrás havia mandado um artesão francês confeccionar especialmente para presenteá-la em um de seus aniversários.

A boneca era a réplica exata de Renesmee.

O Duque sentiu-se o pior dos homens por desejar com tanta luxúria uma menina que ainda brincava com suas bonecas. Uma repreensão vinda dele mesmo o corroeu. Ele balançou a cabeça negativamente e deu passos para trás, deixando-se cair em uma poltrona de leitura.

Ele ficou a olhando, tão menina... Jacob estava pronto para deixar o desejo de lado e respeitar a menina à sua frente, quando no exato momento em que ele a fitou — decidindo ser pela última vez — ela se mexeu, ficando agora de barriga para cima.

Renesmee tinha um sono tranquilo, mas o sonho com o Duque lhe tirava do eixo, lhe fazendo ficar mais agitada enquanto dormia. Remexeu-se e mudou de posição. Ela ainda estava totalmente inconsciente de seus atos.

O nobre que estava determinado a voltar para seu quarto e trancar seus desejos em algum lugar obscuro de seu ser, não pode mais pensar racionalmente. Renesmee estava bem diante de seus olhos, exposta como nunca antes esteve.

A camisola de algodão branco — que era bastante larguinha — subiu quase até a altura de seu quadril, expondo assim boa parte da sua coxa alva direita. Uma fração do pequeno seio da menina também havia ficado exposta à contemplação do Duque.

A boca do nobre salivou, seu membro pulsou e o desejo inflou falando mais alto do que o seu lado que lutava para ser racional.

Jacob voltou a caminhar determinado até a cama da menina e sentou-se na beira do colchão, inclinando-se até chegar aos lábios rosados semiabertos. O Duque sentiu todo o seu corpo estremecer quando sentiu nas pontas de seus lábios o calor que emanava da garota dormindo.

Ele então a beijou sem culpa, somente a vontade de sorver mais da delicada mulher sob ele lhe guiava. As mãos grossas do Duque foram imediatamente atraídas para as duas partes do delicado corpo a amostra.

Jacob a tocou com vontade e veneração, ele nunca tinha se sentido assim por uma mulher. Nem sua falecida Duquesa lhe despertava tal sensação arrebatadora. Ele não estava disposto a tentar entender aquele novo sentimento naquela hora, agora era o momento de somente apreciar a desejada ruiva em seus braços.

— Vossa graça! — Renesmee acordou sobressaltada, ela tinha os lábios tomados pelo nobre. Quase não tinha conseguido falar, na verdade a voz era apenas um fraco sussurro.

— Shiiiiiii! — o Duque tocou com delicadeza os lábios rosados com a ponta de seu dedo indicador, apreciando a textura macia deles. — Não fale. Só me beije. — novamente tomou os lábios da menina com os seus, tocando com a língua quente e úmida os lábios inexperientes.

Renesmee não lutou. Ela não se assustou ou não pensou no que estava fazendo... Ela somente seguia os seus instintos e imitava os movimentos do nobre.

Jacob deslizava a língua pelos macios lábios da garota, forçando com sua língua exigente o afastamento dos lábios da jovem.

Renesmee não demonstrou resistência, abrindo assim a boca para receber a língua áspera e quente do duque dentro da sua própria boca. Jacob fazia movimentos rápidos e vigorosos com a língua, estava difícil de a menina acompanhar o ritmo impetuoso do Duque.

Ela tentava com determinação conseguir seguir o ritmo imposto pelo nobre. Seu corpo queimava, seu coração pulsava forte em seu peito e um arrepio percorria toda a sua espinha, se propagava pelo corpo e acabava concentrando-se bem no meio de suas pernas. Era indecoroso sentir aquilo, mas Renesmee não conseguia controlar seus instintos. O calor que sentia vir do Duque causava aquilo nela.

Era um ciclo; quente e prazeroso. Cada vez mais intenso. Renesmee percebia que todas as sensações se intensificavam conforme o Duque mostrava-se mais exigente.

Ela tinha uma vaga noção que não podia está fazendo aquilo, mas não compreendia o porquê ser proibido, já que era tão bom e parecia tão certo.

O duque estava insano pelo anseio de tê-la por completo. Com maestria se pôs encima da menina, não deixando o peso cair sobre ela. Ele sustentava todo o seu peso nos braços forte.

Com habilidade Jacob posicionou a mão por baixo da camisola da ruiva, sentindo todo a calor que emanava dali. Deslizou as mãos dos joelhos até a coxa, onde ele apertou com certa força e notou o pequeno corpo tremer em suas mãos. Ao tocar o sexo da menina e sentir toda a umidade que ali já estava ele não conseguiu controlar o gemido dentro da boca a garota.

Renesmee aquela altura também já deixava os gemidos escaparem por entre os lábios, mas ela estava tão inerte nas novas sensações que ao menos se dava conta do ocorrido.

Por outro lado as reações da jovem não passavam despercebidas pelo Duque, já que os gemidos de prazer lhe serviam como combustível para o seu desejo latente.

Jacob a tocava com vigor e habilidade com seus dedos ágeis, chegava a ser cruel com a menina que desconhecia tudo que estava lhe acontecendo. Renesmee estava tão entregue, como um cordeiro ao sacrifício. Alheia a tudo que aqueles atos significariam em sua vida, quais consequências futuras ele lhe traria... Ela estava totalmente às cegas naquela entrega. Renesmee estava rendida.

O grande homem a acariciava e a beijava com luxuria e anseio, seu membro pulsava preso em sua calça. Ele estava louco para liberá-lo e direciona-lo ao seu tão aguardado paraíso.

Não tinha mais volta. O Duque não queria regressar, ele não cogitava mais parar. Tinha esperado muito por aquele momento, agora iria até o fim. Renesmee agora seria sua, somente sua e de mais ninguém. Ele a reivindicaria como mulher, tirando-lhe a sua pureza para ele. Ele estava determinando a isso.

Rachel o fez pensar na possibilidade de Renesmee se casar e pertencer a algum homem que não fosse ele. O Duque ficou possesso com a constatação, mas teve que se controlar perante a irmã. Se a ruiva não tivesse mais honra, ela seria para sempre dele. Era isso que o nobre desejava: Renesmee sua e de mais ninguém.

Jacob continuou tocando o sexo da jovem, incitando-a com dois dedos. Ele estava preparando-a para lhe receber em breve. Ela era tão pequena e apertada, quente e úmida, Jacob não via a hora de alargá-la com seu membro.

O pensamento lhe estremeceu fazendo sua ereção pulsar mais uma vez. Ele tinha consciência que não seria fácil para ela. Já tinha passado pela experiência de tirar a pureza de uma mulher. A finada duquesa sentiu muito com o ato, no entanto era mais mulher. Era mais crescida e estava mais preparada para o ato, seu corpo já tinha concluído o crescimento.

Porém com Renesmee era o oposto. Ela não tinha consciência do que acontecia, seu corpo estava começando as mudanças para o físico de uma mulher desenvolvida. Ela estava longe de estar pronta, mas Jacob não conseguia pensar com clareza, só com a emoção e desejo, ignorando assim todos esses fatos.

Com a boca exigente Jacob foi descendo os beijos pelo pescoço e colo, chegando enfim aos pequenos e alvos seios.

O Duque olhou nos olhos da menina e viu a total entrega. Os olhos azuis límpidos queimavam de cobiça, as pupilas estavam dilatas. A face corada e os lábios entreabertos, ela tinha a respiração irregular. A expectativa lhe ansiava a alma. Renesmee não tinha nenhuma chance naquele jogo de sedução, ela já estava fadada a derrota desde o primeiro beijo.

Ela literalmente estava sendo guiada por seus instintos e vontades.

Jacob não pensou, somente espelhou o desejo da ruiva e seguiu em sua missão de lhe fazê-la a sua mulher.

Com a língua rodeando a pequena aréola rosada Jacob proporcionou a primeira forte contração no baixo ventre da menina. Renesmee gemeu mais alto, assustando-se com o próprio som constrangedor.

— Ei, não se assuste, é normal. – tentou tranquilizá-la. — Geme pra mim, *Ma Poupée. – a apelidou em Francês, chamando-a de sua boneca.

O Duque não deu tempo para menina pensar no que eles faziam, ele foi com fome aos pequenos seios, os abocanhando, apalpando com vigor e vontade.

Renesmee pendeu a cabeça para trás e deixou os gemidos saírem descontrolados por seus lábios. Ela não conseguia mais se controlar, seu baixou ventre se contraía dolorosamente, a umidade aumentava, ansiava por algo que ela não tinha a mínima ideia o que seria.

De repente uma contração veio mais forte e a umidade duplicou, escorrendo por entre os dedos do Duque.

Jacob rugiu com a boca chupando ainda o seio esquerdo de Renesmee. Ele sabia exatamente o que aquilo significava, ele estava louco para possuí-la. Ela estava absolutamente pronta para ele. Já até tinha chegado ao seu primeiro orgasmo somente com os toques e preliminares.

O Duque aproveitou a inércia da menina, parecia que ela estava em um mundo só dela, para tirar o robe que vestia. Deixaria para tirar a calça no momento do ato. Não queria assustá-la.

Poupée, olhe para mim. — pediu delicado segurando o rosto corado e forçou a menina a encará-lo. — Eu preciso de você. Preciso lhe fazer minha, mas preciso ouvir dos seus lábios que você me quer também. Você entende o que estou falando? – perguntou incerto. A ruiva parecia confusa.

— Eu — Euuuu... Não sei! — falou com dificuldade entre a respiração alterada.

Renesmee alternava o olhar entre o abdômen exposto do Duque e os olhos cobiçosos dele. Ele era muito mais bonito do que ela tinha imagino. Ela não conseguiria imaginar um corpo tão desenhado e de tamanha beleza.

— Só fala que me quer. Que quer ser a minha mulher, que se entrega totalmente a mim. Por favor, ma poupéee – o Duque implorou com desespero. Ele sabia que não conseguiria seguir adiante se ela dissesse não a ele.

O silêncio era torturante e agonizante, segundos pareciam horas para o Duque. Renesmee tentava entender o que aquelas palavras significavam, mas estava sendo difícil raciocinar com Jacob a tocando sem parar, seu baixo ventre voltando a se contrair de forma dolorosa.

— Eu quero ser sua! – Disse sem pensar, sem medir as consequências da própria resposta. Ela não tinha conhecimento para tomar aquela decisão, só desejo e instinto.

Tudo que ela queria era algo que aliviasse a pressão que sentia em sua intimidade. Ela queria algo, ela sabia que precisava de algo. Mesmo sem saber o quê e por que ela queria que o Duque prosseguisse com aquilo.

Ela queria ser dele, só não compreendia o que aquilo realmente significaria em seu futuro.

Jacob sorriu um sorriso largo, satisfeito e orgulhoso. Ele imediatamente voltou a capturar os lábios agora inchados da ruiva. Renesmee tinha o corpo todo dormente pelas novas sensações.

Com o mesmo ardor de antes o Duque retomou os lábios da sua menina. Sim, agora ela seria somente dele e de mais ninguém. Pensou possessivo.

Assim como era capaz de despertar sensações desconhecidas na menina ruiva, Renesmee também tinha a mesma capacidade para com o Duque. Ele se tornava egoísta e irracional com ela, por ela.

— Vem, vamos tirar isso. – levantou puxando a jovem com ele. Renesmee ficou de joelhos sobre o colchão, o corpo estava colado ao do Duque — Erga os braços, Ma Poupée. – ordenou e prontamente foi atendido, retirando assim a única peça de roupa que a menina usava.

Renesmee corou violentamente e tentou cobrir os pequenos seios e o sexo por reflexo, estava envergonhada pelo olhar faminto que o Duque lhe lançava.

— Deixe-me lhe admirar, Ma Poupée. — disse retirando de forma delicada as mãos da garota que cobriam o próprio sexo e os seios em crescimento. – Como você é linda e perfeita, nunca vi uma mulher mais linda que você.

Renesmee estava realmente linda e bela, parecia uma pintura. Os cabelos ruivos estavam soltos e caíam pelos ombros até chegar abaixo da cintura fina. As bochechas tinham um incrível tom naturalmente avermelhado, os lábios inchados completavam a visão de um anjo selvagem. A respiração forte e acelerada fazia o peito subir e descer notoriamente, ressaltando os pequenos seios alvos de mamilos rosados. O abdômen plano e o sexo com poucos pêlos, tão ruivos como os da cabeça.

Renesmee era perfeita para sua contemplação. O duque estava ensandecido com a nudez da sua garota.

— Você será minha. Somente minha e de mais ninguém! – sussurrou rouco de desejo no ouvido da menina.

A ruiva estremeceu nos braços do Duque. Ela não entendia o porquê de seu corpo queimar apenas por palavras, mas estava adorando as novas sensações.

Jacob voltou a beijá-la com ardor enquanto ia inclinando lentamente o corpo dela, até ela ficar novamente deitada sob ele.

— Te levarei ao céu, Ma poupée. Farei você conhecer as estrelas. – disse de forma erótica o Duque.

Jacob começou a descer os lábios pelo pescoço esguio, beijando cada pedaço da pele quente da sua garota. Renesmee gemia com fervor, ela estava parada somente recebendo as carícias. O nobre continuou descendo os beijos pela clavícula e colo, demorando em cada pedacinho. Ele apreciava tudo o que a menina estava lhe oferecendo, ele estranhamente não tinha mais pressa, estava admirando cada momento único.

Com a língua calma, porém ávida, ele circulou o pequeno mamilo, mordiscando a pele fina e macia. Com fome ele abocanhou todo o pequeno seio. Era incrível como ele cabia todo em sua boca. Jacob intercalava as carícias com a mão e a boca, alternando entre o seio direito e esquerdo.

Renesmee somente gemia e se contorcia embaixo do Duque. Ela sentia como se a cada minuto tivesse caído repetidamente de um abismo. A sensação era aterrorizante, mas deliciosa. Ela queria muito mais daquilo.

Os seios da ruiva estavam vermelhos, inchados e doloridos quando o Duque se deu por satisfeito. Ele não desgrudou os lábios da pele da jovem, mas a fitou com intensidade. Os olhos negros se regozijaram com a profundeza que os azuis da menina estavam. Jacob sorriu malicioso sobre a pele macia. Ele começou a descer os beijos pela costela e abdômen, parando no pequeno umbigo, circulando sua língua quente por ele.

Renesmee estava deitada com as pernas levemente afastadas uma da outra, porém se assustou quando de repente o Duque forçou um afastamento maior, expondo-a totalmente a ele.

— Ei, deixe-me abri-las. Juro que você vai gostar do que irei fazer. – disse rouco o homem. Ele se encontrava inflamado de desejo, seu membro pulsava de forma dolorosa na calça.

Renesmee tinha o olhar temeroso, mas permitiu que o nobre fizesse o que tanto queria. Ela soltou um gritinho grave quando a boca de Jacob lambeu lentamente sua feminilidade. Ela tentou forçar as pernas para fechá-las, mas Jacob não permitiu segurando com força as pernas nelas. Ele manteve a menina totalmente exposta em sua boca.

Toda a resistência da ruiva se esvaiu quando ela sentiu a contração vir forte, lhe tirando a razão. Jacob fazia com a língua em seu sexo exatamente o que fez com sua boca e seios. Aquilo era o céu que ele havia prometido, pois ela já via e alcançava as estrelas.

A garota gemia e tremia, contudo agora suas mãos não estavam mais perdidas, mas sim segurando e puxando com força os cabelos lisos e sedosos do Duque. De forma incontrolável e involuntária.

Jacob não se importava com a dor de ter os cabelos puxados, ele estava se maravilhando com o gosto agridoce da sua menina em sua boca. Ele a torturava sem piedade; estava acabando com a razão da ruiva.

— Aaaaaah! – ela gritou arqueando o corpo para trás e ele gemou quando o prazer supremo atingiu em cheio a menina. Ela caía em um abismo infinito.

Jacob abusou da vulnerabilidade de Renesmee para retirar a última peça de roupa que vestia, liberando assim seu membro dolorido. Ele estava duro e latejando, nunca tinha se sentido tão dolorosamente pulsante.

A garota esbugalhou os olhos e uma onda de pânico a tomou. Nunca havia visto um homem nu. Sequer imaginara como seria, e se o fizesse nada a faria chegar perto da realidade. O homem que via era grande, rígido e grosso. Não sabia explicar, mas a imagem a assustou. Contudo, não poderia questionar.

O Duque se posicionou novamente encima da menina, ajeitando-a sob seu corpo, a posicionando para recebê-lo. Ele pegou um travesseiro e colocou embaixo do quadril da jovem, ela estava mole e rendida em seus braços.

Ma poupée, agora te farei a minha mulher. — falava olhando na intensidade dos olhos azuis cristalinos. Deles transbordavam um desejo primitivo, mas igualmente inocente. – No começo você sentirá muita dor, mas tentarei ser o mais delicado possível. – Jacob já se posicionava, roçando seu membro duro na entrada pequena da menina. – Porém depois que tudo tiver acabado e formos um só corpo, unidos de forma única, você sentirá só o prazer de ser minha.

Renesmee piscou confusa com as palavras do Duque, seu raciocínio lógico ainda estava lento. O recente orgasmo ainda nublava sua mente, mas assim que sentiu o algo duro, grosso e impertinente alargar sua feminilidade ela gritou. Jacob a calou com um beijo forte e igualmente exigente.

A dor era enorme, Renesmee tinha vontade de chorar. Não tinha mais o prazeroso abismo, as estrelas não estavam mais lá. Só dor aguda e ardência dolorosa. Ela tentava empurrar o duque, mas o mesmo estava ensandecido pelo prazer sentido. Ele seguia de olhos fechados e entrando polegada por polegada de forma lenta.

Renesmee o apertava como nunca uma mulher foi capaz. Ele estava cego e surdo para o que acontecia ao seu redor. Nunca foi tão prazeroso invadir uma mulher. Ele só conseguia pensar em ir mais fundo, até está todo envolvido por aquele paraíso único. Nem as unhas arranhando suas costas o acordavam do frenesi.

A ruivinha já chorava, as lágrimas escorriam sem ela sentir. A dor era insuportável, literalmente a sensação de ser rasgada e alargada a dominava. Ela não compreendia por que estava sentindo tanta dor, o porquê o Duque estava machucando-a.

Ela queria gritar com ele, pedi para parar. Gritar e dizer o quanto estava doendo. Mas parecia ter perdido a voz, tamanho a dor aguda. O seu choro era o único som que expressava sua agonia.

Com um impulso mais forte e firme Jacob rompeu o hímen da menina, roubando a sua pureza para ele. Foi só no momento que se viu totalmente dentro, após relaxar, que o lado racional lhe voltou à mente. Nem mesmo a mordida em seus lábios e a unhas cravadas em suas costas o despertaram.

O Duque sentiu-se envergonhado ao ver como Renesmee estava chorosa e insatisfeita. Havia prometido ser delicado e paciente, mas não lembrava nem como tudo tinha acontecido. Jacob piscou atônito e fitou temeroso, os olhos da menina. Uma fisgada aguda machucou seu peito.

Renesmee sustentava um olhar desesperado, ela parecia assustada e com medo. Isso machucou ainda mais o nobre. Os olhos vermelhos e o rosto maculado pelas lágrimas só pioravam tudo.

— Me perdoa, Ma poupée! — Jacob segurou com incrível delicadeza cada lado da face da garota secando cada lágrima com carinhosos beijos. — Eu estou envergonhado por não ter cumprido com minha promessa. Não queria que fosse assim. Perdoa-me. Eu juro que nunca mais lhe causarei tanta dor. — os olhos do duque eram sofridos, espelhavam os da sua menina.

— Por que está doendo tanto? – Renesmee questionou com a voz embargada pelo choro eminente.

— Quando um homem reivindica uma mulher para si, e ela nunca esteve com outro homem à dor é inevitável. Isso significa a honra de uma mulher. — explicou da melhor forma que pode.

Aquilo não era assunto para um homem conversar com uma mulher, no entanto, ele percebeu que Renesmee era totalmente leiga no assunto, muito mais do que ele tinha imaginado. Onde estava sua preceptora? Sua aia? Ou até mesmo Elizabeth que não lhe explicaram o básico?

O decoro e o pudor de uma moça nobre deveriam ser preservados, entretanto o principal cabia a sua mãe. Como uma jovem poderia discernir o certo e o errado, se ninguém lhe contasse ao menos o básico de tudo? Fazia parte de a responsabilidade materna preparar a filha para os assuntos mais essenciais e complexos da vida.

Como Renesmee não possuía mãe; era papel de uma das mulheres responsável por sua criação instruí-la nesses assuntos mais complicados. Mas como Jacob questionaria isso a sua governanta? Não tinha o que fazer naquela situação.

— Eu não tenho mais honra? — perguntou assombrada com o leve entendimento que tomava.

— Ela agora pertence a mim. — Jacob disse com naturalidade. O orgulho lhe dominava. — Não tema, Ma poupée. — beijou com carinho e devoção os lábios da ruiva. Ele ainda permanecia dentro dela, parado, se segurando ao máximo. Queria fazê-la se adaptar a ele. — Eu nunca vou desampará-la. Você agora é totalmente responsabilidade minha. Mais ainda do que já era.

Jacob tomou novamente os lábios da menina em um beijo, dessa vez era calmo. Era uma delicada carícia, todavia intensa. Como ambos jamais provaram de forma igual.

O coração da menina se derretia, a dor já não a dominava. Somente a sensação única era que predominava. Era como se o gosto do suave beijo sarasse a dor; dissipasse-a. O incômodo horrível que sentia, ia aos poucos se abrandando.

Renesmee percebia o próprio coração pulsar em um compasso forte, mas a sensação era afável. Ela sentia-se acalentada pelo duque.

Jacob também sentia o coração bater mais forte, parecia que algo dentro dele transbordava. Um arrepio passou por todo seu corpo, concentrando-se por fim em seu membro. Ele notou outra pulsação, mas era algo diferente. Algo que ele jamais sentiu antes. Estava confuso, mas incrivelmente encantado.

Com um movimento lento e sereno ele moveu o quadril em direção oposta onde havia se enterrado. Ele gemeu pela incrível sensibilidade que sentiu. O prazer era acima do que estava acostumado. Ele jurou que se viciaria naquela deliciosa sensação.

Renesmee murmurou pelo desconforto, mas não era mais tão agudo como antes.

O Duque novamente impulsionou seu quadril para entrar totalmente dentro da menina. Ele havia saído quase que por completo. Os movimentos eram lentos e repetitivos, Jacob se esforçava para se manter controlado. Era torturante para ele, principalmente quando todas as células de seu ser imploravam por mais da deliciosa sensação de se enterrar por completo no interior de sua menina. Porém aquele não era o momento dele, e sim de Renesmee. Era a primeira vez dela!

Já bastava ele ter perdido o controle no momento mais difícil para ela. Ele não queria traumatizá-la.

Jacob controlou-se por incontáveis minutos, aumentado o bombear do seu quadril sempre que observava a menina relaxar cada vez mais em seus braços.

O nobre estava no seu limite. Mesmo de forma pausada e torturante ele estava ao ponto de se liberar. O prazer vinha em ondas contínuas e crescentes. Renesmee já voltava a gemer em seu ouvido. O duque também gemia.

Os corpos suados e escorregadios dançavam de forma erótica e sensual. A jovem já movia a pelve junto com a do Duque. Existem coisas instintivas, que não precisavam ser ensinadas, somente guiadas.

Jacob guiava Renesmee novamente para o abismo do prazer.

Os corpos se chocavam em sincronia, causando o som característico da união. O suor ajudava a embalar a erótica dança.

— Aaaah... Aaaaaaaah! — gemia a ruiva no ouvido do duque agarrando-lhe os cabelos.

A jovem começava a sentir o característico formigamento pelo corpo, mas antes dele crescer e explodir em seu céu particular o nobre rugiu.

Jacob viu sua onda crescer e perder o controle, explodindo no interior da garota. Ele não conseguiu se controlar, muito menos sair antes de se derramar. Era errado, ele sabia, mas nunca pareceu tão certo. Ele simplesmente não tinha controle de seu próprio corpo quando estava nos braços da garota ruiva.

Renesmee percebeu sua onda crescente começar a diminuir até desaparecer por completo, assim que o Duque parou de se mover dentro dela. Ele havia desabado sobre ela; era sufocante, mas ela gostava da sensação. Porém parecia faltar algo. Ainda não estava satisfeita.

— Desculpa! — pediu novamente envergonhado ao fitar o olhar confuso da jovem. Ela parecia esperar por algo mais.

Jacob em uma noite estava pedindo mais desculpas do que em toda a sua vida. – Deixa-me só me recuperar um pouco que te levarei ao céu, ma poupée!

~*~

O duque incrivelmente permanecia duro dentro da jovem, mesmo já tendo gozado. Ele estava satisfeito, mas seu corpo parecia querer muito mais dela.

De forma lenta e vigorosa ele voltou a impulsionar o quadril, arrancando gemido de ambos. Ele beijava os lábios da menina enquanto a invadia repetidamente.

À noite parecia pouca para o desejo de ambos. Talvez a satisfação nunca viesse. Eles agora descobriam um novo vício. O corpo da menina clamava pelo do Duque, assim como o dele clamava pelo dela.

Eles se deliciaram até a exaustão esgotar a energia deles. Caindo em uma inconsciência profunda.

~*~

Jacob acordou sobressaltado, porém constatou que tudo não tinha sido um sonho. Foi real. Tão real que a menina ainda dormia em seus braços. Causando um contraste em sua pele bronzeada.

Ainda estava escuro do lado de fora, a iluminação ainda se dava pelas chamas da luz das velas em seu estado terminal.

O duque ergueu um pouco a cabeça olhou fixamente para a menina, depois para a bagunça nos lençóis, as roupas espalhadas e parou para pensar nas consequências do seu ato. Finalmente!

Ele havia arruinado a reputação de sua pupila desonrando-a. Havia deixado se levar pelo anseio e agora corria o risco de tê-la engravidado. Ele tinha perdido totalmente o controle da situação. Arcaria com as consequências de seus atos, mas será que era justo com sua menina? Com certeza não era. Renesmee estava condenada a ser sua amante, porém agora não lhe parecia justo ele ter um futuro e ela não.

— Eu nunca vou te desamparar. — selou a própria promessa ao beijar com carinho o topo da cabeça ruiva.

— Huuuuum... Vossa graça? — ela perguntou confusa ao acordar nos braços do homem, mas logo as lembranças da noite anterior lhe invadiram a mente. Ela corou violentamente, envergonhada, ainda se percebia nua.

Ele sorriu vendo-a ruborizar com tanto intensidade.

— Quando estivermos a sós, me chame de Jacob. Não precisa de formalidades em nosso leito partilhado. – advertiu ternamente e selou rapidamente os seus lábios nos da ruiva. — Precisamos conversar, Ma poupée. — disse tranquilo a fitando atentamente. Ele tentava passar uma calma que não lhe era real.

Renesmee somente maneou a cabeça de forma positiva.

— Como queira, Vossa Graça. – sorriu encabulada. — Desculpa! Como queira... Jacob.

— Ma poupée, o que fizemos aqui jamais poderá ser contado para ninguém. É sua honra que está em jogo. Enquanto for segredo ninguém saberá que você se entregou a mim. Compreende o que digo?

— Sim! — afirmou a menina. Aquilo não seria um problema, jamais falava sua vida com ninguém. Ela não cogitaria contar a alguém, mesmo se o Duque nada dissesse.

— Também preciso que você me fale assim que seu sangue descer, caso contrário, eu terei que tomar outras providências. — explicou levemente incomodado, desviando o olhar do dela.

— Não entendi. — falou claramente ambígua com o rumo da conversa com o Duque. — Sangue?

— Suas regras, ma poupée. – esclareceu paciente.

Jacob viu a confusão passar pelo rosto da menina. Ela parecia não saber sobre o que ouvia.

— Renesmee, você já possui regras mensais, não? — agora o duque beirava o desespero, sem disfarçar.

— Eu não tenho isso não! — respondeu ainda confusa, então se sentou e cobriu de forma desajeitada a nudez com um fino lençol.

Jacob levantou-se em um rompante, não ligando para a nudez exposta perante a menina. Ele passou as mãos nervosamente pelos curtos fios negros.

— Renesmee, você nunca sangrou? Ai meu Deus! — exclamou em desespero, andando nu de um lado para o outro do quarto.

— Eu só sangrei duas vezes. — começou tranquila, mas ainda sem entender o porquê do assunto. —Foi quando eu caí e machuquei os joelhos, Elizabeth falou que não poderia mais correr, senão ficaria com marcas feias para sempre. — aquele estava sendo o diálogo mais longo que Renesmee já teve com alguém, desde a morte de William. Ela estava começando a ficar nervosa com o desespero visível do Duque. — Jacob?

— Meu Deus, o que eu fiz!? Você é só uma menina. — o nobre quase arrancava os fios de cabelo com as mãos para depois arrastar as palmas pela face retorcida de nervoso. Porém o olhar assustado de Renesmee o fez refrear a reação desesperada. — Vem cá.

Calmamente ele sentou na ponta da cama e chamou pela menina.

— Renesmee, quando a jovem está pronta para ser uma mulher totalmente adulta e fazer o que fizemos, o corpo dela dá sinal. Esse sinal é um sangramento mensal que desce de sua intimidade. Isso significa que já pode casar e ter filhos. Mas você é só uma criança. Meu Deus! Eu abusei de uma menina. — lamentou Jacob apoiando os cotovelos nas pernas e mergulhando o rosto nas mãos.

— Eu não sou a sua mulher? Você falou que me faria sua mulher. — a menina parecia magoada. Ela gostava da ideia de pertencer ao duque. Além do fato de parecer não entender nada sobre o assunto.

— Sim, você é a minha mulher. — Jacob agora também parecia confuso. Após uma pausa ele a fitou — Renesmee, o que quero dizer é que você é muita nova para ter relações íntimas. Seu corpo ainda não estava pronto para o que fizemos, mas eu não estou arrependido. — adiantou-se ao ver a tristeza e rejeição passar pelos olhos de sua menina. — Vêm, vamos deitar mais um pouco. Deve estar dolorida e cansada. Eu vou cuidar de você, Ma poupée. — voltou a deitar-se e leva-la sobre si — Pelo menos temos uma coisa a menos com o que nos preocupar. Não corremos o risco de uma gravidez agora. Isso só complicaria a nossa situação.

Ao menos a ausência das regras da menina significava que ele não precisaria se preocupar com uma gravidez indesejada. Afinal, ela ainda não estava pronta.

Ele agora parecia mais aliviado, mesmo que a culpa ainda lhe dominasse.

Eles voltaram a dormir já que o duque constatou no relógio que tinha no quarto da menina que ainda era madrugada. Não passava das três e meia.

Ele permaneceria mais um pouco com ela, depois sairia para seu quarto antes do sol nascer. Não queria ser flagrado na companhia de sua pupila.

~*~

O sol acabava de nascer; seus raios dourados ainda eram tímidos. A Casa Black despertava para mais um longo dia de trabalho. Todos os empregados acordavam com o nascer do sol, porém a eficiente governanta já estava acordada há alguns minutos.

Ela gostava de estar de pé antes dos outros criados, precisava controlá-los.

Como de costume fez um chá. Ela gostava de apreciar a bebida antes mesmo do desejam da criadagem, que era bem antes que o dos patrões.

Elizabeth degustou de sua saborosa bebida. De forma metódica e impecável arrumou a simples bandeja e rumou para ala superior; ao do patrão.

A menina que ela sempre cuidou compartilhava do mesmo hábito, tomando um chá quente antes do dejejum.

Elizabeth gostava de deixar a bandeja com a bebida sobre a mesinha do quarto da ruiva. Assim, quando ela acordasse — que costumava ser junto com o nascer do sol— poderia saborear seu chá.

Elizabeth caminhava pelo longo corredor sorrindo, estava satisfeita em vê que estava tudo na mais absoluta ordem. Quando o duque estava na casa a atenção e os cuidados triplicavam.

De forma silenciosa verificou se a porta do quarto da menina estava destrancada. Nem sempre ela conseguia cumprir com o objetivo final. Muitas vezes se deparando com a porta trancada e tendo que voltar com a bandeja intacta.

Elizabeth sorriu ao constatar que Renesmee mais uma vez deixou a porta aberta. Com cuidado ela girou a maçaneta e abriu lentamente à porta, a governanta com anos de servidão aprendeu a ser silenciosa, entrando sem desperta a garota.

Entretanto ela quase deixou o jogo de chá ir ao chão com a cena que contemplava.

Nem ela mesma saberia explicar como reprimiu o grito que tinha pronto para liberar.

Bem na cama de dossel rosa, onde sempre a menina ruiva dormiu, ela a encontrou, acompanhada do próprio patrão. Elizabeth piscou repetidas vezes, segurando a bandeja de prata com força. Seus olhos se mantinham arregalados e a boca entreaberta de surpresa.

A governanta lamentou que o destino da mãe se repetisse com a filha. Quando foi que a menina havia se entregado ao nobre sem que ninguém percebesse?

Com a nudez de ambos e a possessão que o patrão repousava a cabeça no tórax da menina, segurando um dos seios em sua mão. Ficava nítido que a ruiva mantinha relações íntimas com o Duque.

A governanta estava em choque, ficou parada por um tempo na porta até ter a reação de sair do quarto da mesma forma silenciosa que entrou.

Anos de trabalho fiel e impecável a ensinaram que um bom empregado jamais via ou escutava algo que não fosse da sua conta. O segredo do patrão e da menina morreria com ela. Jamais diria uma única palavra para qualquer outro empregado sobre o que viu, pelo contrário, tentaria ajudar a esconder qualquer rastro que eles pudessem deixar.

Não seria ela a acabar com a reputação da menina que ajudou a criar ou até mesmo a do patrão. Pois com certeza aquilo mancharia também a imagem do Duque.

A governanta permaneceu, por alguns minutos, parada em uma sala informal do andar superior, ela tentava pôr os pensamentos em ordem. Quando voltou a descer com a bandeja intacta em mãos, já era dia consolidado. Todos os criados já tomavam café da manhã na enorme mesa da cozinha.

— Tudo bem, Elizabeth? — perguntou Rosamund ao observar a governanta entra na cozinha. Ela perecia distraída.

— Bom dia. Tudo bem sim, Rosa! Por quê? — questionou nervosa.

— O que foi, Lizzi? Parece que viu um fantasma. — comentou Marina, terminado de tomar o café. — Vou verificar se a menina Renesmee já acordou para aprontá-la para o dejejum à mesa. — ergueu-se da mesa, preparando-se para deixar a cozinha e cumprir seu papel também como aia.

— Marina, eu preciso que você limpe o gabinete do Duque antes que ele acorde e se tranque lá dentro. Eu cuidarei pessoalmente da senhorita Wood. Preciso conversar com a menina, passar algumas especificações e recomendações que a princesa deixou. — cortou a governada, disfarçado a mudança súbita de funções.

Elizabeth já começava a difícil tarefa de encobrir o que ocorria no andar de cima da mansão. Qualquer outro empregado não seria tão discreto como ela. A fofoca se espalharia mais rápido que o piscar dos olhos.

Notas finais
Então gostaram???? Eu adorei !!! Duque taradão. hahaha O que foi isso ? Pobre Renesmee nem sabe o q a aguarda. Querem mais ? Assim que tiver os mínimos de comentários postaremos, terça ou quarta amores. Se tivermos recomendações, caso merecemos ,podemos postar antes. Beijos amadas ! Jenny e Daaay