Notas iniciais
E cá estou eu começando um novo projeto!
Essa fic, apesar de eu ainda estar escrevendo os primeiros capítulos, já é muitíssimo especial. Vai exigir demais da minha imaginação, e só consigo ver como outro desafio que vou precisar superar.
Alguns avisos: 1 - A estória terá fortes influências do livro de Sun Tzu, "A Arte da Guerra", e de inúmeras letras de música. Portanto, quem já leu o livro e já escutou as músicas que serão intercaladas na estória, vai se identificar.
2 - Essa estória será dividida em três partes, portanto, será uma trilogia.
3 - Não se precipitem, Tarble estará presente, assim como Bulma, e outros personagens. Porém, tenham calma. Eles só irão aparecer na sequência desta estória aqui.
Espero de coração que vocês gostem, e sem mais delongas, iniciemos nossa jornada!

Vegetasei, ano 732.

Um cometa cor vermelho-fogo cortava o céu do planeta dos Saiyajins.

Localizado na Galáxia do Norte, onde todos os outros planetas de grande importância — seja por força bélica, tecnológica, ou cientifica -, se reuniam.

A exportação e importação dentre esses planetas era um hábito comum. Gerava força, riquezas, e o mais importante: conhecimento.

Não era novidade que dentre os demais, Vegetasei era o mais poderoso. Lá, todas as forças já citadas eram produzidas em massa e em um processo tão veloz que os demais extraterrestres nunca diziam não aos negócios. Com a ajuda de naves espaciais de última geração, o comércio era feito de modo justo e eficaz.

O soberano daquele Planeta era o Rei Vegeta. A soberana, a Rainha Sellerie. Nobres possuidores de grande inteligência, orgulho, e valentia. Enquanto o Rei tinha mais da valentia e do orgulho, a Rainha possuía as três qualificações em medidas distribuídas perfeitamente. Sellerie era uma saiyajin jovem, dona da mais rara beleza, astúcia, e compaixão. Vegeta era um saiyajin culto e misericordioso. Ambos formavam o perfeito equilíbrio.

Protegidos por seus fiéis escudeiros, o Coronel Bardock, o Major Broly, e o Capitão Turles, o castelo era guardado e vigiado à segurança máxima. Os três grandiosos saiyajins faziam rondas incessantemente dia e noite, e nos momentos de folga, iam para o campo de concentração que o castelo possuía no quarto andar subterrâneo. Aquela era uma área restrita, apenas saiyajins com poder de luta de no mínimo dezoito mil poderiam entrar. O espaço era fechado, quente, e sombrio. Lá, as batalhas e treinos mais épicos eram travados, não sobrando espaço para os fracos.

Mas o Rei Vegeta era justo. Suas palavras, desde os primórdios, eram as mesmas:

“A guerra possui cinco fatores fundamentais: o primeiro, é a influência moral; o segundo, tempo; o terceiro, terreno, o quarto, comando; e o quinto, disciplina. A influência moral refere-se à lei moral vigente, à harmonia entre o povo e seus líderes, de forma que todos estarão unidos na vida e para a morte.”

Todos os habitantes sentiam-se maravilhados ao ouvir aquelas palavras, não importando quantas vezes fossem repetidas. Eles aplaudiam de pé emocionados, enquanto sua admiração pelo seu Rei crescia. Aqueles dizeres eram seu combustível.

E fazendo jus à sua palavra, o Rei dizia que cada um deles tinha seu valor. Que saiyajin nenhum era inútil; cada um nascera designado para um trabalho. Enquanto uns ocupavam-se das lavouras, outros cuidavam da tecnologia – sendo a maior fonte de renda, era onde mais se precisava de gente -, dos alimentos, do reino em geral, e da parte externa do castelo.

Da parte interna, Rei e Rainha tinham uma lei: só os de coração puro poderiam entrar.

Aquela história fora passada de pai para filho desde o início dos tempos, e Vegeta manteve a tradição. Justamente por ela sempre ter funcionado.

A história era que, a cada cem saiyajins nascidos, dez eram presenteados com um coração verdadeiramente puro. Livre de cobiça, luxúria, ódio, inveja, e até mesmo insensibilidade, característica tão forte dentre os demais.

E apenas esses, selecionados através de outros também de coração puro (era dito que só um pode reconhecer o outro), tinham acesso à parte interna do castelo.

Geralmente eram fêmeas, que procuravam focar-se nas áreas de cura, organização, decoração.

Sellerie era uma delas. E seu marido mantinha cuidado redobrado, já que saiyajins dessa espécie eram raros, visto que, pela maioria ser do sexo feminino, muitas optavam seguir o celibato. Ninguém poderia força-las do contrário, era uma lei antiga, e prontamente proibida de ser violada.

Para ajuda da rainha, havia Taanipu e Talia. Taanipu era mãe de Raditz, e fêmea de Bardock. E Talia era mãe de Nappa, um jovem saiyajin de classe alta, leal e bondoso.

Tudo funcionava na mais organizada hierarquia possível.

E os soberanos estavam ansiosos naquele dia em especial. O aviso já havia sido transmitido.

O cometa cor de fogo ainda cortava os céus, e aquilo tinha um significado importantíssimo: era o primeiro dia do nome dele. Príncipe Vegeta.

Estava para nascer.

Notas finais
Um SUPER obrigada pra minha linda Mayã por ter feito a capa! ♥
E o texto está em itálico por um gosto meu mesmo. O primeiro capítulo será escrito em formato normal.
Deixem suas opiniões, perguntas, e sugestões. Elas são/serão muito importantes!
Nos vemos sábado. Até lá! ^^