Notas iniciais
Bem Vindo ao meu mundinho õ/ digamos que eu já postei uma fic joshay aqui e não deu muito certo, além de não ter tanta graça quanto uma original, eu não tinha criatividade pra continuar a história, mas eu JURO que essa vai ser melhor, até pq agora tem coautora kkkk minha linda beta, leiam as fics dela são muuito boas (e aí ela reclama comigo pq eu elogiei)mas de boa, quem curte PJ vale dar uma olhada. Eu não sei se vai ficar boa essa fic, isso foi meio repentino, por isso por favor deixe reviews pra saber se ta bom. E........................
melhor falar lá em baixo, leiam e comentem.

– EU NÃO AGUENTO MAIS! – Essa já era a terceira noite consecutiva que Rick chegava tarde em casa, e ainda por cima bêbado, e Marie já não sabia por quanto tempo mais suportaria isso. Ela passou as mãos pelo seu cabelo loiro e longo, lágrimas vindas à tona.

– Eu acho que a única opção então é o divórcio, já que você me acha tão insuportável. – Disse Rick, que não agüentava mais ouvir o mesmo discurso, o mesmo drama, toda vez que chegava em casa.

Assim que ele disse isso, viram uma menina parada no alto da escada, seus olhinhos verdes começando a marejar. Ela tinha a bochecha rosada e cabelo preto, o que a deixava parecida com uma Barbie morena. Apesar de só ter oito anos, já era bem inteligente, mas continuava sendo uma criança. Quando ouviu o seu pai dizendo aquilo, logo correu para a sua mãe, que a pegou no colo.

– Mamãe, porque você está chorando? – Essa pergunta só fez Marie chorar mais ao ver a preocupação nos olhos da filha.

– Nada meu amor, eu e seu pai só estamos conversando. – Respondeu logo depois se dirigindo a Rick: – Vamos dormir, amanhã resolvemos isso.

E então Marie se dirigiu à escada com a sua filha nos braços, ainda confusa. Deixou Alison em seu quarto, dando – lhe por fim um beijo de boa noite, vendo – a se aninhar na cama.

Olhou aquela carinha de anjo, e prometeu a si mesma que faria de tudo para que, independentemente do que acontecesse, faria de tudo para que Alison fosse a menina mais feliz do mundo, afinal, é o que toda mãe deseja.

Mal sabia ela o que estaria por vir.

Chegando ao seu quarto sentiu o cansaço do dia abate — la, somado ao sono e ao choro de mais cedo, o qual fizera suas pálpebras ficarem mais pesadas. Pensou em todas as coisas que aconteceram naquele dia, e começou a se perguntar se talvez não fosse mais fácil pedir o divórcio, pois já não conseguia conviver com seu marido.

Tomou um banho demorado tentando se acalmar depois daquele dia tão estressante e quando voltou ao quarto, Rick a encarava, o que ela estranhou. Respirou fundo e falou o que treinara no banheiro.

– Eu me divorcio, porém há uma condição – Ela inspirou novamente e voltou a falar: – Você terá que ir para a reabilitação, e depois você vai sair de casa. Ah, e a Alison ficará comigo.

Ele ficou sério, congelado, sem acreditar no que acabara de ouvir.

– Quem você pensa que é me impondo esses absurdos? – De repente a sua feição assumiu um tom de raiva, assim como a sua voz, que subiu um oitavo. – Eu até concordo com o divórcio, mas o resto... – Ele a olhou com certo desprezo.

– Se você não sair, saio eu – Enfrentou – o – E levando a Alison sim porque do jeito que você está não pode cuidar dela. Nós partiremos amanhã cedo – Ela o olhou triunfante. Sabia que no fundo ele se preocupava com a Ali e não argumentaria, por isso quando ele falou, ela ainda se surpreendeu:

– É? E para onde você iria?

– Já falei com a Jessica. Eu vou ficar lá até achar um apartamento novo, de preferência em outro estado.

– Bem, se é assim... Boa sorte – Ele apenas se ajeitou na cama e em questão de segundo já havia adormecido.

Na manhã seguinte Marie já estava terminando de empacotar todos os seus pertences, juntos com os de Ali, mas ainda não sabia como contá-la que estavam saindo de casa. Como uma criança de apenas oito anos lidaria com isso?

Ela foi então lavar o rosto, que estava ainda marcado depois de ontem à noite, e depois foi contar para Ali as novidades.

Quando ela chegou à sala, Ali estava jogada no chão, de pijama, assistindo a Looney Toones, com aquele coiote que só se dava mal. Ela estava rindo de uma dessas cenas quando Marie se sentou ao seu lado com uma tigela de Cheetos. Ali estranhou, mas não quis tirar os olhos da TV para comentar, então só enfiou a sua mãozinha na tigela e encheu a sua boca de salgadinho, o que só fez a sua mãe rir histericamente, quase fazendo – a esquecer sobre a notícia que daria assim que começasse o comercial.

Depois de mais ou menos 5 minutos, iniciou – se um comercial sobre remédios, e para distrair Ali, já que Marie sabia o quanto ela odiava com todas as suas forçascomerciais, começou a falar.

– Você acordou de que horas amor? – Decidiu ir de leve, já que a notícia seria um pouco chocante. –

– Seis horas da manhã, mamãe, o desenho é nesse horário – Riu ao ver a cara de espanto da mãe ao ouvir isso, a qual ouvindo a risada gostosa da filha, começou a rir também. Ficaram rindo por tanto tempo que quando se deram conta o desenho já tinha recomeçado, e Marie decidiu falar de uma vez.

– Filha, eu tenho uma notícia para lhe dar, mas não sei se você vai gostar.

– Ai não, Hamtaro vai acabar? – Esse era o programa preferido dela, amava desde os dois anos de idade, tinha bonecos e bichos de pelúcia de todos os personagens, e só dormia se estivesse agarrada ao Hamtaro ou à Bijou. Doeu ouvir aquela pergunta e ver a carinha triste de sua filha com isso, porque Marie ficou se perguntando qual seria a reação de sua filha, tão pequena, ao ouvir uma notícia daquelas. Mas ela tinha que contar logo, para não prolongar a dor.

– Não exatamente – E depois seu coração apertou – se ao ver a cara aliviada de sua filha, cuja feição assumiria um tom bem mais assustado em poucos segundos. – Eu e seu pai brigamos um pouco, e nós vamos passar um tempo na casa da tia Jess – Foi precisa muita força e coragem para não chorar na frente da filha, que notou e veio correndo abraçar a mãe. Mas todo o seu esforço foi em vão, pois ela acabou cedendo ao sentir as lágrimas daquela criança em sua pele.

Após certo tempo, se separaram, e Marie falou, ainda com a voz embargada:

– Meu amor, eu sei que essa notícia não é algo bom, mas vamos nos preparar para um novo começo, e eu garanto que dessa vez vai dar tudo certo. As nossas coisas já estão todas prontas e, se você concordar, podemos ir depois do café – da – manhã.

Ao terminar o desenho, foram comer qualquer coisa mesmo, já que tinham comido salgadinho antes mesmo, e quando estavam terminando, apareceu o Rick, com uma cara de morto, recém — acordado, porém carrancudo.

– Que cena mais linda, mãe e filha prontas pra fugir do “lobo mau” – Falou, fazendo aspas no ar ao se chamar de lobo mau. Marie então levantou – se estarrecida e, pegando sua filha no colo, dirigiu – se a Rick:

– Eu nunca achei que um dia você chegaria a esse ponto, bêbado a essa hora da manhã!

– Bêbado? Ah, não, estou longe disso, na verdade essa felicidade se deve a uma decisão que eu tomei que vai acabar com todos os meus problemas. — Falando isso, abriu uma gaveta que estava aparentemente trancada e tirou de lá um revólver. Apontou – o para Marie, já pronto para puxar o gatilho.

Notas finais
E então? momento crítico - adoooroo kkk'e alguem mais percebeu que Ali ainda tava no colo de Marie? eu amodorei escrever esse capítulo, mesmo demorando um século kkkkk' me digam se a demora valeu à pena.