Black Hole - Interativa

2 Três doses de determinação


Notas iniciais
Bom, temos muito o que falar, né... Primeiro, oi! Desculpa a demora. Problemas com internet que foram resolvidos. Para compensar vocês, vou postar hoje os dois caps que escrevi durante o tédio da internetless. Segundo, todo mundo que mandou fichinha vai aparecer em um dos dois caps. As fichas vieram com alguns problemas, mas acho que foi mais porque eu não fui clara o bastante. Para quem não entendeu a parada das reivindicações, é só uma maneira de garantir que vocês estejam no controle dos personagens desde o começo. É pra ser como um RPG, entendem? E por último, número de vagas. Pensei em dez, mas as promessas de fichas já passaram de dez. Talvez, bem talvez, eu aumente para 12 se as promessas forem cumpridas logo. Enfim, hora de vocês conhecerem as três primeiras ferinhas do Black Hole.

VEST-AGDER, 9:00

– Tente desenhar oito triângulos usando seis palitos.

– O quê?

– Oito triângulos, seis palitos.

– Oito triângulos com seis palitos?

– Isso.

Elly empurrou os seis palitos de picolé sobre a mesa, fazendo com que eles chegassem até Eeve. A garota de cabelos azulados passou alguns segundos desenhando triângulos e pensando no que poderia fazer, mas não chegou a nenhuma conclusão.

– É impossível, Elly. Não dá para fazer! Tipo, são menos palitos do que triângulos! Espera. Deixa eu tentar uma coisa.

Eeve começa fazendo um triângulo, e usa a base dele como lado para outro triângulo. A brisa agradável que sopra no pátio da escola ajuda a tomar decisões com calma, mas os enigmas de Elly são sempre difíceis. Com o cotovelo apoiado sobre a mesa, e a cabeça apoiada na mão, Elly admira a tentativa inútil da amiga.

– Não vai conseguir assim, Eeve. Não é suficiente. O grande problema de quem tenta resolver os enigmas é...

– Não abrir sua mente. Você sempre diz isso, e eu sempre tento, mas...

– Eu sei. Mas é fácil. Se você tem menos palitos do que triângulos, tem que usar um palito para fazer mais de um triângulo.

– Mas como?

– Já pensou em sobrepor os palitos, Eeve? E mais... Já pensou que um palito pode não ser o lado todo do triângulo, e sim uma parte?

– Não entendo.

– Ora, Eeve... – Elly pega os palitos e começa a desenhar. – Se você decidir, manter esse grande triângulo que você fez, com um palito de lateral, e fizer outro igual? Apenas um quarto do seu objetivo foi atingido até agora, mas e se você sobrepor os dois?

– Sobrepor?

– Sim. Colocando um de cabeça para baixo, como uma estrela de Davi. Assim, temos os dois triângulos grandes, e seis pequenos nas pontas.

– Nossa. Isso é que é pensar grande.

– Não. Agora, vou te dar mais dois palitos. Quero que faça o mesmo, mas com arestas independentes.

– Arestas independentes?

– O lado de cada triângulo tem que ser só dele, não pode ser parte de outro triângulo.

– Nem vem! Mesmo com dois palitos a mais, é impossível?

– Outro problema dos enigmas é quem...

– Desiste fácil. Elly, desculpa, eu realmente não tenho paciência pra ficar pensando.

– Isso é exercitar a mente, minha amiga. É necessário. Olha, você já tem oito, sobrepondo duas formas grandes. Se você ganhou mais dois palitos, só precisa adicionar um palito a cada forma grande. De triângulos, viram quadrados – Elly demonstra para Eeve, e faz dois quadrados virados, sobrepostos. – Agora, não temos mas os dois triângulos grandes, mas temos oito nas pontas.

– Você é muito inteligente, Elly.

Antes que Elly possa responder, o sinal toca.

Enquanto caminham para o inferno, ops, sala de aula, Elly pergunta a Eeve.

– Você viu a matéria sobre o Black Hole no jornal ontem?

– Não, mas fiquei sabendo. É sobre aquele menino que foi pra lá, não é?

– É mais ou menos. Querem montar uma expedição para ir busca-lo.

– Por quê? Ele não é um caso perdido?

– Não mais. Ele conseguiu se comunicar. Mandando uma mensagem em código morse! Eu teria desvendado rápido, você sabe.

– Claro. Mas o que tem isso tudo?

– As expedições serão formadas por crianças e adolescentes.

– Sério? Mas por que isso?

– Acham que tem mais chance de sobreviverem. Afinal, se a primeira criança sobreviveu...

– Talvez eles tenham razão. Como eles vão escolher?

– Indo nas escolas, eu acho. Acho que foi o que disseram. O que você vai fazer se eles aparecerem aqui?

– Simplesmente dizer que não quero ir, e tentar parecer inútil.

– Assim você vai conseguir se safar!

– E você? Tem algo mais inteligente para escapar?

– Quem disse que eu quero escapar?

Eeve parou no meio do corredor e puxou a amiga, fazendo-a parar. Colocou as mãos nos ombros de Elly e a encarou firmemente.

– Elly, por favor, me diga que você não quer embarcar numa missão suicida.

– Essa decisão cabe a mim, Eeve.

Elly continuou andando, e Eeve a seguiu.

– É assim? Você vai mesmo fazer as coisas sem pensar?

Elly continuou andando, sem dar ouvidos a Eeve. Logo, chegou na sala de aula e sentou no seu lugar. Eeve também o fez, mas desistiu de tentar convencer Elly a qualquer coisa. Quando todos entraram na sala e se sentaram, a sra. Clarck, professora de química, começou a falar.

– Eu sei que todo mundo aqui ama a minha matéria... — Todo mundo na sala revirou os olhos. Mesmo quem gostava de química passou a odiar com a sra. Clarck. A maldita sabia disso, e vinha cheia de ironias. – Mas hoje, a diretora quer todos no auditório. Parece que algo grande vai acontecer.

Elly e Eeve se entreolharam, com a mesma suspeita.

Elly mal conseguia se controlar, e descontava sua ansiedade nas pernas, que tremiam muito.

– Para com isso, Elly! Tá me deixando nervosa.

– Eu é que estou nervosa! Uau! Uma oportunidade dessas...

– Fica quieta. A diretora vai falar.

– Queridos alunos. Hoje recebemos uma visita inesperada. Representantes da Aurum – ao ouvir o nome da Aurum, Elly ficou sacudindo a mão de Eeve, que revirou os olhos – vieram até nossa escola. Eles estão selecionando crianças e adolescentes entre 12 e 18 anos para se tornarem herois nacionais, e irem em busca de Kuni Yovesh, o garoto de 12 anos que eles enviaram e está precisando de ajuda. Então, quem estiver disposto, vai conversar com eles depois da aula.

A diretora explicou como funcionariam as coisas, e tudo o que aconteceria. Em seguida, liberou os alunos para voltarem para a aula. Assim que ela acabou, Elly foi para a pequena fila que havia na sala de multimídia, como a diretora havia instruído. Mas, antes, Eeve a puxou pelo braço.

– Elly, não faça uma loucura dessas. Você é a Esfinge dessa escola! Sabe que ninguém voltou desse lugar, não sabe?

– Sei. Mas não sei por que. E quero descobrir.

Elly soltou seu braço e foi para a fila. Ela ficou completamente nervosa, pensando no que ia dizer. Tentou melhorar a aparência e ficar mais séria, prendendo o cabelo. Não demorou muito para chegar a vez dela, pois havia poucos na sua frente, e as entrevistas eram curtas. Finalmente, ela foi chamada. Um homem com uniforme da Aurum estava controlando a porta. Lá dentro, uma mulher uniformizada estava sentada na cadeira, e indicou a cadeira em frente a ela para Elly, que se sentou.

– Qual o seu nome?

– Ellynia Stone.

– Você tem quantos anos?

– 18.

– Ellynia, eu espero que você compreenda o que está acontecendo aqui. Estamos procurando adolescentes corajosos e determinados. O Black Hole é muito perigoso, mas nós precisamos entender o que acontece lá. Você está disposta a isso?

– Sim.

– Por quê? Por que quer ir ao Black Hole, mesmo sabendo que ele é perigoso?

– Porque eu quero saber o que tem lá. Sabe, eu nunca fiz nada muito importante na minha vida. Ela é tão... Chata e monótona. Eu quero descobrir o que tem no Black Hole, quero vê-lo com meus próprios olhos.

– Mesmo que seja a última coisa que você faça?

Elly pensou nisso durante três segundos.

– Eu não acredito nisso. Eu acredito no reciocínio da Aurum. Kuni conseguiu se comunicar, ele está vivo. Eu realmente acho que crianças e adolescentes têm maiores chances.

– Só mais uma questão, Ellynia... O que você tem a oferecer ao Black Hole?

– Minha agilidade. – Elly havia se preparado para responder a essa pergunta. – Eu amo subir em árvores. Sou esguia e...

– Subir em árvores vai te fazer sobreviver?

– Moça, acho que vai ser difícil encontrar algum estudante com menos de 18 anos que esteja pronto para sobreviver ao Black Hole. Se querem mesmo ter sucesso nessa expedição, vocês vão ter que treinar os escolhidos, certo?

– Sim. Vamos treiná-los. Mas aonde quer chegar?

– Ao Black Hole. Eu não sou nenhuma agente, não fui treinada, mas eu posso oferecer à Aurum minha coragem. Eu estou disposta a fazer isso, e realmente acho que sou o tipo de pessoa que vai se sair bem. Eu sei correr, sou ótima em esportes, ou seja eu tenho preparo físico para o treino e para a missão que você quer. Não vi muita gente lá fora a fim de se dedicar a salvar Kuni Yovesh, mas eu estou a fim. Se quiser, bem, se não quiser...

– Senhorita Ellynia, seu teste acabou. Caso seja escolhida, a buscaremos em sua casa. Pode ir agora.

– O quê? Mas você nem...

– Eu disse que pode ir.

Sem entender muito bem, Elly saiu da sala, e perdeu completamente às esperanças. Quando chegou à sua casa, cheia de raiva e vontade de desistir, subiu em uma das árvores e ficou pensando no que aconteceu, cheia de raiva pelo teste não ter dado certo.

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TRONDELAG DO NORTE, 12:00

Ally estava na fila. Havia várias pessoas na sua frente, mas ela não estava a fim de esperar. Então, começou a puxar assunto com a garota na sua frente, Emily Cout.

– Emily? O que faz aqui?

– Ahn... Vou me inscrever para o Black Hole...

– Ah, jura? Eu nem poderia imaginar! Achei que era a fila da cantina.

Emily arqueou as sobrancelhas e cruzou os braços. Sabia que era difícil lidar com Alissa, mas continuou mesmo assim.

– Se sabe o motivo da fila, por que perguntou?

– Eu só quero saber o que uma garotinha medrosa e sem sal está fazendo na fila.

Emily abriu a boca para responder, mas decidiu que não valia a pena.

– Nem vem, Alissa. Não vou me estressar com você.

– Nossa, como ela parece madura! Falando sério, Emily, eu não entraria nessa se fosse você. Por que a Aurum iria querer você? O que você tem a oferecer, hein?

Emily continuou fingindo que não estava ouvindo. Na verdade, ela queria responder, mas não sabia direito o que tinha a oferecer.

– Como eu imaginei. Emily, por que não dá o fora daqui, hein? Aposto que os entrevistadores devem estar querendo que tudo acabe logo, vão odiar perder tempo com uma garota inútil!

– Cala a boca, Alissa! Você não vai me tirar daqui!

– Eu não. Pode ir, se quiser. Mas eu duvido que eles – Ally apontou para a porta – aceitem você. Você grita quando quebra uma unha e quer ir a uma cordilheira da qual ninguém voltou, buscar um menino desaparecido? Emily, querida, não tome decisões precipitadas!

Ally continuou atazanando tanto a pobre Emily que ela saiu andando. Duas amigas a acompanharam. Ally deu dois passos para frente.

– Louise, querida, você aqui?

Da próxima vez que o homem abriu a porta, só havia Ally do lado de fora, com seu sorriso travesso. Ele estranhou, mas a mandou entrar e sentar. O homem de frente pra ela começou a perguntar.

– Qual é o seu nome?

– Alissa Sophie Blackhorn.

– Idade?

– 17.

– Tudo bem. Então, você quer ir ao Black Hole.

– Sim senhor.

– E qual é o seu motivo?

– Ah, eu gosto de aventura.

– Aventura? Quer ir para um lugar desconhecido do qual ninguém voltou pela aventura?

– O senhor tem algum problema com isso?

– De forma alguma. E o que uma aventureira como você tem a oferecer para essa missão?

– Minha inteligência.

– Inteligência? Inteligência não sobe cordilheiras, senhorita.

– Mas serve para saber que subir a cordilheira será a parte fácil. Essa é a parte que todos conseguiram fazer sem morrer. Descer a cordilheira, depois de ter chegado ao topo, é a parte complicada. Eu creio, senhor, que todo mundo que foi até o Black Hole só pensou em ter armas para matar o que quer que esteja impedindo o retorno deles. Mas pensar em um jeito realmente inteligente de fazer isso? Não é o mais importante, né? Todo mundo quer saber de cumprir a missão, de usar a força... E todos morreram. Inteligência é valiosa. Pode escolher noventa e nove fortões para essa missão, mas sem uma pessoa inteligente e racional, estarão todos mortos.

O homem encarou Ally como se não tivesse prestado atenção eu seu monte de palavras.

– A entrevista acabou. Pode ir agora. Se você for selecionada, a buscaremos em sua casa.

– Tudo bem. Eu vou indo, então, senhor. Tenha um bom dia de entrevistas.

Ally saiu da sala. E não havia ninguém depois dela.

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TRONDELAG DO SUL, 20:00

– Avelin! Errou duas vezes seguidas! Você não está se concentrando!

Lin abaixou a arma.

– Eu estou me concentrando!

– Olhe para a frente, empunhe a arma direito. Eu não quero erros de novo, ouviu bem?

Avelin se concentrou e mirou, mas ela realmente não estava em um bom dia. Ela atirou e errou. Klaus arrancou a arma da mão dela.

– Vai pro seu quarto agora!

– Klaus! – Loren entrou na sala com as mãos erguidas, como se perguntasse o que havia acontecido, mas Lin já estava de saída. Ela subiu para o quarto correndo e trancou a porta. Se jogou na cama e ligou a televisão. O jornal estava começando, e com uma notícia quente.

– Mamãe não me contou isso? Ela me conta tudo!

A maçaneta girou, mas a porta estava trancada. Avelin ficou quieta, mas a voz da mãe chegou até ela.

– Filha, sou eu.

Avelin correu até a porta e destrancou. Loren entrou, já falando com a filha.

– Não se importe com seu pai, minha filha, ele não...

– Mãe, por que não me contou?

Loren franziu o cenho, sem entender.

– Não contei o quê?

Lin apontou para a televisão.

– Estão escolhendo crianças e adolescentes para ir ao Black Hole. Poxa, mãe, você trabalha lá na Aurum e...

– Avelin Van Deveraux, se está pensando em ir, pode desistir.

– O quê?

– Você me ouviu. Não vai e ponto.

– Por quê? Por que não posso ir? Já sou bem grandinha.

– Você sabe, Avelin. É perigoso demais! Ninguém voltou de lá. Essas crianças não vão voltar!

– Vão sim! Kuni conseguiu se comunicar.

– Isso não quer dizer nada.

– Claro que quer! Ele só precisa de ajuda pra voltar...

– Avelin, você já parou para pensar no que está dizendo? Kuni está morto.

– Não está. Ele mandou a mensagem.

– Se ele mandou uma mensagem pedindo socorro, estava em perigo. Ele já deve ter morrido, Avelin!

– Não! Kuni precisa de ajuda. Eu quero ir, mãe! Quero encontrar a resposta que estamos procurando há tanto tempo!

– Você não vai! Chega!

Loren saiu do quarto e bateu a porta, se esquecendo do seu propósito no quarto. Mas Avelin não desistiria. Ela trancou a porta de novo e ligou o computador. Ela entrou no site da Aurum, e foi direto ao suporte. Ela digitou dizendo que não estudava em nenhuma escola, tinha professores particulares, mas queria fazer uma entrevista. Poucos minutos depois, responderam que ela deveria ir à base da Aurum mais próxima, o que significava o trabalho da mãe. Assim que amanheceu, Avelin saiu de casa, antes que os pais saíssem ou se desse conta. Ela foi ao motorista, Sr. Mithas, e disse:

– Bom dia, Sr. Mithas. Meu pai disse para eu ir à Aurum hoje.

– Mas não vai com sua mãe, senhorita Devereaux?

– Minha mãe não está bem. Ela não vai trabalhar hoje.

– Tudo bem.

Como Avelin nunca fizera nada parecido, Sr. Mithas não desconfiou, e a levou para a base da Aurum. Lin chegou à recepcionista e disse quem era e o que estava fazendo ali. Pouco depois, foi direcionada para uma sala no térreo onde uma jovem moça estava esperando, e indicou que se sentasse.

– Nome?

– Avelin Van Devereaux.

– Devereaux? Você é filha da agente Devereaux?

– Sim. Loren Van Devereaux.

– Quantos anos tem, senhorita Devereaux?

– 17 anos.

– Por que quer ir ao Black Hole?

Avelin queria dizer que estava cansada de viver à sombra dos pais. Queria dizer que desejava impressioná-los, que queria mostrar ao pai o que sabia fazer. Mas a mulher conhecia a mãe dela. Não seria uma boa ideia.

– Às vezes eu ajudo minha mãe com as pesquisas daqui. Eu tenho uma grande curiosidade em conhecer o Black Hole. Quero descobrir seus mistérios, concluir o que minha mãe têm feito.

– Tudo bem. Pode me dizer o que tem a oferecer à missão?

– Meu pai, Klaus Van Devereaux, é militar, e me treinou muito bem. Eu sou a pessoa certa para sobreviver a esta missão. Eu sou boa com tecnologia, mecânica, elétrica, robótica, sei usar várias armas, tenho bons reflexos, entre outras coisas.

Avelin sabia que era bem dotada. E sabia que dizer o nome dos seus pais agregava valor. O sobrenome Devereaux agregava valor. Era uma família nobre, superestimada e admirada. Além de tudo, Avelin já tinha o pezinho na Aurum era a garota perfeita para a missão.

– Obrigada, senhorita Devereaux. Se for selecionada, a buscaremos em sua casa.

Quando estava saindo, Avelin deu de cara com a mãe. Aliás, a cara dela não estava muito boa.

– Mãe... – Avelin começou a se explicar, mas Loren a cortou.

– Eu disse para não fazer isso. Mas depois conversamos. Vá pra casa agora.

Conheça os Personagens

Notas finais
Gostaram? O que acharam dos seus personagens, e dos personagens dos outros? Quero que me digam. Daqui a pouquinho, surge o grupo no Fb para todo mundo, embora alguns (cof, cof, Nymeria) não possam ficar indo lá. Mas quero ver os comentários com a opinião de vocês!