Notas iniciais
ÚLTIMO CAPÍTULO DO MÊS!!!!!
Espero que gostem dele, porque agora vcs só vão ler BT?PI em novembro!!
Muahahahahahahahahahahahaha!
Bom, até que ficou grande... Achei que sairia menor.
Enjoy.

- Ah, tá OK. Obrigado por avisar. – ele acenou e virou-se para o irmão – Ouviu isso, Tom? Elas vêm na casa da Eloisa essa noite. Não é uma ótima oportunidade pra deixar de ser besta?

Tom deu de ombros.

- Bom, vai de você. Não vou ficar enchendo.

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Algum tempo antes, noutro lugar...

- Oh, Feer, logo mais à noite vamos na casa da Looh.

- Falar da história dos e-mails falsos?

- É. Bom, contamos minha novela pessoal pra ela, agora temos que mantê-la a par.

- Tem razão.

- Eu vou ligar pra ela pra avisar que a gente vai.

- Aham.

Giovanna discou o número da prima e esperou que ela atendesse:

- Alô?

- Looh?

- Sim, quem é?

- Giovanna. Looh, eu e a Feer podemos ir na sua casa logo mais à noite?

- Claro. Mas pra quê?

- Bom, preciso te contar o novo capítulo da... “novela”.

- Ainda tem mais?!

- Pior que tem. E você não imagina o quê. Mas... não é o tipo de coisa que se conte por telefone, então...

- Ah, tá ok então. Venham pra cá. Até a noite.

- Até, tchau.

- Tchau.

Horas depois, Fernanda e Giovanna batiam na porta da casa de Looh.

- Oi, gente. Entrem.

- Oi, Looh – as duas responderam quase ao mesmo tempo.

- E aí, Gih? O que houve?

- Lembra que eu te falei que troquei e-mails com o Bill nos últimos dois anos?

- Aham.

- Eram falsos – disse Feer, cúmplice.

- Como assim?

- Não eram do Bill. – Gih esclareceu. – Algum sem-o-que-fazer andou usando o nome do Bill pra rir da minha cara.

- Meu Deus! E você sabe... quem foi?

- Por mim já saberia. Teria entrado na justiça, mas o Bill não deixou.

“Entendo por que”, Looh pensava.

- Disse que ia ver se achava um “modo pacífico” de resolver a situação – Gih fez aspas com as mãos -, mas até agora, nada.

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Na casa de trás, Tom andava no quarto de um lado para o outro, de um lado para o outro, de um lado para o outro sem parar.

- A essa hora – dizia para si mesmo -, ela já deve estar aí. Mas o que eu faço? Eu sei que não vou poder esconder isso dela por toda a vida, até porque o Bill já disse que ela quer abrir um processo... – sentou-se na cama e suspirou – Se eu acreditasse em Deus essa seria uma ótima oportunidade pra fazer uma promessa pro tal do Santo Expedito. Afe, Tom, se mata, ‘cê tá começando a delirar.

- Falando sozinho, Tom? – Simone entrou no quarto, estranhando a atitude do filho.

- Eu? Hein? Mãe? Han... É. Acho que eu tô.

- E por que isso, Tom? Você nunca foi de dar esses tiques.

- Sabe o que é, mãe... eu... er... Nada não.

- Nada não uma ova. Alguma coisa tem que ter pra você estar nervoso desse jeito. Ande, me conte o que está havendo.

- Não é nada, mãe. Juro!

- Você jura, é?

- Juro.

- Então tá mentindo.

- Quê?!

- Desembucha logo, me diz o que você tem.

- Nada!

- Deixa de ser criança, você tem 19 anos. Fala logo o que está acontecendo.

- Quer que eu fale, mãe? – disse Bill, parado na porta.

- Sai daqui, Bill! – Tom mandou.

- Eu prefiro, se esse cabeça dura não falar logo.

- Tá bom, mãe, você venceu. Lembra da Giovanna?

- Giovanna... a Gih, que tava sempre aqui em casa, antes de a gente ir morar em Magdeburgo?

- Ela mesma. Então...

Tom contou toda a história para a mãe; que gostava de Giovanna no tempo da escola, dos bilhetes do Bill, a desconfiança que tinha quanto a ele, a mudança, as saudades, a conta de e-mail usurpada do Bill, os e-mails trocados durante os 2 últimos anos, o reencontro na loja, a descoberta do irmão, a prima dela que morava na casa de trás e ouvira a discussão, a amiga brasileira que a uma hora dessas já devia estar sabendo de tudo, o fato de Giovanna estar a alguns metros de distância agora, enfim; contou tudo.

- O que eu faço, mãe?

- Depois de tudo o que me contou...

- Ainda pergunta o que tem que fazer! – Bill completou.

- Oras, o que você acha que eu vou mandar você fazer?

- Contar a verdade? – Tom suspirou.

- Dãã, é óbvio, seu besta, o que mais? Eu mereço um irmão desse...

- Para, Bill, isso é difícil pra ele. Mas é, é isso mesmo o que eu sugiro.

- E você acha que pra mim não é difícil estar no meio da confusão entre o meu irmão e a minha melhor amiga? Eu tô enrolando a Giovanna pra acobertar a burrada que o seu filhinho fez! Acha que eu não tenho vontade de sair na rua, bater na porta da casa de trás e contar tudo pra ela?

- Claro que não, Bill, mas isso cabe a ele. Nem você nem ninguém pode contar a verdade pra ela, apenas o Tom. Vai ser muito melhor que ela saiba por ele do que por qualquer outra pessoa.

- Como se ele não soubesse disso! Mas é uma besta, a melhor oportunidade tá na cara dele e ele não faz nada! Faz o favor, né!

- Cala a boca, Bill! Isso não tem nada a ver com você! – berrou Tom.

- Ah, não tem, Tom? Você não usou o meu nome pra enganar a Giovanna, eu não tô tendo que enrolar ninguém, você está suave pra ir contar a verdade pra ela e isso não tem nada a ver comigo? – Bill falava num tom de voz calmo – Imagina se tivesse! E vê se para de gritar se não quiser que ela saiba de “outra forma”, seu histérico!

- Sai daqui! Sai daqui, Bill, me deixa em paz!

Bill jogou-se num pufe que tinha no canto do quarto e cruzou os braços, enquanto Simone brigava:

- Querem parar com isso, os dois? Vocês são irmãos; e eu criei dois homens, não dois búfalos pra ficarem brigando desse jeito! Tratem de se resolver e já! – ela saiu do quarto, deixando os gêmeos a sós.

Eles ficaram se encarando um tempo sérios. Bill olhou para o lado expressando reprovação e Tom abaixou a cabeça. Depois se olharam de novo pedindo desculpas com os olhos castanhos.

“Levanta logo”, os dois pensavam, nenhum queria admitir que estava errado.

- Tá, eu admito. Tô errado. – disse Tom, quebrando o silêncio.

- Nós dois estamos. – Bill levantou-se do pufe e sentou na cama ao lado do irmão.

- Desculpa, Bill. Esse tempo todo você querendo ajudar... e eu te recebo com quatro pedras em cada mão.

- Tá bom, Tomlete. Mas você tá cansado de saber...

- ... Que não vou poder tapar o sol com a peneira pelo resto da vida.

Bill ergueu a mão pedindo “bate aqui”. Tom retribuiu o gesto e completou:

- E sabe o quê, Billete? Vem comigo.

O gêmeo mais velho puxou o irmão pelo braço quarto afora e desceu as escadas chamando:

- Mãe! Manhê!

- Que foi, Tom? Você e Bill já se resolveram?

- Aham. E a gente vai sair. Tchau.

- Tchau, ué.

Já no meio da rua...

- Tom, pra onde você tá me levando?

- Você vai ver! Anda, vamos.

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No mesmo instante, perto dali...

- Mesmo assim, Gih, ele tá certo. – Looh dizia – Pensa na proporção do desastre se um escândalo desse envolvendo o nome de Bill Kaulitz vaza mídia afora?

- Ele é tão vítima quanto você; mas o caso é que ele tem uma imagem. – completou Feer.

(8) [Campainha toca]

- Deve ser a pizza que eu pedi para nós – Eloisa disse indo atender a porta.

Talvez tenha sido a fome, ou a distração no assunto da conversa; que fez com que ela esquecesse de espiar pelo olho mágico quem estava do outro lado, já foi abrindo e estendendo a mão para pegar a pizza.

QUE pizza.

Deixou Fernanda e Giovanna discutindo e olhou para a porta. O susto foi tão grande que tudo o que conseguiu fazer foi bater a porta na cara de quem esperava na soleira.

Notas finais
É hoooje!!
Mentira, é só no mês que vem.
Bom, pela falta de capítulos para postar esse mês (soubesta), prometo que a fic vai fazer aniversário de 3 meses em grande estilo!
Capítulo grande, emocionante e decisivo!!
Até o mês que vem folks!
Espero reviews!