Between Love And Hate

7 Capítulo 7: I'm So Sorry...


Notas iniciais
Finalmente mais um chap, depois de tanto tempo e de ter praticamente sumido do mapa, aqui estou eu novamente.
Uma coisinha antes você começar a ler esse chap: 1.Eu não estava lá num astral muito bom, e apesar de ter uma concentração muito boa, não consigo escrever muito bem quando tem uma musica tocando nas alturas do meu lado, como foi o caso do meu primo mais velho, que tava jogando guitar hero bem do meu lado...Ok,eu podia ter pedido pra ele diminuir o volume, mas como ele é insuportavelmente chato (e mais velho que eu),desisti. So...Se esse chap não estiver muito bom, voces podem dizer, que eu mando o msn dele e vcs vão poder atazaná-lo (xingpa-lo,sequestrá-lo,hackeá-lo) e o que mais der na telha.
Kisses e espero que vcs tenham uma boa leitura!

Uma vez já longe das fronteiras do acampamento, Axel caminhou até poder avistar uma carruagem em chamas, assim como seu cocheiro e os cavalos que a puxavam. O ruivo levantou um dos braços e o transporte parou a sua frente, ao mesmo tempo em que a porta se abria, convidando o general a entrar.


Axel sentou-se num dos assentos estofados de couro vermelho-sangue, em silêncio, enquanto a carruagem voltava a andar. Minutos depois houve um solavanco forte, como se o transporte estivesse em queda livre, e depois o baque brusco com o chão. O clima ficou cada vez mais quente e abafado. Gritos horríveis e lamúrias incontáveis eram ouvidos a toda hora. Arrepios se tornaram constantes na nuca do ruivo. Haviam chegado ao Inferno.


Depois de tanto tempo fora de casa, aquela sensação de desespero e medo que sempre habitava aquele lugar havia sido quase esquecida, e por esse motivo, Axel se sentia inquieto. Duas horas depois, finalmente chegaram à entrada do Primeiro Círculo do Inferno, onde a carruagem parou e o ruivo teve de seguir a pé.


Todo aquele clima, os gritos, as sensações e os arrepiantes olhos negros dos demônios que fitavam o general com raiva, tudo fazia parecer que Axel estava a caminho de uma execução. Como ele queria que Roxas estivesse ali ao seu lado agora, dando-lhe a apoio, sussurrando seu nome e segurando sua mão...


-Finalmente você chegou, já estava cansado de esperar. -Falou uma voz, fazendo com que Axel levantasse mais o rosto e avistasse a silhueta do Governante do Primeiro Círculo, Krauser, vestindo sua habitual armadura negra com detalhes em roxo.


-O que você quer?-O ruivo perguntou, voltando a andar, atravessando uma enorme casa repleta de mobília inútil, mulheres e bastante comida. Atrás dessa construção, que era a casa do Governante, ficava uma escadaria feita de corpos ainda vivos, destinados a sofrer pela eternidade, que levava ao Segundo Círculo, onde ficava outra Casa, outra escadaria e por aí vai até chegar ao Nono Círculo, onde o Governante de todo o Inferno aguardava.


-Vossa Maleficência pediu que eu o escoltasse até o tribunal.


-Desde quando preciso de um guarda-costas, Krauser?


-Não sou um guarda-costas, sou mais como um... Carcereiro impedindo que um prisioneiro fuja. Nosso lorde não quer que você escape até receber o veredicto.


-Que seja, só quero sair daqui o mais cedo possível. -O ruivo resmungou, agora descendo as escadas que levavam para a próxima Casa.


Explicando melhor, o Inferno era como um prédio virado de cabeça pra baixo, onde ao invés de subir, você desce. Cada andar é governado por um General Demônio, e quanto maior a hierarquia, maior é o tamanho da área onde você manda, por exemplo, o Governante do Primeiro Círculo só reina no Primeiro Círculo, enquanto o governante do Quinto governa o quinto, quarto, terceiro, segundo e primeiro círculo.


Cada General-Governante vivia em sua Casa, construções que exacerbavam os pecados juntamente com os excessos, como a gula, a luxúria, a vaidade e por aí vai. Atrás de cada Casa ficava a escada que dava para o próximo círculo, coisa que funcionava mais como uma medida de segurança, pois se o Céu decidisse atacar, as suas tropas teriam que descer andar por andar até chegar ao último, e quando chegassem, já estariam bastante debilitadas.


Cerca de mais duas horas depois, Axel finalmente chegou ao Nono Círculo, ainda em silêncio, acompanhado por Krauser, que se mantinha calado, afinal, Axel ainda era o governante do Sétimo Círculo, e se as coisas ainda eram as mesmas, isso significava alguma coisa.


-Bom, é aqui que eu te deixo. -Krauser falou, uma vez que ambos já estavam na porta da Casa. -Boa sorte pra você, vai precisar.


-Isso é da boca pra fora. -Axel respondeu, já empurrando uma das enormes portas de mármore negro da Casa.


-É claro que é. -Krauser sorriu, então desapareceu dali numa nuvem de fumaça negra como piche.


-Idiota.


Então o ruivo adentrou a Casa, que também servia como Tribunal do Inferno nas horas vagas. Lá dentro o calor era bem maior, assim como o barulho dos gritos, sem falar do cheiro enjoativo de carne pútrida. Demônios de cargos altos, além de alguns Generais, estavam sentados nas laterais do grande salão. No meio desse mesmo cômodo, estava uma cadeira feita de ossos humanos fundidos como pedaços de ferro de um móvel normal. No lado norte do lugar ficava uma alta cadeira, mais confortável, onde o Governante de todo o Inferno estava sentado, com uma expressão traiçoeira e um sorriso malicioso no rosto.


-Seja bem vindo ao Tribunal do Inferno, General-Governante Axel. Sente-se, agora começará seu julgamento. -Falou o dono da Casa, com ambas as mãos entrelaçadas abaixo do queixo, como uma ardiloso (se não traiçoeiro) jogador profissional de pôquer.


Axel obedeceu e se sentou na cadeira de ossos enquanto todos aqueles olhares pairavam sobre si. Estava começado o julgamento.




Foi só na noite do outro dia que Roxas viu Axel novamente. O loiro passara o dia na tenda, sozinho, pois como ainda era guerra, Kairi e Riku haviam saído para o campo de batalha. Roxas não havia conseguido dormir na noite passada, pois a angústia em seu coração era tão grande que até fechar os olhos era uma tarefa dolorosa. E se fechasse os olhos e quando os abrisse não pudesse mais ver o ruivo? Preferia mais passar a noite em claro, atento quando seu amor voltasse do Inferno.


Então Roxas esperou ansiosamente pelo seu general, sempre olhando para a entrada da tenda, imaginando que assim que o ruivo passasse por ela, tudo estaria bem. Eles poderiam, quem sabe, fugir dali, ir para o mundo dos humanos e se esconder lá, sem ter que viver nessa guerra, onde não haveria esse negócio de “anjos” ou “demônios”, e sim só Roxas e Axel.


Roxas estava quase se entregando ao sono quando a aba da tenda abriu de repente, mostrando a silhueta de Axel, ainda vestindo o mesmo casaco preto. O loiro pulou da cama, onde estava, e abraçou o maior com força.


-Axel! Como você está? Como foi lá? Está tudo... -Roxas teria continuado a tagarelar, mas parou por que o ruivo o afastou bruscamente com um dos braços, acabando com o abraço do menor.


O anjo tentou buscar algum indício daquele ato inesperado no rosto do general, mas tudo que pôde ver foi um brilho apagado nos olhos do maior, como aquele brilho que ganhamos quando temos de abrir mão de alguma coisa que gostamos muito.


-Axel... O que foi?-Roxas perguntou novamente, tentando ver os olhos esmeraldinos do maior, mas o ruivo a toda hora desviava o olhar, recusando-se a fitar o loiro.


-Roxas, pode caminhar comigo por alguns minutos?-O ruivo falou, com a voz carregada de imparcialidade.


“Caminhar? O que está acontecendo aqui? O que diabos aconteceu naquele maldito tribunal do Inferno?”,Roxas quis perguntar, mas apenas disse:


-Claro, posso sim.


Axel pegou a mão do menor com indiferença e o levou para fora da tenda, onde caminharam sem rumo até Roxas perceber que estavam bem na fronteira onde o acampamento dos demônios acabava, e a frente deles estava o campo de batalha, deserto, com um cheiro de sangue pairando no ar.


Axel parou de andar e se virou para Roxas, ainda desviando o olhar. Agora, toda a luminosidade que tinham era a própria luz da lua cheia, que dava a tudo um brilho prateado e espectral, piorando a situação ainda mais pelo ponto de vista do loiro.


Passaram-se alguns minutos, ambos em silêncio. Roxas não tinha palavras para aquela situação. Axel estava certamente diferente, mas não queria ajuda ou aproximação do menor, muito menos contar o que houve no tribunal. O loiro também não queria pressioná-lo a dizer algo que não queria, mas Axel estava tão rude que fazia parecer que todo aquele amor que ele sentia por Roxas havia evaporado, sumido, como se jamais tivesse existido a não ser nos sonhos do menor. Não, aquilo era somente paranóia do loiro. Talvez eles estivessem ali porque Axel queria comunicar que eles tinham de fugir pra algum lugar, ou quem sabe ele queria apenas um pouco mais de privacidade, sem ter tantos demônios por perto como no acampamento.


Então o general virou o rosto e fitou os olhos de Roxas, que tudo que pode distinguir no olhar do maior foi um misto de dor, indiferença e... Raiva?


-Roxas, eu quero que você vá embora daqui. -Falou o ruivo, fechando mais a cara e assumindo uma indiferença total.


-Espera, Axel, o que você está dizendo?-Roxas retrucou, sem acreditar naquelas palavras.


-Você me ouviu muito bem, sei que não é surdo, mas como você é realmente um idiota, vou repetir a frase de novo: Vá embora daqui e não volte nunca mais.


-Mas... Calma, espera aí, você está brincando certo? É uma brincadeira, só pode ser. Onde está Riku? Ele está participando também?-Roxas falou, mostrando um pequeno sorriso, como se também estivesse rindo da brincadeira, mas a cara que Axel fez a seguir acabou murchando o pequeno sorriso nos lábios do menor.


-Idiota, isso não é uma brincadeira. Ou será que você é burro demais pra acreditar na verdade que está bem na sua cara?


-O que você está dizendo, Axel?-Agora Roxas não entendia mais nada, e isso só aumentava a angústia em seu coração.


-Estou dizendo que quero você bem longe de mim.


-Mas... Você... Você não... Me quer?


-Não. Aliás, eu nunca te quis de verdade. Eu vou logo dizer, Roxas, eu não te amo, nem nunca te amei, só estava atrás do seu corpo, e agora que consegui, você é inútil pra mim.


-Mas...


-Sinceramente falando, eu te odeio. Você cora por tudo, é um molenga... Além de que esses teus chiliques são patéticos. Desde o primeiro dia, quando eu te salvei, pensei que seria legal ter um bichinho de estimação.


-Mas...Você disse...


-Eu sei que eu disse que te amava, mas eu menti, okay? Tudo não passou de mentiras. Estou começando a criar nojo de você até, já não aguento mais olhar nessa tua cara enjoenta...


-É mentira! Foram eles que te mandaram dizer isso, não foi?!É tudo culpa deles!


-Não, não é! Sou eu que estou dizendo isso! Você só me trouxe problemas, Roxas! Eu quis seu corpo, e consegui, mas agora vou ter que pagar um preço alto por ele!-Agora, tanto Axel quanto Roxas gritavam, e eles só não acordavam os outros demônios porque estavam bastante longe das tendas.


-Não!Eu não acredito em você!


-Se você acredita ou não, é seu problema, mas saiba que tudo que você fez foi arruinar minha vida, seu merda! Tudo estaria muito melhor se eu simplesmente tivesse te matado quando tive chance!


-Não!-Roxas então desabou no chão, chorando sem parar. Ele não conseguia acreditar naquilo, simplesmente não conseguia. Aquele não era o Axel... Não podia ser... Seu Axel jamais faria algo assim, seu Axel o amava de todo o coração, e havia até desafiado um general demônio para defendê-lo...


-Tudo que você ouviu foi uma mentira, Roxas. Até meus toques foram irreais. Por quê? Simplesmente porque eu quis. Os anjos sempre dão mais prazer quando eles te correspondem... Então faça um favor a si mesmo e enfie estas palavras em sua cabeça: Eu nunca te amei. Fui claro?


-Mas você me defendeu...


-Eu também queria desafiar os superiores, mas fui um pouco longe demais. Acabei te usando pra isso também, mas você não se importa, não é? Sendo o verme que você é, acho que não.


-Axel... Não... Por favor, isso não pode ser verdade... Eu te amo... Se você me deixar, eu vou morrer... Por favor, não me abandone... Você me prometeu que ia cuidar de mim... Iríamos ficar juntos pra sempre, lembra? Não importa o que aconteceu, eu quero ficar com você... Sei que tudo isso que você está fazendo é pra me proteger, mas eu não vou conseguir viver sem você. Não me deixe, eu imploro, fique comigo... Eu faço qualquer coisa...


Axel ficou calado por alguns minutos, observando o menor ainda no chão, de joelhos, chorando sem parar. Então o ruivo estendeu o braço e tocou no rosto do menor, levantando-o delicadamente. Roxas já se sentia inflamar de felicidade, mas aí a mão que estava em seu rosto desceu para seu pescoço, e com um forte puxão, arrancou o próprio cordão que o ruivo dera ao menor uma dia antes.


-Você não vai mais precisar disso. Um aviso: Aproveite enquanto o acampamento ainda está dormindo, pois uma vez que os demônios verem que você está desprotegido, eles vão te matar, e não vou poder fazer nada. Devia se sentir agradecido que estou te deixando fugir. Adeus, Roxas, foi muito prazeroso o tempo que passamos juntos.


Axel deu as costas a Roxas, que acabou agarrando a capa do maior, num impulso desesperado de impedir que o amor da sua vida se afastasse de si. Então, inesperadamente, Axel empurrou Roxas com mais força do que o necessário, jogando-o para longe, enquanto falava:


-Não ouse mais me tocar! Estou avisando pela última vez, se eu ver você quando eu acordar de manhã, eu juro pelo meu próprio sangue que eu mesmo te mato.


Então o ruivo foi embora, deixando Roxas sozinho, desesperado, abraçando o seu peito, sentindo um enorme vazio dentro de si, como se houvessem levado seu coração, e certamente levaram, pois agora ele se afastava a passos largos em direção ao acampamento dos demônios.


Roxas não sabia quantas horas teria passado ali, no chão, no total. Só sabia que de repente, começou a chover sem parar. Continuou ajoelhado, abraçando o próprio peito, sem saber se estava chorando ou se era só a chuva. Um barulho estridente penetrava em seus ouvidos. Era um som horrível, cheio de dor, como se fosse o fim do mundo, mas bastante familiar até. A única parte consciente de usa cabeça procurou a origem de tal som, até se dar conta de que vinha de um lugar bastante próximo, da sua própria boca. Aqueles eram seus gritos.


O loiro gritou até que sentiu sangue em sua garganta e sua voz falhar, tornando-se apenas um leve sussurro. Já não chorava mais, já não sentia mais, e não iria se importar se algum demônio aparecesse e acabasse com sua vida. Aliás, isso seria até bem vindo.


A chuva não lhe incomodava, e ele só respirava porque essa era uma tarefa que seu corpo realizava involuntariamente, senão já estaria morto. Era como se quase seu cérebro inteiro estivesse apagado, desligado todas as demais funções conscientes, inclusive os pensamentos, tudo só para se proteger da tamanha dor que era ser rejeitado por Axel.


Não fazia mais diferença entre viver ou morrer. De que adianta viver se você perde sua única razão, seu único objetivo de continuar vivo? Sem Axel, nada mais valia a pena. Roxas só queria continuar ali, sozinho, confinado em sua própria cabeça, protegido da dor. Axel era sua vida, sem ele, não queria mais viver.


Mas apesar de tudo isso, a parte racional da cabeça de Roxas, aliada ao instinto de sobrevivência, de algum modo, fez com que ele andasse (estava muito abalado para voar) pelo campo de batalha, quase chegando ao acampamento dos anjos, afinal, agora Roxas estava em campo inimigo. No entanto, na metade do caminho, Roxas fraquejou e acabou desmaiando, caindo no chão enlameado pela chuva.


E foi nesse estado lamentável que Roxas foi encontrado por Sora, um anjo que tinha aparecido bem no começo desta história, atuando primeiramente como um simples mensageiro, e depois foi promovido a batedor e a vigia das fronteiras do acampamento dos anjos. Dias antes de Roxas ter encontrado Axel, o mesmo loiro tinha conhecido o jovem Sora, que por acaso, era bastante parecido consigo próprio, quase como um irmão, exceto pelos cabelos castanhos e uma personalidade mais viva.


Voltando ao presente, Sora estava fazendo a costumeira patrulha quando avistou o corpo de Roxas caído no chão. No mesmo instante reconhecera o rosto de seu superior, aproximou-se dele e o carregou nos braços de volta para o acampamento, falando com alguns de seus colegas para que continuassem a patrulha em seu lugar.


Sora levou Roxas para sua própria tenda, deitando-o em sua cama e constatando que o loiro estava com febre alta. Como o moreno não sabia muita coisa sobre como cuidar de doentes, apressou-se em chamar um dos curandeiros do acampamento. Antes que o sol raiasse completamente no horizonte, grande parte do acampamento já sabia que o “herói” Roxas havia retornado, “fugido” do acampamento dos demônios com êxito, agindo como um verdadeiro “espião”.


Graças a todo aquele alvoroço, os Arcanjos mandaram que Sora (um pouco mais instruído sobre o que fazer com os doentes) ficasse cuidando de Roxas até que o mesmo acordasse e estivesse pronto para falar o que soubesse do acampamento inimigo, coisa que ele se recusou a fazer quando abriu os olhos. Na verdade, Roxas estava recusando tudo. Não comia, bebia ou sequer dormia direito, e ele só não tinha morrido ainda porque Sora fazia de tudo para manter seu mais novo “mestre” vivo.


Mesmo assim, Roxas estava muito mal, além de que passava o dia inteiro de cama. Recusava-se até mesmo a levantar, ficando todo o tempo olhando o vazio e respondendo as perguntas somente com “sim”, “não” e “talvez”. Apesar disso tudo, Sora não desistia. Era um anjo realmente maravilhoso, sempre tentando fazer seu mestre feliz, além de sempre estar sorrindo.


Três dias depois de ter encontrado Roxas no meio do campo de batalha, Sora teve uma idéia que talvez fizesse seu mestre melhorar. Tudo bem que fosse só uma idéia boba, mas talvez funcionasse.

Notas finais
Pois é,digo e repito mais uma vez, se estiver ficado "faltando algo" nessa fic, foi culpa do meu primo, e não esqueçam de me pedir o msn dele caso keiram xingá-lo ou transforma-lo num emo...(ui)
Enfim,obrigada por ter lido esse chap, e vou ficar mais feliz ainda se voce me mandar uma review!Não dói, faz bem pro coração do autor e vc ainda ganha nyah cash de graça,que tal??
Kisses!