Belo Horizonte

1 Observações, Personagens, e Prólogo


Personagens Principais Arthur Wallace \"\" Cheguei em BH, e já sinto que estou aqui para ficar. Se depender de mim, a rotina aqui será sexo drogas e muito rock ‘N’ roll! Henrique Doné \"\" Todas as minhas esperanças se concentram nessa cidade. Minha vida sempre foi um fracasso e com essa mudança ela finalmente poderia ser renovada. Nisso eu tenho fé.

Mariana Diniz \"\" Novo ano, novas decepções. Acabo de terminar com meu namorado, já não aguento mais sofrer tanto por causa de homens. Mas eu simplesmente, não consigo parar de desejá-los... Alexandra Saint-Clair \"\" Todo mundo implica comigo porque, apesar desses lindos cabelos louros, eu insisto em pintá-los de rosa. Esse povo me cansa. E aqueles dois garotos novos, me parecem muito interessantes... Personagens Secundários Ana Howard \"\" Pedro Chavez \"\" Guilherme Fernandes \"\" Victoria van Fleury \"\" Prólogo Take me down to the paradise city

Where the grass is green and the girls are pretty

Take me home (oh, won\'t you please take me home?)

‘Paradise City – Guns N’ Roses’ era a musica que eu ouvia no meu iPod, enquanto eu e minha mãe acabávamos de chegar em Belo Horizonte.

Belo Horizonte, a “paradise city”, é aqui onde eu iria morar agora. Meu grande sonho sempre foi morar aqui na metrópole, e pelo visto o sonho se tornou realidade.

Após alguns minutos, o carro parou. Estava em frente á minha nova casa, na verdade era um apartamento, mas foda-se, vocês entenderam.

Saímos do carro. Eu, bonito como sou: alto, forte, olhos verdes. Usava uma blusa branca lisa e uma calça rasgada, com apenas meu relógio de prata e meu iPod no bolso traseiro. Meus cabelos ruivos, despenteados como sempre. (ruivo no Brasil? Uma longa história...).

Prazer, sou Arthur Wallace.

Eu ajudei minha mãe a carregar toda a tralha para arrumar o AP. Eis que, rumamos ao 6º andar e nos deparamos com nosso novo lar. Era bonito, apertado, mas bom. Coisa de estudante pobre, sabe?

Ficamos lá umas duas horas, arrumando a casa e conversando. Quando raiou o pôr-do-sol, a campainha toca. Fui atender e era meu amigo, Henrique.

Henrique Doné, sujeito gente fina. Era um pouco mais baixo que eu, magro e fino coitado, tinha um grande cabelo negro e olhos de mesma cor.

Eu e ele só viramos amigos ano passado, devido a uma série de acontecimentos. Nem éramos tão próximos assim, mas aquela era a situação perfeita para virarmos grandes companheiros.

Ele e sua família inteira se mudaram para o mesmo prédio que o meu. Coincidência? Ou seria o maldito destino? Vai saber. Ele veio me dar boas-vindas e puxar um papo de adolescente. Chamei-o para entrar em casa. Sentamos no sofá e ficamos conversando.

Soltei um suspiro, eu e ele acabávamos de adentrar uma selva de pedra. Teríamos de nos virar.

- Uma nova vida começa. – Disse ele, confiante.

- E eu tenho certeza de que essa nova vida será maravilhosa!

É. Depois fui descobrir que não estava errado...

Oh, I want to go, I want to know

Oh, won\'t you please take me home?

I want to see how good it can be

Oh, won\'t you please take me home?

Take me down to the paradise city

Where the grass is green and the girls are pretty

Take me home

Nota do Autor: Isso é apenas um aperitivo do que está por vir! Por favor, leiam e comentem! :D