Believing

32 I've fallen in Love.


Notas iniciais
OOOI MEUS AMORES,
Sumi né? Desculpa, eu quero avisar que vou ter que viajar...
É, não sei se vai ter internet lá, por isso não poderei ficar atualizando muito. Mas juro quando eu voltar, irei voltar com muitas novidades.
Pois, Believing já está quaaaase no final, estou tentando escrever mais, mas simplesmente acho que não dá mais, não consigo continuar enrolando. Por isso quando eu voltar irei voltar com tudo u.u
Espero que me perdoem por não ter muito tempo, mas logo logo eu voltarei.
Espero que gostem.
E faltam poucas reviews para eu chegar até 500 *-* espero que me ajudem para eu chegar até lá, e que me recomendem né. Vocês vão me fazer muito feliz se recomendarem a fic *-*

– Como assim? — Claire disse. — Não pode ser, é impossível.

– É ele, Claire. — Robert disse novamente.

Ela chegou para frente olhando homem, ele era familiar para ela, mas nada do que se lembrasse direito. Ele deveria ter a mesma idade que a mãe, tinha cabelos pretos e seu corpo estava em perfeita condições.

– Agora eu sei o que teremos que fazer. – Ela disse segurando o livro de Megan. – Anne, você vai trazê-lo de volta a vida.

– O que? – Ela se assustou com as palavras que havia acabado de ouvir. – Eu não sou capaz de fazer isso!

– Eu sinto que é você que tem que fazer isso, eu não iria conseguir. – Claire sorriu para ela, tentando convencê-la. – Por favor, pelo menos tente.

– E o que eu vou fazer? Seu pai vai acordar do nada eu vamos dizer “Oi Sr. Greene, o sr. estava morto, mas eu consegui lhe trazer de volta a vida. Lembra-se da Claire, sua filha? Então está acontecendo muita coisa ultimamente e sua esposa foi capturada e corre risco de morte.

– Anne, não vai ser assim! – Claire olhou para Robert. – Ele poderia ficar na sua casa, por favor?

Ele soltou um suspiro e apenas moveu a cabeça afirmando.

– Então, levaremos ele para a casa do Robert e explicaremos tudo amanhã para ele, quando já tiver passado um pouco do tempo. – Claire olhou para Anne que não estava se convencendo. – Eu tenho apenas três dias! Entendeu?

– Eu faço. – Anne suspirou baixo. – Amanhã faremos o que tiver que fazer.

– Obrigada. – Ela sorriu.

Claire entregou o livro para Anne, que o segurou e folheou as páginas a procura de algo. Até encontrar a parte de ressurreição, na verdade aquilo era um perfeito manual, pois até especificava o fato dele estar congelado e como ligar com aquilo.

Anne chegou mais perto da caixa de metal e olhou o homem, passando suas mãos por seu rosto. Ela pegou um canivete que estava em umas das mesas da sala, desenhando símbolos pequenos em sua pele tentando não o machucar muito, não importava os machucados iriam curar mais tarde. Ela fazia os símbolos e sua mão tremia com tudo aquilo, até deixar o canivete cair no chão e não se importar com o fato. Ela levou uma das mãos ao coração dele e começou a falar umas palavras baixas, na verdade parecia algum tipo de cântico em outra língua, com certeza aquilo estava escrito no livro. Ela reconhecia algumas, mas nada que mostrasse alguma coisa.

Quando Claire percebeu Alan estava surpreso, então resolveu olhar para Anne. Um brilho intenso vinha de sua direção, algo forte, que ela não conseguia explicar.

Dentro de uns minutos o brilho parou, e Claire se aproximou para ver o que havia acontecido, John... Seu pai estava começando a tomar cor, então resolveram tirá-lo daquele lugar e levá-lo para o lado de fora da fábrica. Deu tempo apenas de fazer isso, pois quando estava em um local mais quente ele começou a abrir os olhos.

– O que está acontecendo? – Ele disse com a voz rouca.

Claire invadiu o campo de visão dele.

– Você se lembra de alguma coisa? – Ela perguntou olhando para os olhos dele. Eram azuis como os dela.

– Elizabeth? – Ele sorriu. – É você?

– Não... – Ela tentou se recompor depois de ouvir o nome da mãe e pensar que realmente eram parecidas. — Vamos ter muito tempo para conversar, agora quero que você descanse tudo bem. Consegue ficar de é?

Ele se levantou com cuidado, mas mesmo assim ainda cambaleava.

– Para onde eu vou? – Ele tentou sorrir, parecia achar graça daquilo tudo.

– Você vai ficar na casa dele. – Ela apontou para Robert que sorriu logo em seguida. – Amanhã lhe explicaremos tudo.

Eles se despediram e voltaram para o instituto, o pai de Claire foi para a casa de Robert como se tivesse entendido tudo.

Ela se arrumou e deitou em sua cama, era estranho ir dormir e não ter sua mãe desejando boa noite ou sem brigar com James irritada com seu egocentrismo, irritada com todas as vezes que ele se jogava para cima dela, todas as vezes que ele dizia o quanto ela queria alguma coisa que não queria, o quanto ela o desejava. Sentia falta de estar com ele, de reprimi-lo, mas também sentia falta da segurança que conseguia sempre que estava em seus braços. E dormiu lembrando-se do sorriso dele.

Ela acordou com o seu celular tocando. Ela não reconhecia o número.

– Alô? – Ela disse esperando que alguém dissesse algo do outro lado da linha.

– Claire? Sou eu, Robert.

– Como você conseguiu o meu número?

– Falamos disso mais tarde, ok? – Ele disse e Claire ouviu alguns gritos vindos do fundo. – Acho melhor você vir até aqui, seu pai está meio... Estranho.

– O que está acontecendo?

– Ele está querendo sair daqui, acho melhor você falar com ele. Venha logo. – Ele disse e logo desligou o celular.

Ela pegou suas coisas e saiu correndo do instituto em direção à casa de Robert tentando se lembrar como chegar lá.

Dentro de alguns minutos ela estava lá, demorou um pouco para se lembrar do caminho. Ela ouviu os barulhos de coisas serem quebradas do lado de dentro. Bateu na porta e Robert a recebeu com um sorriso.

– Acho melhor você entrar. – Ele disse. – Rápido. – E ouviu o som de algo sendo quebrado novamente.

Quando ela entrou havia vidro por todo o lado, e seu pai estava gritando feito um louco.

– Eu não deveria estar aqui! – Ele disse alto.

– Calma. – Ela se aproximou dele olhando em seus olhos, tentando passar confiança e segurança. – O que está acontecendo?

– Eu não deveria estar aqui, não com ele. – Ele olhou para Robert com nojo.

– Me explique o que está acontecendo. – Ela se aproximou um pouco mais dele.

– Por que você se preocupa tanto assim? Deixe-me ir embora, eu tenho que seguir minha vida. – Ele disse para ela.

– Eu... Você não me reconhece? Sou... Claire. – Ela viu a expressão de seu pai confuso. – Sua filha. – As palavras saíram como um sopro, ela não conseguiu controla-las.

Ele olhou para ela, vendo cada detalhe de seu rosto.

– Claire... Você era uma garotinha... – Ele sorriu quando viu os olhos dela, parecidos com os da mãe. – Pensei que nunca mais fosse vê-la novamente.

– Estão acontecendo tantas coisas... – Ela disse se virando para ele, sorrindo também. – Precisamos conversar e o mais importante, tem que ficar aqui.

– Não sei se conseguirei continuar com ele. – John olhou para Robert. – Somos completamente diferentes, não sei se irei conseguir continuar aqui com ele.

– O que você está querendo dizer? Robert é meu amigo, confio nele para ficar cuidar de você.

– Você realmente o conhece, filha? – Ela olhou para Robert, e o viu saindo do quarto. – Talvez ele não seja quem você acha que é.

– Um minuto, pai. – Ela olhou para Robert e o resolveu seguir. – Está na hora de eu descobrir o motivo de pessoas assim falarem dele.

Ela o seguiu até o jardim, Robert estava sentado na grama olhando para o horizonte, a rua estava deserta.

– Preciso falar com você. – Ela se sentando ao seu lado.

– Imaginei que esse dia iria chegar. – Ele resmungou. – Tenho muitas coisas a explicar.

– Poderia começar dizendo quem você é ou o que você é. Todos falam muito de você, Megan... Meu pai... Eles sabem quem você é.

– É evidente para Megan, ela é uma feiticeira... E seu pai consegue reconhecer pessoas como eu, ele sabe quem eu sou desde que me viu pela primeira vez. Está escrito nos olhos dele.

– Me conte... – Ela olhou para ele, mas desta vez ele não desviou seu olhar para olhá-la.

– Eu não deveria estar aqui, Claire. – Ele olhou para ela pela primeira vez que estava ali, seus olhos lhe passavam confusão. – O seu mundo não é um lugar para criaturas como eu, eu não pertenço a este mundo.

– Você poderia me contar um pouco mais sobre isso. – Ela sorriu, tentava mostrar que nada iria mudar se ele contasse o que estava acontecendo.

– Eu decidi vir para cá com um propósito. – Ele voltou a olhar para o horizonte. – Eu decidi isso. E vou arcar com as consequências no final, e com a cabeça erguida. Sei que vou pagar muito caro, e tenho sorte de não terem descoberto que estou aqui.

– Você poderia me dizer quem você é... De verdade.

– Eu vim de muito longe, Claire. – Ele sorriu. – Não tão longe como outras galáxias, não sou nada fora do normal. Venho do céu... Sou... Um...

– Anjo? – Ela completou. Ele apenas assentiu. – Eu poderia me assustar com o que está falando, mas acho que não me assusto com mais nada desde que esse pesadelo começou.

– Sou meio que isso... – Ele olhou para ela e retirou uma mecha de seu cabelo que estava cobrindo os olhos de Claire. – Não deveria estar aqui, quando descobrirem... Me arrancarão as asas. Com certeza vão se certificar que eu vá para um inferno, estou infringindo uma das mais severas leis dos anjos.

– Então por que veio até aqui? – Ela olhava fixamente, tentava olhar em seus olhos. – Por que está desobedecendo às leis dos anjos? Colocando suas asas em risco?

– Eu sabia o que estava acontecendo... Mas também aconteceu uma coisa, que não pode acontecer com nenhum anjo. – Ele olhou para ela, seus olhos verdes estavam iluminados pelo sol tornando aquele tom de verde irresistível, seus olhos sempre foram um imã para ela. Ele colocou sua mão no rosto dela, deslizando pelo seu queixo e o puxando para cima. Agora ele olhava firmemente nos olhos dela. – Eu me apaixonei, Claire.



Notas finais
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