Notas iniciais
Estou aqui postando o capítulo no meu (praticamente) ultimo dia de férias. Nossa terminar esse capitulo foi difícil mas o que eu não faço por vocês! (risos). Eu to meio que numa vaibe de ler fanfics dos Vingadores (principalmente do Loki s2), e nossa são demais! Quem se interessar pode procurar algumas nos meus favoritos ou me indicar alguma com esse tema. Um agradecimento mega e especial para Simone Cullen Salvatore, Beca Salvatore, bela02 e Bea Cullen. E como eu não poderia esquecer a linda e fodastica Mari Souza que favoritou esta fanfic, AEEE! um mega beijasso do Ian e do Paul pra você! AVISO: Este capítulo tem conteúdo inapropriado para menores se você não gosta ou se ofende eu me pergunto porque leu essa historia com classificação para maiores de 18 anos? aconselhável ler com calma para que não perca nenhum detalhe, e de preferencia, longe de outras pessoas pois pode causar palpitação, reações estranhas e combustão espontânea. Muito bem, Boa leitura!

Stefan Salvatore

O resto da semana se passou normalmente, embora tenha sido apenas um borrão na minha mente. Eric e os rapazes só falavam da inauguração de uma boate em Port Angeles, que aconteceria no sábado e eu estava convidado. Confesso que não estava muito animado com isso. A recente tensão aos acontecimentos envolvendo Silas e Klaus, continuava pairando sobre meus ombros e eu tinha a necessidade de relaxar. Para isso eu precisaria encontrar uma maneira de descarregar essas energias negativas.

Eis que a ideia surgiu em uma das aulas do senhor Molina, professor de historia, que odiavelmente me fez lembrar de Ric, que me fez lembrar de Mistic Falls e Elena... Naquele instante percebi que seria uma ótima ideia ter uma academia pessoal de luta no sótão, assim poderia socar alguma coisa sem ser preso por isso. Não conversei novamente com Isabella. Nossa interação de convívio consistia apenas de um ’’bom dia’’ e ’’oi’’.

Suspirei, enquanto ajeitava minha roupa puída e confortável. Eu estava indo caçar, como uma medida de precaução para hoje à noite, que seria a inauguração da boate. Atravessei a porta, a terra úmida grudando nos meus pés. Não havia necessidade de usar calçados, quando estariam em frangalhos poucos minutos depois. Andei em passos humanos para o norte, atrás da casa, onde se iniciava a floresta então corri.

Essa era uma das melhores partes de ser um vampiro, a adrenalina que corria pelas minhas veias devido à velocidade, o vento no rosto, a sensação de liberdade; todas essas sensações faziam-me sentir vivo. Corri pela floresta ate que estivesse longe o bastante da civilização. Permaneci parado tentando escutar alguma coisa; tudo estava em completo silencio. Os animais haviam se escondido como de costume, afinal eu era o predador mais poderoso ali.

Fechei os olhos com a intenção de me concentrar nos cheiros e sons ali por perto. Um perfume meio amadeirado entrou pelas minhas narinas. Cervos. Um rebanho deles a alguns quilômetros mais ao norte. Herbívoros em geral, não tinham um cheiro nem gosto muito bons, mas serviriam para meu propósito. Guiei-me através dos meus instintos até o local, parando a alguns metros para observar melhor o grupo não era grande, cerca de cinco deles.

Aguardei o melhor momento, quando estivessem distraídos, para atacar o mais perto de mim. Meus dentes afundaram como em manteiga na jugular do animal, ele sequer teve tempo de se debater, emitiu somente um ruído que alertou seus companheiros. Após terminar com o cervo, destrocei parte do seu corpo deixando-o para trás enquanto seguia o rastro dos outros.

Eu ainda não estava totalmente saciado, talvez fosse esse o problema com o sangue animal; você nunca ficaria totalmente satisfeito. Abati rapidamente o que atrás estava mais atrás e segui o terceiro que continuava correndo. Um aroma cítrico chegou até mim. Era mais apetitoso, um animal carnívoro sempre tinha o sangue mais parecido com o dos humanos. Ele caçava assim como eu, mal sabia o pobrezinho que acabara de virar meu prato principal.

Desviei o curso para ele e, quando o leão da montanha percebeu minha presença, se lançou floresta adentro. Deixei que essa perseguição durasse alguns quilômetros para que seu sangue ficasse mais quente, e depois ao me cansar simplesmente o sequei completamente. Fiquei distraído por causa da caçada e isso fora um erro.

Quando notei o odor de cachorro molhado que me rodava, me tornei atento. Franzi o nariz em repulsa. Eu conhecia muito bem aquele cheiro. Lobisomens, mas de certa forma parecia diferente. Com era possível? O rastro estava forte demais e ainda não era noite, nem dia de lua cheia. Híbridos? Minha mente conjugou. Não... Se Klaus decidisse vir para Forks, eu certamente notaria sua presença.

Que ironia, pensei comigo mesmo. Mudei-me para uma cidade buscando fugir do sobrenatural e ele vem ate mim de livre espontânea vontade. Tentaria descobrir sobre isso mais tarde, agora eles saberiam como era meu cheiro, e na pior das hipóteses me caçariam. Precisava estar preparado caso acontecesse isso, arrumar alguns acônitos e objetos de prata.

O odor pareceu ficar mais forte naquele momento, e eu tive o estranho pressentimento de sendo observado. Prendi a respiração olhando em volta. A uns vinte metros, pude ver uma silhueta com olhos brilhantes me encarando das sombras. Sem pensar corri para o leste, sentindo ele em meu encalço. Suas passadas eram rápidas e pesadas demais para ser de um animal qualquer, ele me alcançava muito depressa.

Em uma tentativa de despistá-lo, escalei o tronco de uma arvore até o topo e então pulei dela para outra e assim por diante. Essa estratégia acabou por funcionar e ao ultrapassar alguns metros, um uivo ecoou por toda a floresta meio abafada pela distancia, isso me fez aumentar a velocidade. Era à hora do crepúsculo quando passei pela margem da floresta que dava para o fundo da casa, deixei aquele assunto de lado por um instante, eu precisava começar a me aprontar logo.

Depois de tomar um banho para limpar os resquícios de sangue e terra de mim, vesti uma calça jeans escura, tênis All Star preto, uma camiseta branca com o logo tipo de uma banda e uma jaqueta jeans por cima. Baguncei um pouco o meu cabelo em frente ao espelho, como já estava habituado a usar, peguei minha carteira e as chaves ao sair de casa.

— Mas que merda! Nunca vamos conseguir entrar hoje. – reclamou Eric.

Estávamos eu, ele, Newton, Tyler, Conner e Austin há quase uma hora na fila de entrada. O motivo? Eric não havia conseguido comprar os ingressos antes da inauguração.

— Cale a boca, que isso é culpa sua, idiota. Se não tivesse deixado para arranjar os ingressos no ultimo momento, já estaríamos lá dentro há tempos. – resmungou Tyler, irritado.

— Droga, eu tentei esta bem? Mas as entradas eram poucas e isso fez vender muito rápido acabando por esgotar, disseram que só venderiam mais na entrada. –York se justificou.

— Tyler tem razão, é sua culpa. Você se encarregou de arranjar as entradas, porém ficou enrolado a semana inteira comprá-las e agora a gente tem que enfrentar esse engarrafamento colossal. – retrucou Mike.

Austin Marks, um garoto alto com sardas e cabelos cor de areia, que até então estava alheio a discussão, se voltou para eles.

— Sabe ver vocês discutindo não é tão legal e nem faz essa fila andar mais rápido. – observou ele, entediado.

— Você tá certo. Por isso que, se eu não conseguir pegar ninguém hoje, você vai ter um entretenimento de primeira. – disse Conner, um garoto meio ruivo, batendo um punho contra a palma aberta. Eric se encolheu e eu resolvi intervir antes que acabasse em pancadaria.

— Calma, calma. – pedi me interpondo entre eles. – Não vão começar uma briga. Querem de vez ser expulsos daqui?

Conner exibiu os dentes estalando o pescoço, mas se afastou. Já Eric parecia a ponto de desmaiar. Revezei um olhar entre os dois antes de dizer:

— Ótimo. Agora venham comigo, vou nos fazer entrar nesse lugar.

Talvez fosse com a determinação com que pronunciei as palavras ou o fato de não terem ideia melhor, mas, de qualquer forma, todos eles me seguiram sem questionar. As pessoas nos encaravam carrancudas e até mesmo xingavam a gente, por ignorar a fila. Ao chegar à entrada havia um segurança grandalhão de terno, ele segurava uma prancheta.

— O final da fila é do outro lado. – disse sem nos olhar.

— Eu sei. – afirmei, dando um sorriso forçado.

Ele me encarou sem expressão.

— Mas porque você não da uma olhada na lista? Tenho certeza que o nome Stefan Salvatore esta nela. – garanti convicto. Suas pupilas tremeram sendo afetadas pela compulsão.Ele piscou algumas vezes antes de olhar a prancheta.

— Salvatore? – perguntou, conferindo.

— Sim. – confirmei. Ele abriu a cordinha vermelha que prendia na entrada e deu espaço para que eu pudesse entrar. Depois encarou, desconfiado, meus amigos.

— Eles estão comigo. – informei ao passar.

O local por dentro era escuro sendo iluminado pelas luzes estroboscopias multicoloridas. A musica era envolvente e dava um clima sedutor ao lugar. O monstro em mim apreciou isso. Da onde eu estava dava para ouvir as batidas aceleradas dos corpos suados, o sangue quente e especo correndo rápido pelas veias, mais visíveis por sob a pele...

— Cara como você fez isso? – Mike me perguntou, gritando por cima da musica alta. Secretamente eu o agradeci por me tirar dos devaneios, era perigoso ficar perdido por muito tempo neles.

— Certa vez um amigo meu disse que se você olhar no fundo dos olhos de uma pessoa e afirmasse algo, tendo em mente de que era verdade, isso de fato se tornaria real. Então eu só testei essa hipótese e deu certo. – respondi no mesmo tom, dando de ombros.

Não era totalmente mentira. Pelo menos não para nós, vampiros, que para se utilizar da capacidade de hipnose tínhamos que crer no que disséssemos para que nossas vitimas pudessem acreditar também. de qualquer forma a musica estava alta demais para ele prestar atenção na minha justificativa.

— Que irado! – exclamou Tyler, ao ouvir nossa conversa. Fui para o bar com a garganta meio seca, Tyler e Eric me acompanharam enquanto os outros se misturavam na pista de dança.

— Seis doses de uísque com gelo. – pedi ao Barman, quando me sentei. Ele, um homem de trinta e poucos anos, me olhou serio.

— Não acho que tenha idade para isso, garoto. – disse ele me analisando. Esbocei um sorriso irônico. Se ele soubesse que tinha idade para ser avô do avô dele... Encarei seus olhos, entrando em sua mente.

— Você sabe que eu tenho. – o compeli a crer. Assim como o segurança lá fora, o barman ficou momentaneamente perdido, antes de voltar ao trabalho preparando meu pedido.

Cruzei os braços sobre a bancada, vasculhando assuntos amenos na minha cabeça, e então inclinei em direção a Tyler.

— Pensei que Lauren fosse sua namorada. – comentei despreocupado.

— Nós temos um relacionamento aberto. – disse ao ingerir um gole do conhaque que recebeu. Depois sorriu me olhando. – Eu gosto dela, mas não sou homem de uma mulher só. E você, cara? É um cavalo indomado como eu, ou um burro arriado feito o Ben?

Revirei os olhos com a comparação ridícula, bebendo em um só gole uma das doses que já me haviam sido entregues. Eu me sentia uma bosta, ter que guardar todos esses sentimentos de rejeição e magoa dentro de mim fazia mal. Talvez eu tivesse que desabafar com alguém.

— Há um tempo atrás eu amei uma garota. Pensei que ela retribuía meus sentimentos, mas ela era uma vadia manipuladora; mentiu para mim e traiu minha confiança. – disse amargo, bebendo mais uma dose. – Ela me marcou de um jeito que pensei nunca mais sentir algo como isso. E de repente eu estava apaixonado novamente conseguindo ela me provar que eu estava errado. Tive tanta esperança de que aquela vez fosse diferente... Não foi.

'’Devido a alguns acontecimentos, nós dois passamos por transformações, nossas personalidades não eram mais as mesmas. E por conta dessas mudanças, o nosso amor não foi forte o bastante para durar. Ela se apaixonou por Damon, meu irmão. ’’

Tyler meio que engasgou com a bebida, antes de me encarar incrédulo.

— Caramba, com seu irmão? Que vadia!

Dei de ombros, também me perguntando o que ela havia visto nele. Bebi outra dose, me sentindo um pouco melhor.

— Uma parte de mim o odeia, sente vontade de quebrar a cara dele. Já a outra parte, que é maior e mais significativa, quer que ele seja feliz. Toda essa contradição me deixa com dor de cabeça. Por isso me mudei para cá, para recomeçar. Eu já provei do amor e vi que ele era uma droga. Agora vou viver intensamente, sem pensar no amanhã. – conclui com veracidade.

— É assim que se fala, quem vive no passado é museu. – ele me apoiou. Ergui as sobrancelhas deixando claro que a opinião era dele.

Mais duas doses passaram queimando pela minha garganta me deixando um pouco melhor.

— Vai com calma, garotão. não quero levar ninguém desmaiado para casa hoje. – disse Eric, que até então estava calado, com diversão.

Revirei os olhos sabendo que aquela afirmação era ridícula. Não importava quantas doses eu tomasse, nunca conseguiria chegar nem perto de ficar bêbado. Uma das dádivas de ser um vampiro. Porem beber me ajudava a esquecer alguns problemas, mesmo que por poucas horas.

— Preciso transar com alguém. – conclui para mim mesmo. Uma forma de descontar frustrações e de quebra eu saia da seca. Ideia perfeita.

Os dois riram emitindo sons de incentivo.

— Vai nessa, garanhão! – Eric vibrou, dando um tapinha no meu ombro.

— Uma dica cara, a pista de dança. Lá você encontra grandes opções. – Tyler sorriu matreiro. Engoli o ultimo copo, me virando em direção a onde ele olhava.

— Muito bem, vou à caça. Desejem-me sorte. – e com isso me levantei infiltrando-me na pista de dança.

Deixei minha mente espairecer me permitindo abandonar meu lado responsável e moralista, passando a agir como um vampiro. Um vampiro em busca de desejo, luxuria e satisfação. As batidas da musica sensual penetraram por meus poros e me fizeram entrar no clima do local. Algumas garotas me olhavam com interesse enquanto eu passava por entre seus corpos suados, no entanto não dei muita atenção.

Havia uma garota no fundo do recinto, não era muito alta, mas para compensar isso usava saltos. Possuía os cabelos castanhos longos e lisos um pouco úmidos, algumas mechas coladas no rosto e pescoço. Vestido roxo escuro se moldava a sua silhueta, marcando suas curvas. Algo nela me atraiu. Mesmo que eu quisesse negar, sabia que eram suas principais características presentes também nas duas únicas pessoas que eu amei. Quis me socar por inconscientemente pensar nela.

— Sozinha?– sussurrei em seu ouvido ao me aproximar por traz. Ela se virou meio alarmada mas relaxou ao me ver, dando um sorriso sedutor.

— Agora não mais. – respondeu, enroscando um dos braços envolta do meu pescoço e dançando contra mim.

Ela se virou de costas novamente, a mão grudada na minha nuca, e mexeu os quadris com forme o ritmo da musica. Ela tinha um corpo bonito e de certa forma, os movimentos que a mesma fazia acabaram por me excitar. Puxei sua cintura fina contra mim, fazendo com que ela sentisse minha recente ereção, e me movi acompanhando-a nos movimentos.

— Então, devo chamá-la de mulher misteriosa?– perguntei depois de um tempo.

Tirando seu braço do meu pescoço, eu o utilizei para girá-la fazendo com que batesse em meu peito.

Ela levantou o rosto, a pele de marfim corada pela atividade física e os olhos com um brilho malicioso. Eu podia ouvir, por de traz da musica alta, seu coração bater rápido e isso me fez engolir em seco. Na luz colorida da boate, ela parecia tentadora demais para seu próprio bem.

— É Evelyn, mas você pode me chamar de Eve.

— Um lindo nome, tal como a dona. – a elogiei com um sorriso torto. Suas maçãs do rosto ruborizaram, uma mecha de cabelo caindo no rosto quando ela olhou rapidamente para o chão. Minha garganta seca ardeu.

— Presumo que devo chamá-lo também de homem misterioso. – disse ela, o rosto agora varrido de qualquer inocência.

— Stefan é o meu nome. – informei.

— É um nome forte – concluiu. – Terei a enorme satisfação em gritar através dele quando chegar ao meu ápice.

Ela era vulgar, mas eu não podia reclamar, só queria uma transa rápida.

— Me parece uma ótima ideia. Por que não vamos para um lugar com mais privacidade para que eu possa concretizá-la. – sugeri com a voz rouca.

Ela mordeu o lábio inferior, tentando conter um sorriso e me guiou pela mão por entre a multidão. Sem conseguir me conter a prensei contra a parede, devorando seus lábios com volúpia. Eve segurou em minha nuca retribuindo a altura. Nossas línguas travavam uma batalha onde não havia derrota, apenas vencedores.

Diminui a intensidade aos poucos para que ela pudesse respirar, embora estes fossem somente arquejos.

Pegando-a de surpresa, eu a reboquei pelo corredor na área norte passando por pessoas alteradas que se pegavam. Por sorte não havia ninguém no banheiro, assim que passei pela soleira, tranquei a porta, arrancando minha jaqueta e prensei novamente a garota contra a parede ao lado. Rocei nossos lábios por um instante antes de trilhar alguns beijos de sua orelha até a curvatura do busto. Ela sorriu, suspirando de olhos fechados quando fiz isso.

Em um movimento ágil, eu a levantei pelas nádegas para que ficasse na minha altura. Ela cruzou as pernas em volta da minha cintura, puxando os fios da minha nuca me fazendo soltar um gemido. Nossos lábios se encontraram de forma urgente e intensa.

Movi minhas mãos até seus seios, acariciando de forma constante e rítmica por cima do tecido, até que ela começasse a arfar. Suas mãos não ficavam atrás migrando até as minhas costas, por baixo da camisa, arranhando de leve me causando pequenos estremecimentos.

Puxei seu vestido até a altura da cintura deixando seus seios livres. Toquei de leve a pele branca e sensível para só então torcer, entre os polegares e indicadores, os mamilos túmidos. Seu gemido teria saído alto se o som não tivesse sido abafado pelas nossas bocas juntas. Eve ondulou o corpo contra mim, roçando sua intimidade sobre minha ereção.

Esse movimento me fez soltar um rugido. Parecendo querer retribuir o que eu fazia nela, Eve desceu suas mãos até o zíper da minha calça e o abriu. Infiltrou uma das mãos dentro da minha boxer, tocando meu membro sem barreiras. Não consegui controlar o som estrangulado que escapou pela minha garganta quando ela segurou meu membro, movimentando a mão por sua extensão e acariciando de modo lento e torturante.

Eu precisava foder agora.Com esse pensamento enlacei sua cintura com um dos braços, mantendo-a parada no lugar e com a outra mão livre desci minha boxer até o joelho. Migrando minhas mãos até suas cochas, eu subi a barra do vestido formando uma espécie de faixa em seu quadril. Eve apoiou suas mãos nos meus ombros quando a ergui ainda mais para retirar sua calcinha.

Encostei a ponta do meu membro no seu clitóris nos fazendo gemer. Repeti esse processo algumas vezes até que ela tivesse lubrificada o bastante, então quando a penetrei com força e rapidez ela soltou um gemido alto que foi abafado pela musica lá fora.

Afundei meu rosto no seu pescoço para que ela não visse meu rosto transformado. Para nós, vampiros, a linha entre o prazer do ato sexual e o prazer do sangue era muito tênue, tanto que às vezes um vampiro poderia ficar excitado enquanto drenava alguém ou com fome durante o sexo, como no meu caso. Por isso é comum alguns vampiros terem relações com suas vitimas antes de se alimentar ou morder o parceiro durante o ápice.

Segurei firme em sua cintura, guiando-a em conjunto com meus movimentos. Tentei me concentrar no que estava fazendo e não em sua pulsação acelerada e o cheiro forte do sangue quente... Lambi o seu pescoço sentindo a textura de sua pele e o sabor. Um gemido gutural escapou pela minha garganta enquanto sentia a dor latejante na gengiva, sobre as minhas presas. Tinha certeza que o gosto era melhor.

Travei o maxilar, afugentando com dificuldade a besta que ameaçava me dominar.

Ao invés de prestar atenção em todos esses detalhes, passei a usar como referencia para as minhas investidas, as batidas do seu coração. Fazia algum tempo desde a ultima vez que estive desta forma com uma mulher, talvez seja por isso que estava sendo tão racional.

Com a intenção de espairecer deixei que a nuvem de luxuria e desejo nublasse meus sentidos, me concentrando nas sensações que Eve poderia me proporcionar. Sentir pele sob pele, cada terminação nervosa respondendo ao menor estimulo, qualquer murmúrio era o suficiente para a pele sensível se arrepiar, o calor instantâneo e propicio fazia-me sentir acolhido.

Pude sentir seus músculos internos começarem a se contrair ao redor do meu membro, indicando que a mesma logo chegaria a um orgasmo quando eu nem estava perto. Encarei o rosto dela um pouco mais concentrado. Ela era uma bela mulher, tinha um corpo deliciosamente gostoso e ficava incrível quando estava perto do seu orgasmo.

Mas não tinha o rosto em forma de coração, pensei comigo mesmo deixando minha imaginação se aflorar. Nem a pele bronzeada do sol ou a boca carnuda. O nariz deveria ser arrebitado mostrando a teimosia de sua personalidade, as sobrancelhas definidas e arqueadas como um complemento. Os olhos deveriam ser do mesmo tom que os cabelos, um castanho dourado único.

Um som rouco escapou por meus lábios. Eu estava muito perto agora. Elena suspirou antes de alcançar o clímax, seus lábios se abriram levemente e os olhos se moveram por debaixo das pálpebras enquanto seu corpo se comprimia ao redor do meu em uma serie de espasmos. Embriagado pela visão, eu a acompanhei no orgasmo.

O que diabos eu fiz? Perguntei-me minutos depois quando minha sanidade voltou. Droga, droga, droga! Qual era o meu maldito problema? Mentalizar em Elena, por Deus, ela pertencia ao Damon agora, ela havia escolhido ele e não a mim. Eu precisava aceitar isso. No entanto precisava entender também, que não se esquecia facilmente um amor, e isso seria a parte mais difícil.

Separei-me dela, agindo como se nada demais houvesse acontecido, eu subi minha calça e boxer e vesti minha jaqueta. Eve se ajeitou em frente ao espelho antes de me olhar e andar até mim.

— Eu adorei essa noite. – disse ela se erguendo nas pontas dos pés para roçar sua boca na minha. – Por que não me liga quando quiser repetir isto aqui?

— Mas é claro. – respondi tocando em seus lábios.

Destranquei a porta saindo do local, segurando sua mão enquanto caminhávamos pelo corredor até a pista de dança. Ao adentrar o espaço milhões de vozes falando ao mesmo tempo atingiram meus ouvidos apurados, sem contar com a batida desregular da musica eletrônica. Como sempre fazia, eu me foquei em outra coisa tentando bloquear a barulheira até que uma das vozes chamou minha atenção.

‘’Me deixe em paz, Kevin’’ Mike disse pouco relutante.

’’Ora, ora, New. Assim você me magoa, é desta forma que trata os velhos amigos?’’ a voz desconhecida era sarcástica e tinha um tom ameaçador.

‘’Você sabe tanto quanto eu que esse termo é ridículo com relação á nos dois’’

‘’Wow, botando as garrinhas de fora, Michael?’’ Essa pergunta provocativa foi seguida de uma série de risos distintos e debochados. Isso fez com que eu procurasse localizar Newton com os olhos.

E eu o achei.

Branco como papel cercado por cinco caras corpulentos, três atrás para impedir que o coitado fugisse e dois na frente, sendo que o da direita estava mais a frente. Supus que ele fosse o tal ‘’Kevin’’.

’’O que você quer?’’ falou ele impaciente.

‘’Que bom que você tocou no assunto. Sabe New depois que você se mandou de L.A. deixando uma pequena divida, o chefe ficou meio puto. Você tinha tudo para se dar bem nesse ramo, se não tivesse ficado tão burro e usado a mercadoria para uso próprio. Você era uma pessoa... Como se diz’’ ele estalou os dedos. ’’Ah!, sim, carismática. Isso o tornava um ótimo vendedor de fato.

‘’E-eu não to entendendo o que você quer dizer com isso’’

’Por favor, você se finge de lesado?Talvez seja o fato de ter o cabelo louro, mas que se dane! Vou ser direto para ver se você entende. O nosso chefe não gosta de receber o pagamento atrasado. E você atrasou bastante. Sua divida tem o total de 11 mil dólares e é bom que tenha essa grana ou a coisa vai ficar feia pro teu lado’’.

Repentinamente alguém bloqueou minha visão de propósito. Olhei para cima contragosto encontrando olhos fuzilantes em mim. O cara não era tão alto, — eu era uns bons oito centímetros mais alto com meu 1,87m- mas para compensar isso ele tinha mais massa muscular do que eu.

Obviamente ele não fora com minha cara. Eu não o culpava, também não havia desenvolvido algum tipo de simpatia pelo mesmo ter dissolvido minha concentração, mas ainda sim me perguntei o motivo da sua antipatia por mim.

— Quem é esse babaca Evelyn? – perguntou ele, me fazendo estreitar os olhos quase que automaticamente.

Eve, até aquele momento tão calada que me fez esquecer de sua presença, retrucou irritada.

— Cai fora, Trevor! Você não tem merda de direito algum de questionar sobre a minha vida.

— Você fodeu com ele sua vadia? Fodeu com esse merdinha?– perguntou ele, puxando o braço dela na qual eu segurava.

— E se eu tiver? Você não tem porra nenhuma a ver com a minha vida desde que...

Agora sim estava explicado. Ela é a garota dele ou era tanto faz. Aquela discussão era ridícula e de nada me valia, então me concentrei na conversa do Mike novamente.

‘’Sinto muito New, mas não posso relevar isso por conta dos velhos tempos. Sabe como é? Ordens são ordens.’’

O entendimento chegou até mim no mesmo momento em que ouvi isso e vi algo prateado brilhar no seu bolso, sobre as luzes coloridas da boate. Droga eles não podiam fazer isso aqui dentro, estava cheio de pessoas inocentes. Fui empurrado para traz bruscamente, me fazendo perder a linha de raciocínio. Ao tentar escutar a conversa do Newton eu me aproximei mais de Trevor que viu isso como uma afronta, como se eu o tivesse desafiando.

Em resposta a sua agressão eu retribui da mesma forma, fazendo-o cambalear. Para os acontecimentos que se sucederam existe um milhão de justificativas. A mais sensata era que eu ainda estava transtornado com o que havia feito minutos atrás, mentalizando com a mulher do meu irmão. Havia uma parte de mim selvagem que gostava da adrenalina quente correndo pelas veias, gostava da sensação da força.

Trevor olhou-me raivoso antes de puxar seu punho para traz e me socar. Ou ao menos tentar. Segurei seu punho no ar antes que chegasse perto do meu rosto. Ele me olhou um pouco chocado por eu ter sido forte o suficiente para parar seu golpe como se não fosse nada.

Eu estava com muita raiva naquele momento, raiva o suficiente para apertar sua mão como se fosse uma simples folha de papel. Ouvir os ossos da mão dele se quebrarem lentamente seguido do seu grito agonizante, foi como musica para os meus ouvidos. Me fez sorrir, o meu lado bom se esvaziado a cada segundo.

— Acho melhor você cuidar da sua mão antes que fique pior– sugeri com um sorriso malicioso nos lábios.

Dando uma ultima olhada no rosto perplexo de Eve e Trevor eu atravessei a multidão. Andei até o tal Kevin que estava de costas para mim. Ao tocar em seu ombro ele se virou então eu acertei um soco forte e preciso no seu maxilar fazendo com que caísse. Foi naquele momento que o pandemônio começou.

O outro cara, o que estava ao lado de Kevin avançou em mim, ao mesmo tempo em que os grandalhões três e quatro seguravam Newton enquanto o quinto socava-lhe o estomago. Eu desviei do cara numero dois, barrando o seu golpe que teria acertado minhas costelas, com o antebraço. As pessoas a nossa volta começaram a gritar e se afastar da roda de violência que se formava.

Acertei meu cotovelo repetida vezes em seu estomago até que ele caísse zonzo no chão. Tyler, Connor, Austin e Eric libertaram o Mike entrando na briga; embora o ultimo parecia só fingir que ajudava. Tirando vantagem da minha distração, Kevin, que já havia se recuperado, acertou um soco certeiro na minha boca, seguido por outro no meu nariz e ouvido tentando me desorientar.

Eu fiquei tonto por alguns segundos, sentindo o gosto metálico e salgado do meu próprio sangue na boca, antes de segurar seu braço e torcê-lo nas suas costas. Ele forçou o braço livre contra mim fincando a mesma faca, que a pouco eu tinha visto, em meu quadril. Eu rosnei em fúria arrancando aquela porcaria de mim. Tão de brincadeira? Escolheram esse dia para me tirarem do serio?

— Você definitivamente não devia ter feito isso. – alertei rodando com habilidade a lamina ente meus dedos antes de esfaqueá-lo abaixo das suas costelas algumas vezes.

Olhei em volta, vendo que agora os seguranças do estabelecimento tentavam intervir sobre as brigas, embora não tivessem tendo sucesso. Um deles veio até mim, mas joguei Kevin em cima dele fazendo com que caísse. Foi então que vi o maldito numero dois apontar um revolver em direção a Mike, puxei meu braço para traz lançando a adaga ensanguentada no ar.

Ela acertou a mão fazendo com que errasse a mira e acertasse o ombro dele. Atravessei o caus com agilidade. Empurrando o futuro defunto numero dois para o chão eu passei a socar repetidas vezes a cara dele. Péssimo dia para me irritarem, babacas. Vocês têm sorte de ter testemunhas demais ou estariam enterrados debaixo da terra em um desses bosques. Pensei comigo mesmo.

Um tiro estourou para cima me fazendo parar de socar o otário. Tinham chamado a policia. Levantei-me encarando meus companheiros de farra. Fujam, foi o que meus olhos diziam quando gesticulei com a cabeça a saída dos fundos. Eric e Austin se mandaram, já os outros permaneceram para assumir a culpa comigo.

Os policiais nos algemaram e eu segui sem relutar até uma das viaturas, tendo a sorte de não ir com nenhum dos ’’ mensageiros assassinos’’. Não duvidava que se isso acontecesse um de nos chegasse sem vida até a delegacia. Respirei fundo buscando acalmar meus batimentos acelerados, ajeitando-me melhor no banco do carro que agora passava por ruas que me eram desconhecidas.

O ferimento já havia sumido devida minha cicatrização acelerada, mas a bainha da camiseta e calça estava úmida em vermelho. Fechei a jaqueta por precaução, não queria eles fazendo perguntas demais. A delegacia não ficava muito longe da boate. Assim que chegamos, os feridos — Newton, Kevin e o babaca numero dois —, foram para a enfermaria, o resto de nos para uma cela desocupada e Tyler para a sala de interrogação. Ele demorou alguns longos minutos, antes de voltar acompanhado de outro policial que me chamou para minha vez.

— Poderia começar dizendo seu nome e idade?– pediu um cara com nariz aquilino e óculos de vovó.

Revirei os olhos internamente com essa coisa idiota, não é como se eles não tivessem pegado a carteira de todo mundo quando chegamos.

— Stefan Salvatore. 19 anos. – respondi com a voz entediada. Quantas vezes eu teria que repetir isso essa semana?

— Muito bem, Stefan, poderia me contar a sua versão dos fatos desta noite?

Suspirei, apoiando meus pulsos algemados contra a mesa. Narrei desde o começo os fatos que sucederam esta fatídica noite, busquei ocultar algumas coisas e explicar de forma que o policial acreditasse que eu era um garoto inconsequente que usou identidades falsas e acabou bancando o herói para salvar seu amigo. Antes que eu pudesse terminar o meu relato, alguém bateu na porta para depois abri-la se mostrando uma oficial.

— Rogers a carona desses encrenqueiros chegou. – ela informou antes de fechar a porta novamente.

— Vamos encerrar por agora. – ele decretou.

Arqueei uma das sobrancelhas, antes de perguntar.

— Por que? Eu ainda não terminei de contar tudo.

— Bom, isso não esta mais na nossa jurisdição.– ele respondeu dando de ombros, e gesticulando para que eu o seguisse.

— E esta na de quem?– perguntei enquanto seguia para fora da sala atrás dele.

— Da minha. – respondeu uma voz grossa e um pouco rouca.

Virei em direção à voz me deparando com um homem de pelo menos quarenta e cinco anos. Cabelo curto, olhos grandes castanhos e um bigode volumoso e chamativo. Ele usava uma roupa da policia com um distintivo. Ele balançou a cabeça em descrença para eu e meus colegas que a pouco tinham chegado. Mike, que estava com o ombro enfaixado, tremeu um pouco quando o homem o olhou.

— Conheço seus pais garoto, não acho que ficarão felizes por saber que se meteu em encrenca. – ele repreendeu Mike que abaixou a cabeça.

— Muito bem Stevenson leve eles para a viatura. – ele continuou.

Um cara alto e de cabelo mel respondeu:

— Sim, chefe Swan. – e nos guiou a até uma das duas viaturas.

Swan. Bella Swan filha do chefe de policia. Eric certa vez me informara. Ótimo, pensei comigo mesmo. Só espero que ele não tenha o temperamento da filha. O resto da viagem foi entediante e chata, mas não demorou tanto, uma hora mais ou menos. Ao chegarmos lá fomos colocados em um cela vazia enquanto Connor foi dar seu testemunho.

— Seja o que for que você tenha feito, saiba que eu estou aqui se quiser desabafar. Já fiz merda demais na minha vida e acredite, eu não vou te criticar. – falei para o Mike.

Estávamos eu, ele e Tyler sentados no chão da cela. E desde que o vi novamente ele havia permanecido calado e com um aspecto doente como se fosse desmaiar ou botar as tripas para fora a qualquer momento. Ele me olhou meio agradecido por um instante, um pouco de cor voltando para seu rosto.

— Parece que somos amigos agora. – ele ressaltou.

— Pensei que já fossemos. Eu não quebro a cara de babacas por desconhecidos. – falei em um tom descontraído.

— É o que eu diga, minha mão ta doendo até agora – disse Tyler até então calado. – Sem contar que depois de amanhã a cidade inteira vai ficar sabendo. E ai? Estão prontos para virar bad boys?

— Acho que depende do que você entende por bad boys. Por que se for um cara que mata aula, mete encrenca e arruma briga... sinto lhes dizer mas já sou um. – digo antes de cair na risada junto deles.

— Salvatore?– o policial Stevenson chamou me fazendo calar. – Sua vez.

Suspirei antes de me levantar e segui-lo. Era o chefe bigodudo que iria me interrogar. Repeti novamente aquele monte de lenga-lenga que fazia parte do relato até concluí-lo de forma rápida.

— Poderia me esclarecer o motivo de entrar na briga? – perguntou o Sr. Swan assim que finalizei.

— Achei que tivesse sido bem claro. – resmunguei como um adolescente faria.

Ele arqueou um pouco as sobrancelhas, a expressão insondável e até um pouco tediosa como se já estivesse acostumado com esse tipo de comportamento.

— Escuta, os últimos três anos da minha vida não foram nada bons para mim. Meu tio Zach morreu e eu fiquei sob a tutela do meu irmão mais velho, Damon, que não é o melhor exemplo de pessoa. E como se não bastasse isso, diversos dos meus amigos e conhecidos começaram a morrer a minha volta. Conheço esses caras há uma semana e eles foram os únicos que não me perguntaram o que me trouxe aqui. Vi uma faca na mão de um dos caras que cercava ele e se eu não tivesse começado a briga, ele e talvez outras pessoas estivessem mortas. O senhor viu que mesmo assim ele levou um tiro! – despejei um resumão terminando ofegante.

Vi na forma em que tentou esconder um sorriso admirado, que ele caiu na minha mentira.

— Teve muita coragem, meu jovem. Enfrentar traficantes armados daquele jeito... poderia ter sido você a levar o tiro. – ele disse por fim.

— Não consigo ficar parado enquanto vejo as pessoas que são meus amigos se machucarem. – falei teatralmente.

— Muito bem. Vou dar uma advertência para você e seus amigos, mas que isso não se repita. Deixe esse trabalho para policia garoto. – ele disse destrancado minhas algemas e me guiando até para fora da sala.

— Ei, Hall, pode liberar os garotos. – o chefe Swan disse a um outro cara.

— Se não for muito gostaria de saber o que aconteceu, com os traficantes que estavam lá. – pedi como que não quer nada, só estando curioso.

— Kevin O’connor e seus comparsas era procurados na cidade por diversos crimes de vandalismos, roubo e assassinatos. Todos eles vão ser julgados daqui a uma semana. Mas por que quis saber?– ele questionou.

— Curiosidade. Espero que recebam o merecido.

O delegado Swan não precisava saber que eu faria uma limpa na cadeia de Port Angeles. Aqueles idiotas iam sair impune, eu tinha certeza. Mas se depender de mim isso não acontecerá. Esse tipo de escoria não voltaria a manchar a sociedade.

Notas finais
Ufa! terminei. Acho que estou com caibra nos dedos mais tudo bem. Vocês viram que deixei nosso Stefan sete centímetros mais alto? mais pra frente vocês vão saber por que. Enquanto eu pesquisava a altura do Paul eu descobri que ele é o mais alto do triangulo amoroso de TVD, Ian tem 1,76 e Nina 1,68. Algumas leitoras podem perceber que eu deixei um monte de pistas sobre o que vai acontecer nos próximos capítulos, digam suas suposições nos comentários, dizendo também se gostou no momento hot (tentei não fazer muito vulgar, mas em fim...). Aviso: como disse a vocês nas notas iniciais, minhas aulas estão prestes a começar portanto os capítulos vão diminuir um pouco de tamanho, mas relaxa que eles sempre terão de mil palavras para cima. Um certo alguem ( cof, cof, Beca Salvatore) andou perguntando quando terá o PDV da Bella. E é com muita felicidade que anuncio que será na próxima postagem. Aeee! taí a dica do capitulo quatro. Adianto pra vocês que não vou escrever o primeiro dia do Stefan pela visão dela, e sim, a impressão e opinião que ela teve dele nos dias que se sucederam, não quero que o cap fique muito repetitivo. PRÓXIMA POSTAGEM: 14/08/15. Acho que é só isso. Nos vemos depois pessoal! Blown kisses, Mia. Revisado:05/10/16. Deu tempo de revisar mais outro hoje, embora eu devesse é estar escrevendo o próximo capitulo(risos). Pelo jeito vou ter que correr contra o tempo, por sorte eu funciono melhor sobre pressão...