Begin Again - Lost Stars
2 Miss sympathy
Notas iniciais
Stefan Salvatore
Depois de uma pesquisa bastante aprofundada, eu descobri que Forks era uma cidade com pouco mais de mil habitantes situada na península Olympic, sendo três horas longe de Seattle. Florestas e bosques muito bem conservados pelas reservas florestais, tempo nublado por até 352 dias no ano tendo ameaças de chuvas constantes. O lugar perfeito se você gosta de pescar e acampar. E o melhor de tudo; ficava a 2938 milhas de distancia de Mistic Falls, o que quer dizer que eu não receberia nenhum tipo de visita inesperada.
Precisei ficar uma semana e meia em Seattle para providenciar as coisas essenciais, como: a casa em que eu moraria, os moveis, roupas, fazer a matricula na escola e por fim, tirei alguns dias para caçar. Foi uma correria, mas eu já estava acostumado; perdi a conta das vezes em que passei por esse processo ao longo das décadas em que vivi. Tive que comprar outro carro também, a caminhonete com que eu estava era de Matt, por isso deixei na cidade para que pudesse ser mandado de volta a ele pela empresa que contratei.
Então, no sábado de manhã, eu estava a caminho de Forks com a minha mais nova Mercedes Guardian preta. A cidade era realmente minúscula, todos os centros de mercado se concentravam perto da rodovia. Para se ter uma ideia não se existia nem mesmo um shopping, apenas algumas lojinhas de roupa e uma loja intitulada Newton’s de artigos esportivos. Chegado um dado momento tive que me desviar dela e seguir por uma estrada de terra. Minha casa não ficava perto do “centro’’ da cidade, e sim numa parte mais separada da movimentação, onde eu pudesse ter privacidade.
A casa estava do mesmo modo em que eu havia visto pela ultima vez. Posicionada na entrada da floresta, possuía dois andares sem contar o sótão e o porão. As paredes de um tom de branco não muito gritante, continha alguns detalhes em mogno que dava ao lugar um ar mais rústico. Estacionei o carro na garagem que tinha sido da estrutura original, um anexo vago, que não vi muita importância.
Na sala de estar, as paredes eram uma alternância de vinho e branco sendo o piso de carvalho escuro, e uma escada com degraus de mármore subia pelo lado direito. Seguindo pelo corredor a esquerda haverá uma porta na parede, onde o cômodo será minha adega. O final do corredor da para cozinha. Subindo as escadas terá três quartos, um deles sendo meu.
Todos os moveis e objetos ainda estavam empacotados na sala de estar, mas eu tinha o fim de semana inteiro e a velocidade vampiresca para me ajudar. Ao todo foi meio cansativo, mas consegui organizar tudo sem problemas, em um dia e meio. O resto do meu tempo livre utilizei para caçar, tendo o cuidado dobrado para que não ocorressem acidentes.
Quando abri os olhos de manhã vi uma neblina espeça na janela, me dando a impressão de ter acordado cedo demais. Teria que me acostumar com esse detalhe. Fiz minha higiene matinal, o banho quente ajudou a me deixar mais atento. Usava uma blusa preta fina de manga comprida, jeans, tênis e peguei um guarda chuva só para prevenir. Ao sair de casa inspirei profundamente, o ar dessa cidade era revigorante e quase sem nenhuma poluição.
Não me surpreendi ao descobrir que, como a maioria das coisas, escola também ficava perto da rodovia. Segundo indicava a placa, o conjunto de pequenos prédios feitos de tijolos marrons, era a Forks High School, lar dos espartanos. E que maravilha, meu carro era o mais novo e chamativo do estacionamento, pensei sarcástico. Esperava que apesar disso eu ainda pudesse me enturmar. Puxei a mochila do banco da carona, passando a alça pelo ombro e fechei a porta ativando o alarme.
As poucas pessoas no lugar me olhavam com curiosidade. Tentei ignorar enquanto andava ate o primeiro prédio demarcado como secretaria; parece que isso era mal de cidade pequena. Adentrei o escritório, me postando em frente à bancada, que me separava de uma ruiva grandalhona com uma camiseta azul espalhafatosa.
Ela me olhou.
— Posso ajudá-lo?
— Sim, sou Stefan. Stefan Salvatore. O diretor Greene pediu que eu viesse buscar meus horários, quando iniciasse os estudos. – informei.
— Ah! O aluno novo, é claro. – exclamou para si mesma e retirando de uma pilha de documentos, duas folhas e uma caderneta, me explicou que uma delas era um mapa da escola e que o ultimo item eu deveria trazer no final das aulas com a assinatura de cada professor. Agradeci me virando na direção em que entrei.
Dei uma curta olhada nas folhas, decorando com rapidez a rota até minha primeira aula. Às vezes era bom ter memória fotográfica. Andei até o refeitório tentando me proteger da leve garoa que agora caia. Um grande sete decorava a plaquinha na porta, aquilo era mais que auto-explicativo. A sala era pequena por dentro, quase todas as carteiras estavam ocupadas, me sentei em uma vazia no lado contrario ao da entrada.
Minutos depois um rapaz com traços delicados e cabelo louro com gel passou pela porta, sendo seguido pelo professor. O mesmo iniciou a aula enquanto o garoto sentava ao meu lado.
— Hey, você é o novato, não? – me perguntou com humor.
— Acho que sim – afirmei com um leve sorriso. – Sou Stefan.
— Mike Newton. – ele se apresentou.
— Seu sobrenome tem, por acaso, alguma ligação com a loja de Artigos esportivos no centro? – puxei conversa. Essa era uma chance de me misturar.
Ele sorriu.
— Sim, é da minha família. Sabe como é... Se precisar de alguma coisa pode ir lá. Embora eu ache que você não tem muito o estilo esportivo.
— Eu adoro acampar. Esse foi um dos motivos para eu me mudar pra cá – admiti de forma casual.
— Legal, cara. – disse ele.
— Então Mike, você poderia, por favor, me dizer qual é o problema das pessoas daqui? Tem algum ídolo teen nas minhas costas? Por que não param de me encarar? – perguntei um pouco frustrado.
— Eu sei como é. Todos sabiam da sua chegada e estavam curiosos para ver o morador misterioso. Relaxa que com o passar das semanas isso deixa de se tornar novidade. – tentou me tranquilizar.
— Semanas? – repeti arqueando as sobrancelhas, incrédulo. Suspirei desviando os meus olhos para a matéria em que eu copiava da lousa. – Pelo menos vai parar em algum momento.
Newton riu baixo com isso.
— Você é legal. Bem melhor que meu antigo colega de carteira, o Hale, que era todo caladão e fechado.
— O que houve com ele? – perguntei por reflexo.
— Ele e família, os Cullens, se mudaram para Nova York. O pai deles era medico e conseguiu uma proposta de emprego melhor lá.
E assim finalizou nossa conversa. A matéria de física que estávamos estudando era fácil, eu já havia visto na minha antiga escola. Rapidamente terminei os exercícios ficando um pouco entediado. Quando tocou o sinal entreguei a caderneta ao professor que a assinou sem me olhar.
— Qual é sua próxima aula? – me perguntou Mike, que andava ao meu lado no corredor cheio.
— Espanhol, no prédio quatro.
— Tenho inglês no prédio dois, mas meu amigo pode te mostrar o caminho. – disse olhando em volta. Franzi a testa, confuso. Afinal eu sequer tinha dito que não sabia onde era.
— Hei Eric! – gritou, para um garoto oriental branquelo com o cabelo preto, que estava a uns sete metros da gente. Ouvindo seu nome ser chamado, o mesmo se aproximou.
— O quê?
— Pode acompanhar Stefan até a sala da senhorita Gomez?
— Claro – respondeu ele dando de ombros.
— Valeu, cara. A gente se vê no intervalo! – Newton se despediu indo na direção contraria a nossa.
— Mal chegou e já esta arrasando corações, garanhão. – Eric zombou, dando um soco fraco no meu ombro.
Observei em volta, vendo muitas garotas nos olhando. Tinha quase certeza que era por isso que ele ostentava ao meu lado.
— Eu juro que não tive essa intenção. – sorri, entrando na brincadeira.
— As mulheres são como predadores, adoram carne fresca. – falou colocando um dos braços sobre meus ombros, em um gesto de camaradagem. – Só espero, que como amigos, você deixe algumas para mim.
— Pegue as que você quiser.
— Valeu. Com você por perto vai chover mulher, cara. – profetizou animado. Balancei a cabeça, cético, tentando conter um sorriso de diversão.
A senhorita Gomez era uma mulher de meia idade, com um estilo meio hippie. Ela sorriu para mim enquanto assinava a caderneta.
— Salvatore? Tem descendência italiana, Stefan? – me perguntou simpática.
— Meus pais eram italianos – justifiquei, não entrando em mais detalhes. Ela sorriu me mandando sentar na carteira vazia perto de uma garota de cabelo louro curto.
No começo da aula a professora deu uma recapitulada básica na matéria, embora não fosse necessário, ela queria que eu tivesse o mesmo grau de aprendizagem da turma. Na medida em que as aulas se passavam, pude reconhecer diversos rostos que começavam a se tornar familiares. No almoço me sentei com Eric, Mike e seus amigos que se apresentaram devidamente.
Havia Jessica, uma garota baixinha com cabelo escuro e cacheado, que claramente tinha um tombo pelo Newton; Ângela com o cabelo castanho claro era bem tímida e namorava o Ben, um garoto meio nerd que usava óculos. Lauren fora minha colega de carteira na aula de espanhol, e pelo que pude notar tinha um humor caustico que me lembrou de Damon. Tyler um garoto afrodescendente muito alegre namorava com ela.
Rodei meus olhos pelo refeitório, enquanto ouvia Mike narrar o que fez no seu fim de semana, até que eles pararam em uma figura no fim do salão. Era uma garota magra e baixa com o cabelo louro escuro. Estava encolhida olhando para a lata de soda, com um dos braços apoiado em cima da mesa. Algo nela me causou um reboliço no estomago, mas não soube dizer o por quê.
— Eric, quem é aquela garota? – cutuquei-o, indicando com a cabeça a menina.
Ele a olhou, o rosto ficando serio.
— Ah é a Bella Swan. Filha do chefe de policia. – a voz dele parecia meio relutante, como se não quisesse tocar no assunto.
Suavizei minha expressão, tentando encontrar uma forma mais fácil de continuar com esse assunto.
— Hmm... E sabe o motivo dela se sentar sozinha?
— Por que tanta pergunta? Tá interessado na Swan, é? – questionou, um traço de humor brilhando nos olhos.
— Não. – respondi rápido, pensando em uma desculpa. – Ela só me pareceu o tipo de pessoa alvo de piadinhas. Quis saber por que sou contra o Bullying.
— Também sou dessa iniciativa, cara. Todos contra o Bullying, é o que eu sempre digo.
— Você vai responder minha pergunta, ou ira continuar desviando dela? – fui direto.
Ele pareceu ficar envergonhado e nervoso.
— Bem eu... eu... – gaguejou.
— Do que vocês estão falando? – perguntou Jessica se intrometendo. Foi naquele momento que percebi que a roda conversa havia acabado, e todos estavam prestando atenção ao que eu e ele discutíamos.
— Eric ia me dizer o motivo da garota, a Swan, se sentar sozinha. – Tomei a frente explicando a situação.
Ela deu uma risadinha, se inclinando para frente.
— Bem, tudo começou há uns meses atrás, quando ela se mudou para cá e se envolveu com Edward Cullen, que por uma razão misteriosa se apaixonou por ela. Eles viveram um conto de fadas por algum tempo e ela parecia ignorar que um dia fomos amigos. – existia um toque de rancor e indignação em sua voz. – Então o Dr. Cullen recebeu uma proposta melhor de emprego e eles decidiram se mudar. Eu não os culpo por isso, afinal só se torna rico acumulando cada vez mais dinheiro.
— JESS! — Ângela a repreendeu.
— O quê? Eu só to falando a verdade. – respondeu ignorante. – O fato é que Edward deu um pé na bunda da Bella e ela meio que entrou em depressão. Por isso costuma ficar naquela mesa, era aonde eles se sentavam.
— Nossa... – aparentemente Jessica adorava falar da vida alheia, principalmente se pudesse criticar.
Ângela revirou os olhos, desdenhando a explicação da amiga. Depois me encarou, seria.
— Não foi bem assim que aconteceu. Alem do mais, eu entendo a Bella; seria muito difícil para mim também se o Ben fosse embora. – discordou compreensiva.
— Serio? – debochou Jessica. – Por favor, Ang, você tem que admitir que ela literalmente surtou depois disso. Se lembra daquele episodio envolvendo a policia, quatro meses depois? então depois daquele dia ela aprece loira! Passou a agir como uma vaca quando tentamos nos aproximar, mandando a gente catar coquinho em uma linguagem muito mais vulgar do que eu utilizei.
— Para mim ela sempre me pareceu falsa. Por isso nunca fui muito com a cara dela. – acrescentou, Lauren.
— Tem razão e ainda tem...
— Será que podem parar de falar da Bella? – interrompeu Mike, irritado. – O que acontece ou deixa de acontecer na vida dela, só interessa á mesma.
Por alguns segundos se instalou um silencio tenso, ate que decidi quebrá-lo.
— Não entendi somente uma coisa; por que Eric ficou tão nervoso quando perguntei dela? – foi bom ter tocado nesse assunto. O clima se amenizou bastante, quando ele corou de vergonha. Os outros riram disso.
— Ele meio que tem uma quedinha por ela. – Tyler respondeu.
— Tinha! – Eric corrigiu. – Eu to em outra agora, Katie Marshall. E enquanto não revolvo a situação com ela, o Eric York pertence a todas as mulheres. – terminou com um sorriso sacana no rosto. Os garotos vaiaram, jogando bolinhas de guardanapo e garrafinhas de água vazias nele.
Continuamos por mais alguns minutos até que o sinal tocasse. Eu tinha biologia III no próximo tempo, Mike e Ângela também. Seguimos juntos para a sala em silencio. Queria poder questionar um dos dois sobre a garota da cantina, porem não o fiz, parecia ser um assunto delicado para eles. Buscaria por minhas respostas sozinho.
Por ironia do destino ou não, todas as carteiras estavam preenchidas exceto uma. Bem ao lado da Swan. Entreguei a caderneta ao professor Banner, que me estendeu um livro apontando para a lousa, onde havia o numero das paginas marcada. Andei pelo corredor e sentei na única carteira vaga.
Uma parte selvagem de mim notou o aroma delicioso de frésias que emanava da pessoa ao meu lado, porém o contive me focando em outra coisa. Pensando bem, agora, não há forma melhor de conseguir respostas do que direto da fonte.
— Oi, meu nome é Stefan. – Usei uma aproximação diplomática.
Ela ergueu os olhos — eram de um verde escuro meio cinzento, feito as águas de um rio translucido —, e me fitou de cima a baixo.
— Isabella. – respondeu, voltando os olhos para o caderno em que desenhava.
— Nome incomum. – pensei em voz alta. Realmente era difícil ouvir um nome como esse por ai.
— É italiano, como seu sobrenome. – disse ainda sem me encarar.
— Mora por aqui há muito tempo? – perguntei ignorando sua resposta mal educada.
Ela se virou novamente para mim, o rosto impaciente.
— Tenho certeza que Jessica lhe forneceu um dossiê completo da minha vida, por isso não precisa fingir que quer se socializar comigo. Não é por quê nos sentaremos juntos durante duas horas a cada dia, que precisamos bater um papinho para preencher o silencio.
— Caramba, eu só te fiz uma pergunta. – murmurei na defensiva.
— Então deveria fazer menos perguntas, Salvatore. – retrucou, encarando agora a lousa onde o professor explicava.
Pelo jeito Jessica não estava de todo errada, essa garota tinha uma língua bem afiada e um péssimo humor. Durante a aula inteira ela se manteve olhando para frente. Tentei fazer o mesmo, mas quando já se sabe a matéria inteira da disciplina, torna-se incrivelmente desafiador prestar atenção. O sinal finalmente bateu depois do que pareceu uma eternidade. Isabella já se levantava, indo em direção a porta.
Enquanto puxava a alça da bolsa para meu ombro notei um papel branco caído no chão. Peguei-o vendo instantaneamente do que se tratava. Era o esboço de uma pequena campina rodeada de grandes arvores, a relva era lotada de pequenas flores silvestres; embora o desenho estivesse em preto e branco era impressionante ver o realismo com que ele fora criado. Soube de quem era ao sentir o cheiro impregnado na folha.
Alcancei Isabella antes que passasse pelo batente.
— Acho que isso é seu. – informei ao tocar em sua mochila. Ela se virou. Ao reconhecer sua obra puxou-a de minha mão estendida.
— Obrigada. E por favor, mantenha-se longe de mim como seus amigos. – e assim ela atravessou para o corredor.
Eu fui atrás, mas a perdi de vista no meio da multidão. Balancei a cabeça infiltrando uma das mãos pelo cabelo. O que eu estava fazendo? Ir pelo mesmo caminho duas vezes não era a solução para superar uma desilusão amorosa. Deixei isso de lado seguindo para o ginásio onde teria minha ultima aula do dia. Por sorte o treinador Clapp, encontrou um uniforme que não fosse muito pequeno nem grande demais para mim. Depois de me trocar no vestiário fui para quadra, onde os alunos se aqueciam.
Mike teria mais essa aula comigo. Ele deu um tapinha nas minhas costas em um comprimento. A filha do chefe de policia também estava lá, e embora vestisse o uniforme de educação física, sentava-se nas arquibancadas. Pelo jeito a Miss simpatia não vai participar da aula hoje, pensei comigo mesmo. Mandei lhe um sorriso, cumprimentando-a com a cabeça. Ela ergueu a mão mostrando o dedo do meio.
— Cara, o que você fez pra Swan? – perguntou Newton ao meu lado.
— Nada que eu saiba. – respondi com um meio sorriso, ainda olhando para a garota, que agora me ignorava.
O professor dividiu a quadra em duas, de um lado ficaria as meninas jogando vôlei e do outro os garotos basquete. Depois de nos dividir em dois times, todos se posicionaram em seus devidos lugares e quando o apito soou a partida se deu inicio.
Durante o jogo pude sentir seus olhos cravados em mim algumas vezes, porém nem isso me fez virar para ela novamente. Como consequência, consegui marcar três pontos para meu time, nos levando a vitoria no momento em que o sinal tocava. Sem resistir, olhei para a arquibancada, mas ela já não estava mais lá. Dei de ombro decidindo ignorá-la como fazia comigo, afinal era só uma garota humana, como qualquer outra. Esse interesse súbito nela, deveria ser pela forma em que se comportava.
Tomei um banho rápido no vestiário, para tirar o suor, e me vesti com a roupa que havia vindo. Despedi-me do Newton durante o caminho até a secretaria, onde entreguei a caderneta assinada. Quando liguei o motor do carro para sair do estacionamento, notei uma picape antiga de um vermelho desbotado dar a ré, três carros de distancia de mim. Vi a silhueta de Isabella virar a esquina dentro daquele carro, desaparecendo em instantes. Acelerei o motor, dando a ré na rua e dirigindo até em casa.
Fale com o autor